Mostrar mensagens com a etiqueta agenda. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta agenda. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, janeiro 12, 2017

Agenda

Amanhã, em Abrantes:

depois contarei...

domingo, fevereiro 21, 2016

AGENDA


21
FEB

AGENDA 

DO PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS



Reunião do Comité Central

Lisboa, 20:15

Reunião do Comité Central do PCP para analisar a situação Política e Social, o Orçamento do Estado, e tarefas do Partido.
As principais conclusões da reunião serão apresentadas pelo Secretário-Geral, Jerónimo de Sousa, em conferência de imprensa a realizar às 20h15, na sede da Soeiro Pereira Gomes, em Lisboa.

sexta-feira, maio 22, 2015

Agenda

Num intervalinho deste "carrocel", e enquanto penso no que dizer (em 20/30 minutos!) logo à noite... logo se vê!

terça-feira, maio 19, 2015

Agenda



21maio2015. 21:30
Auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça.
Soluções CDU.
Conversa Pública
com Sérgio Ribeiro e PCP
explicita que não é uma saída do euro
à pressa...



... e/ou à pressão!

domingo, março 29, 2015

Agenda

Lá estaremos!
Não na Madeira
(onde bem gostariamos de estar
...se pudéssemos ajudar,
com o nosso voto,
a um bom resultado  na CDU),
mas em Santarém,
nas duas iniciativas!

sábado, março 21, 2015

terça-feira, maio 21, 2013

Extracto de espécie de diário...


(...)



































O colóquio será amanhã. Lá irei.
Esclareci (e esclareço) que aquelas siglas à frente dos nomes dos "coloquiadores" são as iniciais dos amigos do Ciclo de Intervenção Cultural (CIC) que ficaram encarregados do contacto... Nada de confusões.
Quanto aos quadros "giros" sobre a "dívida soberana" virão a ser aproveitados aqui. 

terça-feira, maio 07, 2013

Agenda


DEBATE
DESIGUALDADES NA SOCIEDADE E NO TERRITÓRIO
CASA DA CULTURA – COIMBRA
07MAIO13, às 21 horas

Preside: DORC do PCP

Intervenções iniciais:
-          Agostinho Lopes
-          Avelãs Nunes
-          Madalena da Fonseca
-          Sérgio Ribeiro

DEBATE

Encerramento: Jerónimo de Sousa

domingo, abril 21, 2013

A "questão" foi Portugal ter entrado (no Euro e não só!)... e agora?!

Ontem foi um "dia cheio". Aliás, todos os dias são cheios... desde que os queiramos encher...

do facebook (CDU Fátima):

«Mais uma formação enriquecedora, sobre o €uro e a moeda única, com o nosso camarada Sérgio Ribeiro, economista e, na altura da entrada no €, deputado no Parlamento Europeu... vale sempre a pena aprender e esclarecer!»
    Foto

segunda-feira, abril 01, 2013

Diário e agenda


Páginas de dias de agora, desta manhã:

(...)

Pelo meu lado, vou começar por dar andamento ao tratamento do relatório do PNUD, que ontem não começou nada mal, e preparar-me para uma sessão na quarta-feira, em Oeiras, já na agenda do avante! desta semana.

&-----&-----&


&-----&-----&

Vou decerto fazer “a história”, a crónica (recuso-me a dizer "mnarrativa"!), e pegar no que me tem andado a incomodar… pessoalmente.

&-----&-----&

E não é que tanto se questione a presença no euro, evidentemente, que até acho óptimo, mas o apagar das nossas posições, de análise, previsão e prevenção, particularmente as minhas.
&-----&-----&

Que me incomoda ter de publicitar, como se estivesse em relações públicas de mim próprio, o que me desagrada e, aliás, faço desastradamente,

&-----&-----&

Porque não faço essa “tarefa” de auto-promoção convictamente? Talvez.

&-----&-----&

Mas lá terão de vir os meus repetidos (para mim) livro de 1994 – essa “estranha” edição de autor do Décadas da EUropa –, com os elucidativos quadros com o que era dito para ser a passagem do ecu para o euro a 12 e foi ao contrário, e a declaração de voto de 2 de Maio de 1998.

&-----&-----&
Além, claro, do Não à Europa.

&-----&-----&

Tanta coisa para dizer (e alguma para não ser dita, para ser como nos casamentos formais e religiosos… cale-se para sempre quem agora não falar).

