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quinta-feira, 15 de maio de 2025

O testemunho do ator Anthony Hopkins, ex-ateu e ex-alcoólatra

 


O premiado ator Anthony Hopkins, aos 86 anos, é um dos artistas mais populares da sétima arte. Por anos, ele também foi um ateu muito famoso. Mas tudo isso mudou quando uma mulher em uma reunião de AA (Alcoólicos Anônimos) desafiou sua descrença com uma pergunta simples. Esse foi o início do testemunho inspirador de Hopkins!

O vício do astro de Hollywood começou “inocentemente”. Ele adotou uma mentalidade mundana e bebeu porque “é isso que você faz no teatro, você bebe”.
Mas, como é o caso com muita frequência, o passatempo social logo tomou o controle de sua vida. Em 1975, a bebida de Anthony estava fora de controle.
“Eu estava empenhado em me destruir”, lembrou o premiado ator. “Era como se eu fosse possuído por um demônio, um vício, e eu não conseguia parar. E há milhões de pessoas por aí assim.”

Então, ele se voltou para os Alcoólicos Anônimos (AA). Até então, Hopkins tinha sido ateu. Mas durante uma reunião de AA, uma mulher lhe fez uma pergunta simples.
“Por que você simplesmente não confia em Deus?”
Não é algo que Anthony já tentou. Mas por mais desesperado que estivesse, ele pensou: “Bem, por que não?” Decidir acreditar e confiar em Deus foi o momento em que tudo mudou para o ator que estava desesperado.

“Eu não conseguia parar de [beber], mas eu só pedi um pouco de ajuda a Deus e, de repente, pow. Era como um bingo”, lembrou o ator.
Milagrosamente, Anthony diz que o desejo de beber foi tirado dele, “para nunca mais voltar”. E ele acredita em Deus desde então, trabalhando dia após dia, ano após ano, para aumentar em sua fé no Senhor.

Quando perguntado em uma entrevista da CNN com Piers Morgan se ele acreditava em Deus, o ex-ateu Anthony Hopkins respondeu de todo o coração: “Sim, eu acredito em Deus. Eu creio.”

Depois de compartilhar como ele foi salvo das profundezas do alcoolismo, Anthony Hopkins explicou o poder que nossas palavras e nossas crenças têm sobre nossas vidas. Ele também falou sobre como Deus pode usar qualquer coisa, até mesmo nossas maiores bagunças, para o bem. Atualmente o ator vive uma vida com Cristo em seu coração, e agora ele só sente pena dos ateus, comparando uma vida de descrença a “viver em uma cela fechada sem janelas”.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Ele passou 48 Horas no Inferno


—John W. Reynolds
a
Um dos casos mais interessantes de uma pessoa aparentemente morta que tornou a viver, que eu conheço, é o de George Lennox, um ladrão de cavalos de notoriedade no condado de Jefferson (EUA). Isto aconteceu enquanto ele estava cum­prindo pena pela segunda vez na prisão. Na primeira, fora condenado pelo judiciário do condado de Sedgwick pelo mesmo crime: furto de cavalos.
Sendo que sua sentença condenatória estipu­lava trabalhos forçados, no inverno de 1887 foi trabalhar nas minas de carvão. Foi obrigado a trabalhar num lugar que lhe parecia bastante perigoso, chegando, inclusive, a comunicar este fato ao guarda responsável. Este, após uma investigação, disse que não havia perigo, e mandou que continuasse trabalhando no mesmo lugar. O detento obedeceu, mas antes de completar uma hora de serviço, o teto desabou, deixando-o totalmente soterrado. Permaneceu assim durante duas horas.
Na hora do almoço foi que deram conta de sua ausência, sendo iniciada, logo em seguida, uma busca. Descobriram-no debaixo de um monte de escom­bros. Tudo indicava que estava morto. Levado para fora da mina, o médico daquela instituição o examinou, também dando-o por morto. Seu corpo foi retirado para o hospital onde o banharam e vestiram-no para o enterro. Foi confeccionada uma urna na própria prisão e levada para o hospital. O capelão chegou para cumprir suas obrigações fúnebres. Um enfermeiro pediu a dois dos detentos que tirassem o cadáver da maca e o colocassem na urna, que estava no outro lado da sala. Cumpriram a ordem, um deles pegando nos seus pés e o outro nos ombros. Haviam andado mais ou menos a metade da distância quando aquele que lhe segurava pelos ombros tropeçou num cuspidor. Desequili­brou-se, deixando o cadáver cair ao chão e, para a grande surpresa de todos, ouviu-se um profundo gemido. Logo em seguida seus olhos abriram-se e os demais sinais de vida foram aparecendo. Chamaram imedia­tamente o médico, e quando este chegou, no espaço de uns trinta minutos, o “defunto” estava tomando a água que acabara de pedir.
A urna foi guardada e utilizada posteriormente para enterrar outro detento. George trocou de roupa, colo­can­do novamente o uniforme de praxe daquela instituição. O exame médico acusou duas fraturas numa de suas pernas e escoriações generalizadas. Permaneceu hospitalizado durante seis meses, para em seguida voltar ao serviço.
Através de outro mineiro fiquei sabendo da experiência inusitada que o George tivera enquanto “morto”. Estimulado pela minha curiosidade, desejei muito conhecê-lo e ouvir de sua boca o ocorrido. Esta oportunidade não se deu durante uns poucos meses, mas finalmente deu certo. Fui transferido das minas para o escritório da prisão onde lavrei uns relatórios de fim de ano. A ressuscitação deste ho­mem estava sendo discutida entre nós, quando, por acaso, alguém passou à porta de nossa sala. Disseram-me que era ele. Logo mandei-lhe um bilhete, pedindo que viesse ao meu local de trabalho. Foi isso que ele fez e nós nos conhecemos. Foi de sua boca que ouvi esta história maravilhosa. Ele é um jovem que não passa dos trinta anos de idade. Apesar de muito inteligente e bem estudado, tornou-se um criminoso aparentemente incorrigível.
A parte que mais gostei da sua história foi o que ocorrera durante sua “morte”. Sendo taquí­gra­fo, registrei fielmente as suas palavras:

