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quarta-feira, 25 de março de 2026

TALVEZ SEJA HORA DE DESLIGAR

Nós últimos dias fiquei me perguntando o porquê de não ter tido mais sonhos, já que eu sonhava todos os dias. Pra quê? 😑

Nessa madrugada, sonhei que o mundo estava acabando. Pra mim, são os piores sonhos que posso ter - além daqueles em que estou passando vexame, claro. Eu estava na porta de casa, olhando para o outro lado da rua, quando vi um caminhão rodando no ar e atingindo os pontos comerciais por trás, vindo em minha direção. Parecia que um tornado havia levantado um caminhão e jogado ali. Só tive tempo de gritar para alguém que estava do meu lado: "Olha um caminhão!!!". Aquele barulho de estrondo foi desesperador. Em seguida, uma enorme esfera metálica vinha do céu, em alta velocidade, atingindo o mesmo lado onde o caminhão havia batido. Novamente, o barulho me deixou em desespero.

Só lembro até aí, pois acho que possivelmente acordei e dormi de novo. Felizmente, ainda tenho aquilo de controlar os sonhos.

Certamente sonhei com isso por tudo que estão falando da guerra, juntando ao fato dos vídeos inéditos que vi, mesmo sem querer, da ponte que liga o MA ao TO que desabou no ano passado. As imagens pareciam ser feitas por IA, mas eram reais. E sempre vem aquele pensamento de como as famílias viram aquilo, a dor que elas sentem até hoje... isso cria um universo dentro de mim que me deixa um pouco deprimido.

Além disso, uma vidente famosa do Brasil, que tem mais de 17 milhões de seguidores só no Instagram, me impressionou muito com suas previsões assertivas. Essa semana mesmo morreu um ator muito famoso que ela havia dito que iria morrer, sem mencionar o nome dele, claro. Ela usou apenas "um ator famoso". Eu entendi o recado.

Talvez isso seja um alerta pra eu dar um tempo nessas publicações ou coisas que me impressionam. Por mais que podcasts me entretenham e façam o tempo passar, vídeos virais e feitos de IA também, ainda que interessantes, acho importante eu voltar a dar um detox. Preciso estar bem pro que está por vir.

😟

sábado, 14 de março de 2026

A MAGIA DE LER BLOGS NOVAMENTE

Aproveitei o final da tarde e o início da noite para procurar mais blogs para ler. Que nostalgia passear pela blogosfera novamente. 😊

Assim como os posts que li - que foram vários, inclusive -, segui vários outros por aí. Fiquei me perguntando: como é que tenho blog há mais de 20 anos e nunca tive a curiosidade de explorar e perceber que ele é uma rede social? Nunca me atentei que posso seguir, comentar (isso eu já sabia!), conferir comentários, interagir com as pessoas, participar do mundo delas e, principalmente, notar a aba Lista de Leituras. Que vacilo! Antes eu vivia visitando o mesmo blog, dando F5, quando, por essa aba, quando a pessoa atualiza, já aparece há quanto tempo ela atualizou. Perfeito, né!?

Esse meu "cantinho virtual", "diário", foi criado por inspiração da maior (ex) garota de programa do país, a Bruna Surfistinha, com quem, claro, tive o prazer de conversar por, na sequência, Blog, Orkut (por depoimento que a gente lia e apagava, pois por scrap todo mundo ia ler), MSN (até por webcam - me senti tão velho digitando essa palavra), Twitter, Instagram, PESSOALMENTE (😉) e, hoje em dia, WhatsApp. É, a gente continua conversando na modernidade, hein - rs. Por mais que eu saiba que ela não dá a mínima para mim e a Tassya (que também é fã e também conheceu pessoalmente), ainda gostamos dela. Não sabemos explicar esse amor ou ódio de fã/amigo que temos; só sei que é sincero. Fã ou hater, estamos aqui. 🙃

