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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

ÁLCOOL: O GRANDE DESTRUIDOR

 


ÁLCOOL: O GRANDE DESTRUIDOR


O POLICIAL DIZ: “O álcool mais a gasolina provocam os acidentes.”

O ASSASSINO DIZ: “Não sei o que fiz; eu estava bêbedo.”

O JUIZ DIZ: “O álcool efetua os crimes, porém não os desculpa.”

O PSICÓLOGO DIZ: “O álcool debilita a resistência e reduz a vida.”

O HOMEM DE BEM DIZ: “O álcool e a moralidade são incompatíveis.”

A JOVEM DIZ: “O hálito dum alcoólico é repulsivo.”

A MÃE DIZ: “O álcool rouba ao lar a sua felicidade.”

OS FILHOS DIZEM: “Quando papai não bebe corremos para encontrá-lo; quando está bêbedo corremos para nos escondermos.”

A ESPOSA DIZ: “O álcool induz ao divórcio.”

O EMPRESÁRIO DE FUNERAIS DIZ: “O álcool acelera o negócio.”

O NEGOCIANTE DE BEBIDAS DIZ: “Entrega-o aos moços e terás um prisioneiro que auxiliará o negócio por toda a vida.”

O PASTOR DIZ: “O álcool tem roubado muitas almas à vida eterna.”

A BÍBLIA DIZ: “Os bêbados não herdarão o Reino dos Céus (1Co 6.9,10).”

B. E. Bergesen


A Bíblia tem uma palavra de auxílio e esclarecimento, que pode representar o ponto de virada em toda e qualquer situação: 

"Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo." - 1 João 3.8

Jesus pode desfazer qualquer prisão, seja ela de dependência química, psicológica ou espiritual. Achegue-se a Ele em busca de auxílio. Ele mesmo é quem diz:

"Aquele que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora." - João 6:37


quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Para onde você corre quando tudo dá errado?

 


Para onde você corre quando tudo dá errado?

Um amigo meu conta um fato acontecido com seu pai quando caçava cervos nas florestas do Oregon.

Carregando o rifle no braço, seu pai caminhava por uma velha estrada que havia sido invadida pelas árvores da floresta. A noite aproximava-se, e ele estava pensando em retornar ao acampamento, quando ouviu um barulho em um arbusto. Antes que ele tivesse tempo de apontar o rifle, um vulto marrom e branco apareceu na trilha bem à sua frente.

Meu amigo ri muito quando conta esta história.

 Tudo aconteceu tão rápido que meu pai não teve tempo de pensar. Olhou para baixo e lá estava um pequeno coelho selvagem marrom, cansado demais, enroscado em suas pernas, entre as botas. O corpo inteiro do animalzinho tremia, mas ele continuou ali, sem se mexer.

 Foi um fato muito estranho. Os coelhos selvagens têm medo de gente, e é difícil alguém os ver... e muito menos assim, agarrado nos pés...

 Enquanto papai se refazia do susto, outro personagem entrou em cena. Mais adiante na estrada, talvez a uns 200 metros, uma doninha saiu inesperadamente do meio do arbusto. Ao ver meu pai e sua presa enroscada em suas pernas, ela parou apoiada nas patas traseiras, ofegante, olhos vermelhos brilhando.

— Foi então que meu pai compreendeu que estava presenciando um pequeno drama de vida ou morte na floresta. O coelho selvagem, exausto pela perseguição, estava apenas a alguns instantes da morte. Meu pai era sua última esperança de refúgio. Esquecendo-se de seu medo e cautela naturais, o animalzinho enroscou-se instintivamente nele para proteger-se dos dentes afiados do inimigo implacável.

O pai de meu amigo não decepcionou o coelho. Apontou o rifle e atirou no chão, bem perto da doninha. O animal deu um salto de mais de meio metro no ar e correu em direção à floresta o mais rápido que pôde.

O coelho continuou imóvel por alguns instantes, enroscado nas pernas do pai de meu amigo enquanto o céu escurecia. O homem dirigiu-se carinhosamente ao coelho:

— Para onde ela foi, criaturinha? Acho que ela não vai aborrecer você por uns tempos. Parece que levou um grande susto hoje.

O coelho afastou-se correndo de seu protetor rumo à floresta.

Para onde, amado leitor, você corre em tempos de necessidade?

Para onde você corre quando os predadores dos problemas, das preocupações e do medo o perseguem?

Onde você se esconde quando seu passado o persegue como um lobo implacável, querendo destruí-lo?

Onde você busca proteção quando as doninhas da tentação, da corrupção e do mal ameaçam subjugá-lo?

A quem você recorre quando sua energia está exaurida... quando a fraqueza mina seu corpo e você não consegue mais fugir?

