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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

FÉRIAS: CN → THE → GYN → UDI #21

(...)

Os últimos dias que estive em Goiânia foram bem mais acelerados. Nesses dias, um pouco mais folgado, Augusto me levou em alguns lugares. A gente não tinha bem um ideia aonde iríamos, então a opção naquele momento era o shopping.

No caminho de ida ao Shopping, ele me explicava o que eram determinados lugares. Enquanto isso, como na maioria das vezes, as músicas que mais rolavam em seu carro eram sertanejo. 

Chegamos, então, no Shopping Flamboyant - nome que eu nunca consegui decorar, nem falar! O Shopping é muito diferente do de Teresina, mas, mais uma vez, sem comparação. Na verdade, quem fez a festa mesmo lá foi Mr. Job, que, mesmo tímido, posou para algumas fotos.


Ah, já ia esquecendo! Antes de entrarmos no Shopping, Augusto inventou de estacionar o carro no estacionamento com andares. Eu não sei como chama, mas ele resolveu estacionar o carro no último andar, para que eu pudesse ver, literalmente, a gente rodando ali.

Foi lá também que tirei uma das fotos que mais marcou a minha viagem:

Uma foto publicada por Anderson (Funnie) Rodrigues (@andersonfunnie) em

Já dentro do Shopping, passamos na Microsoft Store, onde imaginei que seria A loja, mas meio que me decepcionei. Depois que a Microsoft comprou a Nokia, as coisas ficaram meio que jogadas, e foi lá que percebi um pouco disso também. Eram poucos - e caros - lumias, poucos acessórios; uma loja quase vazia. Deu saudades, inclusive, de quando a Nokia mandava ver.

Paramos minutos depois para comer pastel, no qual Augusto já tinha me falado desde o começo da nossa amizade virtual. Foi aí que paramos no QG. Não lembro qual o significado da letra, mas jamais esquecerei do gosto maravilhoso do pastel de carne com azeitona. A combinação ficou muito boa. Sem esquecer que quando escolhi e pedi o paxtel, o carinha que nos atendeu achou super estranho.

Como não poderia deixar de ser desastrado, tentando fazer a foto abaixo do Mr Job, sem querer, apertei o copo de refrigerante, na tentativa de encaixar os braços do boneco dando a ideia de que ele estivesse abraçando o copo. Infelizmente o copo não era de plástico duro, era de plástico mole, como se fosse um copo descartável, foi aí que "xiringou" refrigerante pra todo lado. Mr Job e Augusto não se livraram e também foram molhados sem querer. Inclusive eu fiquei com a mão toda grudenta depois. Mas, mesmo após isso, a foto prestou:


Conversamos mais um pouco por ali e Augusto, como já havia me prometido, me levou para outro lugar, onde, segundo ele, tinha uma batatinha frita bem gostosa.

O nome do lugar é KomiKeto. Como o nome mesmo diz, o lugar dá pra comer quieto mesmo. O ambiente é bem retrô, com bancos acolchoados, quadros antigos, chão de discoteca, som com músicas leves e baixo e climatizado. Juro, me senti no final dos anos 70 com aquele cenário, mesmo não tendo vivido a época - rs. Na minha opinião, se as garçonetes viessem nos servi usando patins, seria muito mais massa - rs.


Não demorou muito para que o nosso pedido chegasse. Não lembro bem o que Augusto pediu, além, claro, das batatas fritas, mas eu inventei de pedir um suco de abacaxi com hortelã. O gosto estava horrível! Eu não conseguia sentir o gosto do abacaxi, somente da "erva". Inclusive tenho registrado em vídeo o momento em que provei e não gostei. Vejam:


Mesmo não conseguindo tomar o suco todo, devoramos a batatinha em poucos minutos. O pior é que eu estava me obrigando a continuar tomando aquele suco ruim. A cada gole que eu dava me sentia ruim, como se estivesse tomando um remédio, sei lá... Era uma reação super estranha. Acabei também não provando uns molhos que tinha lá. Aliás, nem sou fã de molhos mesmo.

Podem perceber que ainda tomei metade do suco.

