Mostrando postagens com marcador Religiões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Religiões. Mostrar todas as postagens

sábado, 15 de novembro de 2025

A religião do SIM: Como dizer SIM à vida em todas as circunstâncias

 


A religião do SIM: Como dizer SIM à vida em todas as circunstâncias

 

Uma única frase resume a atitude cristã em relação à vida, uma atitude acessível a toda pessoa, hoje, agora, se ela apenas crer em Cristo Jesus: “Tudo posso naquele que me fortalece” (Filipenses 4:13). Nele [Jesus], não em mim mesmo, ao me entregar e permanecer nele, sou fortalecido como pessoa. Todas as minhas aptidões são intensificadas, um extra é acrescentado a tudo. Como resultado, “tudo posso”. Com o coração curado posso dizer à vida: “Venha vida, venham problemas, venha morte, ‘tudo posso naquele que me fortalece’”.

Portanto, a fé cristã não é um “não”, mas um “sim”. Este versículo resume seu caráter afirmativo: “O Filho de Deus, Jesus Cristo, [...] não foi ‘sim’ e ‘não’; mas nele sempre houve ‘sim’; pois quantas forem as promessas feitas por Deus, tantas têm em Cristo o ‘sim’”. (2Coríntios 1:19-20).

Até a vinda de Jesus, as religiões eram uma negação, um não. A fé hebraica havia se tornado um conjunto de proibições; a Lei, buscada pelos fariseus, os separatistas, é um não. Os estoicos, ao excluir a tristeza, tiveram que excluir o amor e a compaixão — também é um não. O budismo, acreditando que o sofrimento e a existência são uma coisa só, teve que cortar a raiz do desejo até mesmo para a vida —outro não. O hinduísmo vedanta, ao querer passar do pessoal para o Brahma impessoal, é um não para a personalidade humana. Brahma é neti — nem isso nem aquilo. O mundo é maya, ilusão, mais um não. O materialismo moderno, ao afirmar que a vida é uma combustão de elementos químicos, como uma chama que se acende e depois se reduz a cinzas, é outro não. O hedonismo moderno se resume nas últimas palavras de um ator: “Feche a cortina, a pantomima acabou”, um não. Bertrand Russell disse: “A desgraça cai sobre o homem, impiedosa e tenebrosamente”. Um não.

No final do recital dos vereditos do não para a vida, o “sim” divino finalmente soou nele, pois Jesus é o “sim” que confirma todas as promessas de Deus. Ele não afirma verbalmente “sim” à vida como um filósofo o faz, Ele é o “sim”. O sim é a sua própria pessoa.

E não é um sim fácil do tipo “Pollyanna contente” ou de um “bobo-alegre”. É um “sim” com cicatrizes. É um “sim” conquistado na cruz. Jesus transformou a pior coisa que pode acontecer ao homem, uma cruz, na melhor coisa que pode suceder à humanidade: a redenção.

Quais são algumas das promessas de Deus que Jesus afirmou com o seu “sim”?

(1) A vida é boa, mas o mal a invadiu.

(2) A bondade é natural, o mal não é natural.

(3) O mal foi conquistado: “Eu venci o mundo” (João 16:33).

(4) A vida pode ser redimida; um novo nascimento é possível.

(5) A vida pode ser vivida “apesar de”; tudo pode ser usado para propósitos mais sublimes.

(6) A vida pode ser reforçada e se tornar adequada, o Espírito Santo está disponível.

(7) A vida pode ser transformada em uma forma superior “segundo a sua imagem” (2Coríntios 3:18).

(8) A vida como um todo pode ser redimida. A oração “Venha o teu Reino” será cumprida (Mateus 6:10).

(9) A morte não é um túmulo aberto, mas uma porta aberta para a vida eterna.

(10) A vida em um nível inferior geralmente diz “não”. A vida no nível de Jesus sempre diz “sim”.

Jesus purificou o nascimento e a morte por meio de uma manjedoura e uma cruz. Jesus disse: “Vocês já estão limpos, pela palavra que lhes tenho falado” (João 15:3). Ele limpou o universo de muitos deuses e deusas e permitiu nosso acesso ao único Deus santo, nosso Pai. Os deuses da adoração egoísta deram lugar ao Deus do sacrifício abnegado. Jesus limpou a família da poligamia para a lealdade mútua de um homem e uma mulher até que a morte os separe. Ele limpou a oração dos benefícios egoístas para o benefício da rendição. Ele limpou a grandeza de ter muitos servos para servir a muitos. Ele limpou a vida de um pessimismo básico paia um otimismo básico. Ele limpou a religião do consentimento e a transformou em controle.

Jesus é a grande afirmação. Ele afirma a proposição mais radical já feita à mente do homem, a proposição de que a presente ordem mundial impraticável, baseada na ganância e na busca egoísta, seja substituída pela ordem de Deus, o Reino de Deus, baseado no serviço e amor altruístas.

 

Stanley Jones, no livro Vitória Espiritual.


VERSÍCULOS PARA SUA REFLEXÃO

Disse-lhe Jesus: ‘Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente. Você crê nisso?’” – João 11.25,26

 

Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem tiver sede, darei de graça da fonte da água da vida.” – Apocalipse 21.6

 

Porque o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo.” – Romanos 14.17


sábado, 11 de janeiro de 2025

As Religiões e o Evangelho - Você sabe qual a diferença?

 


- A religião é obra do homem... Evangelho nos foi dado por Deus.

- A religião é o que o homem faz por Deus... O Evangelho é o que Deus tem feito pelo homem.

- A religião é o homem em busca de Deus... O Evangelho é Deus buscando o homem.

- A religião é o homem tentando subir a escada de sua própria justiça, na esperança de encontrar-se com Deus no último degrau...

- O Evangelho é Deus descendo a escada da encarnação de Jesus Cristo e encontrando-se conosco, na condição de pecadores, no primeiro degrau.

- A religião é constituída de bons pontos-de-vista. O Evangelho é feito de boas novas.

- A religião traz bons conselhos. O Evangelho, uma gloriosa proclamação.

- A religião toma o homem e o deixa como está. O Evangelho toma o homem como está e o transforma naquilo que ele deveria ser.

- A religião termina com uma reforma exterior. O Evangelho termina com uma transformação interior.

- A religião muitas vezes torna-se uma farsa. O Evangelho é sempre uma força, o "poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê" (Rm.1.16).

- Há muitas religiões. Mas apenas um Evangelho.

- A religião enfatiza o "fazer". Enquanto o Evangelho enfatiza a condição de "ser".

- A religião diz "faça o bem, continue a fazer o bem e eventualmente você se tornará bom". O Evangelho diz: "Primeiro, nasça de novo, pela graça de Deus".  

