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terça-feira, 16 de abril de 2024

REVISTA LEIA HOJE: ENCICLOPÉDIA DO MARANHÃO – COELHO NETO

No último sábado (13), como de costume, no final da tarde fui pegar chuva caminhar com o Abimael às 17h. Na verdade, a desculpa acaba sendo a caminhada... Gosto mesmo é de pegar chuva, e geralmente chove depois desse horário. Não sei explicar, mas tenho uma conexão com a chuva, me faz bem, chuva é tão bom... Mas isso não vem ao caso agora. 🙂

No nosso percurso o que não falta é papo. Falamos de quase tudo que nem conseguimos ver o tempo passar. Num desses papos, por ele ser professor, comentou comigo sobre uns projetos futuros para os seus alunos no final do próximo semestre. Ele me apresentou algumas ideias e me perguntou o que eu achava delas, e assim fomos falando sobre isso. Como será algo sobre a Consciência Negra, lembrei que aqui em Coelho Neto já existiram - ou se bobear, ainda existem - descendentes de escravos (ou "escravizados", como é dito hoje em dia). Foi aí que lembrei que há uma matéria em uma revista bem antiga da nossa cidade sobre isso. ~ Há quanto tempo não fazem mais revistas com histórias sobre a nossa cidade, né? ~ Fiquei de saber quem teria essa revista pra me emprestar e sabia que não seria tão difícil de conseguir ela. Foi aí que lembrei de meu outro professor, o Francisco Lima. Ele adora guardar essas coisas, então era quase certeza que ele teria em casa.

Ontem mesmo mandei mensagem pra ele perguntando e ele disse que iria verificar e que depois me retornaria. Após eu cobrar ele por algumas vezes, já tarde da noite ele achou! 😁

Hoje cedo da manhã lembrei novamente ele, e como ele ia pra uma Clínica vizinha ao meu trabalho, marcou de eu ir pegar lá. E fui. Foi rápido! Voltei pro trabalho e já mandei foto da revista pro Abimael ver que consegui.

A revista apesar de estar com o canto superior direito da capa roída de rato - HAHAHAHA -, está bem conservada. Aposto que há muito tempo não abriam ela e suas últimas páginas estavam até meio grudadas por algo que a deixou úmida em todo esse tempo.

Foi meio louco ter que abrir, mesmo com bastante cuidado, uma revista tão antiga. Sempre sinto algo estranho nesses momentos... parece que volto ao passado. Me vejo criança ali folheando algo só pra ver as imagens, pois era muito conteúdo pra ler na época. Hoje, facilmente, devoraria ela inteira, assim como fiz em alguns trechos enquanto digitalizava.


Sim, ontem mesmo tive essa ideia de digitalizar!

Como antes de pedir o professor Francisco Lima eu já havia buscado no Google e não tinha encontrado, então por que não digitalizar e deixar aqui na web pra quem quiser? Agora, assim, qualquer pessoa pode ter acesso, fazer suas pesquisas e até ler por curiosidade ou hobby mesmo, assim como fiz mais cedo. 

Abaixo, dois links para quem quiser baixar. Se não der certo um, tenta o outro. 😉


Comenta se baixou, se deu certo...

Ahhh, abaixo, vou deixar algumas frases ou palavras-chave para que possam encontrar esse post mais fácil nos sites de pesquisa:

REVISTA LEIA HOJE, COELHO NETO - MA, ENCICLOPÉDIA DO MARANHÃO, PREFEITURA, HISTÓRIA, MUNICÍPIO, DOCUMENTOS, CURRALINHO, IGREJA, POLÍTICA, DUQUE BACELAR, PREFEITOS, EDUCAÇÃO, CULTURA, MEMÓRIA, ESCOLA, DESPORTO, LAZER, BOIZINHO DE SALÃO, LIGA ESPORTIVA, AÇÃO SOCIAL, MEIO AMBIENTE, SAÚDE, OBRAS, ECONOMIA, TRANSPORTE, COMUNICAÇÃO, INDUSTRIA, AUTORIDADES MUNICIPAIS, PRESIDENTES DA CÂMARA, HINO, BANDEIRA, BRASÃO.

Obrigado por ler até aqui.

Até!

sábado, 18 de março de 2017

BATALHA DOS ELEMENTOS 3 - APOCALIPSE

Cheguei agora há pouco do segundo dia de exibição do filme Batalha dos Elementos 3 - Apocalipse, um filme gravado em Coelho Neto, já que sua estreia foi ontem.

