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terça-feira, 12 de agosto de 2025

3.5

Que o clima de chuva me deixa triste vocês já sabem, e sabem muito bem que quando isso acontece, sinto automaticamente vontade de vir aqui desabafar. Não que seja pra falar coisas ruins, mas pra registar mesmo, colocar pra fora o que tem de bom ou ruim ultimamente. E até que nada de ruim vem nesses tempos, graças a Deus.

Então, na terça foi meu aniversário! 🎈🥳

Como de costume, viajei. Há muitos anos não passo meu aniversário aqui na cidade, nem em casa, e que bom por isso. Como sempre peço folga nessa data, me mandei pro CE de novo. Estar longe daqui me traz paz, me deixa mais feliz, apesar de a cada ano eu ficar sempre mais desanimado com aniversário ou até mesmo nem me empolgar com ele a ponto de bolar alguma coisa nesse dia. Deixo as pessoas à vontade, fico disponível pra qualquer rolê que elas queiram fazer, por mais que seja simples. Eu já estando longe da minha realidade já tá de bom tamanho - rs.

Fiz 35 anos e há vários meses quando me perguntavam minha idade, de bate pronto já dizia 35. Sei lá, vejo isso como já aceitar a realidade, a entender que o envelhecimento existe apesar de toda a pressão que a gente mesmo se coloca. O que mais me conforta é que, sim, estou vivo e que, mesmo com muito esforço, tenho conseguido o que eu quero. Acho que tudo no tempo de Deus, e sinto que Ele tem sido justo comigo ainda que às vezes eu esquecendo de orar, mas ainda assim agradecendo mais e pedindo menos.

O que sempre me diverte é o processo de alguma coisa. No caso, preparei todos os meus stories e de deixei no rascunho bem organizado no ponto de postar. Eu sei que sou mais do que suspeito, mas amei o meu "layout" (posso chamar assim?) desse ano. Amo ver quando faço algo que me agrada e me sinto ansioso demais pra mostrar logo - talvez isso continua sendo no fundo, no fundo, coisa de leonino - rs.

Olha só como ficou e olha só quem também me ajudou:


Amei passar o dia compartilhando esses stories e recebendo o carinho dos amigos, dos conhecidos... Como em todos os anos, me surpreendendo com uns e me decepcionando com outros. Ihhhhhh 👀 Faz parte.

Na virada do meu aniversário, passamos em uma hamburgueria em Tianguá - CE. Não estava fazendo o frio que lá faz, mas ainda assim eu estava gelado. Pedimos hamburguer e à meia-noite, nas badaladas do relógio da igreja, fui surpreendido com um bolo maravilhoso de coco queimado. Eu amo qualquer coisa de coco e os mais próximos sabem disso. Havíamos comido muita batata frita antes do hamburguer chegar que, infelizmente, não consegui comer nem metade dele. Fiquei beliscando o bolo com refrigerante e quando fomos ver, comi mais da metade da metade - rs.

Acenderam a vela com um ponto de interrogação, cantaram os parabéns, fiz o pedido - juro que não lembro mais o que pedi -, apaguei e pronto. Voltamos pra casa quando já era mais de 1h. Foi simples, mas fui muito feliz! 🥲


No dia seguinte ganhei presentinhos: sabonetes, hidratante, protetor e outro cosmético que prometo que vou usar. Ainda não sou do time da skincare, mas, né, os 40 uma hora vai bater a porta e quero estar com a mesma cara que tô hoje - rs. Além disso, ganhei um pix maravilhoso de um amigo e um de zoação, mas sendo pix, por mais que tenha sido mínimo, já vai me ajudar no futuro com algo que Deus vai me ajudar a vir aí o mais rápido possível. E que seja, Senhor, antes dos 40. Inclusive, quem quiser me ajudar, fique a vontade: andersonfunnie@hotmail.com. 😁 (quem vê jura que alguém vai mandar rs) Ainda fico meio sem graça ao receber presente, mas procuro pensar na intenção, não no material. Eu AMEI tudo que ganhei.

No decorrer do dia, quando amanheceu, me permiti dormir até tarde, umas 9h30 e depois do almoço fui pro mato com o B. Eu queria estar longe de casa, literalmente, a qualquer custo, e por ser no meio da semana, na terça, tive o Sítio do Bosco só pra mim. Eu podia contar nos dedos das mãos a quantidade de pessoas que tinha lá, então me senti mais tranquilo. Apreciei o silêncio, o vento, o momento e fui feliz nessa tarde. Até fiz uma mini trilha com o B, que tava me gravando e tirando as minhas fotos, em direção à caverna. Ahhh, já ia esquecendo! Que sorte eu tive em ver os macaquinhos por ali dando o ar da graça. ❤️ Por mais que eu tenha um pouquinho de medo deles roubarem meu celular ou algo meu e saírem correndo no meio da mata, eles complementaram toda a visão de estar no meio da natureza.

No final da tarde voltamos pra casa, mas antes B aproveitou que estava em Tianguá pra dar uma passadinha rápida no dentista. Acho que foi menos de meia hora eu esperando, mas esse tempinho foi crucial e me ajudou a responder o carinho que recebi durante o dia nas redes sociais. Procuro responder as pessoas sem control c control v, respondo de verdade. Tudo bem que tem diferença em resposta quando se é amigo ou conhecido, né, mas todos foram respondidos com o mesmo sentimento de gratidão.

No restante dos dias fiquei trabalhando, dormindo, comendo, jogando vídeo game, comendo, assistindo série, vendo novela, comendo de novo, saindo, fui ao cinema ver A Hora do Mal, fiz caminhada, comi mais... - rs. Passar uma semana no CE ainda é pouco com o tanto de coisa que se tem pra fazer. Só que abro um parênteses aqui: o frio deixa a gente com muita preguiça, pelo menos me deixa. 🥶💤

No sábado (8), eu já estava em Ubajara... Aliás, eu fiquei mais em Ubajara do que em Tianguá. A irmã do B e a cunhada dele vieram de Sobral pra passar o final de semana do dia dos pais. B havia convidado os meninos (Pedro e Dalton) para jogar e comer no final da tarde. E assim foi feito. Jogamos, fomos ao parque de diversões que estava lá por conta do festejo, comemos mais, voltamos pra casa e jogamos até mais de meia-noite. Eu estava o caco, mas estava lá. Foi MUITO BOM esse dia, meu Deus. Como é bom estar em ótimas companhias. 🥰😊

Foi tão bom que no dia seguinte fomos a um sítio almoçar. Levamos os jogos pra lá enquanto a comida não chegava e, assim como em casa, no meio de todo mundo tinha gritos e gargalhadas. Às vezes eu ficava olhando aquela arrumação, mas f*da-se, os incomodados que se retirem. 😎

No domingo, passei o dia no off, sozinho no quarto, todos já tinham que descansar pra voltar a realidade de segunda. E eu principalmente, pois no dia seguinte teria que pegar a Guanabara às 5h30 pra chegar em Coelho Neto às 14h. É Ubajara > Tianguá > Teresina > Timon > Coelho Neto. Enfim, cheguei bem cansado, mas cheguei. 🙌🏻 De Timon pra CN foi luta, pois uma van teve que nos levar até o Descanso e de lá outra van teve que seguir até CN. Essa van, coitada, além de atrasar, parou umas cinco vezes na estrada. Eu não fiquei chateado por isso.