- A religião coloca em destaque princípios e preceitos, códigos e credos. O Evangelho coloca em destaque uma pessoa: JESUS.

- A religião diz: "tente". O Evangelho, "receba."

- A religião diz: "esforce-se". O Evangelho, "confie".

- A religião diz: "desenvolva-se a si mesmo". O Evangelho, "negue-se a si mesmo".

- A religião diz: "salve-se". O Evangelho, "entregue-se".

- A religião diz: "faça isso, faça aquilo, e será salvo". O Evangelho afirma: "já foi feito. Creia em Cristo, aquele que fez o necessário, e você será salvo".

 A Bíblia é o livro que comunica os feitos de Jesus - ou seja, o Evangelho - ao homem. Leia a Bíblia para descobrir palavras que lhe trarão paz, cura e sentido.


Via Rádio Trans Mundial. Acesse: https://www.rtmbrasil.org.br/


segunda-feira, 15 de julho de 2024

REENCARNAÇÃO OU SALVAÇÃO?

 


A Má Notícia é a Reencarnação e a Boa Notícia é a Salvação.

A má notícia cobra a dívida até o último centavo. A boa notícia perdoa a dívida (Leia na Bíblia: Colossenses 2.13,14).

A má notícia deixa todo o fardo nas costas do devedor. Ele que se vire. A boa notícia transfere todo o fardo para os ombros de Jesus Cristo (Isaías 53.6).

A má notícia coloca o devedor num ciclo infinito de nascimento, morte e renascimento. A boa notícia coloca o devedor no patamar do paraíso (Lucas 23.43).

A má notícia transfere o devedor de cadeia em cadeia. A boa notícia tira o devedor da cadeia (Colossenses1.13,14).

A má notícia fala de muitas mortes. A boa notícia fala de uma só morte (Hebreus 9.27).

A má notícia prega o renascimento. A boa notícia prega a ressurreição (João 11.25).

A má notícia promete a iluminação. A boa notícia promete a glorificação (Romanos 8.18).

A má notícia glorifica o homem. A boa notícia glorifica a Deus.

A má notícia estimula as boas obras como instrumentos de purificação. A boa notícia estimula as boas obras como instrumentos de adoração (Mateus 5.16).

A má notícia pretende resolver o problema do sofrimento humano aos poucos, vagarosamente. A boa notícia pretende resolver o problema do sofrimento humano de uma hora para outra, “num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta” (1 Coríntios 15.52).

A má notícia é atribuída em grande parte à revelação dos espíritos dos mortos. A boa notícia é atribuída à revelação do Espírito do Deus Vivo (Isaías 8.19,20).

Quando a má notícia já dominava o Oriente e o Ocidente por meio do hinduísmo, do budismo e do platonismo, a boa notícia surgiu nas montanhas ao redor de Belém, no dia do nascimento de Jesus, por boca de um anjo: “Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador que é o Cristo, o Senhor” (Lucas 2.10,11).

 

Revista Ultimato


terça-feira, 23 de abril de 2024

Para onde iremos nós? Que caminho seguir na vida?

 


Num dia triste, quando muitos discípulos abandonaram o Mestre indo pelos seus próprios caminhos, Jesus perguntou aos mais queridos e achegados:

- E vós não quereis ir também com estes?

É Pedro quem primeiro fala:

- Para onde iremos nós, Senhor: tu tens as palavras de vida eterna.

Para onde iremos nós, neste século XXI, nesta época de tremenda crise material e espiritual? Para as leis? Para a cultura? Para os dogmas? Para a filosofia? Para o pós-modernismo? Para dentro de nosso ego inchado? Para os planejamentos da inteligência humana?

Os ensinos de Sócrates, Platão e Aristóteles foram capazes de salvar a Grécia, o mais culto países dos tempos históricos, da imoralidade e da ruína? Maomé e Confúcio foram capazes de enobrecer e elevar o povo que os adorou? Atenas com seu Partenon e o seu Erectéion, a mãe das artes e das letras, que fez pela mulher e sua felicidade? Roma, a senhora do mundo, a fonte do direito e das leis, construiu, porventura, orfanatos e asilos, reformatórios e hospitais? Artes e letras, direito e leis, salvaram da hecatombe moral os gregos e os romanos? Enquanto Fídias e Prazíteles erigiam estátuas e os imperadores erguiam obeliscos em sua própria honra, e enquanto artistas do pincel e do som davam ao mundo as suas obras-primas, que faziam as multidões? Divertiam-se nas arenas diante do espetáculo de sangue das gladiadores!

Para quem iremos? Não temos para onde ir. Não vemos a quem procurar. Um só existe: O HOMEM DA GALILEIA. Não há bálsamo em Gileade, mas na compaixão de Cristo. Não há sabedoria, nem luz, nem esperança, nem vida eterna, senão NELE. Pedro disse, desassombrado, diante do Sinédrio: "PORQUE NENHUM OUTRO NOME HÁ, DADO ENTRE OS HOMENS, EM QUE DEVAMOS SER SALVOS."


Natanael de Barros Almeida - Novo Tesouro de Ilustrações


Alguns trechos da Bíblia para sua reflexão:


Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. – João 3:16

 

Respondeu Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim. – João 14:6

 

Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. – 1 Timóteo 2:5

 

E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar? E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa. – Atos 16:30,31

 

Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. – João 6:37

 

E Jesus, tendo ouvido isto, disse-lhes: Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores ao arrependimento. – Marcos 2:17


segunda-feira, 20 de novembro de 2023

Você já recebeu flores?

 


Certo dia de primavera, minha esposa colocou alguns galhos dum pessegueiro em flor num vaso sobre minha escrivaninha. Foram tirados da árvore que ficava no pátio fronteiro à minha janela. Que ramalhete alegre e lindo era aquele! Quando olhei para o vaso e para os galhos do pessegueiro que balouçavam ao sopro da brisa do lado de fora, pensei: “Que parábola da vida está aqui.” Ainda que as flores que estavam no vaso fossem tão lindas, como as que lá fora eram bafejadas pelo vento, estas estavam condenadas a murchar, a serem lançadas no lixo. As que estavam na árvore também murchariam, mas em seu lugar surgiriam os frutos sazonados do pessegueiro. As flores que estavam na minha escrivaninha não produziriam frutos, porque estavam separadas da fonte da vida.

Assim acontece conosco. O pecado estabeleceu a separação entre nós e nosso Criador. Separados de Deus, as nossas vidas, embora lindas e agradáveis por algum tempo, não produzirão frutos de valor eterno. Nossas boas ações em direção a um "conserto" nada podem produzir, pois a Bíblia mesma diz: "Não há um justo, nem um sequer" (Romanos 3.10).