Você recorre a seu Protetor, àquele que permanece de braços abertos, aguardando sua chegada para que você usufrua toda a segurança que Ele pode dar?

 

São palavras de Jesus:

“Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.” (Mateus 11:28)

“Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens. O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.” (João 10:9-11)

“Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim.” (João 14:6)

“Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora.” (João 6:37)

 

Kay Arthur

Do livro Histórias para o Coração, de Alice Gray

terça-feira, 15 de outubro de 2024

O Lixão - Uma mensagem aos desviados dos caminhos de Deus

 


Ele vivia em um lixão. Tal lugar abominável e sujo era o seu lar. O mal cheiro asqueroso do lixo podre era péssimo. A atmosfera poluída com a fumaça e a sujeira oprimia o meio ambiente como uma sombra horrorosa. Não havia lugar que não estivesse cheio de lixo nojento e infestado de ratos. Ali, um montão de detritos servia de lar para esse mendigo que ostentava uma sinistra coleção de trapos imundos. Sobre suas costas, carregava um fardo muito pesado.

No entanto, ainda que para nós pareça difícil imaginar, esse homem não conhecia outro tipo de vida. De fato, todas as pessoas que ele conhecia moravam no lixão.

O lixão era onde se achava a boa vida! Ali se fazia de tudo. Depois de uma semana de trabalho, fuçando o lixo, começavam as festas. O lixão até se estremecia com as bebedeiras, a gritaria, as brigas, além de outras incontáveis diversões que se ofereciam ali. Cada domingo, algumas pessoas se reuniam sobre um grande monte de lixo. Ali ostentavam seus trapos, vangloriavam-se de suas últimas aventuras no lixão e compartilhavam novas ideias para extrair melhores itens do lixo. Dessa maneira, os habitantes do lixão acreditavam ser donos de valores insuperáveis.

A pessoa desta narrativa, muitas vezes, parava e contemplava a sujeira ao seu redor. Havia ocasiões em que desejava sair daquele lugar. Mas como? Ele não conhecia outra vida. Como poderia mudar? O que ele vivia, na verdade, não o satisfazia, no entanto, parecia um beco sem saída.

Foi então que conheceu o irmão Paulo.

— Você pode ser limpo — convidou Paulo — Venha e eu lhe mostrarei uma vida nova. Deixa o lixão e venha até o rio.

O pobre homem ouviu e obedeceu. O lixão foi deixado para trás enquanto, à frente, um rio cristalino aparecia. Titubeando e temeroso, porém decidido, o homem aproximou-se da água e se lançou. Enquanto submergia na água, uma enorme alegria tomou conta dele. Toda a sujeira acumulada durante toda a sua vida desapareceu nas correntes das águas. Os trapos e o fardo pesado também desapareceram. Já não pesavam sobre ele. Nunca antes havia desfrutado de um banho tão incomparável. Estava livre de verdade!

O homem pulava e agitava as águas de tanta alegria. Só agora começava a viver, e percebia que esteve morto. Isto sim era vida! O homem riu e gritou de alegria. Era como um escravo que havia sido libertado, como um prisioneiro a quem foi dada a liberdade. Agora sim vale a pena viver.

Em seguida, o homem voltou ao lixão para contar aos seus antigos companheiros acerca do rio. Estava muito emocionado com a sua descoberta.

— Tomás, venha comigo. Eu o levarei ao rio. Olhe para mim! Estou limpo. Venha comigo. Você também pode ficar limpo!

Tomás olhou seu velho amigo com olhos ofuscados pelo pecado e pela incredulidade.

— Limpo? Para que quero ser limpo? Você está louco? Nunca em minha vida tomei um banho e não tenho o porquê fazê-lo agora. Não, desculpe, este lixão está perfeito para mim. Não preciso dessa bobagem de limpeza.

Ele então prosseguiu, convidando um e outro. Mas nosso amigo se desanimou. Ninguém queria estar limpo. Por quê? Será que não podiam ver o que havia acontecido em sua vida? Ou será que na verdade nada havia acontecido? Quem sabe ele estivesse apenas enganando a si mesmo? As dúvidas tomaram conta dele, e a alegria e o fervor dos primeiros dias começaram a desaparecer.

Certo dia, ao caminhar pelo lixão, passou em frente ao seu antigo monte de lixo. Ele olhou para as coisas que havia deixado para trás. Invadiu-o o desejo de tê-las novamente. Ele havia se esquecido que tinha tudo aquilo. Era necessário realmente haver abandonado tudo? Na verdade, ele viu coisas que podiam ser valiosas. Além do mais, ele sempre poderia falar com as pessoas a respeito do rio. Talvez, se carregasse um pouco de lixo consigo, as pessoas se interessariam mais em seu testemunho.

