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domingo, 11 de agosto de 2013

ANIVERSÁRIO 2.3

Quase uma semana depois do meu aniversário, resolvo aparecer aqui pra registra-lo. Esqueci de digitar aqui não pelo fato de ainda estar comemorando, mas por ter esquecido mesmo, pois o dia nem foi tão legal assim - acho mesmo que a velhice me deixa sem graça.

O  meu facebook estava meio parado e quando recebias as felicitações era somente com "parabéns!" e pronto. Houve frases bonitinhas e sinceras também, mas foi minoria. Mesmo assim, no comecinho do dia seguinte, ou seja, após 00h, comecei a responder todos individualmente.

Não vivi a manhã do meu dia, já que passei, como sempre, toda ela dormindo. Já que não tinha nada pra fazer e eu tinha dormido muito tarde, como frequentemente, perdi essa parte. Ao acordar, que dia era aquele? Dia normal. A mãe veio me dar os parabéns e algumas pessoas daqui do meu convívio. Nem parecia que era o meu dia.

À tarde, na aula, nada de surpresa - ainda bem que nem esperava por isso. Mas todos me abraçaram e isso me fez ficar feliz. Gostei também das palavras com um ótimo humor do Maycon que às vezes me faz rir. Foi muito engraçado! Ainda bem também que não teve o "com quem será?".

Querendo de alguma forma registrar aquele dia, tirei uma foto com todos:

ELETROS - curso de eletromecânica

E nessa mesma tarde, Gabi combinou com todos para ir à sorveteria comemorar esse meu dia, inclusive o professor Alex.

A gente foi em uma sorveteria que inaugurou há poucos dias aqui na cidade. Tudo lá era novo, mas não queria tomar sorvete caro que não me alimentasse o bastante. Esperamos todos chegarem para decidirmos se ficaríamos ali ou iríamos para outra que renderia mais e sairia mais barato. Desdobramos e saímos de lá sem que ninguém nos visse.

Ficamos conversando muito por lá...

Momento na sorveteria com Larissa Osório

Após o sorvete, uns foram embora, mas como sorvete não me deixou satisfeito, sugeri que fossemos a um lugar onde vende salgado. Imaginei que o salgado de lá seria do preço dos de Teresina, mas não. Junto de Larissa, Monalyza, professor Alex, Gabi e Luan, devorei quatro salgados com um refrigerante horrível.

Depois, nos despedimos e cada um foi pra sua casa. O dia passou e só depois lembrei que não havia derramado uma lágrima sequer como nos anos anteriores. É a idade! ¬¬' 

AHHH! Não poderia esquecer de registrar o que ganhei, né?! Meio que ganhei um camisa preta do boneco assassino Chucky; Um fone de ouvido, eu ganhei do Dalton e um mouse pad personalizado com as minhas fotos. Adorei de verdade os três.

Só!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

ANIVERSÁRIO 2.2

E mais uma vez estou aqui, graças à Deus, registrando mais um ano em minha vida.

No sábado tentei dormir cedo, mas de tão acostumado a dormir lá pras 3h, o sono não chegou. Então, fiquei lendo o Serial Killer - Made In Brasil - cujo até comecei a fazer uma seção aqui, publicando sobre, na medida em que for lendo. Eu estava lendo sobre o Vampiro de Niterói (em breve publico aqui sobre ele) e não vi a hora passar. Eu até que ia sendo interrompido pelas sms que iam chegando, mas li muito sobre ele, mais do que a metade do capítulo falando sobre ele. Não fiquei com medo, mas haviam coisas que me deixou impressionado...

Recebi várias sms, antes de 00h e até muito depois. Fiquei super feliz com algumas engraçadas e respondi com todo aquele meu humor. Senti falta de ligações, até quando o Thalys ligou: com voz grossa de que estava dormindo e colocou o celular pra despertar só pra me dar os parabéns. Agradeci, claro, e engatamos em um papo de mais ou menos vinte minutos. Foi bom ter conversado com ele.

Continuei respondendo as sms, lendo o livro... e não cansava com isso.