Havia combinado durante a semana com alguns amigos para irmos. Achava que nem iria dar certo, mas tudo ocorreu bem. Escolhemos a terceira fileira da frente, do lado esquerdo de quem entra, e sentei no meio de dois casais de amigos. Enquanto não iniciava, ficamos papeando e assistindo o BE2 que estava rolando como forma de espera.

O filme estava marcado para começar às 19h30, mas começou às 20h em ponto.

O Professor Marcos deu as boas-vindas e em seguida entregou a palavra ao escritor, ator e responsável ao filme, Tune Karter (ou Jardson, seu nome verdadeiro).

As luzes foram apagadas e em meio a ansiedade que já estávamos, começou.


A introdução do filme me lembrou muito os da Marvel, como o do Homem Aranha, com toda aquela transição - rs.

O filme teve duração de mais ou menos 2h e tenho certeza que prendeu a atenção de muita gente. Eu mesmo me toquei disso quando, por alguns momentos, o teatro estava todo calado e meus amigos do lado preso a tela.

Achei a história bem seguida, ao mesmo tempo que confusa – o que não deixa de ser algo bom quando se é explicado no final, o que foi o caso. Além de ter algumas pitadas de humor, as brigas com efeitos com elementos de água, fogo, eletricidade... foram o que deixaram mais preso ainda.


O final foi bem FINAL mesmo, pois com ele a certeza de que não terá um quarto filme.

No mais, gostei. Valeu a pena o pagamento do ingresso e ter ido. De verdade, isso me orgulha demais, pois são mentes que procuram movimentar e entreter a nossa cidade, que ultimamente não passa por bons bocados.




Aproveito e deixo registrado aqui os meus mais sinceros parabéns pelo empenho, pois, como já cheguei a acompanhar as gravações e registrar no blog deles na época, sei bem como tudo funciona. Realmente não é fácil a questão de repetidas gravações de uma mesma cena, a preocupação em ângulos da câmera e, principalmente, no final, a edição.


Parabéns mesmo!

ATUALIZAÇÃO: terça-feira, 16 de maio de 2017 às 10h26

Hoje vi em um blog da cidade que o filme já está disponível no youtube em HD. Quem é de outra cidade e quer assistir, segue abaixo:

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

"EROS ORTOGRAFICO: COMO LHE DÁ?"

Aposto que o título deste post já causou certa inquietude ao leitor, porém tenho certeza que somente àqueles que realmente sabem escrever.

Eu mesmo fico inquieto ao ver erros considerados "bestas" por toda essa internet. Tudo bem que hoje em dia, pela correria da vida e pela facilidade e praticidade das mensagens de texto, as pessoas acabam abreviando palavras para torná-las rápidas ao enviar e ao receber. Quem não gosta de ganhar tempo, não é mesmo!? 

Também, por conta disso, a palavra mais falada do mundo é "O.K.". Eu tenho certeza que pelo menos uma vez por dia você diz esta palavra, que, além de poupar alguns caracteres, define, autoriza ou, como da forma mais usada, confirma algo.

Abrangendo somente à minha cidade, o que mais me deixa revoltado quanto a isso é que as pessoas – sem generalizar, claro! – ultimamente se espelham mais a portais, páginas do Facebook, piadinhas e correntes que circulam por WhatsApp  da localidade; estes criados e administrados por eles mesmos, contendo do erro mais fútil ao erro mais grave, ligando somente ao entendimento do leitor e não a interpretação.

As pessoas estão abandonando a cada dia os livros, as revistas e os jornais, sempre se atentando à praticidade que está na palma de suas mãos todos os dias. Sendo que por este meio também podemos conseguir tudo isso.

Eu, modéstia à parte, já cansei de informar ou até consertar erros de amigos que vejo pela internet. Quem realmente é meu amigo entende, mas tem outros que se não ficam com vergonha, se zangam ou até pedem a minha opinião mais tarde. Acabo da melhor forma possível ensinando uma simples regrinha.

Não estou aqui para dizer que eu sei escrever certinho, que eu não erro, pelo contrário, todos nós estamos alheios a erros e erros são suscetíveis ao conserto e a aprendizagem. Sabe aquela frase “é errando que se aprende”? Isso vai da cabeça de cada um.

Por esses dias tenho observado muitos erros, principalmente de um portal super conhecido na cidade. São erros que posso considerar simples, mas que fazem toda a diferença. Quando criança, aprendemos sobre “x”, então, simples palavras não podem ser escritas com “ch”. Por exemplo, a cor roxa é com “x”, com “ch” vira pedra: rocha.