Ah, ali está um pedaço de espelho! — exclamou para si mesmo — Me servirá para alguma coisa.

O homem decidiu pegá-lo e colocá-lo em seu fardo. E assim ele pegou uma coisa e depois outra. Cada vez lhe parecia razoável tomar mais uma coisa e depois outra. Logo, estava catando lixo com muito entusiasmo. Seu fardo tornou-se mais pesado do que nunca; mal podia caminhar com ele. Finalmente caiu sob o peso, o cansaço e o desespero, mas seu amor por este mundo não o permitia reconsiderar. Esse homem, se chamava Demas e acabou de novo no lixão.

Em 2 Timóteo 4:10, lemos essas palavras tão lamentáveis: “Demas me abandonou, amando este mundo”. Que final tão trágico para uma história que havia começado tão bem!

Muitos conseguem ver a miséria em que vivem e recorrem ao rio em busca de limpeza, mas quantos permanecem limpos? Muitos têm deixado esse mundo para trás e captaram a visão de algo melhor, mas quantos seguem fielmente essa nova visão? Muitos começam, mas quantos terão a determinação de seguir até o final? Muitos encontram uma vida melhor, mas quantos vivem essa vida nova? Não seja como um daqueles que voltam para trás. Lembre-se de Demas.

Se você, por quaisquer motivos, desviou-se ao longo do caminho, saiba que o rio, o Rio da Vida, Jesus Cristo, está ansioso para receber você de volta em suas águas. E te purificar, acolher, perdoar e restaurar. Não importa o que tenha acontecido, as coisas que você tenha feito: Volte para casa! Em Cristo há paz, cura e liberdade perfeitas.


Reflita nas poderosas palavras bíblicas:

 

“Arrependam-se, pois, e voltem-se para Deus, para que os seus pecados sejam cancelados.” – Atos 3.19

 

“Voltem, filhos rebeldes! Eu os curarei da sua rebeldia”. “Sim!”, o povo responde. “Nós viremos a ti, pois tu és o SENHOR, o nosso Deus. – Jeremias 3.22

 

“Preparem o que vão dizer e voltem para o SENHOR. Peçam-lhe: ‘Perdoa todos os nossos pecados e, por misericórdia, recebe-nos, para que te ofereçamos o fruto dos nossos lábios’.” – Oseias 14.2

 

“Oro também para que os olhos do coração de vocês sejam iluminados, a fim de que vocês conheçam a esperança para a qual ele os chamou, as riquezas da gloriosa herança dele nos santos.” – Efésios 1.18

 

“Os infiéis receberão a retribuição de sua conduta, mas o homem bom será recompensado.” – Provérbios 14.14

 

“Nós, porém, não somos dos que retrocedem e são destruídos, mas dos que creem e são salvos.” – Hebreus 10.39

 

“Por isso não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; eu o segurarei com a minha mão direita vitoriosa.” – Isaías 41.10

 

“O seu crime a castigará e a sua rebelião a repreenderá. Compreenda e veja como é mau e amargo abandonar o SENHOR, o seu Deus, e não ter temor de mim”, diz o Soberano, o SENHOR dos Exércitos.” – Jeremias 2.19

 

“Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.” – Mateus 11.29,30


Eric Himelick, em Church Herald and Holiness Banner / Revista A Tocha n.18.


Confira por favor também o post: Algumas frases para reflexão dos que estão afastados dos caminhos do Senhor.



domingo, 15 de setembro de 2024

O Sentido da Vida


O sentido da vida sempre preocupou a humanidade. “Por que vivo?” “Qual a razão da vida?” “Qual o objetivo de viver?”

Mary Roberts Rinehart disse sobre o sentido da vida: “Um pouco de trabalho, um pouco de sono, um pouco de amor, e tudo acabou”. Edmund Cooke afirmou: “Nunca vivemos, mas sempre temos a expectativa da vida”. Colton: “A alma vive aqui como numa prisão e é liberta apenas pela morte”. Shakespeare: “Viver é uma sombra ambulante”. R. Campbell: “Viver é um corredor empoeirado, fechado de ambos os lados”. Rivarol: “Viver significa pensar sobre o passado, lamentar sobre o presente e tremer diante do futuro”.

Será que todas essas não são afirmações bastante amargas e desanimadoras sobre o sentido da vida? Parece que todos falam apenas de existir e não de viver verdadeiramente.

Jesus tocou no âmago da questão ao dizer: “Eu sou... a vida” (João 14.6).Por isso o apóstolo Paulo escreveu sobre o sentido da vida: “Porque para mim o viver é Cristo” (Filipenses 1.21).Por isso, também o apóstolo João começou sua primeira carta com as palavras: “O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam - isto proclamamos a respeito da Palavra da vida. A vida se manifestou; nós a vimos e dela testemunhamos, e proclamamos a vocês a vida eterna, que estava com o Pai e nos foi manifestada” (1João 1.1-2).