Mas voltando ao blog, é meio mágico ler o que as pessoas estão escrevendo hoje em dia. Saber das rotinas, opiniões, textos engraçados - e, por vezes, até preconceituosos -, perceber os layouts noventistas e dos anos 2000 ainda vivos... é voltar no tempo. Teve um blog que abri hoje e levei um susto. KKKK. Tinha literalmente um rádio tocando após carregar a página. Era uma música de romance, aquelas dos anos 80... Foi um susto bom e fez ainda mais eu voltar no tempo. Lembrei que no Flogão eu colocava umas músicas mixadas para compor o post, já que eu escrevia lá também. Lembro de uma em especial que era do Bob Sinclar - Love Generation feat. MC Leozinho - Ela Só Pensa em Beijar. 😃 Até pesquisei para ouvir e linkar aqui, mas não encontrei. Era muito massa!!! Engraçado que hoje em dia ou eu ouço música ou leio um post. Eu já não conseguia fazer duas coisas ao mesmo tempo quando era mais jovem... imagina agora.

O blog já me trouxe, em um tempo, um relacionamento que durou quase um ano; me trouxe também um trecho em uma revista na Dinamarca, que até postei aqui. E, claro, o prazer de me fazer ler e escrever melhor a cada ano. Sei que não absorvi palavras bonitas ou sofisticadas e tudo mais, mas, se a pessoa leu e entendeu, já fico feliz. Tento escrever como realmente converso. Talvez eu até escreva melhor do que contando pessoalmente a história. Aqui tenho uma cronologia; já contando uma história, até eu mesmo me atrapalho - rs.

Sei que já disse isso aqui, mas vou repetir: só vou deixar de escrever quando morrer. E olhe lá! Ainda assim, penso em deixar uns posts programados quando souber que estarei prestes a partir. Quero que as pessoas continuem com a ansiedade de esperar por mais um post meu sem precisar dar F5.

Sempre imagino que ninguém além de mim leia isso, mas, se você estiver lendo, muito obrigado. Obrigado de coração por estar aqui e por me acompanhar nesses anos todos. Que venham mais registros.

Mais uma vez, obrigado. 🩷

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

É... 30 ANOS!

Não sei se agradeço por chegar até aqui ou lamento profundamente... Enfim, trintei! – isso não foi escrito totalmente no tom de felicidade que eu gostaria de ter.

Importante: Estou escrevendo isso muito antes dessa publicação e, certamente, programarei o post para ser publicado no meu dia, ou seja, hoje, cinco de agosto, exatamente na hora que eu nasci em 1990, às 22h30. Mas por quê? No dia com certeza eu estarei na tristeza, eu sempre fico.

Nem estou acreditando que cheguei a mais uma década e que não consigo ter nada material para chamar de meu. ~ Tá, eu sei que quando a gente morre não leva nada, né? ~ Em contrapartida, tenho ótimas lembranças trazidas desde 2015 quando me desafiei a conhecer o mundo sozinho. Falo o “mundo” no sentido de sair de fora da minha caixinha, não o mundo em si... Quem me dera! - rs. Nesses últimos cinco anos vivi momentos maravilhosos, não posso reclamar. Conheci pessoas que me fizeram feliz em menos de cinco minutos, em um só abraço, acredita? Me tornei alguém mais aberto a algumas questões, mesmo me sentindo inseguro em falar determinadas coisas e falhar.

Mas quem disse que nesses últimos anos vivi só momentos felizes? Lá pro começo de 2018 fiquei muito triste e tenho certeza de que isso me despertou algo ruim que tenho em mim até hoje. Eu digo que é um luto sem morte que ainda habita, mas um dia vou superar, porque só o tempo pode fazer com que isso aconteça. Foram meses de choro diário, de vontade de desistir da vida ou de sumir pra um lugar bem longe. Acredito que meu nível de estresse, ansiedade e vários outros sentimentos ruins aumentaram. Foi f*da... Aliás, ainda é f*da. Não me considero cem por cento atualmente, só penso que a vida segue. Também não considero esses momentos como só de decepção, exclusão ou algo do tipo, considero como algo que teria que acontecer e que até hoje ainda não descobri o porquê. Mais uma vez: só o tempo responde a tudo.