&-----&-----&

Mas eu falei, e sinto uma enorme tranquilidade por o ter feito.

&-----&-----&

Ainda um dia hei-de teatralizar – sem os não-ditos... – a leitura da declaração de voto “não à moeda única” na sala quase vazia do PE em Bruxelas, com toda a malquista solenidade que só eu lhe emprestei… pois se era o actor principal!
  
&-----&-----&

Vive-se para se viverem coisas destas.

&-----&-----&

E agora, 15 anos depois, arauteiam-se livros que teorizam como "descoberta" o que foi negado e anatematizado quando todos (não foi, nem é, o caso do Ferreira do Amaral!) euforizavam com a chegada do euro e do BCE.

&-----&-----&

Seria útil e até agradável se não fossem, também, a tentativa de apagarem, rasurarem, as nossas/colectivas e  oportunas e bem fundamentadas posições.

&-----&-----&

Lá vou a Oeiras. Falar para umas escassas dezenas (e “vivó velho” se assim for…) contra os milhares que vêem televisão e lêem os expressos, e assim são (des)informados e formatados.

&-----&-----&

Mas que chegarão lá, ao sítio certo na altura certa!

sábado, março 16, 2013

Agenda

a caminho...





quinta-feira, fevereiro 28, 2013

A economia portuguesa de 1945 a 1973/4

Na preparação de uma participação na série com o título genérico da Ferramentas para a cidadania, na Biblioteca-Museu República e Resistência, saltou-me um título (ou sub-título!) - sem Linha de Rumo mas com um Rumo à Vitória -, e reproduzo um dos 5 gráficos que elaborei, a partir das "séries longas da economoa portuguesa", do Banco de Portugal, e que vou comentar (sobretudo o sustentáculo para a economia portuguesa que foram as remessas dos emigrantes), e aqui reproduzo (e que, eventualmente, aqui virei a comentar):


domingo, fevereiro 17, 2013

Dia dedicado ao associativismo, ao teatro, à amizade

Depois de um dia como o de o de ontem,de enorme manifestação nacional em 24 cidades do País, em que fui "mais um" de muitos, muitos mil, hoje - para mim - vai ser um dia dedicadao ao teatro, à amizade, ao convívio.

Transcrevo um trecho do que vou começar por dizer, a abrir um esoectáculo:

«O OVO e as GALINHAS,
os QUINTAIS e as VIZINHAS
A direcção da Asssociação Recreativa e Cultural Atouguiense. resolveu reanimar a sua secção de teatro. O que merece elogios e apoio!

Para isso, começou por pedir a ajuda de dois vizinhos e, depois, a 12 outros, formando-se um pequeno grupo entre os com pouco mais de 10 anos e um com quase 80, grupo que durante semanas a fio ensaiou um divertimento que aqui vos traz.

Ora o teatro é como as omeletes, não se faz sem ovos e muito trabalho. Vai aqui ser contado o que resultou desse trabalho. Não é uma peça de teatro. É um divertimento teatral. É um contar que transpõe para uma aldeia nossa uma estória que um grande escritor – Luandino Vieira, com registo de nascimento na Lagoa do Furadouro, outro vizinho portanto – escreveu, sobre factos passados no musseque de Sambizanga que termina assim:

“Minha estória.
Se é bonita ou feia, vocês é que sabem. Eu só juro não falei mentira e estes casos passaram nesta nossa terra de Luanda”.

Eu resumi a estória, dei-lhe uma volta para ser como se se tivesse passado nestes nossos lugares da Atouguia; o Paulito deu-lhe os seus toques e talento de homem de teatro, todos os amigos se esforçaram para que a história possa sair bem contada e divirta. (...)»

quarta-feira, outubro 24, 2012

Agenda

Hoje, vou a Benavente conversar com os alunos da Escola Secundária (11º ano)
sobre Cesário Verde







Sexta-feira, vou ao Barreiro falar sobre o Orçamento do Estado
para 2013












e os nossos orçamentos
... que tanto dependem dele!

domingo, maio 20, 2012

Duas fotos de Évora










Obrigado,
camaradas!

terça-feira, novembro 08, 2011

Agenda

 
E ainda vai sobrar...
para uma acção
em Ansião
de "formação"
(e para muito
mais acções)
pois então!