Confesso que demorei um pouco para aprender os “porquês”, a diferença do “estar” para o “está”, do “dar” para o “dá”, do “conserto” para o “concerto” e assim vai... Mas sabe onde que eu aprendi? Internet! Sim, eu não liguei muito para isso quando estava na escola; não liguei muito para o que os professores estavam falando na frente, mas nem por isso me tornei um aluno, um profissional e até uma pessoa ruim – ou “burra”. Volto a repetir o que mencionei acima: Isso vai da cabeça de cada um.

O que me deixa envergonhado é quando pessoas de fora me perguntam sobre os erros cometidos nestes portais, páginas... pois, querendo ou não, acabam generalizando a nossa pequena cidade, como se todos escrevessem da mesma forma. Infelizmente não posso consertar ou pagar por erros cometidos.

Hoje admito se errei ou se erro e sempre na dúvida não tenho vergonha de me recorrer ao próprio professor de português no qual me tornei amigo. Obrigado, inclusive, professor Francisco Lima! Sou grato pelo estímulo a leitura sem pressão e por me ajudar sempre quando estou na dúvida.

Até! 😉

Título deste post: "Erros Ortográficos: Como Lidar?"

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

O DIA EM QUE COELHO NETO TREMEU

Me sinto na obrigação de registrar o ocorrido de hoje.

Nem sei por onde começar...

Hoje pela manhã estava trabalhando normal na sala da minha chefe, pois precisava de muita concentração para fazer algo e resolvi ir pra lá. Tudo estava tranquilo, o silêncio pairava por ali, já que a sala dela é bem distante das demais. Eu estava em uma cadeira giratória de rodinhas, daquelas que consigo até apoiar o pé em cima das rodas. O celular estava do meu lado quando vi uma notificação de mensagem do whatsapp. Curioso, peguei o celular para desbloquear enquanto baixava a cabeça pra olhar. E foi nesse momento que... Deu um pequeno tremor. Só que na hora achei que fosse eu com alguma tontura de fome, sei lá... Mas foi aí que lembrei rápido que havia tomado café da manhã. Pensei em gritar a minha amiga, a Jessica, que estava no setor mais próximo; de fazer uma brincadeira dizendo que achava que eu tava dando a "grengrenha", mas acabei não fazendo isso achando que ela estava atendendo alguém no momento.

Fechei a porta da sala e fiquei dentro como se nada tivesse acontecido e fui fazer uma ligação do telefone fixo. Em atendimento no telefone fixo, o celular do trabalho toca do meu lado e fui correndo deixar pra Jessica atender. Era a mãe da minha chefe. Não fazia ideia do que elas estavam conversando, ainda mais porque eu tava em uma ligação também.

Quando terminamos a ligação, Jessica abre a porta e me pergunta: - Tu sentiu o tremor?. "Tremor?", perguntei. E ela foi contando a história, avisando que a mãe da minha chefe havia ligado avisando que tinha acabado de acontecer um tremor na cidade e que muitas pessoas sentiram. Inclusive, a equipe que trabalha com ela estava fora do estabelecimento, com medo.

Foi aí que a ficha caiu e comecei a tremer. Aquilo tudo era surreal! Lembrei e revivi aquela sensação e tentei detalhar para quem me perguntasse como "uma pequena vibração de um celular gigante dentro da terra". Jessica disse que também sentiu, mas achou que fosse o vento do ventilador mexendo as coisas ou uma placa que estava atrás dela na parede, sei lá... E fomos juntando as peças, quando a internet começou a explodir sobre.

Foi aí que descobri que tremeu em Teresina - bem pior do que aqui - e em São Luis. Inclusive, "Teresina", "São Luís" e, pasme, "THErremoto" viraram os assuntos mais comentados do Twitter na manhã e tarde de hoje - rs. Eu nunca senti tanto orgulho disso, de verdade - rs.
O fato é que 2017 já começou com boas vibrações, literalmente.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

O SEGREDO

Alguém aí ainda sabe guardar segredo?

Pois bem, na semana passada descobri algo impressionante. Fiquei impressionado quando vi, e tive que ficar observando se o que realmente estava vendo era verdade. Tive certeza quando vi, ouvi e fixei em um detalhe crucial. Até hoje estou pensando nisso e fico pensando mais ainda em até que ponto essa pessoa que já passou um bom tempo aqui na cidade poderia chegar.