Das coisas boas que pude viver, viajar pra conhecer pessoas da internet foi o que mais me moveu, além de, claro, os DOIS shows de Sandy e Junior que fui em julho (em Fortaleza) e novembro (Rio de Janeiro) de 2019 - que nem registrei aqui. Aquele choque de cultura, diferença de sotaques e toda a atenção que não recebo na vida toda, recebi nos poucos dias que convivi com alguém diferente de mim. Foram amizades confirmadas pessoalmente e que levarei eternamente comigo. Que experiência doida, mermão! A saudade é tanta, mas tanta, que mal posso esperar para poder viver isso de novo. Espero que o mais breve possível os encontros se tornem reencontros.  Eu tenho orgulho de mim por isso e, ao comentar essas coisas encorajando amigos a fazer o mesmo, uso a mesma palavra: DESAFIO. Sim, eu considero isso um desafio na minha vida, uma evolução, pois só eu sei o quanto evolui minha timidez através disso, afinal, viajar sozinho sou eu e eu mesmo. 🙃

...

E do nada lembrei da minha avó que perdi e foi uma dor tão profunda que ontem mesmo (20/07) acordei de um sonho que tive com ela, onde ela pedia discretamente para morrer deitada numa rede e eu tentando abraçá-la enquanto chorava. Por mais que tenha sido um sonho triste, eu gosto de ter, pois sinto que é um contato “físico” que tenho com ela. No mesmo dia à noite, enquanto lavava louça, olhei pro canto onde ela ficava costurando na sua máquina e comecei a chorar. O choro foi instantâneo, eu nunca consigo segurar. É uma falta tão grande que ela me faz. 💔

...

Não sei mais nem o que escrever aqui. Espero que essa década que se inicia agora eu possa ter mais coragem pra viver e encorajar aqueles que um dia foram iguais a mim. Eu quero contribuir de alguma forma, sei que não sou totalmente bom e ruim, só preciso trabalhar a minha insegurança, medo e me jogar mais. Pra isso terei que começar uma terapia, já que todo esse meu jeito está atrelado ao passado. Esse maldito passado não me deixa viver totalmente o futuro.

No mais, tenho planos pra essa década e nas últimas semanas tenho planejado muito isso na cabeça. Sei que vai ser uma luta árdua, uma grande jornada se iniciará e sei que vou ter que renunciar de muitas coisas. O principal eu tenho, que é foco, e sei que, mesmo demorando anos, vou conseguir. E quando conseguir, vou ser feliz.

E é isso! Espero ler isso no futuro com felicidade nos olhos e com orgulho de mim. A quem está lendo isso, obrigado, isso prova que você também se importa comigo. Aproveita e comenta, vai – rs – é tão bom ler comentários.

Obrigado, Deus! 🎈

domingo, 1 de março de 2020

CONFLITOS OU APRENDIZADOS?

Há dias que é pra eu voltar aqui, mas a preguiça, meu Pai... 😓

Tenho tanta coisa pra dizer que nem sei por onde começar e como narrar sem expor de verdade a situação ou minha conclusão. O fato é que nos últimos anos tenho aprendido muito e, embora o meu jeito "estranho" continue, vejo que penso certo, pelo menos a meu ver. Determinadas situações vêm à tona e meu pensamento é imediato: "sim, é isso mesmo!", "eu sabia que isso ia acontecer, foi bom eu ter sido evitado", "bem feito, eu avisei!", "viu como a vida mostra mesmo como são as pessoas?"... Não quero pensar que tudo acerto, mas sinto que estou na linha da sabedoria, não descartando meus defeitos e aprendizados. O meu “não”, embora sendo muitas vezes de orgulho, me livra de tantas situações, sabe!? Eu nem sei explicar isso muito bem, mas me faz bem.

A internet se tornou algo meio tóxico hoje em dia pra mim – logo eu que vivia conectado, postando diariamente e stalkeando tudo e todos. Demorei pra desapegar e sinto que ainda não aprendi totalmente, mas vejo que uso as ferramentas certas a meu favor, sobretudo à minha saúde mental. Atualmente, sinto receio de bloquear alguém, mas prefiro silenciar. Antigamente já cheguei a bloquear várias pessoas, mas a imagem da gente acaba ficando feia, e no futuro sempre precisamos dessa pessoa. O silêncio sempre foi a maior resposta, sim.