Naquela manhã toda tive um pressentimento que algo terrível iria acontecer. Isto me incomodou a ponto de eu procurar o meu supervisor de minas, Mr. Grason. Disse-lhe o que estava sentindo e pedi que vistoriasse o meu local de trabalho onde estava escavando carvão. Ele veio e a meu ver fez uma vistoria bem feita. Mandou que eu voltasse a traba­lhar e disse que tudo indicava que eu estava perturbado. Voltei a trabalhar e depois de aproximadamente uma hora, de repente tudo ficou muito escuro. No mesmo instante, parecia que uma grande porta de ferro estava se abrindo, pela qual eu entrei. Logo me veio o pensamento de que eu estava morto e que me encontrava no mundo do além. Não pude ver ninguém. Por algum motivo, que eu próprio desco­nheço, comecei a me afastar da porta. Depois de andar bastante, cheguei às margens de um rio bem largo. Não estava escuro e tampouco era de dia. Havia uma luminosidade seme­lhante à que se vê numa noite estrelada. Estive nas margens do rio pouco tempo quando ouvi o rumor de remos cor­tan­do a água. Então foi chegando até onde eu estava, uma embar­cação, cujo ocupante estava remando.
Perdi a fala. Depois de me olhar durante uns in­­stantes, ele me disse que tinha vindo me buscar. Pediu que entrasse na embarcação e remasse até a outra margem do rio. Obedeci. Não trocamos pala­vra alguma. Queria tanto perguntar quem ele era e onde estávamos. Parecia que a minha língua estava grudada ao céu da boca. Não conseguia falar. Ao che­gar­mos à outra margem, desembar­quei e o ho­mem que me conduziu, simplesmente desapareceu.
De novo a sós, não sabia o que fazer. Olhando mais adiante, vi dois caminhos que passavam por um vale escuro. Um deles era largo e tinha o aspecto de ser bastante utilizado. O outro era estreito e saía para outro rumo. Instintivamente escolhi o caminho mais utilizado. Tinha andado pouco quando percebi que estava ficando cada vez mais escuro. De quando em quando, bem adiante, via-se uma espécie de relâm­pa­go, através do qual eu conseguia enxergar o caminho.
Andei mais uma certa distância quando me deparei com um ser que sou totalmente incapaz de descrever. O máximo que posso fazer é apenas dar uma idéia bem vaga quanto ao seu aspecto ater­ro­ri­zan­te. Parecia ligeiramente com um homem, embora muito maior. Devia ter no mínimo três metros de altu­ra. Nas suas costas havia grandes asas. Era preto co­mo o carvão que eu retirava da mina e estava total­mente nu. Na sua mão havia uma imensa lança de pelo menos cinco metros de comprimento. Seus olhos brilhavam como bolas de fogo. Seus den­tes, bran­cos como pérolas, pareciam medir quase três centímetros. Seu nariz, se bem que nem parecia nariz, era enorme, largo e achatado. Seu cabelo era grosso, pesado, e comprido. Descia sobre os om­bros maciços. Sua voz parecia mais com o rugir de um leão enjaulado do que com qualquer outra coisa.
Foi durante um destes relâmpagos que o vi pela primeira vez. Comecei a tremer como uma folha de palmeira no vento. A mão que segurava a lança estava erguida como se estivesse na iminência de me traspassar. Parei. Com voz muito mais horripilante do que se pode imaginar, mandou que o seguisse. Disse que tinha ordens para ser meu guia durante esta viagem. Segui no seu encalço. Que mais eu po­dia fazer? Depois de andarmos uma certa distân­cia, vi à minha frente uma grande montanha, cuja face parecia ser vertical. Na verdade parecia ter sido cortada no meio e uma metade retirada. Nesta face vertical vi distintamente as palavras:  ESTE É O INFERNO
Meu guia se aproximou da montanha e com sua lança bateu com força três vezes. Abriu-se uma porta enorme e nós entramos. Fui conduzido por uma espécie de corredor dentro da montanha.
Durante algum tempo caminhamos em trevas absolutas. Me orientei pelos passos ruidosos e pesados de meu guia. O tempo todo eu ouvia gemi­dos angustiantes, como de um moribundo. À medida que andávamos, estes gemidos aumentavam em inten­sidade, e agora ouvia-se claramente alguém clamar: ­“Água! Água! Água!” Passei por outra porta, e pude ouvir o que parecia ser o clamor de um milhão de vozes gritando: “Água! Água!…” Chegamos a outra porta. Meu guia bateu e esta abriu-se. Vi agora que havíamos transposto a mon­tanha e na minha frente havia uma planície extensa.