No fim, ficou só a lembrança agora. Espero viver mais esses momentos. Foi muito especial! Sou muito grato a Deus pelas pessoas que ele me coloca no mundo. 🩷

Até!

domingo, 16 de abril de 2023

CARTA PRA VOCÊ #15

Oi! Tudo bem por aí? Olha só a tua data se repetindo mais uma vez em um novo ano... 😉

Dessa vez, mudei, hein. Vi que não merece um textão no whatsapp, mas um post aqui no blog pra ficar registrado pra sempre, pois tudo que é jogado na internet se torna eterno.

Sempre vou encontrar dificuldades em te descrever, por mais que no meu coração isso tudo seja bem claro. Eu sei exatamente o que sinto, mas, te juro, nunca vem, por mais que me esforce pra isso. Também, tudo que eu for falar, não se torna mais novidade pra ti, pois muitas e muitas vezes já digitei e, em primeira oportunidade depois de uma pandemia e de muitos anos (sim, pra mim pareceu uns 10 anos depois) que nos encontramos, ainda que tímido, falei na tua cara. Jamais vou esquecer o nosso abraço de cumprimento e de despedida naquele dia. Aquele abraço que não dá vontade de largar nunca, que só largo quando sinto que minha bateria foi carregada 100%. A causa disso sempre vem de ti. 🥹

Estamos vivenciando situações parecidas e encontro em ti algo em mim e tenho certeza que vice-versa. A empatia, a sinceridade, o otimismo e o colocar o pé no chão, mesmo quando se quer alcançar os céus, são fórmulas que te fazem ser bem mais especial do que posso imaginar.

Sabemos que raramente encontramos pessoas boas nessa vida e quando encontramos, na maioria das vezes, é passageiro. E a vida tem disso pra quê? Pra nos tornar forte ou mais fracos por ver sempre uma partida? O que eu quero te dizer, na verdade, é que quero te manter sempre perto de mim, por mais que muitas vezes esteja bem longe. Quero te manter vivo a cada dia no meu coração e também quero que, quando eu for sempre lembrar de ti, me cause coisas boas, como tem me causado. Que o nosso companheirismo, amizade, sinceridade e coisas e conexões que não sabemos explicar, sejam mantidos vivos para que juntos possamos viver feliz. 

Em mais esse ano, desejo um mundo de amor, de saúde, de prazeres e de coisas que te arregalem os olhos de surpresas boas e que façam com que teu coração bata forte e no fim tenha a consciência tranquila ou um suspiro de "consegui, dever cumprido", afinal, todas essas coisas não têm preço.

Obrigado por existir, por estar presente e por acreditar em mim. 

O meu amor é verdadeiro, eu te amo mesmo! 🎁
Aécio Martins
Seja feliz! 🧔🏻‍♂️❤️

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

CARTA PRA... MIM #14

WhatsApp, 04 de AGO de 2020 - 08h20.

Menino, 

Isso mesmo, pra mim você tem a pureza de um menino. Apesar de as vezes não ser tão puritano rsrs. Eu não tenho uma foto contigo para fazer uma postagem nos stories (kkkkk), mas vou tentar falar um pouquinho do que você representa pra mim. 

Eu não sei explicar o grau de afinidade que tenho contigo. Sei lá, parece que eu esqueço todos os problemas quando arranjamos um jeito de se encontrar. Seja presencialmente, seja virtual. 

Não sei explicar como confio em você! Você sabe de coisas sobre mim que somente eu sei, mais ninguém. Parece que pra você eu consigo ser transparente, coisa que tenho dificuldade de fazer aos demais. E isso é uma coisa que não sei como surgiu e nem sei por que foi assim. Pra você escancaro minhas loucuras, meu desejos, meus pensamentos e minhas histórias de amores, nem sei se as tenho. Mas você conhece bem o enredo delas. Você é um amor que não sei posicionar no lado certo do coração. Talvez seja o irmão homem que faltou pra mim. E depois de muito tempo fui encontrar do nada em uma cidade do Maranhão. 

Eu tenho uma conexão forte contigo. Consigo sentir quando você não tá bem e, principalmente quando você não quer nem responder minhas perguntas, por vezes sem sentido para aquele momento. Nossa conexão é uma coisa que não sabemos explicar um para o outro. 

Eu queria poder ser teu amigo, assim como as demais pessoas são. Mas parece que tudo fica complicado quando a gente não é a gente pra todo mundo. A gente escolhe ser nossa essência para alguns, e isso atrapalha ser o que a gente de fato é, sem censura. 

Enfim, sei que hoje você vai ter um bilhão de bad e tá tudo bem. Essa nova fase que você tá começando eu já estou nela e senti tanta coisa quando estava exatamente nesse mesmo lugar que você. Parece que o nosso cérebro cobra mais da gente. É como se a gente não tivesse plenamente pronto para uma maturidade. Eu espero que você celebre no fundo do seu íntimo a graça de tá bem. A graça de estar vivendo, talvez não como você esperava quando chegasse até aqui. Independente das tuas conquistas, das tuas aspirações e do lugar que você se encontra, estar aqui bem é uma dádiva. 

Seja muito feliz todo dia! Não vou desejar felicidade apenas hoje. Felicidade é uma coisa tão difícil de mensurar que espero que as pequenas coisas da vida pra você respire sempre felicidade. Esteja feliz consigo mesmo! Sorrindo pelo coração, mesmo que as expressões faciais não demostre isso. Você é um menino do bem. Aproveite cada momento e cada coisa boa que a vida te oferece. 

Eu espero que a gente um dia possa comemorar, juntos, uma amizade que não sabemos explicar um para o outro e que o mundo nunca entenderia porque somos tão próximos, mesmo nunca estando juntos. 

Fe-li-ci-da-de
Separado assim em sílabas, pra você entender que ela está no caminho e não em um lugar específico. Que ela está nos detalhes do caminho. Então aproveite o caminho. Aprecie o caminho. Não espere chegar em um ponto específico pra achar que vai ser feliz ali. Isso seria muito pouco, perante o muito que é a vida. Felicidade todo dia! Sempre! 