Não muito tarde, voltamos para casa, eu certo de que NUNCA MAIS pedirei suco de abacaxi com hortelã outra vez.

domingo, 17 de agosto de 2014

IDA À JERICOACORA – CE #1

Um amigo de Teresina ficou semanas e mais semanas perguntando se eu queria viajar para Jericoacoara, que ele tinha outros amigos que estavam organizando uma excursão, que o pacote da viagem estava super barato... e que queria muito que eu fosse, sabendo que a minha última ida a praia foi em 2008, com meus amigos do ensino médio. Falei pra ele que não tinha condições, que não tinha dinheiro, que além do dinheiro do pacote, tinha que ter dinheiro pra me manter lá, blá, blá, blá... Ele disse que ele poderia me ajudar, que depois pagaria ele. Mesmo assim, não aceitei.

Ele ficou mais dias me incentivando até que cedi. Juntei a grana, depositei na conta dele e fiquei aguardando o dia chegar. Ainda com um mês de antecedência, falei com a minha chefe que acabou liberando do trabalho. Fiquei feliz, nervoso, mas ansioso demais pra poder ver e sentir uma praia novamente.

A viagem estava marcada para sexta, 11/07, e na quinta-feira me mandei pra Teresina no final da tarde. Eu tinha planos de na sexta-feira pela manhã ou pela tarde ir ao Centro ou Shopping em busca de roupas e outras coisas para essa viagem. Lógico, eu tinha levado umas roupas daqui de CN, mas quando cheguei lá usei a maioria. Não sei por que, mas quando estou em Teresina fico trocando de roupa com mais frequência do que aqui em CN.

Fui com esse meu amigo ao Centro, andamos demais à tarde toda e a única coisa que eu comprei foi um par de havaianas – rs. Senti que ele estava p*to por dentro, por estar me acompanhando em todas as lojas. Eu até entendo, pois eu no lugar dele estaria me sentindo da mesma forma, ainda mais eu que tenho a paciência mais do que curta.

Cheguei em casa do Centro no final da tarde, cansado e com as pernas “friviando”. Eu estava quase morto naquela hora. Mesmo assim, fui tentar arrumar minha mochila quando me dei conta que não tinha basicamente NA-DA, além de cuecas e meias, que eu nem poderia usar muito estando na praia.

Fiquei doido e fui correndo ao Shopping, tamanha 21h. Eu tinha uma hora pra me virar lá, escolher algumas peças (baratas, claro!) e pagar antes que as lojas fechassem. Cheguei sozinho lá e senti falta de alguém que pudesse me ajudar. Passou várias pessoas pela minha cabeça que eu poderia chamar, mas quem iria me encontrar naquela hora, ainda mais com demora de ônibus e outras coisas? Foi aí que lembrei do Ítalo, que nem conhecia pessoalmente e que, para a minha sorte, mora basicamente ao lado do Shopping.  Liguei pra ele e perguntei se ele poderia dar um pulinho no shopping pra poder me ajudar nas compras. E, com uns 20 minutos, ele apareceu. Nos encontramos e já ficamos amigos de longas datas - rs. Ele me ajudou a comprar as peças e até paramos para comer esfiras – aliás, só eu que comi, pois, segundo ele, tinha acabado de jantar.

Esperando o nosso meu pedido ficar pronto...

Nos despedimos e voltei pra casa quando já era quase 23h: o horário da saída do ônibus. Na verdade só faltava eu e meu amigo, todos já estavam nos aguardando.

A viagem teve duração de mais ou menos 8 horas e foi tranquila. O ônibus onde estávamos não tinha aquele cheiro insuportável de ar condicionado misturado com cheiro das poltronas, tinha copos de água mineral a vontade e era super confortável. Não consegui dormir na maior parte da viagem, mas quando estava amanhecendo, adormeci que nem percebi. Lembro que durante a madrugada passamos por uma cidade de ruas estreitas, eu fiquei meio com medo, pois parecia que qualquer manobra errada do ônibus poderíamos bater. Mas foi legal ver isso.

Chegamos em uma rodoviária bem cedo onde o ônibus estacionou e descemos. Outros carros estavam nos esperando para começar a aventura. Os carros já estavam inclusos no pacote que pagamos, demos nossas mochilas, arrumaram tudo na parte de cima, entramos e seguimos ruma a Jericoacora! \o/

CONTINUA...

domingo, 11 de maio de 2014

O DIA EM QUE EU FUI À UM CINEMA 3D

Estou passando por dias mais do que estressados na minha vida. Como acho que falei no post anterior, são muitas responsabilidades e pouco ganho.

