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segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

pelos 52 anos da morte de Amílcar Cabral - não foi o fim

Passam hoje 52 anos sobre a morte de Amílcar Cabral. O "momentos" assinala esta data prestando assim tributo ao líder que conduziu a luta armada, para a qual foi empurrado, pela independência da Guiné e Cabo Verde (quem fecha as portas à revolução pacífica abre as portas à revolução violenta).

Os caminhos do pós-independência foram diversos para estes dois países para os quais Amílcar sonhava paz, prosperidade, justiça social e económica. 

Os herdeiros políticos de Amílcar Cabral destruíram, quer em Cabo Verde, quer na Guiné-Bissau, o seu projeto político e defraudam a cada dia o sonho e a utopia que mobilizou aqueles povos para se libertarem do colonialismo português e construírem um futuro de paz e prosperidade.

"Se alguém me há de fazer mal, é quem está aqui entre nós. Ninguém mais pode estragar o PAIGC, só nós próprios."

Amílcar Cabral


Por estes dias, no âmbito de uma pesquisa sobre Amílcar Cabral visionei um vídeo sobre as mulheres na luta pela independência de Cabo Verde e da Guiné-Bissau de onde extraí duas frases, proferidas por mulheres, que dizem bem da dimensão do homem e da sua obra. O contexto era a morte de Amílcar Cabral, passo a citar:

“(…) isto chegou ao fim, mas depois vimos que não era o fim. É aí que reside o valor de Cabral: projetar-se para além da sua morte (…)”. Zezinha Chantre.

“(…) perdemos um grande homem, mas ele soube transmitir-nos a sua força de tal forma que a nossa luta redobrou de intensidade e chegamos à independência sem a sua presença, mas com ele no coração. (…), Amélia Araújo.


quinta-feira, 12 de setembro de 2024

Amílcar Cabral - centenário




Hoje celebra-se o centenário do nascimento de Amílcar Cabral (Bafatá, 12 de setembro de 1924).










O PCP promoveu, ontem, na Casa do Alentejo, em Lisboa, uma sessão evocativa dos 100 anos de Amílcar Cabral.






sábado, 20 de janeiro de 2024

Amílcar Cabral, pelos 51 anos da sua morte

foto retirada da internet
Passam hoje 51 anos sobre a morte de Amílcar Cabral. O "momentos" assinala esta data prestando assim tributo ao líder que conduziu a luta armada, para a qual foi empurrado, pela independência da Guiné e Cabo Verde (quem fecha as portas à revolução pacífica abre as portas à revolução violenta).

Os caminhos do pós-independência foram diversos para estes dois países para os quais Amílcar sonhava paz, prosperidade, justiça social e económica. 

Os herdeiros políticos de Amílcar Cabral destruíram, quer em Cabo Verde, quer na Guiné-Bissau, o seu projeto político e defraudam a cada dia o sonho e a utopia que mobilizou aqueles povos para se libertarem do colonialismo português.

"Se alguém me há de fazer mal, é quem está aqui entre nós. Ninguém mais pode estragar o PAIGC, só nós próprios."

Amílcar Cabral

foto de Madalena Pires (2016)

O insurgente Amílcar, como todos os revolucionários, era um humanista e uma personalidade sensível às artes e à libertação pela cultura.

A minha poesia sou eu

… Não, Poesia:
Não te escondas nas grutas de meu ser,
não fujas à Vida.
Quebra as grades invisíveis da minha prisão,
abre de par em par as portas do meu ser
— sai…
Sai para a luta (a vida é luta)
os homens lá fora chamam por ti,
e tu, Poesia és também um Homem.
Ama as Poesias de todo o Mundo,
— ama os Homens
Solta teus poemas para todas as raças,
para todas as coisas.
Confunde-te comigo…
Vai, Poesia:
Toma os meus braços para abraçares o Mundo,
dá-me os teus braços para que abrace a Vida.
A minha Poesia sou eu.

Amílcar Cabral, em “revista Seara Nova”, 1946.

sábado, 5 de julho de 2014

Assinalar a independência de Cabo Verde - 39.º aniversário

Amílcar Cabral - imagem retirada da ineternet 
A independência de Cabo Verde está para todo o sempre associada a Amílcar Cabral. Ele foi o seu ideólogo, ele foi o líder presente na luta que travou, junto do seu povo, até ao seu assassinato em 1973.
O "momentos" tem vindo a recordar e a divulgar a nação crioula e a sua cultura.
Aqui, aqui e aqui podem verificar isso mesmo.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Amílcar Cabral

Porque a história e a memória não devem ser apagadas.
Passa mais um aniversário da morte de Amílcar Cabral fica aqui este pequeno vídeo numa singela homenagem à sua memória.