Uma revista esportiva publicou as palavras de um famoso ex-treinador e comentarista esportivo, que resumiu sua vida:

Eu acreditava que 20 anos de fama bastariam [...]. Talvez ganhar três campeonatos e então, no auge, com 53/54 anos, parar [...]. Depois eu pretendia recuperar tudo o que tinha perdido, por causa do muito tempo que estive viajando [...]. Agora tudo parece tão sem sentido [...]. Mas aquela ânsia incontrolável de conquistar o mundo não podia ser freada [...]. Ao se ficar doente, chega-se à conclusão: “O esporte não significa mais nada” - esse pensamento é simplesmente terrível.

Alguém disse certa vez: “Qual o significado da vida, quando ela se torna ‘antigamente’?”. Sem Jesus, que é a vida em todo seu significado presente e eterno, a vida na terra oferece no máximo um “sucesso vazio”, e mesmo esse se esvai no final como areia entre os dedos. Por isso, dê ouvidos à voz de Jesus, que resume o sentido da vida numa única frase: “Esta é a vida eterna: que te conheçam, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17.3). 

 

Norbert Lieth


sábado, 21 de outubro de 2023

E-book gratuito: 150 Frases de Soren Kierkegaard - Um pouco do melhor do Filósofo da Existência

 

Complexo, arguto, irônico, poético, multiplamente genial: Assim foi o dinamarquês, nascido em Copenhague, Søren Aabye Kierkegaard (1813 – 1855).

Ao compreender o peso que se estabelece sobre cada ser humano – a liberdade que exige uma tomada de posição, e ao postular que o mundo interior, subjetivo, era muito mais importante que o exterior, Kierkegaard antecipou temas da psicologia e da filosofia que, doravante, nortearam boa parte dessas disciplinas.

Viveu uma vida reclusa e conturbada, na qual sua profunda percepção da situação angustiante e mais do que isso, absurda do homem – enquanto criatura afastada de seu Criador – lhe infligiram duros pesares.

Seu entendimento profundo do cristianismo o levou a ser um crítico da igreja de seu tempo, pois Kierkegaard, mais do que talvez qualquer homem em séculos antes e depois dele, sabia que a verdadeira vivência da fé cristã era um salto – oneroso ao máximo – dentro do absurdo, salto paradoxal (pois a fé é a superação da racionalidade) que significava a única oportunidade de transcender tal absurdo rumo ao absoluto, e o ápice a que o homem poderia almejar, dentro dos três estágios existenciais propostos pelo pensador: o estético, o ético e o religioso.

Sua vasta obra, desenvolvida através de pseudônimos que dialogam entre si, tem influenciado pensadores e artistas das mais variadas correntes, desde seu advento. Não sem razão ele é considerado o pai do Existencialismo.

Aqui, um pouco do melhor de Kierkegaard.

Para baixar gratuitamente o e-book em formato PDF pelo Google Drive, clique AQUI.


Este e-book possui uma versão ampliada (250 citações) na Amazon, gratuita para assinantes Kindle. Confira AQUI.


segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

SOLUÇÃO PARA A CRISE

 


SOLUÇÃO PARA A CRISE

 Thiago Rocha


Para o mal do pecado, que há no mundo,

não adiantam leis, nem coação.

O seu problema está bem lá no fundo:

Procede do interior do coração.

 

É preciso descer ao mais profundo,

onde estão a violência e a corrupção.

Para acabar com o imoral, o imundo,

só há, apenas, uma solução.

 

Somente Cristo salva do pecado

o homem perdido nos caminhos seus.

Somente Cristo nos religa a Deus.

 

Só Ele foi pra isso separado.

Só Ele corrigiu nosso deslise.

Só Cristo é solução pra nossa crise.

 

"E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos".

Atos 4.72



A SOLUÇÃO

Thiago Rocha

 

Se estás doente, perturbado e triste,

e, assim, perdeste o gosto de viver...

Se a paz no coração não mais existe,

e preferias desaparecer...

 

Recorre a Cristo, que te ajuda e assiste,

e pode teus problemas resolver.

Lança-te aos seus pés, clama, ora, insiste,

pois Ele para tudo tem poder.

 

Jesus te cura e salva integralmente,

quer teu corpo, tua alma, ou tua mente,

pois Ele é nosso Médico Divino.

 

Irás viver com mais tranquilidade,

já, aqui, e por toda a eternidade,

entregando a Jesus o teu destino.

 

Ele é... quem sara todas as tuas enfermidades.