Hoje, se não quero ver, deixo de seguir. Se esse deixar de seguir for se tornar polêmico – igual quando a gente resolve sair de um grupo de whatsapp – simplesmente silencio. Ninguém é obrigado a ler o que não quer, mesmo sabendo que não mandamos em nossos próprios olhos. O que acontece é que de repente, foi, lemos algo e nos irritamos. Essa semana mesmo, com algo que foi falho por várias vezes na rede social de uma pessoa que erra e pede desculpa, erra de novo e pede desculpas novamente e erra mais uma vez e continua nesse looping, não dá. Tudo bem errar, mas nunca aprender com o erro... Por favor, né?

Continuo sem acreditar nas pessoas e sei que ainda sofro por elas. Queria realmente entender essa dependência que temos e teremos sempre. Tento fazer tudo sozinho, ser sozinho, mas em tudo preciso de uma palavra, de um favor, até de um amor. É chato entender que a vida é cheia de segredos e não vem pronta. Hoje eu digo uma coisa, amanhã pago pela língua. Hoje digo não, amanhã, sim. Se eu digo não querendo dizer sim, sofro do mesmo jeito. Até quando?

Ainda assim, vejo que esse ano está muito confuso e não quero culpar a idade por isso, por dizer que seja crise dos 30, pois já me alertaram que isso é o que a mídia impõe. Realmente, e se eu não soubesse a minha idade? Não me vejo mentalmente com 30 anos, só quando me olho no espelho, acordo todos os dias, aparentemente, sinto que tenho muito mais.

Não sei se fico triste ou feliz pelo que está acontecendo e por eu estar vivo... Vou seguindo a minha maneira. 

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

CARNAVAL

Os foliões que me perdoem, mas nunca gostei de carnaval. Melhor dizendo, nunca gostei de comemorações que pudessem juntar muitas pessoas, bebida, cigarro...

Mais uma vez, assim como o recesso de final do ano, vim pra Teresina ficar com o meu eu. Os dez dias que passei do recesso do final de ano estavam preenchidos, mas esse agora nem tanto. É meio estranho estar aqui só, mas ao mesmo tempo é bom. Não consigo me entender!

No sábado preenchi minha tarde vendo algumas programações de TV pela internet, que não consigo deixar de perder. Aproveitei o embalo e assisti ao retorno de TWD, querendo mesmo que tivesse mais séries para que eu pudesse assistir. A tarde foi passando que eu nem via, mas no final da tarde, quando vai escurecendo, me bate aquela melancolia. Eu sempre faço planos quando venho pra cá, que tenho que comprar algo, que tenho que sair pra tal lugar, mas acabo nem indo, por sempre ter um pouquinho de medo de me jogar nessa cidade aqui.

Meus amigos estão aproveitando o carnaval nas cidades deles, o que acontece também com os meus amigos daqui, que são de CN e que voltam pra lá nesse período. Mesmo não indo para a folia, isso é um motivo para rever a família, descansar...

Ainda são 11h44 e pra acabar o dia ainda tem chão. Vou ficar vendo uns canais no youtube mesmo, já que não tem quem faça eu dormir.

domingo, 17 de agosto de 2014

IDA À JERICOACORA – CE #1

Um amigo de Teresina ficou semanas e mais semanas perguntando se eu queria viajar para Jericoacoara, que ele tinha outros amigos que estavam organizando uma excursão, que o pacote da viagem estava super barato... e que queria muito que eu fosse, sabendo que a minha última ida a praia foi em 2008, com meus amigos do ensino médio. Falei pra ele que não tinha condições, que não tinha dinheiro, que além do dinheiro do pacote, tinha que ter dinheiro pra me manter lá, blá, blá, blá... Ele disse que ele poderia me ajudar, que depois pagaria ele. Mesmo assim, não aceitei.