Amo você

Com carinho,
Aécio Martins
Resposta: WhatsApp, 05 de AGO de 2020 - 00h05

Deixei pra ler isso no dia mesmo do meu aniversário porque eu tinha certeza que tu seria um amor. Confesso que o dia todo fiquei pensando em ler, mas, não, queria que meu dia começasse bem, ainda mais vindo de ti, mesmo eu ficando triste com a falha da data. Eu sou de detalhes e isso implicou um pouquinho, mas tudo bem, eu supero. HAHA

Tu sabe da grande importância que tu tem na minha vida, né, e quando eu digo que te amo, eu te amo mesmo, do fundo do meu coração, com todas as minhas forças. De verdade, não são só palavras. Eu amo tuas atitudes, amo o fato de tu sempre agregar e de ser simples, mesmo tendo tudo pra não ser. Eu amo tu do jeito que tu é, e isso às vezes me faz sofrer. Mas essa parte eu sempre pulo!

Obrigado por existir, por estar comigo estando longe, por ter paciência e por tentar me entender, mesmo eu sabendo que é difícil, afinal, nem eu mesmo me entendo e sinto que sou um eterno doente mental.

Tua mensagem é muito válida e me acrescenta sempre. E estar contigo também.

Obrigado! Não só hoje tu é meu presente, mas todos os dias. ♥

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

É... 30 ANOS!

Não sei se agradeço por chegar até aqui ou lamento profundamente... Enfim, trintei! – isso não foi escrito totalmente no tom de felicidade que eu gostaria de ter.

Importante: Estou escrevendo isso muito antes dessa publicação e, certamente, programarei o post para ser publicado no meu dia, ou seja, hoje, cinco de agosto, exatamente na hora que eu nasci em 1990, às 22h30. Mas por quê? No dia com certeza eu estarei na tristeza, eu sempre fico.

Nem estou acreditando que cheguei a mais uma década e que não consigo ter nada material para chamar de meu. ~ Tá, eu sei que quando a gente morre não leva nada, né? ~ Em contrapartida, tenho ótimas lembranças trazidas desde 2015 quando me desafiei a conhecer o mundo sozinho. Falo o “mundo” no sentido de sair de fora da minha caixinha, não o mundo em si... Quem me dera! - rs. Nesses últimos cinco anos vivi momentos maravilhosos, não posso reclamar. Conheci pessoas que me fizeram feliz em menos de cinco minutos, em um só abraço, acredita? Me tornei alguém mais aberto a algumas questões, mesmo me sentindo inseguro em falar determinadas coisas e falhar.

Mas quem disse que nesses últimos anos vivi só momentos felizes? Lá pro começo de 2018 fiquei muito triste e tenho certeza de que isso me despertou algo ruim que tenho em mim até hoje. Eu digo que é um luto sem morte que ainda habita, mas um dia vou superar, porque só o tempo pode fazer com que isso aconteça. Foram meses de choro diário, de vontade de desistir da vida ou de sumir pra um lugar bem longe. Acredito que meu nível de estresse, ansiedade e vários outros sentimentos ruins aumentaram. Foi f*da... Aliás, ainda é f*da. Não me considero cem por cento atualmente, só penso que a vida segue. Também não considero esses momentos como só de decepção, exclusão ou algo do tipo, considero como algo que teria que acontecer e que até hoje ainda não descobri o porquê. Mais uma vez: só o tempo responde a tudo.

Das coisas boas que pude viver, viajar pra conhecer pessoas da internet foi o que mais me moveu, além de, claro, os DOIS shows de Sandy e Junior que fui em julho (em Fortaleza) e novembro (Rio de Janeiro) de 2019 - que nem registrei aqui. Aquele choque de cultura, diferença de sotaques e toda a atenção que não recebo na vida toda, recebi nos poucos dias que convivi com alguém diferente de mim. Foram amizades confirmadas pessoalmente e que levarei eternamente comigo. Que experiência doida, mermão! A saudade é tanta, mas tanta, que mal posso esperar para poder viver isso de novo. Espero que o mais breve possível os encontros se tornem reencontros.  Eu tenho orgulho de mim por isso e, ao comentar essas coisas encorajando amigos a fazer o mesmo, uso a mesma palavra: DESAFIO. Sim, eu considero isso um desafio na minha vida, uma evolução, pois só eu sei o quanto evolui minha timidez através disso, afinal, viajar sozinho sou eu e eu mesmo. 🙃

...

E do nada lembrei da minha avó que perdi e foi uma dor tão profunda que ontem mesmo (20/07) acordei de um sonho que tive com ela, onde ela pedia discretamente para morrer deitada numa rede e eu tentando abraçá-la enquanto chorava. Por mais que tenha sido um sonho triste, eu gosto de ter, pois sinto que é um contato “físico” que tenho com ela. No mesmo dia à noite, enquanto lavava louça, olhei pro canto onde ela ficava costurando na sua máquina e comecei a chorar. O choro foi instantâneo, eu nunca consigo segurar. É uma falta tão grande que ela me faz. 💔

...

Não sei mais nem o que escrever aqui. Espero que essa década que se inicia agora eu possa ter mais coragem pra viver e encorajar aqueles que um dia foram iguais a mim. Eu quero contribuir de alguma forma, sei que não sou totalmente bom e ruim, só preciso trabalhar a minha insegurança, medo e me jogar mais. Pra isso terei que começar uma terapia, já que todo esse meu jeito está atrelado ao passado. Esse maldito passado não me deixa viver totalmente o futuro.

No mais, tenho planos pra essa década e nas últimas semanas tenho planejado muito isso na cabeça. Sei que vai ser uma luta árdua, uma grande jornada se iniciará e sei que vou ter que renunciar de muitas coisas. O principal eu tenho, que é foco, e sei que, mesmo demorando anos, vou conseguir. E quando conseguir, vou ser feliz.

E é isso! Espero ler isso no futuro com felicidade nos olhos e com orgulho de mim. A quem está lendo isso, obrigado, isso prova que você também se importa comigo. Aproveita e comenta, vai – rs – é tão bom ler comentários.

Obrigado, Deus! 🎈

quarta-feira, 12 de julho de 2017

O DIA EM QUE VOEI DE PARAPENTE #6

O post abaixo estava no rascunho desde novembro do ano passado. Acho que a preguiça não me deixou continuar. Hoje decidi tirar ele de lá e publicar, até porque quero me ler no futuro e ter acesso aos rascunhos requer um pouco mais de trabalho.

Ao meu leitor, peço desculpas caso tenha aguardado a continuação. Cuidar de um blog nos dias de hoje não é tão fácil assim - rs.

Boa leitura! 😉

(...)

Pousamos em um campo próximo do sítio, acho que fica por trás dele. Como podem ver no vídeo do post anterior, a minha descida foi fail - rs. O instrutor tinha me avisado que ao descer teria que levantar as pernas e suspender a câmera, explicando o porquê do suporte estar ralado, comprometendo até a filmagem.

Uns dois meninos já nos aguardavam, para agilizar a retirada dos equipamentos e levá-los para o carro. Eu ainda estava zonzo, mas conseguia caminhar normalmente até o carro. Fizemos uma trilha e pulamos uma cerca até chegar ao carro com todos os "bagulhos".