Mas Deus mesmo providenciou, da maneira a mais paradoxal e maravilhosa, uma forma de sermos religados a Ele, ao tronco da vida, na figura de seu filho amado, Jesus Cristo. Cristo pagou na cruz o preço com que não podíamos arcar: "Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados" (Isaías 53:4,5).

A promessa de religação é tão poderosa que Jesus mesmo diz: “Aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna” (João 4:14).

Jesus continua: "Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma" (João 15.5).

A vida ligada a Cristo produz frutos não só para os outros, mas também alcança para si mesma, o gozo, a paz, e a vida eterna.


Thomas H. Backer (adaptado)


domingo, 10 de maio de 2020

Livro gratuito: VIDA PLENA COM JESUS


Enquanto você ainda não demonstrava o mínimo interesse por Deus em nenhum momento da sua vida, Ele já estava preocupado com você. Nesse volume, os autores trazem informações de como se pode encontrá-lO e de que maneira sua vida pode ser organizada com a presença de Jesus Cristo
Também são apresentadas as bases da fé cristã de maneira clara e de fácil compreensão. Assim, esse livreto é uma ferramenta muito importante para aqueles que estão no início da sua caminhada com Jesus e que querem ter uma vida plena com seu Salvador.
BAIXE GRATUITAMENTE ESTE LIVRO EM PDF, CLICANDO AQUI.
Se desejar, adquira um ou mais exemplares impressos deste livro AQUI.

domingo, 1 de setembro de 2019

Consiga dinheiro e fama suficientes para ser feliz... E veja se funciona


   Certo filósofo francês disse recentemente: "Todo o mundo está buscando loucamente a certeza e a felicidade."
   Presidente da Universidade de Harvard disse: "O mundo está procurando uma religião em que possa crer e uma canção que possa cantar."
   Um milionário do Texas confessou isto: "Pensei que com dinheiro pudesse comprar a felicidade, mas acabei miseravelmente decepcionado."
   Famosa estrela de cinema exclamou: "Tenho dinheiro, beleza, fascinação e popularidade. Deveria ser a mulher mais feliz deste mundo, mas sou infeliz e miserável. Por quê?"
   Um dos mais conspícuos líderes britânicos disse: "Perdi toda a vontade de viver e no entanto tenho de viver. Que é que acontece comigo?"
   Certo acadêmico disse: "Tenho 23 anos. Já passei por experiências que fizeram de mim um velho e estou farto da vida."
   Famosa bailarina grega de nossos dias disse: "Nunca tenho estado só, mas sinto que minhas mãos tremem, que os olhos se me enchem de lágrimas e que se me confrange o coração em busca duma paz e felicidade que jamais achei."
   Um dos grandes estadistas do mundo moderno disse certa vez: "Estou velho e, para mim, a vida já perdeu todo encanto e significado. Estou pronto a saltar fatalmente para o desconhecido. O senhor poderá me dar um raio de esperança?"
Pessoas famosas e respeitadas, melhores do mundo em seus ofícios e atividades, que se suicidaram, somam as dezenas. No rock, Kurt Cobain, Jannis Joplin e uma infinidade de outros devorados pelo vazio; na dramaturgia, atores como Robin Williams e Marylin Monroe; na moda, o estilista Alexander McQueen.
Milionários e até bilionários podem tirar suas próprias vidas? Como?!! Loucura! Mas esse é o caso do fundador da Kodak, George Eastman, ou do alemão Adolf Merckle, que deixou fortuna avaliada em 9,2 bilhões de dólares. Difícil de entender?
Certo senhor foi consultar um psiquiatra e lhe disse: "Doutor, sinto-me vencido, sozinho e muito infeliz. O senhor poderá me ajudar?" O médico especialista lhe receitou que fosse ao espetáculo dum famoso circo, e visse e ouvisse um palhaço extraordinário que tinha a fama de fazer rir os mais tristes e desanimados deste mundo. O consulente respondeu: "Eu sou o dito palhaço."
Este nosso mundo materialista luta e se agita, e se debate na eterna busca da fonte da felicidade! Quanto mais conhecimentos adquire, menos sabedoria parece ter. Quanto maior for a segurança econômica em que vivemos, descobrimos avolumar-se mais dentro de nós o enfado e também o tédio. O vazio parece nos abraçar, mesmo nos lugares e nos tempos em que estamos mais seguros.
Quanto mais gozamos dos prazeres mundanos, nos sentimos menos satisfeitos e contentes com a vida. Somos como o mar inquieto, encontrando precária paz aqui e quase nenhum prazer ali; e nada nos parece permanente e satisfatório. E assim continua a nossa busca! Os homens matam, mentem, roubam e lutam para satisfazer sua ânsia de poder, de prazeres, de riqueza, pensando que dessa forma alcançarão para si, e para a sociedade em que vivem, paz, segurança, contentamento e felicidade.
A única solução para a angústia humana, para o buraco que, goste ou não, todo ser humano traz no peito, é a presença e o conhecimento de Cristo. Cristo Jesus, Filho de Deus, que diz, de braços abertos e firmes: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve." (Mt 11.28-30). 
Deus é poderoso para destronar o tédio e o vazio que circundam o coração humano, com novidade e plenitude de vida: "Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam." (1Co 2.9).
Em meio a antigas e novas angústias e transtornos físicos e psíquicos que a cada ano avolumam as nomenclaturas dos livros de Medicina; em meio a uma sociedade que avança em múltiplas direções para dar de encontro consigo mesma e seu vazio, num movimento sombrio de eterno retorno, Jesus disponibiliza um dom, um presente gratuito para todo aquele que simplesmente nele crer, ou seja, todo aquele que ACEITAR o PRESENTE: Salvação e paz, uma paz sobrenatural que excede todo o entendimento: 
"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize." (Jo 14.27).
"Não estejais inquietos por coisa alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e súplicas, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus." (Fp 4.6,7).
"Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti." (Is 26.3).
"Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz." (Rm 8.6).
"Muita paz têm os que amam a tua lei, e para eles não há tropeço." (Sl 119.165).

A opção pela paz e descanso em braços firmes está ao alcance de todos nós. Sem preço a pagar, pois é um presente; sem fim, pois emana do Criador eterno de todas as coisas; sem tédio, pois provem do Criador das maravilhas cósmicas e quânticas, dos milhões de multiformes seres da Natureza, das complexas e interconectadas Leis que regem a Realidade como uma orquestra virtuosa. Dê um passo em direção a Cristo - não a religião como sistema frio, mas a uma verdadeira re-ligação com o seu Criador. Faça uma oração entregando sua vida e seu destino a Cristo Jesus. Peça a Ele para que encha a sua vida de perdão e paz, de direção e sentido. Leia a Bíblia, onde a revelação do incrível plano de salvação da humanidade está exposta. Procure uma igreja próxima de você, onde poderá aprender mais, ser auxiliado em sua caminhada e irmanar-se com outros que também buscam o socorro e o sentido que só Aquele que nos criou nos pode oferecer.