Ele ficou mais dias me incentivando até que cedi. Juntei a grana, depositei na conta dele e fiquei aguardando o dia chegar. Ainda com um mês de antecedência, falei com a minha chefe que acabou liberando do trabalho. Fiquei feliz, nervoso, mas ansioso demais pra poder ver e sentir uma praia novamente.

A viagem estava marcada para sexta, 11/07, e na quinta-feira me mandei pra Teresina no final da tarde. Eu tinha planos de na sexta-feira pela manhã ou pela tarde ir ao Centro ou Shopping em busca de roupas e outras coisas para essa viagem. Lógico, eu tinha levado umas roupas daqui de CN, mas quando cheguei lá usei a maioria. Não sei por que, mas quando estou em Teresina fico trocando de roupa com mais frequência do que aqui em CN.

Fui com esse meu amigo ao Centro, andamos demais à tarde toda e a única coisa que eu comprei foi um par de havaianas – rs. Senti que ele estava p*to por dentro, por estar me acompanhando em todas as lojas. Eu até entendo, pois eu no lugar dele estaria me sentindo da mesma forma, ainda mais eu que tenho a paciência mais do que curta.

Cheguei em casa do Centro no final da tarde, cansado e com as pernas “friviando”. Eu estava quase morto naquela hora. Mesmo assim, fui tentar arrumar minha mochila quando me dei conta que não tinha basicamente NA-DA, além de cuecas e meias, que eu nem poderia usar muito estando na praia.

Fiquei doido e fui correndo ao Shopping, tamanha 21h. Eu tinha uma hora pra me virar lá, escolher algumas peças (baratas, claro!) e pagar antes que as lojas fechassem. Cheguei sozinho lá e senti falta de alguém que pudesse me ajudar. Passou várias pessoas pela minha cabeça que eu poderia chamar, mas quem iria me encontrar naquela hora, ainda mais com demora de ônibus e outras coisas? Foi aí que lembrei do Ítalo, que nem conhecia pessoalmente e que, para a minha sorte, mora basicamente ao lado do Shopping.  Liguei pra ele e perguntei se ele poderia dar um pulinho no shopping pra poder me ajudar nas compras. E, com uns 20 minutos, ele apareceu. Nos encontramos e já ficamos amigos de longas datas - rs. Ele me ajudou a comprar as peças e até paramos para comer esfiras – aliás, só eu que comi, pois, segundo ele, tinha acabado de jantar.

Esperando o nosso meu pedido ficar pronto...

Nos despedimos e voltei pra casa quando já era quase 23h: o horário da saída do ônibus. Na verdade só faltava eu e meu amigo, todos já estavam nos aguardando.

A viagem teve duração de mais ou menos 8 horas e foi tranquila. O ônibus onde estávamos não tinha aquele cheiro insuportável de ar condicionado misturado com cheiro das poltronas, tinha copos de água mineral a vontade e era super confortável. Não consegui dormir na maior parte da viagem, mas quando estava amanhecendo, adormeci que nem percebi. Lembro que durante a madrugada passamos por uma cidade de ruas estreitas, eu fiquei meio com medo, pois parecia que qualquer manobra errada do ônibus poderíamos bater. Mas foi legal ver isso.

Chegamos em uma rodoviária bem cedo onde o ônibus estacionou e descemos. Outros carros estavam nos esperando para começar a aventura. Os carros já estavam inclusos no pacote que pagamos, demos nossas mochilas, arrumaram tudo na parte de cima, entramos e seguimos ruma a Jericoacora! \o/

CONTINUA...

sexta-feira, 28 de junho de 2013

-

Que mundo é esse que estamos vivendo no qual as pessoa incomodam com grande e PEQUENAS coisas? Isso mesmo, coloquei a palavra em letras maiúsculas porque são pequenas mesmo, aliás, minúsculas.

Assim que entrei neste mundo no qual estou todos os dias (estou falando do virtual), tive minhas manias, principalmente em redes sociais, onde pensamos que estamos livres para escrever e formatar algo da forma que a gente quer, afinal, os dedos só redigem nossos pensamentos.