Eu não via a hora de chegar aos meus amigos e contar tu-do. Queria mesmo gritar de tanta felicidade por ter passado por aquilo.

Mais ou menos uns cinco minutos após entrar no carro, cheguei onde eles. Me receberam com um sorriso meio amarelo, talvez tentando receber a minha pior reação, imaginando que poderia estar mal ou que teria sido bem ruim, mas logo abri um sorrisão e soltei um "massa demais!". Ao mesmo, vi que eles estavam usando um equipamento e, sem nem perceber, reclamei, pois achava que eles teriam decidido voar também. Mas, não. Eles não estavam usando o equipamento de voo, estavam usando o do rapel.

Sem hesitar, pedi para que colocassem os equipamentos de rapel também em mim, já que o pagamento já tinha sido efetuado e escutei lá no fundo: "Esse magrinho é aventureiro!". Isso porque mal cheguei de um e já ia para outro - rs. 

Os instrutores nos posicionaram em uma escada próxima, nos colocou as cordas e nos deu instruções na prática. Pedro foi o primeiro que fez, Dalton logo após e eu, sem jeito e um pouco nervoso, segui. Não tenho tanta força e fiquei com medo por conta disso, afinal, ali era eu e eu. Naquele momento se houvesse alguma falha a queda seria baixa, mas na hora do "pega pra capar"... Por conta disso, procurei dobrar a minha atenção às suas palavras, atentando a todos os detalhes e questionando quando tinha alguma dúvida.

Foi quando fomos para a realidade:







Continua? Talvez... 

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

O DIA EM QUE VOEI DE PARAPENTE #5

(...)

Antes de colocarem todos os equipamentos, tive que preencher uma carta antes de morrer ficha de inscrição colocando todos meus dados pessoais e, ao final, assinar, concordando com o termo de responsabilidade.


Assinado. Já era! 😅

Foi quando a equipe começou a colocar um monte de coisa em mim. Eu não sabia e nem olhava eles colocando, apenas obedecia quando pedia pra eu levantar as pernas, confirmar se estava muito apertado...


Mesmo com tudo aquilo grudado e bem colocado em meu corpo, ainda dava tempo de desistir, pois tive tempo pra isso. Eles verificavam a biruta, a questão das nuvens e, claro, o vento por si só. Foi algo bem planejado. Enquanto não estivesse do jeito que eles achavam que seria melhor, eu não sairia dali.

Por ultimo, me colocaram o capacete e me deram a câmera.


Conversei um pouco com o instrutor, perguntei a ele se ele iria fazer manobras no ar e ele disse que só se eu quisesse. "Tu quer?", perguntou. Respondi que decidiria isso quando estivéssemos em pleno voo.


Fiquei no meio da rampa com tudo colocado em mim, inclusive a parte principal, aguardando o instrutor "alinhar" as finas cordas.





Por algumas vezes o vento foi falho, porém o instrutor persistia.
Nada ali teria que dar errado. Eu ficava tenso a cada segundo e fiquei muito mais quando ele ligou a câmera. Tive a certeza que iríamos sair:


Como podem ver, o voo foi super tranquilo e o meu medo acabou, embora não parecendo, no momento em tirei os pés do chão. O instrutor deveria ter me dado uns toques antes de sairmos do chão, motivo pelo qual fiquei meio desengonçado no começo do vídeo. Nos primeiros segundos que saímos do chão que ele pediu pra eu manter os braços atrás e arrumar o meu "assento".

Por algumas vezes, durante o voo, ele me perguntou se eu estava enjoado, se eu estava bem e tudo foi legal.

A sensação é de liberdade e, mesmo parecendo clichê, gratidão. É como se você voasse de avião, mas sem estar dentro da aeronave. É algo que certamente você lembrará de Deus e agradecerá por estar vivo e ter passado por essa experiência maravilhosa. Fora que é super legal ver tudo de cima: a estrada, as cidades vizinhas, os carros passando e a própria sombra do seu voo. É algo que certamente levarei para sempre. 😎

Se eu indico? Com certeza! Como disse, o medo passa depois que você está lá em cima, isso eu garanto. A felicidade é tamanha.

CONTINUA...

domingo, 27 de novembro de 2016

O DIA EM QUE VOEI DE PARAPENTE #4

A ficha começou a cair quando vi o comprovante de pagamento em mãos. Eu não tinha mais como voltar atrás e ter meu dinheiro de volta, mas não poderia "arregar" ao que realmente pretendia fazer.
Confesso, fiquei muito nervoso e minhas pernas começaram a tremer. A adrenalina começou dali, eu não acreditava e quando olhava o horizonte ficava imaginando um vídeo que havia visto dias atrás no youtube. Nessa hora tudo passa pela nossa cabeça.
Fiquei surpreso comigo mesmo, pois deixei a adrenalina tomar de conta. Por um instante nem sentia mais as pernas que tremiam demais e resolvi sentar. Meus amigos perceberam que era verdade, que eu estava tenso e acho que mudando de cor. Rápido, começaram a me encorajar e compraram até água de coco pra ver se dava uma acalmadinha.
Minutos depois, falando por diversas vezes que estava com medo e não queria desistir, fomos para a rampa de voo livre e sentamos em um banco que tinha por lá. Eu não sabia quem seria o meu instrutor, então esperei que me abordassem. E fui abordado:

- Quem de vocês vai fazer o voo?

Levantei a mão e ele pediu para que eu fosse me preparar.

CONTINUA...

O DIA EM QUE VOEI DE PARAPENTE #3

(...)

Mais uma vez, assim como no dia anterior, quando tudo ficou claro, acordei. Fiquei curtindo preguiça e frio ainda dentro da barraca. Na noite anterior coloquei meias para dormir, pois já sabia que o edredom também não iria dar jeito, ainda mais porque gosto de, às vezes,  manter os pés descobertos.

Minutos depois, Dalton levantou o zíper da barraca em que eu estava e invadiu. Já entrou animado me dando os parabéns e me abraçando. Mostrou e me deu um simples presente que nem precisava e ficamos todos em uma só barraca conversando um pouco. Pronto, agora formou!

Mesmo não estando no dia exato do meu aniversário, considerei aquele dia (06/08) como tal. Realmente, tudo que havia programado de fazer dia 05, fiz no dia 06. Isso se chama con-si-de-ra-ção.

Quase 8h, decidimos escovar os dentes, tomar banho e depois tomar café. A nossa cara estava super amassada, afinal, tínhamos acabado de acordar.



Antes de irmos ao café, quase 09h, ficamos na beira do bar de novo. Mesmo com sol bem aberto, ventava muito. Era um vento gostoso, gelado e a animação/zoeira tomou de conta naquela  hora.


Depois fomos fazer trilha do zoeira. Fizemos vídeos e tiramos fotos que JAMAIS eu publicaria aqui - rs.