Vamos dizer que tenho essa pessoa nas minhas mãos, que a qualquer hora eu poderia colocar a boca no trombone, mas não sei e nem farei isso, afinal, não sou disso. E quem sabe dessa história sou eu e mais um amigo próximo, na verdade foi ele que me mostrou.

Lógico, não contarei aqui, mas sinto pena desse ser. Se descobrirem, a pequena cidade de Coelho Neto vai ficar em choque, isso eu garanto. Portanto, vamos esperar. Se depender de mim, levarei para o túmulo, mas penso em registrar em alguns dos meus diários antes.

Por favor, tenham consciência e não me perguntem o que é.

Pronto, desabafei!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

APAGÃO: #VIVAONORDESTE

Achei que fosse só mais uma falta de energia na minha cidade - SÓ QUE NÃO!

Por volta das 23h30, estava no computador quando a luz começou a ir se apagando devagarzinho e ficou fraquinha. Geralmente quando falta energia a luz se apaga de uma vez, mas dessa vez foi diferente. Era como se fosse um sofrimento, uma dor que estava começando, sei lá... dava até um pequeno desespero na medida em que ela ia se apagando. Saí do computador na mesma hora e fui para a cozinha onde estava a minha avó. Ela pediu para que eu desligasse algumas tomadas e, de imediato, deixei meu computador sendo sustentado somente na bateria. Fui para a porta de casa e olhei para a rua, onde a única luz que havia era a da lua. Tudo estava calado e escuro.

Quando voltei, a luz se apagou e desliguei o computador. Recebi uma mensagem do Marllon - que estava conversando comigo no MSN na hora - dizendo que havia faltado energia na rua dele, sendo que quando recebi ela, estava mandando pra ele a mesma coisa. E foi daí que deduzi que a falta de energia foi geral. Geral que eu pensava somente a minha cidade.

Minutos depois, enquanto eu ajudava minha avó a encontrar velas, o Junior me ligou de Teresina: "Anderson, faltou energia aí também?". Sim! - respondi. E ele continuou dizendo que em Teresina, São Luis (onde mora alguns amigos dele) e Aldeias Altas (onde mora um amigo nosso) também estava sem. E aí completou com o humor dele: "É o fim do mundo!!!". Não aguentei e ri nessa hora.

Na medida em que o tempo passava, o Junior continuava me ligando passando algumas informações, dizendo quais outras cidades ou estados estavam sem energia. Por ele falar vários, já achei que fosse no país todo e foi aí que mandei sms pra Karine, perguntando se onde ela mora, em Porto Alegre (é, fui longe mesmo!)  também estava sem. Para o meu alívio, a resposta dela foi negativa. Uff!

Foto que ilustra a madrugada da Nayenne, em Água Branca - PI (via facebook)

A minha única solução foi esperar a energia voltar. E deitado, literalmente. E por horas fiquei virando na cama pra lá e pra cá, espanto as muriçocas e tentando sentir algum vento frio. Não consegui ficar todo embrulhado, muito menos parado.

E quando eu achava que ia passar por esse sufoco a madrugada toda, a energia voltou, umas 2h e pouco. \o/ Na mesma hora peguei no sono pra acordar cedo.

Pela manhã, mais cedo, após chegar da academia, li algumas matérias no G1 sobre o apagão e vi o que rolava pelo twitter. Já esperava algo a respeito nos TT (trends topics), e então comecei a ler. E num é que o povo em vez de estar acompanhando ou comentando coisas boas, alguma revolta por esses acontecimentos estarem acontecendo no Brasil, estavam mesmo era "queimando" o nordeste. É, ninguém nunca vai se livrar desse preconceito. E o melhor de tudo era ver as respostas indiretas, como do tipo:



CLIQUE PARA AMPLIÁ-LAS

Por favor, preconceituosos, melhorem! :-T

quarta-feira, 21 de março de 2012

DIA DO BLOGUEIRO

Não sabia que hoje (ontem) era o dia do blogueiro, até quando vi uma foto sendo compartilhada pelo facebook. Aproveitando o embalo, até deixei meu link lá nos comentários dessa foto. Quem sabe posso ter alguém que sempre vai estar por aqui sendo o meu leitor assíduo.

Após alguns minutos, a janelinha do bate-papo do facebook me mostra o Raphael Duarte (do blog /coelhonetoterradetodos)  me dando os parabéns. Sei entender, perguntei o porquê e ele respondeu:


Lógico, agradeci e fiquei feliz por aquele gesto. Por conta disso, lembrei de tudo, de como comecei a "blogar" e da minha promessa de abandonar aqui só quando morrer.