(Adaptado)

sábado, 25 de agosto de 2018

Há muitas religiões, qual é a melhor?


- Senhor - disse-me uma pessoa - talvez você tenha razão,  mas... veja, existem muitas religiões e seitas, muitas das quais pretendem apoiar-se na Bíblia, e seus membros estão convencidos de ter razão. Como quer que pessoas pouco instruídas como nós saibamos em quem confiar e onde achar a verdade?
- É verdade, senhora, existem muitas religiões; mas, observando mais de perto, pode-se dizer que só há duas. A primeira abrange todos os que esperam ser salvos fazendo algo; a outra compreende todos os que são salvos por algo que foi feito a seu favor.
Na verdade, existem muitas religiões na terra. E não estamos pedindo que mude de religião, mas simplesmente deixe Jesus entrar em sua vida. Deus nos oferece a salvação graças à obra que seu Filho Jesus Cristo realizou na cruz. E esta salvação é recebida só mediante a fé. A Bíblia nos assegura que "em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos" (Atos 4:12).
Há um único Salvador para todos os homens. Um Salvador que hoje está vivo, que o conhece pessoalmente, ama e se interessa por você; só pede que ponha toda a sua confiança nEle. Depois, Ele ensinará como servi-lo com fidelidade.

"Por que há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem." - 1 Timóteo 2:5
"Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça." - Romanos 4:5

Via Devocional Boa Semente - Seleções.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Um guia que pode te livrar da perdição


Um viajante descobriu que o lugar que queria visitar somente podia ser alcançado por uma trilha montanhosa particularmente perigosa. Um guia ofereceu seus serviços ao estrangeiro. O viajante perguntou:
- Você já conhece esse caminho?
A resposta foi:
- Sim.
- Mas até o final? 
- Não, mas conheço o último trecho pelas descrições de meus colegas.
O viajante recusou a oferta e procurou outro guia:
- Você conhece a vila onde eu quero chegar?
- Não, mas já a vi de outro pico. Tenho muita experiência e nunca me perdi até agora.
Ele também recusou esse guia.
Finalmente, fez a mesma pergunta a um terceiro guia.
- Sim, eu moro lá!
Este homem foi contratado como o guia da viagem.

Essa história nos faz pensar em quem pode nos arrancar da perdição e nos mostrar o caminho até Deus. A resposta da Bíblia é: somente o Filho de Deus, que veio de Deus, pode nos levar até Ele. Ninguém mais poderia nos contar as verdades divinas, pois elas estão fora da esfera da experiência humana. Por essa razão, Deus Se revelou na Pessoa de Jesus Cristo. Deus nos falou pelo Filho. Jesus é o guia até Deus. Ele é o único em quem podemos confiar nossa vida.

A Bíblia diz:
"Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu." - João 3:13
"Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova." - Mateus 15:14

Devocional Boa Semente - Seleções.

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Você é bom e sincero, mas pode estar errado


E o Senhor me perguntou: Que vês tu, Amós? E respondi: Um prumo. Então disse o Senhor: Eis que eu porei o prumo no meio do meu povo Israel; nunca mais passarei por ele. —Amós 7:8
O prumo é uma ferramenta utilizada pelos pedreiros, que mostra se tem alguma coisa errada na parede que estão levantando. Por mais sincero que o pedreiro seja, se não utilizar o prumo, a parede pode sair torta.
O povo costuma dizer: “Não importa em que você crê, desde que seja sincero.” E de fato, todos admiramos uma pessoa sincera, mas a sinceridade em si não é suficiente. É preciso ser sincero naquilo que é certo. Respeitamos muito o homem que é sincero ao ponto de se dispor a morrer pelas suas convicções. Mas, mesmo neste caso, a sinceridade em si, não quer dizer que suas convicções ou idéias são certas.

Quando o Sr. Monroe foi atravessar a estrada de ferro, acreditou sinceramente que não houvesse um trem por perto. Caso contrário, não teria perdido a sua vida naquele instante, esmagado pelo trem.
No bairro de Manhattan, em Nova Iorque, um médico receitou sulfato de bário para um paciente. Ao aviar a receita, o farmacêutico, por engano, trocou-o por sulfito de bário. A diferença entre os dois nomes é apenas uma letra. Um é utilizado para fins medicinais, e o outro é um veneno mortal. A mulher tomou o remédio trocado – e morreu. Evidentemente o farmacêutico usou de sinceridade ao aviar a receita, pensando ter dado o remédio certo. Mas em casos de vida ou morte, não é suficiente apenas ser sincero. É preciso ter certeza!
A senhora que tomou o remédio trocado também foi sincera, mas como era veneno, morreu.
Por mais sincero que você seja, se estiver acreditando numa coisa errada, isto não lhe salvará. E é muito pior crer numa coisa errada do que tomar um veneno mortal.
O ditado: “Não importa em que você crê, desde que seja sincero”, parte do pressuposto de que todas as religiões são boas – desde que seguidas com sinceridade – e têm como destino o céu. Mas não é assim!
O apóstolo Paulo, além de zeloso, era muito sincero quando perseguia os cristãos. Mas ele precisava de um coração novo – um novo nascimento. Por mais zelo que tivesse, e por mais sincero que fosse, se não mudasse de vida, teria perdido a sua alma no fim (leia Atos capítulo 9).
As cinco virgens loucas eram muito sinceras quando foram assistir a um casamento. Imploraram: “Senhor, senhor, abre-nos a porta!” A resposta que ouviram de dentro foi: “Em verdade vos digo que não vos conheço” (leia Mateus 25:1-13).
Os profetas de Baal estavam sendo totalmente sinceros quando clamaram a seus deuses para consumir o holocausto com fogo – tão sinceros, inclusive, que chegaram a cortar-se com facas e lancetas, até o sangue escorrer, mas não obtiveram qualquer resposta de seus deuses (leia 1 Reis capítulo 18).
Os pagãos são muito sinceros quando adoram às suas imagens de pau e pedra. Os faquires hindus que fazem longas peregrinações, ou se deitam por anos em camas de pregos, também são sinceros.
Os muçulmanos param de trabalhar cinco vezes ao dia, caem de joelhos onde quer que estejam e fazem uma oração a Alá. Eles são sinceros, mas sem o Senhor Jesus estão perdidos.
Jesus deixa bem claro: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus” (Mateus 7:21). Muitos acreditam que têm um lugar reservado no céu porque nesta vida estão profetizando no nome do Senhor, expulsando demônios em seu nome, e fazendo grandes obras. Mas ele dirá naquele dia: “Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade!” (Mateus 7:23).
Você crê no Senhor Jesus Cristo com todo o seu coração? Já o aceitou como seu Salvador pessoal? A resposta que você dá a estas perguntas terá grande importância no grande dia do juízo. Aceite o Senhor Jesus em seu coração com toda fé e sinceridade, e ele lhe dará paz e vida eterna.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Jesus é realmente Deus?


