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quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

CORRE CORRE

Como sempre, venho aqui quando não tenho mais aonde recorrer. Eu poderia muito bem ir no @agostodenoventa, mas acho que tem mais olhos voltados pra lá do que pra cá.

Acabei de chegar do trabalho e resolvi largar um pouco o celular e ligar o computador. Tô me sentindo tão pressionado que nem sei por onde começar!

Então, no sábado fui pego de surpresa às 8h. Como sou acostumado a acordar nesse horário durante a semana, mesmo sabendo que no sábado poderia ficar dormindo até mais tarde, acordei e vi no grupo da faculdade a professora, ou melhor, orientadora, informando que teríamos aula (remota, claro!) de TCC II às 15h. Oi? Se já não bastasse a pressão da vida todos os dias pelo simples fato de querer viver, me vem essa. Eu já sabia que esse dia chegaria e uma pessoa principal da instituição me falou por telefone que esta aula seria dia 20. Repito: dia 20!

A minha ansiedade foi a mil na hora, mas me confortei ao me questionar: "Como vamos para a disciplina TCC II sendo que mal tivemos o projeto?" Deixei pra quando começasse a aula e tocassem no assunto. E assim foi! A orientadora questionou alguns alunos sobre como estava o nosso projeto e... "Que projeto? Nunca tivemos retorno, professora!", me questionei em pensamento quando alguém interrogou usando de outras palavras. E continuou... "Como posso dar o TCC II se vocês não têm o projeto?", perguntou a professora. Aí tive que quebrar toda barreira que tenho com câmera e áudio e me mostrei, literalmente, explicando todo o fato desde 2018. Sim, desde 2-0-1-8. Como é que pode, mermão?

Na linha de que somos futuros administradores e que não demos problemas, mas soluções a ele, a orientadora falou que iria corrigir e dar nota dando um prazo até fevereiro para esta entrega. Ela deu uma data, mas deixou bem claro que até esta data já é pra todos terem entregues a ela. O período até lá é somente para envio e feedback.

Rápido, busquei o que eu tinha na nuvem - tudo agora guardo lá, porque sei das tretas que causam - e enviei por e-mail pra ela ainda enquanto estávamos em aula. Horas depois ela me respondeu o e-mail em apenas uma linha, com uma resposta vaga, tipo "te vira", sabe? E foi assim que fiz, tentei me virar.

Essa semana ela deu um novo prazo de envio do projeto por e-mail: "Quero que me entreguem até sábado (12/12) até às 23h59. Quem não entregar, não recebo mais!" Ou seja, ela resolveu dar o prazo de uma semana para concluir. É, f***, papai!

Desde esse dia tenho batido cabeça pra começar. No mesmo dia, pedi uma sugestão a ela e fui prontamente atendido. Ela me deu umas dicas via áudio, mas ainda assim começar se torna um martírio. Toda hora eu fazia algo que achava sem sentido, queria trocar de tema, queria fazer de uma forma tão formal que nem eu mesmo entendia depois... O Filipe até que me ajudou, mas acabei ficando com a cabeça mais bagunçada ainda.

Ontem, passando por cima do meu orgulho, perguntei pra orientadora se ela tinha algum trabalho pronto que pudesse me enviar para eu me baseasse. Como ela é ótima em resposta, me enviou em seguida por e-mail. Pelo projeto de uma aluna que ela orientou, consegui fazer o máximo do projeto, embora encontrando alguns erros. Tô empacado nos referenciais teóricos porque simplesmente tenho muuuuuita dificuldade com citações. Na verdade, detesto!!!

Nesse aperreio, ansioso, todos os dias não consigo dormir bem. Essa semana, junto a essa pressão, meu emocional focou tanto em alguém que passei a madrugada chorando feito um abestado, porque nunca sei superar as coisas enquanto não ponho um ponto final.

Eu precisava vir aqui desabafar um pouco pra poder sair de dentro de mim essa sensação, e também porque sei que não serei julgado como seria caso contasse pessoalmente o que está acontecendo pra alguém. As pessoas sempre acham que sou inteligente o suficiente e que isso é só drama de novela pra chamar atenção.

Espero concluir logo e me livrar da faculdade. Quero me formar o quanto antes, não aguento mais! 🤯

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

O DIA EM QUE VOEI DE PARAPENTE #5

(...)

Antes de colocarem todos os equipamentos, tive que preencher uma carta antes de morrer ficha de inscrição colocando todos meus dados pessoais e, ao final, assinar, concordando com o termo de responsabilidade.


Assinado. Já era! 😅

Foi quando a equipe começou a colocar um monte de coisa em mim. Eu não sabia e nem olhava eles colocando, apenas obedecia quando pedia pra eu levantar as pernas, confirmar se estava muito apertado...


Mesmo com tudo aquilo grudado e bem colocado em meu corpo, ainda dava tempo de desistir, pois tive tempo pra isso. Eles verificavam a biruta, a questão das nuvens e, claro, o vento por si só. Foi algo bem planejado. Enquanto não estivesse do jeito que eles achavam que seria melhor, eu não sairia dali.

Por ultimo, me colocaram o capacete e me deram a câmera.