Eu lia muito o blog da Raquel Pacheco em 2005. Eu gostava de ver o dia a dia dela, de saber as situações, os micos e as coisas simples e intensas dela. Às vezes lendo, ria, me emocionava e até ficava zangado. Eu não compreendia muito bem e até me achava louco, pois, mesmo antes de ser "amigo virtual" dela, já considerava como uma melhor amiga, íntimo, mesmo sem nunca ter visto e falado.

Daí, por conta do meu esquecimento, comecei a...

Interrompendo um pouco aqui, tenho que registrar isso que acabei de receber no talk do facebook:

Valeu, Marllon! :-)

Continuando: ...escrever em um flogão. Eu não tinha um padrão, escrevia como se escreve em MSN, abreviado, mal formatado, eu nem sabia que iria levar aquilo pra frente. Como estudava na época, escrevia besteiras de sala de aula, coisas que me faziam rir... Por lá, quem tivesse a tal assinatura era mais reconhecido, teria mais visitas e aquilo era o meu sonho. Fiz um amigo que também tinha flogão, e pela nossa amizade, ele me deu de presente três meses de assinatura. Nem imaginem a minha felicidade, eu não queria mais sair dele. Eu tinha vantagens, além de ser mais conhecido: postaria maior quantidade de fotos ao dia, ganharia uma estrelinha de assinante e um espaço para que fosse colocar um banner animado, chamativo. Aproveitei esses quatro meses (o flogão me deu mais um mês de graça) como nunca e fui feliz. Quando acabou, me entristeci, mas não desisti dele.

Não me lembro o ano, mas em um dos meus aniversário, ganhei novamente a assinatura, mas dessas vez, da Andressa, que era muito minha amiga. Fiquei feliz, pois iria sentir o gosto de eu mesmo assinar, ou seja, pra mim era vantagem se cadastrar, gerar boleto e ir à algum banco pagar. E lá se foram mais quatro meses de felicidade.

Como tudo muda, certo dia conheci o blogger e me apaixonei. Ao contrário do flogão, eu poderia deixar ele mais a minha cara. Poderia mudar as coisas de lugar, acrescentar, tirar, arrumar e me divertir montando. Através dele, fiz amigos que inclusive tenho até hoje.

Resolvi fazer um padrão, escrever corretamente e foi daí que veio a ideia de só parar de postar quando morresse. E, graças, ainda estou por aqui - rs.

Por hoje (ontem), fiquei muito mais feliz por ver essa postagem: clique aqui, onde o Raphael dedica um parágrafo para mim. Foi gratificante ler as palavras dele, mais ainda de saber que estou no blog dele, onde é muito mais visitado do que o meu, já que é voltado mais para informações da cidade.

Enfim, por aqui, agradeço ao Raphael e à todas as pessoas que sempre aparecem por aqui, mesmo que para deixar uma visita. Sou grato por comentarem comigo sobre algum post meu, sobre o designer ou qualquer outra coisa. Aqui, eu desabafo, me divirto e conto o que achar importante para não causar mais o esquecimento das coisas boas da vida.

Desde já, obrigado! :-)

domingo, 11 de março de 2012

CITY TOUR

Na semana passada, tivemos folga em um dia justamente para que fossemos hoje (ontem) para esse tal City Tour. Confesso que estava super animado para que chegasse esse dia, embora pensasse que seria um calor da desgrama e que cansaríamos por andar a pé, ouvido coisas chatas. Me enganei!

Às 13h, já estava pronto quando liguei pra Gabi. Por sorte, ela estava próxima da minha casa, então pedi para que ela me aguardasse enquanto eu dava uma arrumada no cabelo, escovasse os dentes e passasse perfume.

Saí e estava nublado, com um climinha meio frio, com as nuvens cinzas, quase serenando. As ruas estavam meio desertas, mas estava tudo tranquilo, como se fosse um primeiro dia de aula. A distância não era grande e com a conversa que estava tendo com a Gabi, demorou menos ainda para chegar no combinado, que era a parada central próximo a prefeitura da cidade.

Lá, estavam as turmas, divididas, claro. Os da manhã estava em grupos divididos e os da tarde também. Eu queria poder juntar todos nós, mas vejo que até eu tenho esse bloquei de querer ser amigo, por ser um pouco tímido, mas aos poucos eu vou largando isso, afinal, tenho dois anos pra me enturmar com todos da manhã.

