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terça-feira, 23 de outubro de 2012

INTERVALO - 6



Este é um clássico. Só quem confia muito nas próprias qualidades pode escancarar o que os concorrentes têm de melhor. 

terça-feira, 27 de setembro de 2011

OS 3 MELHORES # 11 - RALLY




Para quem gosta rali, um prato cheio para discussões; diferentemente do que ocorre com os carros de pista, inclusive em provas presumivelmente de turismo, como a Nascar, os modelos criados para correr na lama e na neve parecem aos aficcionados, muito mais próximos da realidade das suas garagens. Por isso mesmo, não coube aqui nenhum representante da filosofia do extinto Grupo B, cujos maiores vencedores tinham motor central e só lembravam os modelos que lhe deram origem na aparência externa. Ao contrário desses pequenos monstros, os eleitos de hoje têm tanto carisma que suas marcas se tornaram sinônimo permanente de de sucesso no WRC. Com vocês, o Lancia Stratos dos anos 70, Audi quattro dos 80's e Subaru Impreza da virada do século.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

OS 3 MELHORES # 10 - PERUAS




Quase sempre derivadas de sedãs familiares, as peruas costumam ser desprezadas na posteridade em favor de versões de carroceria vistas como mais atraentes pela maioria dos entusiastas. Mas, claro, há exceções e creio que não haverá muita polêmica em relação ao trio apresentado aqui. A primeira é a Chevrolet Nomad de 1955, que, diferentemente das demais Station-Wagons americanas, derivava de um coupé hardtop e teve o desenho insiprado em um dream-car cuja proposta era a de uma versão perua para a primeira geração do Corvette. Com ampla área envidraçada e acabamento de categoria superior visto no Bel Air, a Nomad é hoje tida como uma das mais desejaveis versões de carroceria dos chamados Tri-Chevy ou The hot ones (1955-57). De 1958 em diante, o nome passou a designar qualquer perua grande da linha Chevrolet. Se os americanos não levaram adiante o projeto de uma perua derivada de um GT como o Corvette, preferindo aplicar o conceito ao seu full-size, os suecos levaram a idéia a cabo com a Volvo 1800 ES de 1972-74. Derivada do belo coupé P1800, ela teve design tão marcante que sua traseira serviu de inspiração para o atual C30 da marca; vale dizer que seu desenho é genuinamente sueco, tendo vencido um projeto proposto pela Frua italiana. E, finalmente, a apaixonante Audi RS2, nascida a partir de uma colaboração com a Porsche e produzida sobre a plataforma da Avant A80, apenas em 1994-95. Seu exclusivo cinco-cilindros 20V turbocomprimido com 310 cv, associado à tração quattro, câmbio de seis marchas e freios Brembo, lhe davam o mesmo desempenho dos cupês esportivos da época e ela já tem status - e preço - de clássico, atualmente. Se for no azul Bugatti, como a da foto, então, deve valer ainda mais! Menção honrosa aqui ao Brasinca Gavião, a shooting-brake derivada do Uirapuru que desapareceu do mapa...

terça-feira, 23 de agosto de 2011

BLUE CLOUD 2011 - ENCONTRO DE GERAÇÕES


Uma bela Vemaguet 1965, em estado tão impecável quando o da Belcar do post anteior, aguarda a descida da bagagem na porta do Palace Hotel para pegar a estrada de volta. Logo atrás, a sua releitura de 1996 lhe faz companhia...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