No café, comi pouco já pensando que dali poderia já comprar meu "ingresso" para o voo. Como não sei se poderia passar mal ou enjoar, preferi não arriscar em encher muito a barriga.

Depois do café, ainda indeciso se iria ou não para o meu objetivo, fui à recepção e perguntei sobre o voo. Eu já estava em mente que poderia conseguir o voo por R$ 150,00, jogando que "no dia anterior tinha sido meu aniversário" e que "tinha deixado pro dia seguinte por consideração ao meu amigo que não teve como estar presente no dia" e blá, blá, blá... mas o meu papinho não colocou.

Preparado, paguei e a partir daí comecei a ficar tenso.


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

O DIA EM QUE VOEI DE PARAPENTE #2

(...)

Antes das 7h já estávamos acordados, embora com pouco tempo de descanso. Não lembro quem "acordou" quem, mas acredito que Pedro já estava acordado aguardando eu acordar, quando na verdade eu que já estava acordado aguardando ele acordar - rs.

Às 7h01 essa era a minha visão de dentro da barraca.

Fomos escovar os dentes na parte externa do banheiro e tomar banho para não perder o horário do café da manhã, que é até às 9h.

O restaurante estava praticamente vazio e tomamos o nosso café da manhã com a tranquilidade que eu esperava. Decidimos que dali iríamos dar uma pausa e ficar sentindo o lugar. 



Paramos na área de camping, com grama sintética, onde ainda não haviam tantas barracas instaladas por ainda ser cedo, e sentamos. Coloquei a playlist do celular no aleatório e começamos a conversar, enquanto visualizava a grande quantidade de fotos que consta na minha galeria. Logo a frente, tornando o lugar mais bonito, o cenário de um casamento estava tomando vida para a noite:


Ainda assim, onde estávamos, o sinal de wi-fi era fraco, mas não nos impediu de dar uma verificadinha básica no instagram. As fotos, que com dificuldade eram carregadas, nos traziam lembranças e, com isso, conversamos muito sobre a vida, amigos e coisas que temos em comum. E o tempo foi passando que nem vimos... Nem parecia que era meu aniversário.

Não lembro se almoçamos logo, mas fomos começar a sessão de fotos, afinal, eu teria que registrar tudo da melhor forma, já pensando em registrar aqui. Até agradeci pela felicidade do meu dia ter prevalecido não só na beleza do cenário das fotos, mas na criatividade e fotogenia da minha parte, onde, para minha surpresa, as primeira fotos tiradas ficaram boas - rs.




Fomos para um bar próximo das nossas barracas e sentamos em umas cadeiras que tinham por lá. Levamos elas para a beira, para que a nossa visão do horizonte ficasse mais privilegiada. Com receio de estar ali sentado apenas usando da cadeira do bar, resolvi consumir. Comprei uma água. Quem nunca? - rs.


Voltamos para, digamos assim, o restaurante principal, que fica próximo do portão de entrada do sítio. Tirei fotos próximo de um chalé que mais parecia um castelo e aproveitei para publicar as fotos do pulo no instagram.



Ficamos no restaurante principal para continuar usando do sinal de wifi e, claro, colocar o celular para carregar um pouquinho:

Selfie pros amigos do whatsapp ostentando o "castelo" - rs.


Preenchemos o pôr-do-sol com mais conversas e risos e, já sentindo que iria fazer frio, tomamos banho e preparamos o moletom.

À noite ventou muito, mais muito mesmo, ainda assim deu pra aproveitar. Descobrimos que no bar também tinha outro ponto de wifi e resolvemos ficar por ali mesmo. Não sei se por ser sexta-feira, mas eu não vi muito movimento de pessoas, até a hora do casamento começar, claro.

Ficou simples e linda a ornamentação do casamento.

Enquanto os convidados do casamento chegavam, com medo de sujarem as roupas; as meninas andando devagar por estarem de saltos e os homens super elegantes, fiquei ali, discretamente, observando tudo, até porque não sabia quem eram os noivos, muito menos fui convidado.

A minha ligação maior era com o mundo virtual, por isso fiquei maior parte do tempo concentrado e conectado na internet, assim mesmo, ó:


Quase 00h, decidimos ir para nossas respectivas barracas e dormimos. Só acordei umas 3h e pouquinho, pois ouvi passos. Era o Dalton que tinha acabado de chegar na madrugada para dar continuidade ao meu dia, já que não podia faltar no trabalho na sexta. Fiquei quieto, não disse nada até tudo silenciar. Ele dormiu. E também voltei a dormir...

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

O DIA EM QUE VOEI DE PARAPENTE #1

Desde quando comecei a trabalhar, na ausência de amigos para celebrar a data do meu aniversário, procurei me dar algo para compensar essa tristeza. No ano passado, aproveitando que tirei férias em agosto, me dei de presente um desafio: sair do nordeste, sozinho e de avião. Tudo pela primeira vez - inclusive, já comecei contando aqui.

E este ano não foi diferente. Após economizar o máximo, mesmo sabendo que não iria gastar muito, resolvi que iria me dar um presente um tanto quanto radical.

Mais ou menos uma semana antes da data exata do meu aniversário, pedi folga para a minha chefe, que até brincou dizendo que "isso tudo é só pra não aparecer com o bolo", e me mandei no dia anterior, às 18h, para Teresina Timon. Como queria economizar, preferi ficar logo em Timon do que ir em Teresina e depois voltar, já que o ônibus para  Tianguá - CE sairia às 21h e pouquinho...

Como cheguei em Timon um pouquinho antes das 20h, liguei para uma amiga que fazia muito tempo que não a via e fui ao encontro dela. Conversamos muito e até lanchamos por insistência dela, pois não queria que eu viajasse apenas a base de água que já estava visível no bolso externo da mochila.

Às 21h, muito aperreado, peguei o primeiro moto-táxi que vi e voltei para a rodoviária. Fiquei sentado próximo de onde os ônibus desembarcam e embarcam pessoas, mas... Deu 21h30, 22h, 23h e nada desse ônibus chegar. Já fiquei preocupando achando que ele poderia ter se adiantado, mas fiquei calmo quando chegou, quase 00h. O bom de tudo foi que li várias páginas de um livro que ganhei antecipado do Pedro, onde a leitura era bem instigante e fazia o tempo passar mais rápido. O chato era que do meu lado havia um casal de senhores brigando por bens de família e comparando filhos do casamento anterior. Como não consigo me concentrar em nada com barulho, tive que voltar vários parágrafos por conta disso.

Enfim, após minutos de espera para o motorista autorizar a entrada dos passageiros, mostrando a passagem e a identidade, claro, entrei no ônibus. Para a minha sorte (!?), tinha uma senhora sentada e dormindo na minha poltrona. Eu não sabia o que fazer! Pelo movimento de pessoas entrando e fazendo barulho colocando as bagagens na parte superior do ônibus ela acordou e me perguntou se minha poltrona era a que ela estava. Logo, saiu e sentei...