A última vez que tinha viajado foi no carnaval. Fiquei estressado e decepcionado com uma besteirinha que aconteceu e o que eu mais queria era fugir dela. Já tinha combinado tudo e me mandei em um dia pela manhã para Teresina. O meu carnaval lá nem foi carnaval, pois a tranquilidade foi o que tomava de conta.

De lá para cá, vim passando por muitas outras coisas, muitas mesma, Não só no trabalho, mas na vida também – que continuaram sendo omitidas aqui neste blog.

E no dia 25 do mês passado fui dar o ar da graça de novo em Teresina. Conversei com a minha chefe e fui naquela sexta no final da tarde.

Sempre quando vou em Teresina tenho todo um cronograma de horas. Já saio daqui sabendo com quem vou sair, pra onde vou pela manhã, pela tarde ou pela noite e os momentos que irei ficar sozinho, usando internet boa... Falando em internet, ainda hoje estou sem aqui em casa, e olha que esse desespero vai fazer dois meses no dia 17. Mas acho que essa história toda fica para o próximo post.

Enfim, chegando na sexta à noite lá, sai com um amigo e voltamos cedo ainda, antes de 00h. No dia seguinte, sábado, havia combinado com ele e mais dois amigos, que também estavam em Teresina, de irmos assistir algum 3D juntos. Acho que não era estreia do filme “O Capitão América 2”, mas, mesmo assim, queria logo garantir meu ingresso, embora não fosse fã de filmes dele. Meus amigos estavam lá desde à tarde e pedi para que eles comprassem logo o meu ingresso e o do meu amigo. E compararam.

O filme estava marcado para às 18h40, se não me engano, e, devido atraso do meu amigo, chegamos lá em cima da hora, quando os ingressos já tinham sido esgotado. Já imaginou se deixássemos para comprar na hora? Não ia ver! Na verdade até que tinha outra seção às 20h e pouco, mas era legendado. Por mim não tinha problema, mas pro meu amigo aquilo não era uma boa ideia, ele odeia filmes legendados.

O pior de tudo foi já sair de casa apertado, sendo que o filme tinha duração de um pouco mais de duas horas.

Quando começou a apresentação de instrução dos óculos na tela, fui com meu amigo comprar pipoca e refrigerante. Pra quê...? Me lasquei demais. Fiquei comendo, bebendo e quando dei por mim já estava para explodir sem nem antes o filme ter começado, mas estive seguro ali fingindo que nada estava acontecendo comigo. Para piorar, o meu amigo do lado estava comentando umas partes e triscando em mim com a mão gelada. Aquilo me fazia querer mais ainda sair dali correndo para o banheiro... Mas fui forte!

Pipoca e óculos à postos!

O filme estava interessante, as imagens estavam perfeitas e, por algumas vezes, voltava o meu corpo para trás quando o Capitão América resolvia jogar seu escudo na tela. A precisão é impressionante, por mais que dizem que o cinema 3D de Teresina ainda nem é tão bom. Para mim que estava vendo tudo aquilo pela primeira vez, estava ótimo. Preciso ver um melhor para, claro, dar minha opinião.

Olhei pro relógio do celular e já era um pouco mais de 20h, me deixando calmo, mas ao mesmo tempo aperreado para querer sair dali. Sinceramente, fui burro, pois não sabia que no cinema existia banheiros e não quis pagar esse mico de perguntar. Ao sair da sala, corri, mas não literalmente, para o banheiro do outro lado da praça de alimentação. Juro, achei que não fosse mais sair dali, acho que passei mais de meia lá dentro – rs.

Mas compensou demais e ganhei dos aprendizados para a próxima vez: 1- Passar no banheiro antes de começar o filme. 2- Lembrar que existem banheiros no cinema – rs.

Até!

domingo, 4 de agosto de 2013

FÉRIAS

Não foi muito bem como pensei. Achei que iria passar o mês todo em Teresina, como já havia planejado, mas não. Infelizmente, tive que ficar um pouco mais de 20 dias por aqui, esperando conseguir mais dinheiro pra poder gastar lá, no qual foi até convertido um pouco com problema.