HÁ VAGAS # 11 - O CLÁSSICO DO DIA-A-DIA

O último post sobre os importados dos anos 90 que podem ser comprados hoje a preço de banana fez aparecerem algumas sugestões interessantes sobre qual seria o modelo mais atrente nessa faixa. Candidatos como Subaru SVX e Citroën XM chamaram a atenção, mas minha escolha reciairia em um sedã apto a ser usado no cotidiano com manutenção viável para médias anuais de 15 a 20 mil km. Mercedes 190E, BMW 325, Alfa 155, Audi 80 e Volvo S40 aparecem como candidatos naturais, sendo o sueco descartado logo de cara pelo desempenho sofrível do seu quatro cilindros 2.0 e pela plataforma mais genérica, a mesma do Mitsubishi Carisma; a Alfa e o BMW têm estilo excessivamente datado, enquanto o Mercedes parece uma escolha óbvia demais. Restou o belíssimo Audi 80 com seu pequeno V6 de 2.6 litros e 150 cv líquidos, verdadeiro sonho de consumo da classe média alta em 1994, quando Ayrton Senna assumiu a representação da marca no Brasil e passou a promover o sedã. Comparar sua performance com a dos rivais alemães e italiano seria exercício inútil, já que todos se mostram perfeitos para as exigências de motoristas sem dotes de piloto, como este que vos escreve (o único desses que nunca dirigi foi a Alfa 155), apesar de que a tração dianteira marca pontos contra o sedã de Ingolstadt frente os rivais de Munique e Stuttgart. Entretanto, seu estilo esportivo e ainda atual (reparem como o habitáculo estreito remete ao Fiat Linea), que carrega algo do carisma dos imbatíveis Audi quattro do WRC, aliado ao acabamento tão impecável quanto o do 190E, são suficientes para balizar meu voto, junto com um dos comerciais mais bem-bolados da história. Nada mal para uma linhagem surgida no final dos anos 60 como um Passat mais refinado e que ganhou plataforma independente de 1991 a 1995 até ceder lugar ao A4, que voltou a ser pouco mais do que um Passat com 4 argolas na grade (ou um Skoda, ou um Seat, como quiserem...). Ficaria bem junto com as outras peças da coleção. Agora, se eu teria sangue-frio para usá-lo no cotidiano, sujeito a portadas, amassadinhos e arranhões, é outra história...

domingo, 14 de setembro de 2008

IMBATÍVEL

De tempos em tem-pos, desde os primór-dios da história do automobi-lismo, surge um carro que estabelece novos padrões para a disputa, tornando-se a referência a ser superada nas temporadas seguintes. Exemplos como a Bugatti Tipo 35 dos anos 20, o Auto Union Tipo C de 1936 ou o Ford GT 40 do final dos anos 60 sempre vêm à cabeça, mas nenhum deles estabeleceu um abismo tecnológico tão grande em relação a tudo o que fora usado até então como o Audi quattro (com "q" minúsculo, mesmo) dos anos 80, com um fantástico sistema 4x4 que era considerado inviável, até então, em veículos de alto desempenho. Vencedora do WRC de 1982, a Audi retornaria ao primeiro lugar do pódio em 1984 com o quattro Sport da foto acima, de entreeixos mais curto e maior potência, vencendo diversas provas até a retirada da marca do mundial em 1986, após um desastroso acidente no Rali de Portugal (semelhante ao que fez a Mercedes após o acidente de Le Mans em 1955) que colocou fim ao Grupo B da competição. Apenas 220 unidades do Sport foram produzidas, tornando-o o maior clássico dos anos 80. Posteriormente, o quattro foi para as pistas norte-americanas, dominando de tal forma a Trans-Am que os organizadores proibiram a sua inscrição em 1989, como conta o Flávio Gomes. A compatibilização dos 304 cv líquidos do motor cinco cilindros de 2.1 litros e turbocompressor com a tração total veio da observação dos engenheiros da Audi sobre o ótimo comportamento dinâmico aliado à genial simplicidade do sistema usado no utilitário DKW Munga dos anos 50, idêntico ao Candango brasileiro. O que os livros sobre a Audi não contam é que o grande Jorge Lettry notou tal fato 20 anos antes, como relatou o jornalista Bob Sharp na Quatro Rodas de julho/2008, por ocasião da morte do pioneiro da Vemag.