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domingo, 15 de agosto de 2021

Boas notícias são boas apenas se você as aceitar




O teólogo Karl Barth ilustra, com a história de alguns soldados japoneses que foram encontrados muitos anos depois da vitória dos Aliados sobre o Japão na Segunda Guerra Mundial, quão difícil é aceitar as boas novas da salvação. Separados de seu regimento durante a invasão das forças aliadas, eles se esconderam na selva. Pensando que ainda estavam em guerra, eles abriam fogo contra qualquer um que se aproximasse do seu esconderijo. Por vários anos eles viveram temendo seus inimigos e sofrendo de solidão por causa da separação de seus parentes. Atentos apenas às suas necessidades primárias, eles ignoravam os eventos mundiais.
Quando foram finalmente encontrados e informados de que a guerra acabara, eles se recusaram a acreditar. Eles suspeitavam que aquilo fosse um truque para conseguir sua rendição. Eles não deixariam seu esconderijo para ir para a prisão! A notícia que poderia ter aliviado suas tensões, a notícia de que eles não precisavam temer e que poderiam voltar para suas casas para encontrar seus parentes sob completa anistia, era boa demais para ser verdade. Quase impossível de acreditar.
Os soldados não fizeram nada para obter perdão. Eles não apresentaram pedidos formais. No entanto, vários anos antes o conflito havia terminado. Em certo sentido, embora não soubessem, estavam em posição de serem aceitos. Tudo o que precisavam fazer era sair da selva, aceitar a oferta de anistia e voltar para seu lar e sua família.
Assim acontece conosco em relação a Deus. Há dois mil anos um mensageiro foi-nos enviado, o próprio Filho de Deus, para pagar o preço que poria fim à separação entre o homem e seu Criador.

Assim foi feito, como dizem as escrituras:

“Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” – João 3.16

“Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu darei descanso a vocês. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” – Mateus 8.28-30

“Se você confessar com a sua boca que Jesus é Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo.” – Romanos 10:9

“Eu asseguro: Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não será condenado, mas já passou da morte para a vida.” – João 5:24

“Então levou-os para fora e perguntou: "Senhores, que devo fazer para ser salvo?" Eles responderam: "Creia no Senhor Jesus, e serão salvos, você e os de sua casa.” – Atos dos Apóstolos 16:30-31

“Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isso não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie.” – Efésios 2.8-9

Mas tal boa nova – veja que este é o sentido de Evangelho, boa nova – só tem efeito para aqueles que a recebem, que suspendem suas armas e, sem maiores esforços que apenas crer, entregam-se a este salvador amoroso, Jesus, cuja mão estendida não recusa a ninguém: "Aqueles que vierem a mim, de maneira nenhuma os lançarei fora" (João 6.37).
Receba hoje esta carta de armistício, esta salvaguarda oferecida pelo sangue daquele que se sacrificou para por fim ao abismo que havia entre nós, pecadores, e o Deus santo.

terça-feira, 15 de junho de 2021

Ele estava no fundo do poço - Mas lembrou-se de Deus




Howard Rutledge, piloto da Força Aérea da Estados Unidos, foi abatido sobre o Vietnã do Norte nos começos dessa guerra. Ele passou vários anos miseráveis como prisioneiro de guerra antes de ser libertado.
Em seu livro Na presença de meus inimigos, ele reflete sobre a fonte de recursos de onde ele ganhou força naqueles dias que pareciam intermináveis ​​e intoleráveis. Ele diz:
"Durante esse tempo de reflexão forçada, foi muito mais fácil separar o importante do trivial, o que valia a pena e o que eu poderia esquecer. Por exemplo, no passado, eu trabalhava ou me divertia aos domingos e nunca tive tempo para Deus. Por anos minha esposa me encorajou a ir ao templo com o resto da família, mas eu não a escutava. Ela nunca me incomodou com o assunto, apenas vivia na esperança. Mas eu estava muito ocupado, muito ocupado para dedicar algumas horas por semana para o que era mais importante.
Agora a visão, o som e o cheiro da morte eram constantes ao meu redor. Minha fome de alimento espiritual muito em breve excedeu o meu desejo por um bife.
Agora eu queria saber sobre essa parte de mim que nunca morre. Agora eu queria falar sobre Cristo e a igreja. Mas naquele campo de concentração, em meio ao isolamento e sofrimento, não havia Bíblia, pastor, templo, hinário, nem crente. Eu tinha esquecido completamente da dimensão espiritual da vida e foi necessário cair prisioneiro para perceber como a vida é vazia sem Deus".
Quantas vezes são necessárias pressões e dificuldades da vida para que percebamos, como Rutledge, que há algo vital que esquecemos com muita frequência, e é Deus e nosso relacionamento com ele.

A Bíblia amorosamente alerta:
Lembre-se do seu Criador nos dias da sua mocidade, antes que venham os dias maus, e cheguem os anos em que você dirá: ‘Não tenho neles prazer’.” – Eclesiastes 12.1

Porque Deus diz: ‘No tempo aceitável escutei você e no dia da salvação eu o socorri.’ Eis agora o tempo oportuno! Eis agora o dia da salvação!” – 2 Coríntios 6.2

Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim jamais terá fome, e quem crê em mim jamais terá sede. Porém eu já disse que vocês não creem, embora estejam me vendo. Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora.” – João 6.35-37

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