Salmos 103,3.


Do livro Celebração da Vida.


domingo, 14 de novembro de 2021

Nascemos e morremos entre lágrimas - Por quê?



 "Ouça o choro de uma mulher em trabalho de parto, no momento em que está a dar a luz - olhe para a luta do homem moribundo, em seus últimos estertores, e então me diga se algo que começa e termina assim pode ser planejado para diversão." - Soren Kierkegaard

Meu amigo, minha amiga, há uma névoa de DOR instalada sobre todas as coisas, e um vazio - ora barulhento, ora silencioso - em nossas vidas, do primeiro ao último dia. A vida é mais do que se divertir e correr atrás de uma pretensa felicidade, constantemente fazendo de conta que as coisas ruins da vida não existem. Nossa vida possui um sentido maior, sentido de cuja percepção nossos pecados nos mantêm distantes. E a compreensão desse sentido - E O ENTENDIMENTO DE QUE NÃO NASCEMOS PARA A DOR - passa pela nossa re-ligação com nosso Criador, através da ponte que Ele estabeleceu não numa religião, mas numa pessoa, Cristo Jesus.
Em Cristo está a resposta para nossa angústia e a conquista final daquilo para o que fomos criados - a união com Deus, livres das consequências do pecado, consequências que conhecemos e sofremos como DOR e MORTE.
Apanhe uma Bíblia aí em sua casa, caso possua, e a abra na ÚLTIMA PÁGINA. Você estará então no capítulo final (o de número 21) do livro de Apocalipse, que fala das coisas que em breve irão acontecer. Encontre e reflita neste trecho bíblico: "Ele [Jesus] enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou". Ap 21.4

S. R.

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

Como saí da vida loka e escapei da morte

 


Shara Pennekamp era viciada em drogas, desde os 16 anos. Agora, aos dezenove, ela trabalha como voluntária no combate ao vício, fazendo palestras em escolas, clubes e igrejas, contando como as drogas quase lhe arruinaram a vida. Neste depoimento ela diz por escrito o que costuma contar de viva voz aos jovens, nas conferências que faz.

"Eu só tenho 19 anos, mas dizem-me que pareço muito mais velha. As drogas quase me arruinaram a vida. Levaram-me à tentativa de suicídio, estragaram meus dois casamentos, arruinaram para sempre meu fígado, os rins e a vista. Ainda sou legalmente muito jovem para comprar bebidas alcoólicas, no Estado norte-americano onde nasci, mas, em certa ocasião, eu gastava 300 dólares por dia em drogas.

Só há três possibilidades para uma garota ganhar uma tal quantia: roubando, prostituindo-se ou "passando" drogas para outros infelizes viciados. Eu "passava" drogas. Isso aconteceu em Haight-Ashbu, um distrito de São Francisco, ponto de reunião de "hippies", onde me firmei, depois que fugi de casa, deixando com mamãe meu bebê, Richie, que nasceu não muito depois de eu haver completado 16 anos.

 

SEPARAÇÃO

Os entorpecentes fizeram-me sair de casa. Depois de me separar de meu primeiro marido, encontrei um "cara" que me levou a um local do Louisville chamado "The Chicken Coop". Era uma casa de três andares, onde dez jovens viviam em "comunidade" e fumavam marijuana. A marijuana nunca me interessou ou apeteceu, mas eu a fumava, porque era o que todos os outros faziam. Eu me entreguei à droga metedrina para valer.

A polícia deu uma batida no Chicken Coop e todo mundo, inclusive meu namorado, foi parar atrás das grades. Os rapazes foram acusados de contribuir para minha delinquência, pois eu era menor de idade. Fui levada à delegacia policial e interrogada. Contei tudo à polícia. Depois disso, um amigo do meu "amiguinho" veio me ver e disse-me: “Você é a única testemunha que os tiras da polícia podem conseguir. E se você não der o fora desta cidade imediatamente, vai jogar todos nós na prisão”. Disse-me também que um homem chamado Skip me levaria para fora da cidade. Voei então para Los Angeles com esse tal Skip.

Ele levou-me para uma casa, algo assim como o Chicken Coop, onde uma porção de jovens viviam juntos ali e tomavam entorpecentes de um tipo ou de outro. Até aquela ocasião, eu nunca espetara uma agulha em meu braço. Simplesmente não suportava ver ninguém se drogar daquele jeito. Mas Skip me iniciou na heroína. Ele me deixou dopada durante semanas, mantendo-me drogada por meio de injeções. Receava que eu saísse do torpor, fugisse de volta à minha cidade natal e fosse servir de testemunha para a polícia.