E foi aí que o meu dia, literalmente, começou. 😀

Já era cinco de agosto e os meus pensamentos fluíam naquela escuridão. Fiz muitas reflexões naquele pouco tempo de silêncio, enquanto tentava me livrar do frio com uma camisa grossa que minha amiga havia emprestado, ainda mostrando insistência e preocupação. Pensei no quanto amadureci, no quanto fui perdendo meus medos e me desafiando a ser uma pessoa melhor... Foi uma reflexão que me deixou bem emocionado.

A viagem estava sendo bem longa, bem longa mesmo. As paradas nas cidades duravam a eternidade. Como eu não podia ler, já que o ônibus mexia demais; não podia escutar música, já que os fones acabei esquecendo dentro da mochila, resolvi fechar os olhos e tentar dormir. Quem disse? Um senhor atrás de mim roncava tão alto que às vezes me assustava. Que raiva!

Umas 3h e pouco chegamos, enfim, na rodoviária de Tianguá - CE. Pedro já estava lá me aguardando de mochila nas costas e com os braços cruzados. Fiquei super feliz em ter visto ele, já sorrindo, me dando um abraço demorado e me desejando as melhores felicitações. Foi tão bom isso! Ele é um verdadeiro amigo que quero levar pra sempre. Após, pegamos um táxi sem dificuldade, pois sempre somos abordados por e fomos direto subir serra, no Sítio do Bosco.

No caminho, dentro do táxi, retirei o celular do modo avião que havia colocado para economizar bateria e chequei as mensagens do whatsapp. Vários áudios engraçados, vídeos e fotos feito montagem. Claro, enquanto podia, respondi cada um com o mesmo carinho que haviam enviado. A gente realmente sabe as pessoas que são sinceras com as palavras. Por conta disso, a cada mensagem de carinho que lia, eu ficava mais feliz.

Chegamos na entrada do sítio, pagamos o táxi, fizemos o check-in, escolhemos o lugar das nossas barracas - sempre próximas da pista de pouso, como na primeira vez que fui - e... apagamos! 💤

CONTINUA...

terça-feira, 26 de agosto de 2014

ANIVERSÁRIO 2.4 ϟ

Hoje percebi no caminho do trabalho para casa que sinto muita necessidade de estar aqui quando me acontece alguma coisa triste. Através deste "sentimento" (não sei se realmente é), vou aproveitar pra registrar o meu aniversário deste ano, omitindo a minha tristeza. Não preciso mais registrar tristeza aqui. AQUI!!!

O meu aniversário a cada ano fica mais parado. Quanto mais fico velho, mais fica mais tranquilo, sem lembranças, sem comemoração e sem abraço. Observando tudo isso, queria me esconder desta data. Por ter sido em um dia de terça-feira, queria que fosse um dia normal de trabalho, um dia qualquer. Porém as coisas nem sempre são da forma que a gente quer e prefere que seja... Quase no final do expediente, uma comemoração básica no trabalho. Calado a partir de agora!

Ahhhh, não posso esquecer das crianças do Paraíso Infantil - Reforço Escolar e Recreação, que antes de irem embora, foram me dar um abraço e um cartão feito por eles mesmo. Fiquei emocionado com o jeito que eles escreveram, ainda com palavrinhas escritas da forma que são faladas - rs. Lindos! Obrigado.


À noite, a Larissa Osório me ligou sendo uma ótima atriz: "E aí, como é que foi teu dia?"; "O que tu vai fazer hoje à noite?"; "Vamos comer pizza aqui na Moderna, então!". Querendo salvar o meu dia, ela veio me buscar aqui em casa e fomos. Até então, tudo bem. Eu não estava desconfiando de nada, mas cobrava a presença de mais pessoas ali, as mais próximas, claro. Nada de multidão.

E eu via a Larissa no celular, mandando mensagem, ligando pra Gaby, dando umas olhadas pros lados meio que desconfiada. Juro, não percebi NA-DA, até o momento de entrarem na Padaria com um bolo. Aos gritos, cantaram os parabéns e fizeram eu passar vergonha - no melhor sentido da frase. Foi uma vergonha boa. Nas mesas próximas estavam algumas pessoas que, óbvio, observavam a nossa mesa em cantoria e minha cara de toba - rs. Nunca imaginei que isso iria acontecer comigo ali.


Gostei demais daquilo. Recebi abraços mais do que sinceros e ri demais durante aquela noite que começou em pizza e terminou em bolo - rs. "E o dia foi salvo!", como legenda da selfie postada no instagram naquele dia.


Mesmo atrasado, agradeço aqui não só a Larissa Osório, Gaby, Fabrícia e Adriano, como a todos que escreveram para mim nas redes sociais. Gostei demais de um monte de comentários no instagram e fiz questão de responder todos individualmente.

Um obrigado individual ao Marllon, pela "depois" da sinceridade - rs - no skype. Valeu!


E assim termino o post - rs.
Obrigadex! ;-)

domingo, 11 de agosto de 2013

ANIVERSÁRIO 2.3

Quase uma semana depois do meu aniversário, resolvo aparecer aqui pra registra-lo. Esqueci de digitar aqui não pelo fato de ainda estar comemorando, mas por ter esquecido mesmo, pois o dia nem foi tão legal assim - acho mesmo que a velhice me deixa sem graça.

O  meu facebook estava meio parado e quando recebias as felicitações era somente com "parabéns!" e pronto. Houve frases bonitinhas e sinceras também, mas foi minoria. Mesmo assim, no comecinho do dia seguinte, ou seja, após 00h, comecei a responder todos individualmente.

Não vivi a manhã do meu dia, já que passei, como sempre, toda ela dormindo. Já que não tinha nada pra fazer e eu tinha dormido muito tarde, como frequentemente, perdi essa parte. Ao acordar, que dia era aquele? Dia normal. A mãe veio me dar os parabéns e algumas pessoas daqui do meu convívio. Nem parecia que era o meu dia.

À tarde, na aula, nada de surpresa - ainda bem que nem esperava por isso. Mas todos me abraçaram e isso me fez ficar feliz. Gostei também das palavras com um ótimo humor do Maycon que às vezes me faz rir. Foi muito engraçado! Ainda bem também que não teve o "com quem será?".

Querendo de alguma forma registrar aquele dia, tirei uma foto com todos:

ELETROS - curso de eletromecânica

E nessa mesma tarde, Gabi combinou com todos para ir à sorveteria comemorar esse meu dia, inclusive o professor Alex.

A gente foi em uma sorveteria que inaugurou há poucos dias aqui na cidade. Tudo lá era novo, mas não queria tomar sorvete caro que não me alimentasse o bastante. Esperamos todos chegarem para decidirmos se ficaríamos ali ou iríamos para outra que renderia mais e sairia mais barato. Desdobramos e saímos de lá sem que ninguém nos visse.