Você já encontrou uma pessoa que é o centro das atenções onde quer que vá? Alguma característica misteriosa e indefinível o distingue de todas as outras pessoas. Pois foi isso que aconteceu dois mil anos atrás com Jesus Cristo. Porém não foi simplesmente a personalidade de Jesus que cativou aqueles que o ouviam. Aqueles que puderem ouvir suas palavras e observar sua vida nos dizem que existia algo em Jesus de Nazaré que era diferente de todas as outras pessoas.
A única credencial de Jesus era ele mesmo. Ele nunca escreveu um livro, comandou um exército, ocupou um cargo político ou teve uma propriedade. Normalmente ele viajava se afastando somente alguns quilômetros do seu vilarejo, atraindo multidões impressionadas com suas palavras provocativas e seus feitos impressionantes.
Ainda assim, a magnitude de Jesus era óbvia para todos aqueles que o viram e ouviram. E enquanto a maioria das grandes personalidades históricas desaparece nos livros, Jesus ainda é o foco de milhares de livros e controvérsias sem paralelos na mídia. Grande parte dessas controvérsias envolvem as afirmações radicais que Jesus fez sobre si mesmo, afirmações que espantaram tanto seus seguidores quanto seus adversários.
Foram principalmente as afirmações únicas de Jesus que fizeram com que ele fosse considerado uma ameaça pelas autoridades romanas e pela hierarquia judaica. Embora fosse um estranho sem credenciais ou força política, em apenas três anos Jesus foi capaz de mudar a história dos mais de 20 séculos seguintes. Outros líderes morais e religiosos influenciaram a história, mas não como o filho de um carpinteiro desconhecido de Nazaré.
Qual era a diferença de Jesus Cristo? Ele era apenas um homem de grande valor ou era algo mais?
Essas perguntas nos levam ao cerne do que Jesus realmente era. Alguns acreditam que ele era simplesmente um grande professor de moral, já outros pensam que ele foi simplesmente o líder da maior religião do mundo. Porém muitos acreditam em algo muito maior. Os cristãos acreditam que Deus nos visitou em forma humana, e acreditam que há evidências que provam isso.
Após analisar com cuidado a vida e as palavras de Jesus, C.S. Lewis, antigo cético e professor de Cambridge, chegou a uma espantosa conclusão, que alterou o rumo de sua vida. Então quem é Jesus de verdade? Muitos dirão que Jesus foi um grande professor de moral. Ao analisarmos mais cuidadosamente a história do homem que causa mais controvérsias em todo o mundo, primeiramente devemos perguntar: será que Jesus foi simplesmente um grande professor de moral?

Grande professor de moral?

Mesmo os membros de outras religiões acreditam que Jesus foi um grande professor de moral. O líder indiano Mahatma Gandhi falava muito bem sobre a integridade e as palavras sábias de Jesus.[1]
Da mesma forma, o estudioso judeu Joseph Klausner escreveu, “Admite-se mundialmente… que Cristo ensinou a ética mais pura e sublime… que joga nas sombras os preceitos e as máximas morais dos mais sábios homens da antiguidade.”[2]
O Sermão do Monte de Jesus foi considerado o maior de todos os ensinamentos sobre ética humana já feito por uma pessoa. De fato, muito do que conhecemos atualmente como “direitos iguais” é resultado dos ensinamentos de Jesus. O historicista Will Durant, que não é cristão, disse a respeito de Jesus: “Ele viveu e lutou persistentemente por ‘direitos iguais’, e nos tempos modernos teria sido mandado para a Sibéria. ‘O maior dentre vós será vosso servo’ é a inversão de toda a sabedoria política, de toda a sanidade.”[3]
Muitos, como Gandhi, tentaram separar os ensinamentos de Jesus sobre ética de suas afirmações a respeito de si mesmo, acreditando que ele era simplesmente um grande homem que ensinava grandes princípios morais. Essa foi a abordagem de um dos Pais Fundadores dos Estados Unidos, o presidente Thomas Jefferson, que editou uma cópia do Novo Testamento retirando as partes que considerava que se referiam à divindade de Jesus e deixando as partes a respeito do ensinamento morais e éticos.[4] Jefferson carregava consigo essa versão editada do Novo Testamento, reverenciando Jesus como o maior professor de moral de todos os tempos.
De fato, as memoráveis palavras de Jefferson na Declaração de Independência tiveram como base os ensinamentos de Jesus de que toda pessoa é de imensa e igual importância perante Deus, independente de sexo, raça ou status social. O famoso documento diz: “Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis…”.
Mas Jefferson não respondeu uma pergunta: Se Jesus afirmou incorretamente ser Deus, ele não poderia ter sido um bom professor de moral. No entanto, Jesus de fato afirmou sua divindade? Antes de observarmos o que Jesus afirmou, precisamos analisar a possibilidade de ele ter sido simplesmente um grande líder religioso.

Grande líder religioso?

Surpreendentemente, Jesus jamais afirmou ser um líder religioso. Ele nunca se envolveu com políticas religiosas ou promoveu agressivamente suas causas, além de atuar quase sempre fora de locais religiosos.
Ao comparar Jesus com outros grandes líderes religiosos, uma notável distinção aparece. Ravi Zacharias, que cresceu na cultura hindu, estudou religiões do mundo todo e notou uma diferença fundamental entre Jesus Cristo e os criadores de outras grandes religiões.
“Em todos esses, existe uma instrução, um modo de viver. Não é Zaratustra quem você consulta, é Zaratustra quem você escuta. Não é Buda que o liberta, são as Nobres Verdades que o instruem. Não é Maomé que o transforma, é a beleza do Corão que o lisonjeia. No entanto, Jesus são somente ensinou ou expôs sua mensagem. Ele era a sua própria mensagem”.[5]
A verdade na afirmação de Zacharias é ressaltada pelas diversas vezes nos Evangelhos em que os ensinamentos de Jesus foram simplesmente “Venha a mim”, “Siga-me” ou “Obedeça-me”. Além disso, Jesus deixou claro que sua principal missão era perdoar os pecados, algo que somente Deus poderia fazer.
Em As maiores religiões do mundo, Huston Smith apontou: “Somente duas pessoas surpreenderam tanto seus contemporâneos a ponto de provocarem a pergunta ‘O que é ele?’ em vez de ‘Quem é ele?’. Essas duas pessoas foram Jesus e Buda. As respostas de Jesus e Buda para essa pergunta foram exatamente opostas. Buda disse claramente que ele era um simples mortal, e não um deus, quase que como se estivesse prevendo futuras tentativas de adoração. Jesus, por outro lado, afirmou… ser divino.”[6]
E isso nos leva à questão do que Jesus realmente afirmou sobre si mesmo: Jesus afirmou ser divino?