 

VÍCIO

Quando saí daquele estupor, juntei-me a um bando de rapazes que partia para São Francisco. Foi assim que cheguei àquela cidade, onde permaneci por mais de um ano. Mudei-me para um quarto com um viciado em heroína e suponho que eu tenha vivido com aproximadamente vinte homens diferentes, durante o período que passei ali. Eles pagavam o aluguel. Tudo o que me cabia custear era meu vício, que afinal chegou a custar-me de 200 a 300 dólares por dia.

Mas, naquele tempo, eu tinha um negócio muito bom, fazia muito dinheiro, era dona da “boca” na rua. Meu lucro, às vezes, subia a 300 ou 500 dólares, por dia. Eu recebia as drogas de um dos rapazes da casa. Esses entorpecentes passavam, então, de um traficante para outro e nunca se sabia o que se estava recebendo. Uma manhã, eu recebi uma “carga” muito ruim. Depois que tomei a droga fiquei paralisada e cheia de dores pelo corpo todo. De outra vez, caí com hepatite – pegada de uma agulha mal desinfectada, eu suponho. Nem sequer procurei um médico.

Nesse ínterim, o senhor Talbott, senhorio daquele antro, foi muito bom para mim e passei a gostar dele. Ele se interessou por mim e disse-me: “Eu simplesmente não suporto ver você se arruinar deste jeito”. Isso se deu, depois que eu larguei da heroína e voltei a fazer uso das anfetaminas, fazendo a “viagem” por via injetável, em lugar de tomar pílulas. Algumas vezes, devo ter ficado dopada durante uma semana, e provavelmente não comia nada durante aquele tempo. Perdi peso, meu cabelo ficou sem viço, tornou-se comprido, fino e ralo, e realmente eu tinha um péssimo aspecto. Na verdade parecia uma velha. O senhor Talbott finalmente convenceu-me a sair da Califórnia e voltar para casa.

 

MUDANÇA

Tornei a casar-me e mudei-me para Cincinnati. Mas, minha antiga vida de vício voltava a me perseguir. Eu estava grávida de sete meses, quando tomei conhecimento dos bebês horríveis e deformados de mães que haviam tomado LSD. Vocês podem imaginar como me senti – grávida e tendo feito muito uso de LSD. Isso foi a gota d’água. Descontrolei-me emocionalmente e fui parar num hospital, com colapso nervoso. Os médicos descobriram que eu tinha cirrose hepática – consequência ainda daquela hepatite mal tratada.

Um dia, ao deixar o hospital, passei a sofrer de alucinações que me levaram de volta ao passado, ao tempo em que eu fizera uso do LSD. Decidi suicidar-me. Estava certa de que iria morrer, de qualquer maneira. Ingeri dois vidros cheios de pílulas sedativas e soporíferas, mas quando comecei a me sentir tonta e enjoada, entrei em pânico e telefonei pedindo socorro. O esquadrão de “salvação” ou “salva-vidas” da polícia chegou às pressas à minha casa.

Salvaram-me. Mas, neste meio tempo, meus pulmões entraram em colapso. Ainda tenho uma cicatriz no pescoço da operação de emergência a que me submeteram. Apesar de tudo, meu bebê – um menino – nasceu sadio. Lance está agora com um ano. Seu irmão, Richie, tem 4. Eu dou graças por estar viva e com dois filhos bonitos – embora me esteja divorciando do segundo marido. Estou de volta a casa, em Sallesburg, morando com meus pais e as crianças.

Enquanto eu estava em Cincinnati, uma professora perguntou-me se eu faria uma preleção para sua classe sobre minha experiência com drogas. Concordei com a esperança de que o que eu experimentara com os entorpecentes servisse para afastar outros de tentar fazer uso deles. A esta altura, suponho que já haja relatado minha história cerca de umas cem vezes, em escolas, igrejas e clubes. Nunca mais voltarei a tomar drogas, agora que já me libertei do vício. Eu sei o mal que elas podem fazer – e sei como é horrível. Espero ter deixado isto bem claro para os milhares de pais e de filhos que leram este depoimento. Se minha história convencer os jovens a se manterem afastados das drogas, dar-me-ei por muito feliz.

 

Transcrito do Jornal O Globo, de 25/05/1971


quarta-feira, 14 de abril de 2021

CARTA AOS SUICIDAS

 


Carta aos suicidas

 

Eu e você somos um.

Menina que queria ser homem, eu e você somos um

Nesta fome que nos mói, sede lenta que nos arrebenta,

Sonho de aniquilação, que não vemos donde vem

Mas que parece vir lá do dentro

Isso que não queremos mas que tudo em nós diz para querermos

 

Nosso crime descoberto, nosso corpo vil, nossa perfeita, matemática

Inadequação que a tudo se encaixa

Sim, não poderemos olhar nos olhos deles amanhã,

Pois sequer suportamos nosso vil olhar no espelho!