Conversei um pouco com o instrutor, perguntei a ele se ele iria fazer manobras no ar e ele disse que só se eu quisesse. "Tu quer?", perguntou. Respondi que decidiria isso quando estivéssemos em pleno voo.


Fiquei no meio da rampa com tudo colocado em mim, inclusive a parte principal, aguardando o instrutor "alinhar" as finas cordas.





Por algumas vezes o vento foi falho, porém o instrutor persistia.
Nada ali teria que dar errado. Eu ficava tenso a cada segundo e fiquei muito mais quando ele ligou a câmera. Tive a certeza que iríamos sair:


Como podem ver, o voo foi super tranquilo e o meu medo acabou, embora não parecendo, no momento em tirei os pés do chão. O instrutor deveria ter me dado uns toques antes de sairmos do chão, motivo pelo qual fiquei meio desengonçado no começo do vídeo. Nos primeiros segundos que saímos do chão que ele pediu pra eu manter os braços atrás e arrumar o meu "assento".

Por algumas vezes, durante o voo, ele me perguntou se eu estava enjoado, se eu estava bem e tudo foi legal.

A sensação é de liberdade e, mesmo parecendo clichê, gratidão. É como se você voasse de avião, mas sem estar dentro da aeronave. É algo que certamente você lembrará de Deus e agradecerá por estar vivo e ter passado por essa experiência maravilhosa. Fora que é super legal ver tudo de cima: a estrada, as cidades vizinhas, os carros passando e a própria sombra do seu voo. É algo que certamente levarei para sempre. 😎

Se eu indico? Com certeza! Como disse, o medo passa depois que você está lá em cima, isso eu garanto. A felicidade é tamanha.

CONTINUA...

domingo, 18 de maio de 2014

UNDER THE DOME

Quando estive em Teresina pela última vez passei um pouco de raiva com o meu notebook novo. Não sei o que estava acontecendo, mas não instalava os programas e ficava dando erro em algumas coisas. A minha paciência quanto a isso é mínima... Entrei em contato com o Richard por skype, pra ver se ele me dava uma luz, mas, mesmo com os passos que ele havia me dado, não estava conseguindo... Deixei pra lá então, e fiquei de, quando voltasse pra CN, levar o PC pra ele consertar.

Ele levou alguns dias, mas eu nem senti falta e nem fiquei ansioso, já que não estava com internet em casa mesmo. Um computador hoje em dia sem internet não é nada.

E um desses dias, fui no "cafofo" dele deixar o computador e nisso aguardei ele me dizer algo. Enquanto isso, conversávamos, até que tocamos no assunto de séries. Comentei pra ele sobre o final da 4ª Temporada de TWD (The Walking Dead) e sobre TF (The Following), sempre lembrando também de AHS (American Horror Story)... Enquanto o anti-vírus dele escanava o meu HD Externo - que para o meu azar tinha entrado vírus -, ele me falou de uma série que eu já havia até visto pela internet por alto. Abrindo o youtube, ele me mostrou o trailer dela enquanto me explicava do que se tratava. Isso abriu uma certa curiosidade...


Ele, então, ao me entregar o PC, deixou a primeira temporada completa já inclusa. E comecei a ver essa série da "redoma de vidro". O primeiro episódio sempre é uma tragédia. De todas as séries, a meu ver, o primeiro episódio é sempre o que tenho que engolir sem querer, afinal, sempre mostra um pouco da vida de cada personagem. Nesse caso, UTD me surpreendeu demais. O primeiro episódio já me deixou tenso e por aí foi... Não consegui mais parar de ver. Nisso terminei em menos de uma semana toda a temporada, enquanto também via os três últimos episódios da 2ª de TF que estava em atrasado.

Como disse, a série é tensa demais e confunde a gente. Às vezes acho ela meio infantil, por causa dos efeitos, ainda mais pelo fato de ter coisas de brilho, algo que parece mais filmes da Disney. Mas isso acaba sendo apagado e encaixado devido o recorrer da história. O final dessa temporada foi tensa e, claro, já imagino o que vai acontecer na próxima.

Que chegue logo o próximo mês!

domingo, 22 de setembro de 2013

TCC (Tô Com Cristo)

Depois das férias que tive, já sabia e tinha avisado à todos que o tempo passaria muito mais rápido. E está passando. O último módulo que tivemos foi sobre como se fazer um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). Foram 4 dias - mais do que corridos - de aula.

Na semana seguinte ao término da aula, comecei a cuidar em fazer o meu, pelo menos o básico do básico. Não queria deixar tudo pra cima da hora. Fiz todas as primeiras folhas e hoje tô continuando a introdução, que já havia pesquisado e começado semana passada. O pior é que quanto mais escrevo, parece que demora mais para pular para a próxima folha. Tô aqui no meio dessa formatação, focado aos detalhes e, claro, off no facebook. Melhor assim, falar somente com os amigos de sala, ou para pedir ajuda a alguém. Pelo menos essa rede social me ajuda com isso. Além disso, skype está com status ocupado, se alguém falar comigo, não sou obrigado a responder, já que a pessoa tem consciência que não estou ali a disposição.

No mais, apareci aqui para justificar o meu sumiço e dizer que jamais deixarei aqui de lado. Espero que depois de novembro, a devolução do TCC corrigido seja de poucos erros.

Me desejam boa sorte! /\'

#TôComCristo