Foi então que meu guia me deixou e voltou para mostrar o caminho para outros espíritos perdidos. Fiquei parado nesta planície durante algum tempo quando um ser, semelhante ao primeiro, se apro­xi­mou de mim. Este, ao invés de carregar uma lança, carregava uma espada enorme. Sua missão era de me comunicar qual seria o meu destino eterno. Sua voz encheu a minha alma de terror. Disse: “Tu estás no inferno! Para ti não há mais esperança! Ao passar pela montanha, ouviste os gemidos e gritos dos perdidos que estavam pedindo água para aliviar a sequidão de suas línguas. Naquele corredor há uma porta que dá para o lago de fogo. Este, agora mesmo, será o teu destino. Antes de seres conduzido a este lugar de tormento, de onde nunca mais sairás, pois não há mais esperança para aqueles que entra­m aqui, tu poderás permanecer nesta planície, onde todos os perdidos têm o privilégio de contemplar os prazeres que gozariam se não estivessem aqui!”
Agora eu estava sozinho. Não sei se foi em conse­qüência do grande medo que passei, mas tornei-me insensível às coisas. Meu corpo ficou inerte. Fiquei sem força alguma e minhas pernas não agüentavam mais o peso do meu corpo. Assim domi­na­do, fui caindo ao chão. Uma sonolência apoderou-se de mim. Meio acordado, meio adormecido, parecia sonhar. Olhando para cima, bem distante de mim, vi a Linda Cidade, sobre a qual lemos na Bíblia. Como eram formosas suas muralhas de jaspe! Olhando além disso, vi vastas planícies cobertas de lindas flores. Vi também o Rio da Vida e o Mar de Cristal. Miríades de anjos entravam e saíam pelas portas desta cidade, cantando, e oh, como tudo era maravilhoso! Entre estes anjos vi a minha querida mãe que há poucos anos havia falecido, seu coração esmagado pela minha maldade. Olhou para mim e parecia estar me chamando. Mas não tinha condições de me levantar. Sentia-me como se tivesse um grande peso me imobilizando. Uma brisa trouxe para mim a fragrâ­ncia daquelas lindas flores, e agora ouvia-se com mais nitidez a doce melo­­dia das vozes angélicas. Eu disse comigo mesmo: “Oh! Como que­ria fazer parte daquela multidão!”
Enquanto me deliciava com este cálice de gozo tão perfeito, de repente ele foi-me arrebatado dos lábios. Acordei do meu sono. Um dos habitantes deste lugar de trevas me trouxe de volta daquele lindo lugar e me informou que havia chegado a hora de eu ir para o lugar de meu destino eterno. Ordenou-me que o seguisse. Voltando pelo mesmo caminho, en­tra­mos novamente no mesmo corredor. Fui se­guin­do meu guia durante algum tempo até chegar a uma porta lateral. Passamos por esta, e logo em segui­da por outra. Então vi, à minha frente, um lago de fogo!
Olhei, e até onde meu olho enxergava, vi um lago literal de fogo e enxofre. Grandes vagalhões de fogo se amontoavam um por cima do outro e grandes ondas de chamas se chocavam impetuosamente, elevando-se a grandes alturas, como as ondas do mar num imenso furacão. Na crista das ondas viam-se seres humanos lançados para cima, para logo em seguida, se afundarem até as profundezas deste lago medonho de fogo. Ao serem levadas para a crista dos vagalhões, estas almas amaldiçoavam o Deus justo, na mesma hora em que clamavam em grande angústia, pedindo água. Esta imensidão de fogo repercutia os gemidos destas almas perdidas.
Depois de algum tempo olhei para trás e, por cima da porta por onde entrara, vi as palavras: Este é o teu destino! A eternidade não tem fim! Daí a pouco, senti que o chão debaixo de meus pés estava começando a ceder e me vi afundando no lago de fogo. Sobreveio-me uma sede que as palavras não são capazes de descrever. Pedi água e neste instante meus olhos se abriram no hospital da prisão.
Nunca contei esta experiência aos oficiais da prisão, acreditando que me julgassem louco e me fechassem numa cela especial para os detentos que sofrem das faculdades mentais. Mas vi tudo isso e tenho a certeza absoluta de que o céu e o inferno existem, e que este inferno é fogo literal assim como lemos na Bíblia. E tenho certeza de outra coisa: nunca irei para aquele lugar.
Assim que abri meus olhos no hospital e vi que estava vivo, imediatamente entreguei meu coração a Deus. Vou viver e morrer como cristão. É verdade que nunca me esquecerei das cenas terríveis do inferno, mas tampouco sairão da minha memória as lindas coisas que vi no céu. Em breve pretendo me encontrar com minha querida mãe. Irei me sentar nas margens daquele belo rio e passear com os anjos nas planícies que vi. Vou andar pelos vales e pelos montes carpetados de flores fragrantes, cuja beleza excede qualquer coisa que o ser mortal é capaz de imaginar, e ouvirei as canções dos salvos. Isto me recompensará muitas vezes pela minha vida aqui sobre a terra, mesmo tendo que me negar dos muitos prazeres mundanos que faziam parte do meu viver antes de vir para esta prisão. Não quero ter mais intimidade com meus comparsas do mundo vil do crime. Assim que sair deste lugar, quero ficar na companhia de pessoas boas.