Não consigo entender o fato de uma pessoa dever outra e não pagar, mais ainda de ser cobrada e ainda se zangar, montar o maior barraco e achar que ainda tem a razão. Sou tranquilo, mas esses dias fiquei como uma fera internamente. Me conscientizei que deixar essa ultima semana de férias que passei em Teresina sem cobrar ninguém seria o melhor, mesmo não tendo a quantia suficiente para curtir a cidade. Após as férias e minha volta de Teresina, ainda tentei resolver o problema, mas foi pior ainda. O fato é que NÃO desistirei e irei até o fim pra conseguir o meu dinheiro, afinal, não considero a quantia pouca e não dei nada de graça à ninguém. Posso parecer rude, mas comigo é assim: comprou, pagou!

Enfim, não vim aqui pra descarregar essa minha revolta, vim mesmo para falar das minhas férias, que por sinal foram poucos dias que valeram, sim, a pena.

No dia 22, arrumei minha mochila com roupas que queria usar durante a semana, incluindo as de sair no finais de semana, claro. Eu praticamente quero levar todo o guarda-roupa, mas a única mochila que tenho não permite isso. A viagem foi super tranquila e de muita conversa, afinal, sentei ao lado de um "teen" do tempo de escola, o Rinaldo. Me surpreendi quando ele disse que tinha casado e outras histórias, entre elas, claro, do tempo de escola. Esse momento nostalgia sempre faz bem.

De Timon, fui com o Flávio para Teresina, conversamos muito no caminho e ele foi me deixar em um certo ponto, pois acho perigoso andar sozinho em cidade grande, ainda mais com mochila, celular e computador.

Os primeiros dias foram de tédio, a maioria das vezes fiquei dentro de casa, conectado a esse mundo aqui, então, na quinta (25), resolvi sair pra lanchar com um amigo. Passamos a tarde toda no Centro conversando e rindo muuuito na Panificadora Modelo.

Com Breno Allex

Depois de lá, no final da tarde, voltei pra casa sozinho... Foi até bom, eu gosto de observar, ouvir meus pensamentos enquanto caminho, sentindo o vento daquele vuco-vuco dos ônibus e carros passando na avenida.

No dia seguinte (26), não sei por que, acordei com uma dor de cabeça enorme. Eu acordei somente para pedir um comprimido para Nayenne e voltei a dormir, pois me sentia péssimo de verdade. Acordei mais tarde um pouco melhor. Eu tinha marcado com Flávio de irmos ao shopping no final da tarde, mas eu tava com aquele ar de doente, não estava me sentindo bem e nem disposto. Liguei pra ele explicando tudo e, com um pouco de dificuldade, me entendeu.

No sábado (27), após às 11h, fui encontrar com Flávio para irmos almoçar no Centro. Almoçamos no Cup Lanches. A refeição de lá estava ótima, porém o único problema - pelo menos para mim - era o preço. Quando vi que a refeição do Flávio tinha sido pouca e tinha dado um preço maior do que eu imaginava, fiquei ligado que a minha ainda sairia mais cara, já que não abro mão de uma boa quantidade comida e da minha satisfação.

Foto roubada do instagram @flafigueredo. Ele na foto.

De lá, fomos ao Shopping da Cidade. Como estávamos à toa, resolvemos dar uma voltinha por lá, aproveitar que Flávio estava procurando, mesmo sem muita necessidade, uma case pro celular dele. Na verdade isso era só um motivo pra gente andar mais um pouquinho naquele calor insuportável - rs.

Voltei pra casa quando eram mais de 14h. Fui apressado ao banheiro tomar banho porque o calor que eu senti naquela hora estava de matar.

Após voltarmos do almoço.

O domingo foi um tédio só, mas sei que tenho uma ponta de culpa por isso; porém na segunda (29), meu penúltimo dia de férias por lá, no final da tarde, fui ao Teresina Shopping com Flávio. Eu estava precisando ver gente, me sentir arrumado, e também saber como estava o "novo" shopping. Demos muitas voltas por lá, fomos em algumas lojas ver se tinha carrinhos para o coleção de Flávio e a fome estava começando a bater.