... e vou ter de faltar
às manifestações!

domingo, novembro 06, 2011

Façamo-lo e façamo-lo saber... com os escassos meios que temos

Na reacção a dois comentários a um "post" em que dava nota de iniciativa em que participara ontem, e em que amigos me diziam como tinham sido as agendas do seu mesmo dia, saltou-me este comentário:

Boa!
E, acho eu, é preciso que saibamos uns dos outros, que tenhamos a confirmação de que somos muitos a lutar contra a "conspiração do silêncio" mesclada com o barulho ensurdecedor e estupidificante.
Muitas, muitas acções, milhões de acções de esclarecimento (a começar pelo esclarecimento dos "esclarecedores") de massas contra as poucas acções mas de brutal massificação do entorpecimento, da anestesia da inevitabilidade, contra as insidiosas campanhas a chegarem aos milhões que somos, a entrarem-nos em casa, a acompanharem-nos nos automóveis, a encherem-nos os olhos (e a cabeça) de areia e poeira.
Hoje, em quantos lugares desta nossa pátria, quantas pequenas acções de luta, de conversa, até mano-a-mano? É a nossa responsabilidade por humanos sermos! Saibamo-lo e façamo-lo saber.

Abraços amigos


quarta-feira, novembro 02, 2011

Que crise é esta?

Cumprida a tarefa!
Gostei mesmo de voltar àquela "casa" do Clube Estefânia.
A sessão correu bem, num excelente (e responsável) ambiente, em que muito falei (demais?) e muito aprendi. A "questão grega" foi abordada de maneira que me fez trazer "trabalho para casa". Falou-se de democracia, da necessidade de reforçar a intervenção, a participação (consciente, informada) das massas... mas com muita atenção(zinha) às eventuais manobras.
E, depois de um jantar de convívio muito agradável, voltei a casa, com a satisfação de ter encontrado velhas amizades e jovens colegas e novos amigos (e amigos novos), que estão a fazer daquele espaço um lugar onde apetece voltar.

Obrigado(s) e até breve.

Agenda - Que crise é esta?

Mais logo, para o fim da tarde, por iniciativa amiga e camarada, serei confrontado com esta questão «Que crise é esta?». Não se trata de ir responder a uma pergunta, de levar a minha muita experiência e o meu escasso saber a um debate que teria a responsabilidade de animar com respostas ou, como é dito na "promoção", de apresentar a minha versão. Não! Será - vou procurar que seja... - o confronto, em aberta conversa de que serei o primeiro a falar (e tentarei encurtar o mais possível a fala), com a (chamada) crise que estamos a viver.
É verdade que, nestes dias, o que se procuram são respostas. E, nalguns casos, já em situação de desespero pesssoal e familiar. Mas não há respostas sem a compreensão de como se chegou a "isto".
No plano internacional, no planeta - que, por vezes confundimos com a Europa, e, pior ainda, com a "Europa" enquanto União Europeia, e, pior ainda, com a "zona euro" e, pior ainda, com o conluio Alemanha-França -, assaltam-nos notícias com o dramatismo de
Crise
Referendo grego provoca
onda de pânico em Bruxelas
Luís Rego em Bruxelas com Lusa
02/11/11 00:05
Merkel e Sarkozy
convocam reunião de emergência,
hoje em Cannes,
com representantes da UE, FMI e Grécia,

enquanto se não entende o significado (político e não só) de mudanças em chefias militares, numa situação e perspectivas que se estimavam irradicadas com "o fim da história" num sistema e pensamento únicos em estabilidade financeira... que afinal está a ser o contrário.
Não nos podemos deixar enredar neste dramatismo, que é areia a juntar às ondas de pó do absorvente quotidiano. Há que insistir no porquê?, por onde viemos?, para onde nos querem levar?, que fazer?, com quem?, como?. Não na busca de resposta rápidas, imediatas, simples(istas), mas na busca de compreensão para intervir. 
Cada um, por si e para si, não vale nada, como parte de um todo é insubstituível!
E, já que acordei grandiloquente, a minha "versão da crise", a tal primeira fala, apenas quererá sublinhar que a Vida é a luta de contrários, que a História é a luta de classes (enquanto for), que os nossos quotidianos são a luta pela sobrevivência e a qualidade de Vida (a que temos direito, pelo que os antes de nós conseguiram), são a ínfima mas insubstituível (e responsável) parcela de intervenção de cada um na Vida e na História.

Até logo, que temos quilómetros para fazer e, talvez..., um filme para ver antes de.