Repasso para o leitor esta experiência de George assim como a ouvi. É uma das experiências mais lindas que jamais li. Que Deus abençoe esta mensagem de George, para que através dela muitas almas perdidas ainda despertem da morte espiritual! Oh! Como as pessoas conseguem duvidar da exis­tência de um inferno literal! Diga-me como é possí­vel, quando têm em suas mãos a Palavra de Deus, e mais ainda quando ficamos sabendo de uma reve­lação dessas? Homens e mulheres, em! Virem-se! Peçam a Deus que lhes dê uma experiência de salvação que modifique os seus corações. Caso contrário, poderão passar não apenas quarenta e oito horas no inferno, mas toda a eternidade!

domingo, 18 de dezembro de 2016

Testemunho de libertação de Casagrande, ex-jogador e comentarista esportivo


O ex-jogador e comentarista esportivo da Rede Globo de televisão, Walter Casagrande, relata neste breve vídeo sua libertação de opressão demoníaca de que era alvo. Casagrande já fora envolvido com satanismo, além de ter passado período internado em clínica de reabilitação pelo uso de drogas.
Percebemos assim como os agentes demoníacos podem ser reais, e como podem ampliar sua opressão sobre o ser humano até levá-lo à loucura, se assim o homem permitir. Mas a misericórdia de Deus alcançou a este homem, e a mesma misericórdia está estendida a mim e a você, basta você crer. 
É Deus mesmo quem diz, através do profeta Isaías (Is 43:13): "Agindo eu, quem impedirá?"

sexta-feira, 30 de março de 2012

Testemunho de Rodolfo Abrantes, ex-Raimundos

Rodolfo Abrantes dá seu testemunho no Programa Altas Horas da rede Globo, apresentado por Serginho Groizman
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Testemunho de James Irwin, astronauta da Apollo 15



O ex-astronauta norte-americano James Irwin, tripulante da nave espacial Apollo 15, foi o oitavo homem a caminhar na lua e o primeiro a dirigir um jipe lunar. Ele e seu companheiro de tripulação permaneceram três dias explorando a superfície da lua, a bordo do jipe.James Irwin era um crente formal, sem grandes entusiasmos pelo trabalho da Igreja. Depois que voltou da lua, as coisas mudaram. Ele confessou: "Quando estava na lua, lembrava-me especialmente do Salmo 121: "Elevo os meus olhos para os montes; de onde vem o meu socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez o céu e a terra" (Sl 121:1-2).