Jesus afirmou ser Deus?

Então o que convence muitos estudiosos de que Jesus afirmou ser Deus? O autor John Piper explica que Jesus reivindicou poderes que pertenciam exclusivamente a Deus.
“… os amigos e inimigos de Jesus ficavam espantados constantemente com suas palavras e ações. Ao andar pelas estradas, aparentando ser uma pessoa qualquer, ele virava e dizia coisas como “Antes de Abraão nascer, Eu Sou” ou “Quem me vê, vê o Pai”. Ou, com muita calma, depois de ser acusado de blasfêmia, ele dizia: ‘O Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados’. Para os mortos ele simplesmente dizia ‘Apareçam’ ou ‘Ergam-se’. E eles obedeciam. Para as tempestades ele dizia ‘Acalmem-se’. E para um pedaço de pão ele dizia ‘Transforme-se em mil refeições’. E tudo acontecia imediatamente”.[7]
Mas o que Jesus realmente queria dizer com tais afirmações? É possível que Jesus tenha sido meramente um profeta como Moisés, Elias ou Daniel? Mesmo uma leitura superficial dos Evangelhos nos mostra que Jesus afirmou ser mais do que um profeta. Nenhum outro profeta fez afirmações desse tipo sobre si mesmo, de fato nenhum outro profeta jamais se colocou no lugar de Deus.
Alguns dizem que Jesus jamais disse explicitamente “Eu sou Deus”. É verdade que ele jamais disse exatamente as palavras “Eu sou Deus”. No entanto, Jesus também nunca disse explicitamente “Eu sou um homem” ou “Eu sou um profeta”. Ainda assim, Jesus foi sem dúvida humano, e seus seguidores o consideravam um profeta como Moisés ou Elias. Assim, não podemos rejeitar o fato de que Jesus era uma divindade somente pelo fato dele não ter dito exatamente essas palavras, assim como não podemos dizer que ele não era um profeta.
De fato, as afirmações de Jesus sobre si mesmo contradizem a noção de que ele era simplesmente um grande homem ou um profeta. Em mais de uma ocasião, Jesus chamou a si mesmo de Filho de Deus. Quando questionado se acreditava na possibilidade de Jesus ter sido o Filho de Deus, o vocalista da banda U2, Bono, respondeu:
“Não, não é improvável para mim. Veja bem, a resposta secular para a história de Cristo é sempre esta: ele era um grande profeta, claramente uma pessoa muito interessante e com muitas coisas a dizer, assim como outros grandes profetas como Elias, Maomé, Buda ou Confúcio. Porém na verdade Cristo não deixava você fazer isso. Ele não o isentava das responsabilidades. Cristo dizia: ‘Não, não estou dizendo que sou um professor, não me chame de professor. Não estou dizendo que sou um profeta. … Estou dizendo que sou a encarnação de Deus’. E as pessoas dizem: Não, não, por favor, seja apenas um profeta. Um profeta nós podemos aceitar.”[8]
Antes de analisarmos as afirmações de Jesus, é importante entendermos que essas afirmações foram feitas no contexto da crença judaica em um único Deus (monoteísmo). Nenhum Judeu fiel acreditaria em mais de um único Deus. E Jesus acreditava no Deus único, orando para seu Pai como “o único Deus verdadeiro”.[9]
Mas na mesma oração, Jesus falou sobre ter sempre existido com seu Pai. E quando Filipe pediu a Jesus para que ele lhe mostrasse o Pai, Jesus disse: “Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê o Pai.”[10] Assim a pergunta é: “Jesus afirmava ser o Deus hebraico que criou o universo?

Jesus afirmou ser o Deus de Abraão e Moisés?

Jesus continuamente fazia referência a si mesmo de formas que confundiam seus ouvintes. Como aponta Piper, Jesus fez uma afirmação audaciosa, “Antes de Abraão nascer, EU SOU.”[11] Ele falou a Marta e a outros ao seu redor: “EU SOU a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá.”[12] Da mesma forma, Jesus fazia afirmações como, “EU SOU a luz do mundo”[13], “EU SOU o único caminho para Deus”[14] ou “EU SOU a ‘verdade’[15]. Essas e muitas outras de suas afirmações começavam coma as palavras sagradas para Deus, “EU SOU” (ego eimi).[16] O que Jesus quis dizer com tais afirmações e qual é a importância do termo “EU SOU”?
Mais uma vez, precisamos voltar ao contexto. Nas Escrituras Hebraicas, quando Moisés perguntou a Deus Seu nome na sarça ardente, Deus respondeu: “EU SOU”. Ele estava revelando a Moisés que Ele era o único Deus atemporal e que sempre existiu. Incrivelmente, Jesus estava usando essas palavras sagradas para descrever a si mesmo. A questão é: “Por que”?
Desde os tempos de Moisés, nenhum praticante do judaísmo jamais se referiria a si mesmo ou a qualquer outra pessoa usando “EU SOU”. Com resultado, as afirmações de “EU SOU” de Jesus enfurecerem os líderes judaicos. Certa vez, por exemplo, alguns líderes explicaram a Jesus por que estavam tentando matá-lo: “Porque você é um simples homem e se apresenta como Deus”.[17]
O uso do nome de Deus por parte de Jesus deixou os líderes religiosos muito enfurecidos. A questão é que esses estudiosos do Antigo Testamento sabiam exatamente o que ele estava dizendo: ele afirmava ser Deus, o Criador do universo. Somente essa afirmação poderia ter resultado na acusação de blasfêmia. Ao ler o texto, é claro entender que Jesus afirmava ser Deus, não simplesmente por suas palavras, mas também pelas reações a essas palavras.
C.S. Lewis inicialmente considerava Jesus um mito. Porém esse gênio da literatura, que conheci os mitos muito bem, chegou à conclusão de que Jesus tinha de ter sido uma pessoa real. Além disso, conforme Lewis investigava as evidências sobre Jesus, ele se convenceu que Jesus não somente era real, mas também era diferente de qualquer outro homem da história. Lewis escreveu:
“E aí que vem o verdadeiro choque. Entre esses judeus, de repente surge um homem que começa a falar como se Ele fosse Deus. Ele diz perdoar os pecados. Ele diz que Ele sempre existiu. Ele diz que Ele está vindo para julgar o mundo no final dos tempos”.[18]
Para Lewis, as afirmações de Jesus eram simplesmente muito radicais e profundas para terem sido feitas por um simples professor ou líder religioso.