Mais ou menos 1h30, Dalton e Dalila me ligaram do número da Dalila. Ao ver o nome dela chamando, rejeitei a chamada e retornei, pois isso já é costume de quem é tim beta. Ao retornar, só ouvi o "já!" bem baixinho e começaram a cantarolar o "parabéns a você!". Eu ri e ao mesmo tempo comecei a chorar. A voz da Dalila alta me fazia rir, mas o que ela falava me fazia chorar. O Dalton falou em cima da voz dela e foi aí que eu chorei mesmo. Mas, até agora, foi a única vez em que chorei.

Depois disso, fiquei trocando sms com mais três amigos: um que desabafava um acontecimento que lehe deixou revoltado, um que me fazia rir e outro que me fazia ficar tenso - rs. Nisso, acho que fui dormir mais de 03h. Quando eu pegava no sono, chegava uma mensagem, então resolvi deixar o celular no silencioso para que eu não acordasse espantado.

Acordei umas 10h30 com uma sms, porque como eu já estava acordando, senti e ouvi a vibração do celular que estava ao meu lado. Era uma amigo dizendo pra eu ligar pra ele. Liguei. E conversamos muito, dei várias risadas com o que ele me desejou. Sendo assim, o papo durou e fiquei quase meia hora pendurado no telefone. Um pouco antes de desligar a mãe apareceu e deu meus parabéns, e ainda me beijou. Quando ela me beija, sei que é sinceridade, é a maior prova de amor dela, já que não anda fazendo isso frequentemente com a gente, filhos dela.

Minutos depois, após o banho, recebi a ligação da Flávia e fiquei feliz por ela ter ligado. Aproveitamos a oportunidade e conversamos um pouco, estava bem no final de algo sério que estava contando pra ela quando Larissa Osório e Zenith apareceram aqui em casa. Tive que desligar. Elas me deram um abraço duplo, pediram água e começamos a conversar ali mesmo na calçada de casa. O papo estava indo normal, mas eu sempre com aquele ar de desconfiança. Com um papo meio estranho, Larissa tira um venda de TNT laranja do bolso e diz que precisa me vendar. "Vendar?", falei achando a ideia esquisita. Não topei, fiquei com medo de algo acontecer ali mesmo, no meio da rua. Vi que a Larissa não gostou, mas estava tentando desfaçar e, mesmo assim, saímos de moto. Paramos no Banco do Brasil, ela entrou e ficamos esperando na rua ao lado.

De lá, fomos em direção a casa da Monalyza, e lá eu comecei a sorri, já sacando tudo. Um pouco antes, até  twittei umas besteiras para depois terem prova, caso duvidassem. A Larissa, então, disse: "Ah, Funnie, agora vou ter que te vendar!", e deixei. Eu fiquei escutando os cochichos do Adilson, da Fabrícia e um pouquinho da voz da Gabi - rs. Já estava ciente do que ia acontecer. Andei um pouco sendo guiado pela Larissa e... "Parabéns pra você...", começaram a cantar. Um pouco antes de tirar a venda, senti algo na minha cabeça, tinha deduzido que era um chapéu de aniversário, mas não imaginava que seria um personalizado, lindo, com o Doug. *-*

Ugly de chapéu Dougado

O mini bolo também me surpreendeu muito. Não pelo meu nome, mas pela velinha: mais uma vez do Doug. Até que não ficou tão parecido, mas adorei.


Juntei os três pra tirar uma foto:


Bacana, né?

Fiquei tão feliz com esses desenhos dele que fiquei com vontade de usar a camisa que chegou pelo correio no dia 24 de julho, dado pelo meu amigo de internet Murilo. Sem ele saber, fiquei dias admirando aquela camisa, como se fosse um troféu de orgulho por ter feito alguma coisa. Ah, vou usar amanhã (hoje) ela na aula à tarde.


Um pouco antes de se servirem o almoço, quis tirar uma foto com todos eles já jurando postar aqui. Lógico, isso não poderia faltar.