Após aposentar-se da NASA, James Irwin dedicou sua vida à pregação do Evangelho. Fundou uma organização, que denominou "Hight Flight" - Vôo Alto -, destinada ao financiamento das campanhas evangelísticas que realizou pelo mundo. Ele queria dizer ao mundo inteiro de sua experiência com Deus na Apolo 15.


E para quem lhe questionava da relevância deste seu novo projeto, depois da sua aventura no espaço, ele respondia: "A propagação da mensagem de Jesus ao redor do mundo é a coisa mais importante para mim, que me traz íntima satisfação pessoal. Não posso desejar bênção maior, me sinto realizado quando posso contar o que Cristo tem feito na minha vida".


Perguntando, certa vez, se trouxe alguma coisa da lua, ele disse: "Apanhei muitas rochas na lua, sendo uma considerada a mais antiga já encontrada no Universo. Mas Cristo é que é a única Rocha Verdadeira e eterna. A única Rocha que não pode falhar é Jesus Cristo, o Filho de Deus e Salvador do mundo". Ao entrevistador que lhe perguntou: "A religião está fora de moda?", James Irwin respondeu: "Não. Certamente as Igrejas precisam mudar os métodos, sem tocar na essência, que permanece válida e poderosa. Os resposáveis pelas Igrejas, seja qual for o ramo do Cristianismo, precisam sair de seus templos e ir ao encontro dos que estão indiferentes à vida religiosa".


James Irwin, em toda sua carreira de piloto e especialmente depois de entrar para o programa espacial da NASA, recebeu o treinamento para toda e qualquer sensação física, na busca de grandes altitudes em seu desejo de voar mais e mais. Mais tarde, alguém lhe perguntou: "Como voar até Deus?" A resposta foi: "Preparando-se espiritualmente. Com esperança em Cristo, o Filho de Deus. Assim estaremos nos preparando mesmo para o vôo mais alto que todos devemos fazer, sem trajes espaciais, sem nave espacial. Vamos voar e encontrar Jesus lá nos céus". Esse vôo final, maior e mais glorioso, o ex-astronauta fez aos 61 anos de idade, no dia 10.08.91, no estado de Colorado, EUA. Para o mundo inteiro ficou o testemunho de um cientista que temeu e honrou o Criador.


quarta-feira, 29 de junho de 2011

Não desista de seus sonhos


Certo homem faliu nos negócios com 31 anos de idade.
Foi derrotado numa eleição para o legislativo, com 32 anos.
Faliu outra vez nos negócios aos 34 anos.
Superou a morte da noiva aos 35 anos.
Teve um colapso nervoso aos 36 anos.
Perdeu outra eleição com a idade de 38 anos.
Perdeu nas eleições do Congresso aos 43, 46 e 48 anos.
Perdeu uma disputa para o Senado com 55 anos.
Fracassou na tentativa de tornar-se presidente aos 56 anos.
Perdeu uma disputa senatorial aos 58 anos.


Aos 60 anos, Abraham Lincoln foi eleito presidente dos Estados Unidos.

"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu." Eclesiastes 3:1


Jesus te ama!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O Vazio das Baladas - Um Testemunho



Sábado à Noite

Era sábado à noite...
O único lugar aberto depois das 22 horas, era uma lanchonete, recentemente inaugurada na pequena cidade australiana à beira-mar, onde moravam meus pais. Entrei lá com um amigo e já estava para me sentar à mesa, quando me chamou a atenção uma Bíblia aberta sobre a mesa ocupada pelos proprietários.
"São cristãos", disse meu amigo.
Engolindo rapidamente meu café, eu falei: "Vamos sair daqui", e logo fui em direção à porta.