Eu e você somos um, olhar desesperado

Tudo que queremos é a morte, tesouro sem fim

 

Mas nosso tesouro foi pilhado, apresado por um

Que morreu como gostaríamos

Mas estranhamente escolheu voltar, pois ele podia

Dar-se ao luxo:

Voltou para que, como eu você somos um, fôssemos um com ele

Voltou da morte para dizer que não precisamos dela

Não nos importa conhecê-la, ela é apenas vil,

E não é fim, mas alçapão: escada para baixo, para

Outra maior forma de morte, nem lenta: eterna

Nem dolorosa: esculpida num bloco de dor

 

Uma figura um nazareno maltrapilho lotado de amor desconcertante

Fez como um caminhão de flores que capota, rodopia

E cai de pé e de volta, espalhando toda a carga de flores pelo caminho

Pelas nossas cabisbaixas cabeças que se levantam

Espantadas de alguém que diz estranhezas tais:

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas.” (Mateus 11.28,29)

Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá.” (João 11:25,26)

Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.” (João 10:11)

Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede.” (João 6:35)

 

Mensageiro e Ele próprio uma carta viva a nós endereçada

A todos os viventes remetida, mas como que especialmente

Para nós os últimos, pois somos da criação e da dor

Aqueles mais habilitados a saboreá-la, a compreendê-la

– A ela esta carta viva doadora de Amor e doadora de Sentido –

E a dela nos apropriarmos para alimentar esse nosso desejo de morrer

Até que ele se cale e finde, exploda tendo seu estômago negativo

Entupido com as palavras de Vida do bom Jesus,

O que nos entendeu, o que nos amou, o que pagou pelo que não poderíamos.

Jesus que anseia nossa companhia, meu Deus!, logo a nossa,

Nós os insuportáveis, nós que não nos suportamos, que nos fechamos

No quarto, ele nos chama para fora, ele realiza uma festa

Meu Deus, uma festa!,

E não é como as festas que vemos das pessoas excelentes,

Ele realiza uma festa para todas as pessoas, até as últimas pessoas

Não há preconceito em seus olhos nem traição em seus atos

Ele ama a todas as pessoas e nos convida a amarmos com ele,

A sermos o amor dele andando por aí, convidando para a festa,

Encontrando os outros trancados nos quartos, nos corações,

Encontrando-os e dizendo eu lhe entendo, encontrando-os

Para lhes enxugar as lágrimas de solitários e dizer:

Eu e você somos um. E há um outro, maior do que nós

Que é um conosco. E vamos morar com Ele.

 

Sammis Reachers, no livro Cartas e Retornos (2021).


 

sábado, 20 de fevereiro de 2021

Deus, onde você está?



 Deus, onde estás?

Estou arrasado!

Preciso de ti.

Como posso te encontrar?

É esse o clamor desesperado de seu coração? No seu íntimo, você está procurando a Deus? Desejando encontrar seu Criador? Você tem a impressão que ele está fugindo de você, para não o encontrar?

Não é só você que se sente assim. Homens em todos os lugares, de todas as idades, têm perguntado por Deus. Há dois mil anos, um jovem rico veio a Jesus e perguntou: “Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” (Marcos 10:17). Quando o apóstolo pregou no dia de Pentecostes, os presentes indagaram: “O que faremos?” ou seja, “Como encontraremos a Deus?” No mundo turbulento de hoje, existe uma inquietação generalizada, um clamor abafado, um desejo forte por Deus e seu amor.

Todos os seres humanos têm a mesma necessidade de se encontrarem com Deus, e enquanto isso não acontecer, o coração não sossega. A única maneira de se sentir em paz e ter a alma descansada é conhecendo a Deus e andando com ele. Jesus convida: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mateus 11:28).

Podemos compreender melhor a necessidade que temos de Deus quando lembramos que foi ele quem nos criou para sermos seus filhos. Não existem duas pessoas idênticas (sempre há uma diferença no modo de falar, pensar, encarar as coisas ou agir). No entanto, todos fomos criados conforme a sua imagem e semelhança (leia Gênesis 1:26), com uma alma vivente, que na realidade faz parte de Deus. É justamente esta alma que deseja estar em comunhão com seu Criador. “Como o cervo anseia pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo” (Salmo 42:1-2). Somente o Deus vivo é capaz de satisfazer a alma vivente do homem!

Quando Davi encontrou-se com Deus, ele resumiu aquilo que sentia no fundo do coração assim: “Nada me faltará” (Salmo 23:1). A necessidade que sentiu ficou saciada. Ele ficou satisfeito, pois sentia a paz que vem somente depois da criatura encontrar-se com o Criador. “Pois satisfez à alma sedenta, e encheu de bens a alma faminta” (Salmo 107:9).