Fiquei muito feliz por ver eles lá. Na foto acima estão, da esquerda para a direita: Zenith, Larissa Osório, Charles, Luan de Abreu, Jamison (atrás), Gabriella, Durval (atrás), Larissa Emily, Monalyza e Fabrícia (sentada). O Adilson não quis sair na foto! ¬¬'

Depois disso, partiram para a comida. A comida era simples, mas estava muito gostosa. Não sei por que, mas não comi muito. No primeiro prato, já estava cheio, e ainda tinha que aguentar a musse que o Adilson havia preparado e o mini bolo também. Experimentei um pouco de cada. Enquanto isso, Jamison me passou o telefone dele, era o Maycon, que usou palavras fortes e sinceras que me deixou feliz.

Alguns foram embora sem se despedir de mim e isso me deixou um tanto quanto chateado, mas não queria ligar.

Larissa Osório 

Soube o que tinha acontecido nos "bastidores", mas não disse nada. Sempre vai ter que haver problemas. Isso é um bom sinal, pois cada um mostrou que tem uma personalidade diferente quanto a decidir o que tiveram que fazer pensando em mim. Desde já, obrigado por isso.

Todos de barriga cheia, decidimos ir ao Clube Nassau. Lá estava tendo pagode, mas o que eu queria mesmo era cair e ficar de molho na piscina, afinal, tinha que aproveitar esse meu único dia de uma forma que eu ficasse muito mais feliz. Mas ao chegar lá, NA-DA. Não podíamos entrar na piscina, haviam seguranças e não queríamos arriscar em passar vergonha. Nem estava muito divertido lá mesmo, nem fez falta a piscina - MENTIRA!!! Fiquei p*to demais.

Sentamos numa mesa embaixo de uma sombra e ficamos papeando. O sol não estava tão desagradável e o vento nem vinha quente, como nos últimos dias. Ficamos na coca-cola e nada de mais. Foi divertido, a conversa estava boa e embora não curtindo as músicas, curti o movimento.

Saímos de lá e voltamos para a casa da Monalyza buscar a Fabrícia que não tinha ido ao Clube e comi um pouco do que sobrou do almoço. Estava boa demais, mas não sei o que houve com a minha barriga que não estava aceitando mais nada novamente. Enquanto comíamos, Monalyza me contava sobre os "bastidores" e eu ri tanto quando ela imitou um acontecimento lá que acabei babando.

Voltei pra casa no final da tarde, estava satisfeito por ter amigos como eles, que completam a ausência de outros. Curti demais esse meu dia, foi melhor do que eu estava pretendendo fazer: ficar o dia todo dormindo.

Agora à noite, olha só:


Obrigado, Raphael Duarte, pela homenagem.

Obrigado, meus amigos! 

domingo, 15 de julho de 2012

LIGAÇÃO COM CATEQUISTA

Desliguei a chamada em meu celular e vim direto pra cá desabafar.

Minha catequista acabou de ligar perguntando como eu estava e o porquê da minha desistência do catecismo. Não que ela tenha lido o post anterior, mas soube pela Marliana, que havia me ligado ontem, enquanto não começava o encontro lá, que é às 16h, que provavelmente deu meu número pra ela. A Marliana perguntou se já poderia dizer à catequista sobre a minha desistência, já que eu tinha saído sem dar nenhuma satisfação. E eu respondi que claro.

Então, por isso, a ligação de agora há pouco. Ela me fez várias perguntas, me aconselhou e eu desabafei sobre algo que ela havia me dito no último encontro que eu tinha ido. Sei que não foi intenção dela, dias depois até entendi que ela só queria me usar como exemplo, mas no dia não consegui engolir o fato de ela me pedir desculpas e dizer que "não sou cristão". Durante a conversa, não perdi a oportunidade de falar sobre isso e ela sentiu muito por esse comentário que me deixou com o "coração triste", como ela mesma disse.

Contei os problemas que estava tendo com a minha vivência e a minha dependência. Contei um pouco de tudo pra ela, que achou a minha situação semelhante a uma que já tinha vivido. Mas, na minha concepção, ela não conseguiu entender, pois só na minha pele mesmo pra saber.

A conversa demorou um pouco mais de meia hora e acabei chorando com algumas coisas que ela me falou. Continuei com a minha decisão, mesmo depois dessa conversa. Eu não vou fazer catecismo, pelo menos por enquanto. Um dia, quem sabe, eu posso conseguir ser totalmente independente, mesmo continuando sendo doloroso.