Filha da Noite
Para mim, cristãos eram desmancha prazeres, tão cheios de retidão e imaculados, sempre dando lições de moral. Eu queria viver! Na escola eu costumava zombar dos cristãos, dizendo que os daria como comida aos leões. Quando vinham os Gideões, que anualmente distribuíam Bíblias, eu as rasgava diante deles e punha fogo nas páginas com o meu isqueiro. Como uma filha da noite, eu me vestia de preto e estava inteiramente envolvida com a vida noturna de Kings Cross, Sydney, na Austrália. Lá me encontrava com outros tipos das ruas, que tornaram-se a minha família depois que saí de casa aos 16 anos de idade. Perambulávamos juntos pelas ruas.
Entretanto, quando tornava a visitar a minha cidade natal, invariavelmente voltava a freqüentar aquela lanchonete, pelo simples fato de estar aberta até altas horas da noite. Para meu aborrecimento, os donos, ex-hippies, costumavam orar.
"Você é maluco", falei ao dono uma noite. "Deus não existe! Somente acreditarei em Deus, se puder vê-lo."
"Bem", disse Perry, "ore e conte isto para Deus."
Encolhi meus ombros com descaso, virei-me e saí.

Sob o Brilho do Cruzeiro do Sul
No quintal da casa dos pais, parei um instante antes de entrar. Era uma dessas noites brilhantes sob o Cruzeiro do Sul, as estrelas grandes e luminosas, e o perfume dos eucaliptos enchendo o ar quente marítimo. Olhando para o céu, lancei o desafio: "O.K., Deus, se você está aí, desça e prove isto para mim." Não sabendo quem era esse Deus, eu só queria saber se existia um, quer fosse Alá, Buda, Krishna ou seja qual for. Evidentemente nada aconteceu e eu fui deitar, sentindo-me justificada.

A Prova Final
Naquela noite não tive um sono tranqüilo. A nossa cachorra agitada, propensa a acessos de latidos durante a noite, manteve-me acordada a maior parte do tempo. Sempre que eu abria a porta para acalmá-la, a fim de não receber queixas dos vizinhos, um medo irracional apoderava-se de mim. E se Deus estivesse ali fora? Cerca de duas horas da madrugada, saí mais uma vez. Tudo ao redor de mim estava inundado de luz, embora fosse no meio da noite. Uma figura de cabelos escuros e com barba, vestido com uma túnica branca estava parado diante de mim. Instintivamente eu sentia que era Jesus! Não era uma alucinação, pois já há alguns dias eu não havia ingerido álcool, nem drogas. Vi-O colocar Sua mão sobre a cachorra, que em vez de rosnar como fazia com estranhos, deitou-se calmamente aos Seus pés.

O Tempo Parecia Ter Parado
Mas foram os Seus olhos, o que eu mais reparei. Pude ver neles a majestade, o poder e a santidade do Todo-Poderoso, o grande Eu Sou, o Criador de todo universo, e Juiz da humanidade, que poderia ter-me matado com um olhar. Ao mesmo tempo, vi nos Seus olhos amor e compaixão infinitos, que O levaram ao Calvário para salvar a mim e a humanidade perdida. Mais tarde, ouvi dizer que se os pregos não O tivessem mantido pendurado na cruz, o Seu amor O teria mantido lá. E este amor foi o que eu senti naquele momento, envolvendo-me toda. Este encontro durou apenas alguns momentos, mas para mim parecia como uma eternidade, como se o tempo tivesse parado. Quanto voltei para meu quarto, o meu medo desapareceu e eu tive uma profunda sensação de paz. Então ouvi uma voz dizer: "Peça e você receberá."

Bizarro
Um incidente bizarro e estranho, que eu preferia esquecer, mas não consegui.Na manhã seguinte, quando entrei na sala, dei de cara com as seguintes palavras na tela da TV: "Peçam e vocês receberão; procurem e vocês acharão." Eram as mesmas palavras que eu ouvira na noite anterior. Agarrei os lados da televisão como uma louca.
"Ei! O que você está fazendo?" protestou minha mãe.
"Você assiste televisão demais", respondi, e desliguei o aparelho, saindo com uma atitude desafiadora.
Fiquei apreensiva. E se Deus fosse real? As implicações seriam chocantes. Eu tinha que saber mais a respeito desse Jesus. Encontrando uma Bíblia, abri-a ao acaso e eu li: "Peçam e vocês receberão; procurem e vocês acharão" (Mateus 7.7 BLH). Entrei em pânico. Fechei a Bíblia com força e joguei-a sobre o aparador, onde ela estivera num canto.