Em meados de Orkut - rs, eu adorava usar os emotions e cores nas palavras. Não vou mentir, já fui de escreverr assiiiim tremendo, mas hoje vejo que isso só foi fase, assim como vejo as pessoas que criam uma conta hoje e escrevem desta mesma forma e ainda se achando o máximo. Dentre todas as manias que todo mundo teve - sim, eu sei que você, leitor, também já escreveu diferente -, a única que não deixei de usar foi a do tracinho. Inclusive, quem me tem nas redes sociais, principalmente no twitter, sabe que eu sempre coloco o "-" (tracinho) antes de qualquer frase. Não vejo nenhum problema nisso, e considero até uma marca minha, mas tem gente que não gosta, acredita?

Um amigo tinha comentado algo sobre, mas só um comentário mesmo no qual nem liguei.

Mais tarde, há três dias, recebi uma pergunta anônima no ask:


O meu humor nem estava muito bom quando respondi, como podem ver aí na minha resposta. Tudo que pensei na hora, escrevi ali, quando eu poderia muito bem só ter rejeitado essa pergunta e ter deixado anônimo chupando dedo esperando a minha resposta. Eu, mais do que muitas pessoas, sei que o desprezo é a melhor arma, mas nessa hora não souber usar isso.

O mesmo amigo, no qual comentei acima, perguntou, reclamou e debochou de novo sobe o bendito tracinho, mas, claro, não dei ouvidos mas também não fiquei criticando e nem encontrando manias parecidas dele. Ele disse que o modo como a gente escreve nos define e que muitas pessoas poderiam pensar diferente de mim... ÃH!? Simplesmente só aceitei sua opinião, disse que não ia mudar isso por causa de ninguém e ponto. Me senti ofendido, lógico, mas deixei pra lá, tentei engolir essa crítica.

Na verdade, fiquei p*to demais e depois disso ele nem falou mais comigo. Tô nem aí! Eu não acho legal a pessoa ficar apontando "erros" nos outros e querendo que a pessoa seja da forma que ela queira. Todas as pessoas devem escrever do jeito que quer, aliás, levando pro mundo real, a pessoa deve ter livre arbítrio e ser/fazer o que der na telha dela. A única coisa que eu não admito, internamente, pois não reclamo de nada quando me incomoda, é o fato de muitos por aí escrevem errado, aquela questão de falta de estudo, sabe. Mas nem por isso ando corrigindo e nem reclamando.

Mais uma vez, que mundo é esse que as pessoas não aceitam sequer UM TRACINHO?

Pronto, registrado minha revolta! :-/ 

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

AKINATOR, O GÊNIO DA INTERNET

Na terça-feira, à noite, enquanto estava vendo algumas besteiras na internet, um amigo meu, Klécio, começa a conversar comigo no facebook. Do nada ele pergunta se eu conheço o "gênio da internet" e eu disse que não, então ele me mandou o link.

Ao abrir o site, ele me explicou que eu tinha que preencher umas pequenas informações: apelido, idade e sexo para jogar. Não entendi o porquê disso pra começar, mas vai saber, né? Depois, nem precisou ele me dizer como era que faria, só bastou eu ler.

Eu tinha que pensar em um personagem e pensei - se bem que todos já poderiam saber de quem eu estava pensando, no Doug, menos o gênio, claro. E fui lá respondendo as várias perguntas dele com "sim" e "não". Em nenhum momento eu marquei as outras opções, até porque eu nem tinha prestado atenção nelas. Sempre quando é a primeira vez eu não olho muito os detalhes, só depois que fui ver.

E num é que o gênio filho da p*ta adivinhou:


Lógico que não sou burro o suficiente para não saber como funciona isso, até porque é bem parecido com aqueles sites onde eles adivinham uma carta de baralho que escolhemos só na mente. Se não fosse essa bateria de perguntas, como não adivinhar? Enfim, sei como funciona, mas não sei como explicar. O fato é que, mesmo assim, é bem legal e na primeira vez impressiona. Ahh, o gênio não é tão gênio assim, pois eu dei dicas de Sandy Cohen (personagem do The O.C) e ele errou por três vezes. Também entendo isso, talvez algumas perguntas para a gente que responde faz um sentido e pra ele faz outro. Tente enganar ele, seja esperto, é bem legal fazer o mal com ele - rs.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

SEXO SEM AMOR

Por essas voltas que dou no mundo virtual vejo e até me envolvo em situações que não concordo, porém procuro não demonstrar a minha opinião para não gerar conflito, pois a internet faz com que uma palavrinha se torne um palavrão. Em tudo que leio, tenho a minha opinião e penso pelos dois lados, ou seja, me coloco nas duas situações, no caso a que vai afetar e a que vai ser afetada. "Ele(a) merece isso? Porque eu humilhado com isso?", me faço essas perguntas internamente.