Ficamos horas tentando achar comida que pudesse nos satisfazer. Fomos em muitos lugares dentro do shopping, mas não nos agradamos de nada até então. E foi aí que me lembrei do Poty Cabana que fica logo em frente ao shopping. Procuramos um quiosque que tivesse alguma comida que nos sustentasse, mas nada de interessante. Até ficamos um bom tempo por lá, como foi a minha primeira ida, queria dar uma olhada em tu-do. O lugar é super bacana.

Atrás de mim, há um rio. A frente, uma quadra aberta de esporte.

Mesmo curioso, não olhei tudo como eu queria, já que a barriga gritava de fome. E, assim, voltamos ao shopping. Decididos, pedimos esfirras. Comemos umas dez esfirras abertas (frango, carne e calabresa) com Fanta Uva. A combinação estava ótima e não demorou muito para que tudo acabasse.

Já um pouco mais de 21h, resolvemos ir embora.

Na terça, voltei para a realidade, embora minha rotina só começasse na quinta. Na verdade, quis deixar a quarta-feira para poder arrumar o cabelo, fazer a barba e efeituar o pagamento de algumas coisas que comprei.

Essa semana de férias foi ótima, não só pelo que aconteceu que descrevi acima, mas por outras coisas que prefiro deixar registrado somente em meu diário normal. Agora de volta a labuta, ao restante dos meses que pode decidir - ou não - o meu futuro. Espero que tudo dê certo.

Ahhhh! Hoje é meu último dia com 22 anos - se bem que considerando a hora que nasci, só terei 23 anos após às 22h30. Amanhã é meu aniversário e não estou como das últimas vezes, graças a Deus. Pelo menos por agora não estou com aquela depressão que sempre vem, mas sei que ainda tem o resto desse dia e o amanhã. Que tudo ocorra bem! Independente se o dia de amanhã seja alegre ou triste, aparecerei aqui para registrar como faço em todos os anos.

Até! ;-)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

NO BANHEIRO DO SHOPPING

Fui ao shopping de Teresina hoje com o Dalton. Como hoje já é meu penúltimo dia aqui, resolvi ir lá. Convidei alguns amigos, mas por conta da chuva, ninguém apareceu. Tudo bem, pelo menos não foi uma desculpa qualquer . Mesmo assim, andamos, fomos em algumas lojas, vimos alguns cds, dvds... Depois, já no final da tarde, resolvemos pedir algo para comer no Giraffas. Fomos muito bem atendidos, por sinal.

Sentados, esperando anunciar o número do nosso lanche, decidimos ir ao banheiro lavar as mãos. Eu nunca tinha ido nesse banheiro, eu nem gosto de usar banheiros em lugares muito frequentado. Rejeitei logo de primeira, mas depois fui. No caminho perguntei como era a tal torneira, já que estou acostumado com aquela de rodar pra abrir e fechar. Ele nem me explicou direito, então, decidi observar usarem antes de usar.

Ao chegar no banheiro, me surpreendi com o cheiro. Eu achava que como o banheiro do shopping é usado por muita gente, não teria um cheiro tão agradável. Depois, fui em direção às pias. Gostei até da "escadinha" de pias, acho que feitas para pessoas especiais. Então, olhando, vi que haviam duas torneiras e já fui começando mal. Pressionei a do sabão líquido achando que era a de água, mas, por sorte, ninguém viu essa minha gafe. Logo após, tirei o sabão com a torneira maior, de água. Aprendi que só devo pressionar que a água sai até um certo tempo.

Fazendo tudo isso, escutava um barulho estranho, meio que de aspirador de pó. Não entendi até sentir falta de uma toalha pra enxugar as mãos. Toalha? No shopping, que falta de higiene seria se tivesse toalhas para se enxugar as mãos, não? Observei mais uma vez. Vi, então, um cara parado em frente a um aparelho que soltava um ar quente que seguia com esse barulho. Percebi que ele não apertava nenhum botão para que saísse o ar, só colocava a mão embaixo dele. Então, fui, testei e gostei. Minha mão não secou tanto como eu queria, acho que por eu não ter demorado muito tempo, mas valeu.

Me modernizei um pouco mais hoje, e podem me chamar de matuto, eu deixo.