A Decisão
Um pensamento me perseguia: "Você está perdida. Dessa vez você se meteu em algo profundo demais." Um tipo durão que para nada ligava, que ia em busca de prazer, eu era um tanto difícil de ser convencida, mas o que acontecia não era mera coincidência. Eu O havia visto, eu O havia escutado; lera as Suas Palavras duas vezes, na TV e na Bíblia. Teria que tomar uma decisão. Ou eu escolhia Jesus e tornava-me uma cristã, ou voltava as costas para Ele. Mas, jamais poderia afirmar novamente que Deus não existe.
Escolher Jesus significava dizer adeus à minha liberdade, meus prazeres, à animação da minha vida nas ruas. Será que eu agüentaria isto? Quando eu finalmente me entreguei, foi um puro ato de vontade.

Alguns dias depois, voltei à lanchonete. "Preciso me tornar uma cristã", disse a um Perry estupefato. Ele e a esposa Sandi logo me levaram para a minúscula cozinha, onde, espremida entre o fogão quente e a janela de grades, falei a Oração do Pecador, frase por frase, repetindo o que eles diziam. Foi um dos momentos mais sem emoção da minha vida.
"E o que acontece agora?" perguntei.
"Leia a Bíblia e Deus lhe mostrará."
E Ele o fez.

O Número 666
Comecei com o Apocalipse, o último livro da Bíblia, mantendo o meu padrão de leitura, ou seja: descobrir como termina a história. Queria simplesmente ter a certeza de que eu estaria do lado do vencedor. Havia tantos deuses no mercado. Eu jamais duvidara da existência de Satanás. Através de amigos satanistas, eu sabia que ele era para ser temido e respeitado, mas, no meu entender, ele era mais como um "padrinho" da Máfia, do que como o mais alto deus, porque nem sempre as suas artimanhas eram eficazes. O cristianismo era novo para mim, portanto, eu queria só testar Jesus.
O meu espanto cresceu à medida em que lia no Livro do Apocalipse as Suas palavras e as Suas promessas, inclusive a profecia sobre o futuro. Então tive outro choque: o número da Besta. O número 666 há muito me era conhecido, como a canção de uma banda de rock favorita, a "Iron Maiden". Mas nunca soubera que estava na Bíblia. Havia mais coisas nas Escrituras Sagradas do que eu imaginava. O mais importante de tudo é que elas provavam que Jesus é o Vencedor final. Ele destruiria a Besta. Ele voltaria para fazer tudo ficar novo.

O Último Elo
Aos poucos, Ele convenceu-me dos pecados da minha antiga maneira de viver. Gradualmente fui deixando os maus hábitos e as más companhias e, pela primeira vez em minha vida, comecei a freqüentar a igreja. Para proteger-me, eu sempre levava uma navalha comigo. Quando entreguei esta arma ilegal a polícia, e penhorei a minha jaqueta preta, quebrei o último elo com a minha antiga vida. Finalmente, a mudança em minha vida foi tão visível, que até meus pais notaram. Já com quase 18 anos quando conheci Jesus, comecei a descobrir as coisas das quais Deus me havia poupado. Aquilo que para mim fora o mais difícil de deixar - minha liberdade, meu anseio por diversão e agitação - teria me destruído, se eu os tivesse deixado me dominar como antes. Trajicamente, quase todos os meus companheiros das ruas, desde então, já morreram de overdoses. Certa vez, aconteceu de encontrar-me com alguns velhos conhecidos, e perguntei: "Oi! Vocês se lembram de mim?" Olhando-me cuidadosamente, eles responderam devagar: "Andávamos nos perguntando o que teria acontecido com você. Pensamos que você tivesse morrido há anos atrás."

É Preciso Ter Coragem
Sempre pensei que os cristãos fossem molengas, mas vejo que é preciso ter coragem para ser cristão. Tive muitas lutas, e algumas vezes pensei que tivesse que largar tudo. Mas, quanto mais eu lia a Bíblia, mais eu conhecia Jesus como pessoa, e foi isto o que me manteve na caminhada. Descobri que Ele era um Deus de amor, e não uma escultura em pedra. Ele não estava ali me espreitando, à espera de que eu fizesse algo errado. Ele estava do meu lado e queria o que havia de melhor para mim.

Fugindo?
Hoje, quando encontro jovens vestidos de preto perambulando no centro da cidade, ou andando à toda velocidade em suas motos, meu coração fica apertado, pois posso ver-me na maneira em que agem. Quando a gente começa a falar com eles, percebe-se que bem lá no fundo eles estão magoados e sofrendo, mesmo que eles jamais admitam ser isto verdade.A minha maneira de reagir à dor em meu interior, foi a de ser agressiva e rebelde. Alguns tomam drogas. Outros buscam a bebida; enquanto outros se envolvem com sexo. Cada um tem uma maneira diferente para entorpecer a dor. Mas somente Jesus pode curar a dor da sua alma, de tal maneira que você não sofra mais. Bernette.