Ficamos conversando muito por lá...

Momento na sorveteria com Larissa Osório

Após o sorvete, uns foram embora, mas como sorvete não me deixou satisfeito, sugeri que fossemos a um lugar onde vende salgado. Imaginei que o salgado de lá seria do preço dos de Teresina, mas não. Junto de Larissa, Monalyza, professor Alex, Gabi e Luan, devorei quatro salgados com um refrigerante horrível.

Depois, nos despedimos e cada um foi pra sua casa. O dia passou e só depois lembrei que não havia derramado uma lágrima sequer como nos anos anteriores. É a idade! ¬¬' 

AHHH! Não poderia esquecer de registrar o que ganhei, né?! Meio que ganhei um camisa preta do boneco assassino Chucky; Um fone de ouvido, eu ganhei do Dalton e um mouse pad personalizado com as minhas fotos. Adorei de verdade os três.

Só!

segunda-feira, 1 de abril de 2013

ANIVERSÁRIO TROLL

São 19h42 e estou aqui um pouco com a consciência pesada, então resolvi preparar este post e deixar programado para postar às 23h30, pois creio que já estarei dormindo a uma hora dessas.

Primeiramente queria pedir desculpas por todo esse troll, mas confesso que não ficaria conformado em dizer só uma mentira simples nesse 1º de abril.

Nunca tinha tido ideia mais brilhante, mas confesso que no fundo, no fundo, não me senti bem fazendo isso. Juro, em vez de fazer os outros ficarem com vergonha após eu dizer que não era meu aniversário e sim que era mentira que fazia parte do dia 1º de abril, quem ficou com vergonha foi eu.

Pela manhã, tive essa ideia de mudar a minha data de nascimento no facebook, mas o meu intuito era de "testar" os meus amigos mais próximos. Todos os meus amigos sabem que dia e mês faço aniversário, portanto, acreditaria que ninguém me decepcionaria. De qualquer forma, fiz isso também pra saber realmente que é meu amigo de verdade.

Minutos após eu mudar a data de nascimento, quase 10h, já fui logo recebendo felicitações na TL. Resolvi deixar o bate-papo off para que ninguém pudesse me perguntar algo a respeito, mas isso não impediu de alguns perguntarem, embora já vendo lá, se era o meu aniversário. Deixei todos com esse mistério, então, segui. Ahh! Além de receber essas mensagens por inbox das pessoas perguntando sobre o meu aniversário, recebi também de outras me elogiando, dizendo que eu sou o "cão" em mentir para todos. Até então, eu ria demais de tudo e de todos.

Quando penso que não, para a minha surpresa, compartilham um link comigo marcado:


Desculpa, Raphael, mas ri demais quando vi isso - rs. Ainda mais quando tu me compartilhou ainda dizendo aquela frase: "Eu jamais poderia deixar de esquecer essa data meu querido! Parabéns!" - HAHAHAHAHA. Mesmo assim, achei digno demais de eu ser um post no blog dele pela segunda vez, no qual é conhecido demais na cidade. Gostei de verdade das palavras, mas, NÃO... E foi daí que começou todo aquele sentimento ruim brotando de mim, pois, mesmo sendo o dia da mentira, sei o quanto é chato enganar alguém. Logo eu, que odeio mentiras.

Achando que todos da minha turma sabiam que não era hoje meu aniversário, pois ainda pela manhã, antes de trocar a minha data na rede e antes de chegar na aula, havia postado o ELETROS (nosso grupo no facebook) o seguinte:

Achei que o boato fosse se espalhar logo e que em cima disso, dos comentários e da minha maldade, eles iam mentir pra mim também, já que vivi o meu aniversário passado próximo de alguns deles e consequentemente eles já deveriam saber. Lá, recebi poucos abraços, abraços esses que me fez revelar todo a mentira, pois senti que Marcelo e Charles me xingaram internamente, fora a cara de vergonha que ambos ficaram. Me botei no lugar deles e achei que dali tinha que acabar com isso.

Ao chegar na outra sala, avisei logo que não era o meu aniversário e usamos essa ideia para "trolarmos" o professor. Conseguimos! Cantamos os parabéns pro Adilson e Reinaldo e demos um ovo de páscoa que estava ali por acaso como se fosse presente de aniversário. A mentira ainda ficou mais completa porque no mural da sala que mudamos hoje tinha no calendário Adilson e Reinaldo fazendo aniversário no dia 1º de setembro, só que não tinha o mês setembro em destaque. Isso foi prato cheio pra nós!

Pausa para foto dos "aniversariantes" do dia.

Pensa que acabou por aí? Não! Quando eu desci do ônibus aqui na cidade, um amigo, até então de facebook, me cumprimenta na rua e acrescenta "Parabéns!". Ele estava do outro lado da rua, então só respondi "valeu" com um sorriso amarelo. A minha vontade era de dizer que era mentira, mas não tinha como. Se estiver lendo isso, desculpa aí, B.M.! :-(

Aproveito o final deste post para pedir desculpa a todos que me felicitaram hoje pelo meu "aniversário troll". Eu adorei ler as mensagens, algumas eu fiquei pensando que a pessoa nem poderia estar passando por essa mentira, mas... é dia da mentira. Espero que tenham se divertido de verdade com essa minha ideia maligna. Tô mal, muito mais mesmo neste exato momento, mas nem que eu quisesse, não posso mais mudar a data, pois o facebook não deixa - lá não se pode trocar a data de nascimento toda hora, pois tem algo a ver com os termos de uso.

De coração, me desculpem de verdade. Espero que entendam que isso era pra divertir e não causar desânimo. Me diverti bastante em alguns momentos, e em outros aprendi o meu limite de mentira. Mesmo no dia da mentira, não consigo mentir por muito tempo. Prometo que não repetirei isso mais nunca na minha vida.

Um abração a todos! :-)

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

ANIVERSÁRIO 2.2

E mais uma vez estou aqui, graças à Deus, registrando mais um ano em minha vida.

No sábado tentei dormir cedo, mas de tão acostumado a dormir lá pras 3h, o sono não chegou. Então, fiquei lendo o Serial Killer - Made In Brasil - cujo até comecei a fazer uma seção aqui, publicando sobre, na medida em que for lendo. Eu estava lendo sobre o Vampiro de Niterói (em breve publico aqui sobre ele) e não vi a hora passar. Eu até que ia sendo interrompido pelas sms que iam chegando, mas li muito sobre ele, mais do que a metade do capítulo falando sobre ele. Não fiquei com medo, mas haviam coisas que me deixou impressionado...

Recebi várias sms, antes de 00h e até muito depois. Fiquei super feliz com algumas engraçadas e respondi com todo aquele meu humor. Senti falta de ligações, até quando o Thalys ligou: com voz grossa de que estava dormindo e colocou o celular pra despertar só pra me dar os parabéns. Agradeci, claro, e engatamos em um papo de mais ou menos vinte minutos. Foi bom ter conversado com ele.