Um assunto simples para mim, mas constrangedor para outros é o que mais eu fico intrigado. Amigos(as) que pensam que sexo é algo qualquer, que ter seu(sua) foda fixa FF é o bastante. "Pra quê namorar? Eu só vou ganhar com isso, ele gosta de mim e me presenteia.", algumas mais experientes já me falaram isso. "Ah, não tô nem aí, vou pegar mesmo. Tenho que aproveitar enquanto eu sou solteiro, ela é safada mesmo." é o que mais ouço de meus amigos que se acham garanhões. Mas cadê o amor, o romantismo, a conquista, aquele clima que faz o coração bater, a cabeça doer e o pensamento estar centrado no(a) amado(a)? Tudo isso está indo por água abaixo.

Não sou romântico, aliás, nem eu mesmo sei, pois nunca namorei sério. Mas, acredito que posso gostar, me apaixonar, criar confiança, amar... coisas que sei que dá muito trabalho, pois vem de cada um, de cada caráter, mas pelo menos tentar, vou. Felizmente não penso como alguns pensam. Para uns, isso é a minha qualidade, mas outros me condenam, me xingam e pensam coisas que nem quero saber. O sexo não é mais amor, eu sei, mas nem por isso eu não vou deixar de fazer o que eu quero. Dispensar, o que é que tem? Eu gosto mais de um clima natural do que um "selvagem" sem sentimento. Esse sou eu.

Aproveitando a oportunidade de estar aqui, queria dizer que estou muito apaixonado, muito mesmo a ponto de chorar. Eu não sou correspondido do jeito que eu queria que fosse, mas nem por isso desisti, fico o mais próximo que posso, apesar da proximidade nem ser tanta. Sendo amigo consigo aos poucos o que quero, mesmo sendo duro comigo mesmo e fazendo com que tudo que eu quisesse que fosse, não seja da forma que deveria ser. Continuo acreditando que um dia vou me encontrar, vou conseguir na-tu-ral-men-te o que eu quero. Por que ir com sede ao pote se o tempo é meu amigo? Em se tratando de amor, sou o cara mais paciente do mundo e vou até o fim, mesmo que termine feliz ou não. Tudo isso começou no ano passado, mas não mencionei aqui.

Por esses dias fiquei triste, hoje um pouco mais e tenho certeza que até antes de dormir vou me entristecer mais ainda, mas não desistirei e ouvirei tudo como um "amigo".

domingo, 15 de janeiro de 2012

DE VOLTA PARA O FUTURO

Essa é uma postagem meio atrasada, mas não queria deixar de registrar aqui.

Depois de dias esperando, chegou, no dia 10, o que eu mais queria: a trilogia De volta para o futuro que havia pedido pela internet. Assim que saí do meu trabalho, fui logo ligando o aparelho de dvd e curtindo o primeiro. Faz muito tempo que tinha assistido ele, e, de fato, ele me instiga muito. Legal saber que um cara (Marty McFly interpretado por Michael J. Fox), acompanhado de um doutor "maluco" (Dr. Emmett interpretado por Christopher Lloyd) pode voltar - e se atrapalhar - no futuro ou no passado. Pode mudar o seu futuro, mexendo no passado. Pode ver como era mais novo, mais velho, a família, os amigos. O melhor de tudo é que ele também pode apanhar algo do futuro ou do passado e levar em suas viagens do tempo. Só lamento que em 2015 na realidade não vai ser como retratado no filme.


Pra quem gosta de filme dos anos 80, como eu, é um ótimo de ficção.