Que tipo de Deus?

Alguns dizem que Jesus afirmava ser apenas uma parte de Deus. Porém a ideia de que todos nós fazemos parte de Deus e de que dentro de nós está a semente da divindade simplesmente não é um sentido possível para as palavras e ações de Jesus. Tais pensamentos são revisionistas e não condizem com seus ensinamentos, suas crenças e com o entendimento de seus ensinamentos por parte de seus discípulos.
Jesus ensinou que ele era Deus do modo que os judeus entendiam Deus e que as Escrituras Hebraicas retratavam Deus, e não do modo que o movimento da Nova Era entendia Deus. Nem Jesus nem seu público conheciam Star Wars, então quando falavam de Deus, eles não estavam falando de forças cósmicas. Trata-se simplesmente de uma má história para redefinir o que Jesus queria dizer com o conceito de Deus.
Lewis explica:
Vamos esclarecer isso. Entre panteístas, como os indianos, qualquer pessoa poderia dizer que é parte de Deus, ou um com Deus… Porém este homem, por ser judeu, não poderia dizer que era esse tipo de Deus. Deus, em seu idioma, significava Estar fora do mundo, aquele que criou o mundo e era infinitamente diferente de qualquer outra coisa. Ao entender isso, você verá que o que esse homem disse, de forma muito simples, foi a coisa mais chocante jamais dita por um homem.[19]
Com certeza existem aqueles que aceitam Jesus como um grande professor, porém ainda recusam chamá-lo de Deus. Como deísta, sabemos que Thomas Jefferson não tinha problemas para aceitar os ensinamentos morais e éticos de Jesus e ao mesmo tempo rejeitar sua divindade.[20] Porém como já dito, se Jesus não era quem afirmava ser, então é preciso analisar outras possibilidades, nenhuma das quais faria dele um grande professor moral. Lewis disse: “Estou tentando impedir que qualquer um diga a coisa mais insensata, que as pessoas dizem frequentemente, sobre Ele: ‘Aceito Jesus como um grande professor moral, porém não aceito as afirmações de que ele era Deus’. É exatamente isso que não podemos dizer”.[21]
Em sua missão em busca da verdade, Lewis sabia que não era possível aceitar as duas identidades de Jesus. Ou Jesus era quem ele afirmava ser, a encarnação de Deus, ou suas afirmações eram falas. Se fossem falsas, Jesus não poderia ter sido um grande professor moral. Ele estaria mentindo de propósito ou teria sido um lunático com um complexo de Deus.

Jesus poderia estar mentindo?

Mesmos os maiores críticos de Jesus raramente o chamaram de mentiroso. Essa classificação não é compatível com os grandes ensinamentos sobre moral e ética de Jesus. Mas se Jesus não era quem afirmava ser, devemos pensar na possibilidade de que ele estava intencionalmente enganando a todos.
Uma das mais conhecidas e influentes obras políticas de todos os tempos foi escrita por Nicolau Maquiavel em 1532. Eu seu clássico, O príncipe, Maquiavel exalta o poder, o sucesso, a imagem e a eficiência acima da lealdade, da fé e da honestidade. De acordo com Maquiavel, não há problemas em mentir quando isso visa um fim político.
Poderia Jesus Cristo ter construído todo seu império com base em uma mentira simplesmente para obter poder, fama ou sucesso? De fato, os inimigos judeus de Jesus constantemente tentavam o expor como uma fraude ou um mentiroso. Eles o bombardeavam de perguntas, tentando fazer com que ele cometesse erros ou se contradissesse. Ainda assim, as respostas de Jesus eram de uma incrível consistência.
Assim, a questão que temos que fazer é: o que poderia motivar Jesus a tornar toda sua vida uma mentira? Ele ensinava que Deus não aceitava mentiras e hipocrisia, assim ele não poderia estar fazendo isso para agradar ao seu Pai. Ele certamente não mentiu em benefício de seus seguidores, uma vez todos, com exceção de um, foram martirizados em vez de renunciar seu Senhor (consulte “Os apóstolos acreditavam que Jesus era Deus?”  Assim, nos restam apenas duas possíveis explicações, ambas as quais são problemáticas.

Benefício

Muitas pessoas mentiram em prol de ganhos pessoais. De fato, a motivação da maioria das mentiras é o benefício que as pessoas veem nelas. O que Jesus poderia querer ganhar ao mentir sobre sua identidade? A resposta mais óbvia seria o poder. Se as pessoas acreditassem que ele era Deus, ele teria um poder imenso (é por isso que muitos líderes antigos, como os imperadores romanos, afirmavam ser de origem divina).
O problema dessa explicação é que Jesus evitava qualquer tentativa de ser colocado no poder, em vez de castigar aqueles que abusam de tal poder e vivem suas vidas em busca dele. Além disso, ele estendia suas mãos para os rejeitados (prostitutas e leprosos), aqueles sem poder, criando uma rede de pessoas cuja influência era menor do que zero. De uma maneira que só pode ser descrita como bizarra, tudo aquilo que Jesus fez e disse ia em direção complemente oposta ao poder.
Se a motivação de Jesus era o poder, ele aparentemente teria evitado a cruz a todo custo. Ainda assim, em diversas ocasiões, ele disse a seus discípulos que a cruz era seu destino e sua missão. Como morrer em uma cruz romana poderia conceder poder a alguém?
A morte, obviamente, trás a devida atenção a qualquer coisa. E enquanto muitos mártires morreram em prol das causas que acreditavam, poucos estiverem dispostos a morrer por mentiras conhecidas. Com certeza todas as esperanças de ganhos pessoais de Jesus teriam acabado na cruz. Ainda assim, até seu último suspiro, ele não abriu mão de afirmar que era o único Filho de Deus. O estudioso do Novo Testamente, J. I. Packer, aponta que este título expressa a divindade pessoal de Jesus.[22]