Continuei respondendo as sms, lendo o livro... e não cansava com isso.

Mais ou menos 1h30, Dalton e Dalila me ligaram do número da Dalila. Ao ver o nome dela chamando, rejeitei a chamada e retornei, pois isso já é costume de quem é tim beta. Ao retornar, só ouvi o "já!" bem baixinho e começaram a cantarolar o "parabéns a você!". Eu ri e ao mesmo tempo comecei a chorar. A voz da Dalila alta me fazia rir, mas o que ela falava me fazia chorar. O Dalton falou em cima da voz dela e foi aí que eu chorei mesmo. Mas, até agora, foi a única vez em que chorei.

Depois disso, fiquei trocando sms com mais três amigos: um que desabafava um acontecimento que lehe deixou revoltado, um que me fazia rir e outro que me fazia ficar tenso - rs. Nisso, acho que fui dormir mais de 03h. Quando eu pegava no sono, chegava uma mensagem, então resolvi deixar o celular no silencioso para que eu não acordasse espantado.

Acordei umas 10h30 com uma sms, porque como eu já estava acordando, senti e ouvi a vibração do celular que estava ao meu lado. Era uma amigo dizendo pra eu ligar pra ele. Liguei. E conversamos muito, dei várias risadas com o que ele me desejou. Sendo assim, o papo durou e fiquei quase meia hora pendurado no telefone. Um pouco antes de desligar a mãe apareceu e deu meus parabéns, e ainda me beijou. Quando ela me beija, sei que é sinceridade, é a maior prova de amor dela, já que não anda fazendo isso frequentemente com a gente, filhos dela.

Minutos depois, após o banho, recebi a ligação da Flávia e fiquei feliz por ela ter ligado. Aproveitamos a oportunidade e conversamos um pouco, estava bem no final de algo sério que estava contando pra ela quando Larissa Osório e Zenith apareceram aqui em casa. Tive que desligar. Elas me deram um abraço duplo, pediram água e começamos a conversar ali mesmo na calçada de casa. O papo estava indo normal, mas eu sempre com aquele ar de desconfiança. Com um papo meio estranho, Larissa tira um venda de TNT laranja do bolso e diz que precisa me vendar. "Vendar?", falei achando a ideia esquisita. Não topei, fiquei com medo de algo acontecer ali mesmo, no meio da rua. Vi que a Larissa não gostou, mas estava tentando desfaçar e, mesmo assim, saímos de moto. Paramos no Banco do Brasil, ela entrou e ficamos esperando na rua ao lado.

De lá, fomos em direção a casa da Monalyza, e lá eu comecei a sorri, já sacando tudo. Um pouco antes, até  twittei umas besteiras para depois terem prova, caso duvidassem. A Larissa, então, disse: "Ah, Funnie, agora vou ter que te vendar!", e deixei. Eu fiquei escutando os cochichos do Adilson, da Fabrícia e um pouquinho da voz da Gabi - rs. Já estava ciente do que ia acontecer. Andei um pouco sendo guiado pela Larissa e... "Parabéns pra você...", começaram a cantar. Um pouco antes de tirar a venda, senti algo na minha cabeça, tinha deduzido que era um chapéu de aniversário, mas não imaginava que seria um personalizado, lindo, com o Doug. *-*

Ugly de chapéu Dougado

O mini bolo também me surpreendeu muito. Não pelo meu nome, mas pela velinha: mais uma vez do Doug. Até que não ficou tão parecido, mas adorei.


Juntei os três pra tirar uma foto:


Bacana, né?

Fiquei tão feliz com esses desenhos dele que fiquei com vontade de usar a camisa que chegou pelo correio no dia 24 de julho, dado pelo meu amigo de internet Murilo. Sem ele saber, fiquei dias admirando aquela camisa, como se fosse um troféu de orgulho por ter feito alguma coisa. Ah, vou usar amanhã (hoje) ela na aula à tarde.


Um pouco antes de se servirem o almoço, quis tirar uma foto com todos eles já jurando postar aqui. Lógico, isso não poderia faltar.


Fiquei muito feliz por ver eles lá. Na foto acima estão, da esquerda para a direita: Zenith, Larissa Osório, Charles, Luan de Abreu, Jamison (atrás), Gabriella, Durval (atrás), Larissa Emily, Monalyza e Fabrícia (sentada). O Adilson não quis sair na foto! ¬¬'

Depois disso, partiram para a comida. A comida era simples, mas estava muito gostosa. Não sei por que, mas não comi muito. No primeiro prato, já estava cheio, e ainda tinha que aguentar a musse que o Adilson havia preparado e o mini bolo também. Experimentei um pouco de cada. Enquanto isso, Jamison me passou o telefone dele, era o Maycon, que usou palavras fortes e sinceras que me deixou feliz.

Alguns foram embora sem se despedir de mim e isso me deixou um tanto quanto chateado, mas não queria ligar.

Larissa Osório 

Soube o que tinha acontecido nos "bastidores", mas não disse nada. Sempre vai ter que haver problemas. Isso é um bom sinal, pois cada um mostrou que tem uma personalidade diferente quanto a decidir o que tiveram que fazer pensando em mim. Desde já, obrigado por isso.

Todos de barriga cheia, decidimos ir ao Clube Nassau. Lá estava tendo pagode, mas o que eu queria mesmo era cair e ficar de molho na piscina, afinal, tinha que aproveitar esse meu único dia de uma forma que eu ficasse muito mais feliz. Mas ao chegar lá, NA-DA. Não podíamos entrar na piscina, haviam seguranças e não queríamos arriscar em passar vergonha. Nem estava muito divertido lá mesmo, nem fez falta a piscina - MENTIRA!!! Fiquei p*to demais.

Sentamos numa mesa embaixo de uma sombra e ficamos papeando. O sol não estava tão desagradável e o vento nem vinha quente, como nos últimos dias. Ficamos na coca-cola e nada de mais. Foi divertido, a conversa estava boa e embora não curtindo as músicas, curti o movimento.

Saímos de lá e voltamos para a casa da Monalyza buscar a Fabrícia que não tinha ido ao Clube e comi um pouco do que sobrou do almoço. Estava boa demais, mas não sei o que houve com a minha barriga que não estava aceitando mais nada novamente. Enquanto comíamos, Monalyza me contava sobre os "bastidores" e eu ri tanto quando ela imitou um acontecimento lá que acabei babando.

Voltei pra casa no final da tarde, estava satisfeito por ter amigos como eles, que completam a ausência de outros. Curti demais esse meu dia, foi melhor do que eu estava pretendendo fazer: ficar o dia todo dormindo.

Agora à noite, olha só:


Obrigado, Raphael Duarte, pela homenagem.

Obrigado, meus amigos!