Esta é uma história verdadeira. Para ler mais, escreva-nos para um exemplar grátis de Tudo Começou Numa Discoteca, de M. Basilea Schlink

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

SHIN NAGUMO, Consultor de empresas - Jesus mudou a minha vida

Vivi a minha infância como um caipira do interior de São Paulo. Eu morava em um sítio, era um menino levado, nadava nos córregos e riachos, passava pelos pastos, corria dos bois, e Deus já me protegia. Minha saúde, porém, era frágil, tive malária, tremia com qualquer mudança de temperatura. Hoje não trago nenhum resquício da doença.

Aos 11 anos, meu primeiro desafio foi usar sapatos. Meu avô havia vendido a fazenda e nós tivemos que nos mudar para a Capital, para que eu e meus irmãos pudéssemos estudar. Para um menino criado descalço (eu podia pisar até em prego sem sentir nada) usar sapato foi um sofrimento. Tive que me acostumar aos poucos: no começo, usava apenas 15 minutos; depois, uma hora, três... Até habituar-me completamente foram dois meses de adaptação.

Em São Paulo era tudo novo para mim. Eu nunca tinha visto um automóvel. Como a escola ficava no centro da cidade, devo ter dado muito trabalho aos anjos que Deus colocou para me proteger.

Durante o curso colegial, trabalhando de dia e estudando à noite, surgiu uma oportunidade que, se eu a tivesse aproveitado, poderia ter-me tornado milionário. Meu tio ofereceu-me sociedade na torrefação de café que possuía, e onde ele ganhava muito dinheiro na época. Havia, porém, um detalhe importante: a firma emitia notas fiscais com valor menor do que era cobrado, pagava suborno aos fiscais, e eu disse que esse tipo de negócio não faria. Por isso fui obrigado a morar em uma pensão. Mas, como não tinha dinheiro suficiente para estudar e me sustentar, minhas refeições eram o almoço da pensão e, à noite, um pão com água. Com 22 anos de idade, eu já sabia o que era passar fome. O lado bom de tudo isso foi que eu estudava feito louco para ser o melhor aluno, entrar para a faculdade e nunca mais sofrer por falta de comida. E consegui: ingressei no ITA -Instituto Tecnológico da Aeronáutica, na época a melhor escola de nível superior do país. Se não tivesse passado fome, talvez eu não tivesse tido êxito no vestibular.

Mas, esse sucesso pessoal tornou-me um rapaz arrogante e teimoso. O mundo havia me ensinado que tudo tinha o seu preço. Até que conheci uma família muito especial, a família de minha esposa. Ali todos pareciam muito felizes e diziam que eu também poderia ter a mesma felicidade - e isso era tudo o que eu queria. Era, no entanto, uma decisão difícil de assumir, pois até então eu me considerava o centro, e achava que as vitórias que havia conquistado eram frutos da minha própria habilidade.

Mas, acabei cedendo e dando oportunidade para que Jesus se tornasse o meu senhor e salvador. Foi a melhor coisa que fiz, pois essa decisão transformou toda minha vida.

Aqueles que eram meus concorrentes na escola viraram meus amigos - vieram me buscar para um desafio profissional, o primeiro que eu enfrentaria depois de formado: mudar toda uma cultura dentro de uma empresa japonesa, no sentido de fazer com que funcionários brasileiros assimilassem o sistema de gerenciamento utilizado na matriz oriental. O que os diretores não sabiam é que, junto com aquele engenheiro recém-formado, eles estavam contratando também um consultor muito importante: Jesus Cristo. Ele me acompanhou por todas as empresas pelas quais passei e me acompanha até hoje. Todas as empresas para as quais fui chamado com a missão de estruturá-las eram pequenas e falidas; depois saíram do prejuízo e se tornaram multinacionais.

O mérito, no entanto, não é meu, mas de Deus, pois aprendi a deixar tudo nas suas mãos. Em todos os meus trabalhos é Ele quem me direciona. Sou apenas um instrumento em suas mãos.

Tudo porque um dia eu declarei que Jesus Cristo é o meu Senhor e Salvador!

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Shin Nagumo é engenheiro aeronáutico, consultor de empresas e membro do Comitê Nacional da ADHONEP

Via http://www.evangelica.com.br

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