Não demorou quase nada quando o professor Francisco José chegou em sua moto. Então, ali mesmo, começou a contar a história da Igreja Católica e tal...


Enquanto isso, preocupada, pois o ônibus que nos apanharia não tinha chegado, a professora estava com o celular grudado em seu rosto tentando localizar alguém que trabalha no RH da empresa, já que achávamos que não teria ônibus para nós. Quando eu fui conversar com a professora sobre isso, que ela começou a falar, olhamos para a esquina e lá se vem o ônibus. Ele parou, mas tinha uma mulher achando que ele iria para o seu destino normal, Pimenteiras, e isso fez mais bater a dúvida para onde ele iria. Enfim, depois de um momento um pouco tenso de indecisão, todos entraram empolgados no ônibus.

Fomos pelo mesmo sentido de Pimenteiras, mas antes da ponte, entramos em uma estrada à direita e, para a minha surpresa, enquanto o professor Francisco José estava em pé no "corredor" do ônibus falando sobre a história da cidade, saímos bem ao lado da Capela do Itapirema. Eu não sabia que tinha uma estrada por dentro que dava acesso a lá.

Prof. Francisco José comentando sobre a história da Capela do Itapirema.

Com o sereno, "acampamos" no guarda-chuva da Gabi.

Enquanto o professor comentava a história, começou a serenar gostoso, o clima se tornou propício e começamos a "acampar" nos guarda-chuvas alheios. Fomos à um lugar onde os trabalhadores, na época, ficavam. Posso dizer que era um casarão mesmo bem antigo, pois se via pelas paredes feitas de adobo (tijolo feito de barro naquela época). Visitamos algumas áreas a dentro, enquanto tudo era sendo explicado pelo guia professor Francisco José.


O professor nos mostrou o banheiro dos trabalhadores naquela época. Juro, eu fiz em meu pensamento a imagem de toda aquela sujeira, daquele estrago que o tempo fez, voltar a ser o que era antes. Seguimos entre os boxs e fomos ao fundo. Haviam cipós descendo das telhas, o que tornava o ambiente sendo tomado pela natureza. Tudo estava sendo bem fotografado pelos meus olhos.

Ao ter medo de pisar em falso nos buracos, ouvimos gritos dos que olhavam para cima. O teclado estava cheio de morcegos e a impressão que dava era que todos estavam querendo nos atacar. Estava sendo divertido desviar de todos e mais ainda os gritos das meninas, o que contradizia de ambiente assustador.

Em foco: Gabriela e Monalyza.

Por duas vezes, o Jamison acabou me enganado e me assustando, jogando cipó em cima de mim e gritando "cobra". Ele conseguiu e garantiu a diversão dele.

Detalhe no Adilson querendo pular e estragar minha foto. Não conseguiu!

No antigo refeitório dos trabalhadores da época.

Seguimos após, para a mata. Lá estavam pedaços de construções de casa, e era por lá onde os portugueses (eu acho) trabalhavam próximo de um riacho. Pelo que eu entendi, os portugueses tinham que ir e voltar, por conta do trabalho árduo que faziam.


Foi tudo muito rápido e já saímos da mata. O cheiro de mato estava deixando o ambiente mais real do que já era. Achando que já íamos para outro local, sugeri ao professor que fossemos para próximo da Capela do Itapirema. A maioria que estava dentro do ônibus tiveram que voltar. Lá foi o ponto turístico do nosso tour. Tirei várias fotos por lá.

Jamison tentando puxar a torre da Capela. Não conseguiu!

Antes de entrar no caminho que dá acesso a Capela, com Gabi.
Reinaldo tentando abrir a porta principal da Capela. Engraçado!

Ao lado da Capela, minha foto preferida.

Saímos de lá e, passando pela cidade, fomos à Igreja (de) São Raimundo. Desde que nasci, moro aqui, mas nunca tinha subido as escadas dela. Foi legal estar lá em cima, escutando mesmo que de longe um pouco da história da Igreja e algumas lendas, que só tinha ouvido falar sobre, mas nunca tinha escutado a história.

Igreja (de) São Raimundo.

Achei que fossemos para o morro da Visão, onde já estava imaginando o vento frio e forte do alto. Ver o rio lá de cima é muito massa, mas não deu. Não sei por que, mas acabou ali mesmo. Foi triste, mas...

Voltando para a parada central, no fundão, Gabi e Marcelão.

No mais, foi super divertido dar esse passeio por algum ponto da cidade. Estar com gente legal, em um clima agradável, sempre marca.