Um legado

Então se Jesus não mentia em benefício próprio, talvez suas afirmações radicais fossem falsas a fim de deixar um legado. Porém a possibilidade de ser espancado e pregado em uma cruz teria rapidamente acabado com o entusiasmo da grande maioria das pessoas.
Aqui está outro fato assombroso. Se Jesus tivesse simplesmente rejeitado a afirmação de ser Filho de Deus, ele jamais teria sido condenado. Foi sua afirmação de ser Deus e sua relutância a rejeitá-la que fizeram com que ele fosse crucificado.
Se aumentar sua credibilidade e reputação histórica foi o que motivou Jesus a mentir, é preciso explicar como um filho de carpinteiro, proveniente de um pobre vilarejo da Judéia, pode ter previsto os eventos futuros que tornariam seu nome tão conhecido e importante no mundo todo. Como ele poderia saber que sua mensagem sobreviveria? Os discípulos de Jesus tinham fugido e Pedro o negou, o que não é exatamente a melhor ideia para deixar um legado religioso.
Os historicistas acreditam que Jesus mentiu? Estudiosos analisaram a vida e as palavras de Jesus para descobrir se há qualquer evidência de falhas em sua personalidade moral. De fato, mesmo os maiores céticos ficam espantados com a pureza ética e moral de Jesus.
De acordo com o historicista Philip Schaff, não há evidências, tanto na história da igreja quanto na história secular, de que Jesus tenha mentido sobre qualquer coisa. Schaff argumentou: “Como, em nome da lógica, senso comum e experiência, um homem enganador, egoísta e depravado poderia ter inventado e mantido de forma consistente, do início ao fim, a personalidade mais pura e nobre da história, com o mais perfeito ar de verdade e realidade?”[23]
Aceitar a possibilidade de que Jesus era um mentiroso iria em direção oposta a tudo aquilo em prol de que Jesus ensinou, viveu e morreu. Para a maioria dos estudiosos, essa opção simplesmente não faz sentido. Ainda assim, para negar as afirmações de Jesus, é preciso uma explicação. E se as afirmações de Jesus não são verdadeiras, e ele não estava mentindo, a única opção restante é de que ele estava enganando a si mesmo.

Jesus poderia estar enganando a si mesmo?

Albert Schweitzer, ganhador do Prêmio Nobel em 1952 por seus trabalhos humanitários, tinha suas próprias ideias sobre Jesus. Schweitzer chegou à conclusão de que a insanidade era a base das afirmações de Jesus de ser Deus. Em outras palavras, Jesus estava errado em suas afirmações, porém ele não mentiu intencionalmente. De acordo a teoria de Schweitzer, Jesus estava iludido de forma a acreditar que ele era o Messias.
Lewis avaliou cuidadosamente essa possibilidade. Ele deduziu que se as afirmações de Jesus não fossem verdadeiras, então ele era louco. Lewis argumenta que alguém que afirmou ser Deus não seria um grande professor moral. “Ou ele seria um lunático do mesmo nível de uma pessoa que diz ser um ovo cozido ou seria o Diabo do Inferno”.[24]
A maioria das pessoas que estudou a vida e as palavras de Jesus o reconhece como uma pessoa extremamente racional. Embora sua vida tenha sido permeada de imoralidade e ceticismo pessoal, o renomado filósofo francês Jean-Jacques Rousseau (1712–78) reconheceu a personalidade elevada e a presença de espírito de Jesus, declarando: “Quando Platão descreveu seu homem justo imaginário… ele descrever exatamente a personalidade de Cristo. … Se a vida e a morte de Sócrates são as de um filósofo, a vida e a morte de Jesus Cristo são as de um Deus”.[25]
Bono conclui que “louco” é a última coisa que alguém pode pensar de Jesus.
“Assim o que lhe resta é que Cristo era quem Ele dizia ser ou era totalmente louco. E quando digo louco, digo louco como Charles Manson… Eu não estou brincando. A ideia de que toda a história da civilização em mais da metade do planeta foi completamente alterada por um lunático, para mim isso não pode ser verdade…”[26]
Então, Jesus era um mentiroso ou um lunático, ou era o Filho de Deus? Será que Jefferson estava certo ao classificar Jesus como “somente um professor moral”, negando sua divindade? É interessante que o público de Jesus, tanto crentes como inimigos, nunca o consideraram como um simples professor moral. Jesus causou três reações principais nas pessoas com que teve contato: ódio, terror ou adoração.
As afirmações de Jesus Cristo nos forçam a escolher. Como disse Lewis, nós não podemos categorizar Jesus simplesmente como um grande líder religioso ou um grande professor moral. O ex-cético nos desafia a nos decidir a respeito de Jesus, dizendo:
“Você precisa se decidir. Ou esse homem era, e é, o Filho de Deus, ou é um louco ao algo ainda pior. Você pode calá-lo por Ele ser um louco, você pode cuspir Nele e matá-lo como um demônio ou ajoelhar-se perante Ele e chamá-lo de Senhor e Deus. Mas não vamos considerar besteiras arrogantes dizendo que Ele era um grande professor moral. Ele não nos deu essa possibilidade. Não era esse seu objetivo”.[27]
Em Cristianismo Puro e Simples, Lewis explora diversas possibilidades a respeito da identidade de Jesus, concluindo que ele é exatamente quem ele afirmava ser. Sua análise cuidadosa da vida e das palavras de Jesus levou esse grande gênio da literatura a renunciar seu o ateísmo e se tornar um Cristão comprometido.
A grande questão da história da humanidade é “quem é o verdadeiro Jesus Cristo”? Bono, Lewis e muitos outros chegaram à conclusão de que Deus visitou a terra em forma humana. Mas se isso é verdade, nos esperaríamos que ele estivesse vivo atualmente. E é exatamente isso seus seguidores acreditam.

Jesus voltou mesmo dos mortos?

As testemunhas de Jesus Cristo realmente falaram e agiram como se acreditassem que ele fisicamente se ergueu dentre os mortos após sua crucificação. Se eles estivessem errados, o cristianismo teria se baseado em uma mentira. Mas se estivessem certos, tal milagre confirmaria tudo o que Jesus disse sobre Deus, sobre si mesmo e sobre nós.
Devemos então aceitar a ressurreição de Jesus Cristo somente pela fé ou existe uma evidência histórica sólida? Muitos céticos começaram investigações sobre os registros históricos para provar que os registros da ressurreição são falsos. O que eles descobriram?

Jesus disse o que acontece após a morte?

Se Jesus realmente voltou dos mortos, ele deve saber o que está do outro lado. O que Jesus disse sobre o significado da vida e sobre nosso futuro? Existem vários caminhos para Deus ou Jesus afirmou ser o único? Leia as respostas iniciais em “Por que Jesus?”

Jesus pode trazer significado para a vida?

Jesus pode responder as grandes questões da vida: “Quem sou eu?” “Por que estou aqui?” E, “Para onde estou indo?” Jesus fez declarações sobre a vida e o nosso propósito aqui na Terra que precisam ser analisadas antes de o ignorarmos como indiferente ou impotente. Este artigo, “Por que Jesus”, analisa o mistério de por que Jesus veio para a Terra e o que isso significa para nós.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...