Deus é real. Mesmo que você não o veja, não o compreenda e não o encontre, isto não altera o fato de que ele sempre existiu, existe hoje e sempre existirá. Sim, Deus existe! Não duvide nunca! Para encontrar a Deus, é fundamental que você creia em sua existência e confie plenamente em seu amor.

Onde Deus está? Ele pode estar aqui na mesma hora em que está em um lugar distante? Sim, ele está em todo lugar! Jesus disse à mulher samaritana, junto ao poço de Jacó, que Deus é Espírito; por isso ele pode ser encontrado em qualquer lugar, a qualquer hora. Ele não fica apenas num lugar distante que chamamos de céu e tampouco fica apenas nas igrejas ou templos. Você pode encontrá-lo nas montanhas, nos vales, no céu, em sua casa ou em qualquer outro lugar. Neste momento ele está perto de você.

Jacó, o servo de Deus, disse: “Na verdade o Senhor está neste lugar; e eu não o sabia.” Muitas vezes ficamos tão ocupados com as coisas desta vida que acabamos não percebendo a sua presença. Ele está perto e não o sabemos. Achamos que Deus vai se manifestar através de algum acontecimento extraordinário, e por isso não percebemos quando nos fala através de sua voz mansa e delicada, ou quando toca suavemente em nosso coração. Temos que parar, olhar e escutar, e só assim poderemos, pela fé, ver, ouvir e compreender.

Você não precisa procurar a Deus às cegas. Ele não está se escondendo. Deus está procurando você. Sim, bem antes de você resolver procurá-lo, já o procurava. Ele quer que você faça parte de sua família eterna, quer morar em seu coração e amar e ajudá-lo de uma forma bem pessoal. Em seu coração você sente um vazio, uma inquietude, um sentimento de culpa? Sente que está perdido? Tem medo de morrer? Tudo isso é a voz de Deus que chama. Ele não quer que você se perca. No seu caso, pode ser que Deus esteja chamando pela primeira vez – ou pela última. “Se hoje ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações” (Salmo 95:7-8).

Em seu grande amor, Deus abriu um caminho no qual podemos encontrá-lo. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). Cristo é o caminho que nos leva a Deus. Jesus disse: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6). Quando o carcereiro perguntou: “Que é necessário que eu faça para me salvar?” O apóstolo Paulo respondeu: “Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo” (Atos 16:30-31).

Quando Nicodemos perguntou sobre a salvação, Jesus lhe disse: “Em verdade, em verdade te digo que quem não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus” (João 3:3). Assim como Nicodemos perguntou, você pode também perguntar: “Como pode ser isso?” Nascer de novo significa aceitar a Jesus, o Filho de Deus, como seu Salvador. Se você crer na morte de Jesus na cruz, seu sangue purificará seu coração de todo o seu pecado. Para isso acontecer, é preciso sentir tristeza pelos seus pecados e abandoná-los, pedir a Deus que lhe perdoe e confessar que Jesus é o Senhor de toda a sua vida. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9).

Todos pecaram. “Não há um justo, nem um sequer” (Romanos 3:10). Deus é santo e portanto ele odeia o pecado. De forma que, antes de entrar na presença de Deus, temos que abandonar os nossos pecados, assim como ele nos ensina em sua Palavra. Bons princípios morais não são suficientes para obtermos a salvação. Temos que arrepender e deixar os nossos pecados.

Para de fato encontrar a Deus, você precisa desejá-lo acima de qualquer outra coisa em sua vida; precisa entregar-se totalmente a ele, de corpo e alma; precisa negar-se a si mesmo e deixar de ser egoísta. É preciso que você deteste o pecado, assim como Deus o detesta.

Você de fato quer encontrá-lo e andar com ele? A escolha é sua — exclusivamente sua. Não tem nada a perder, e tudo a ganhar. Se você parar e der meia-volta para aproximar-se de Deus, há de encontrá-lo, pois o Salvador está esperando. Quando você encontra a Deus, a fonte de vida, ele lhe dará vida nova, um coração novo e uma disposição de segui-lo. Todas as coisas se tornarão novas (leia 2 Coríntios 5:17). Queira, neste instante, inclinar sua cabeça e orar assim: “Eu me entrego. Estou cansado do pecado. Não sou ninguém; sou indigno de teu grande amor. Senhor, aceita-me como sou. Entrego toda a minha vida a ti. Deixo todos os meus pecados aos teus pés e humildemente peço que me perdoes. Por favor, aceita-me como filho, e ensina-me a viver por ti. Eu te agradeço por Jesus, que morreu para me remir de meus pecados.”

Via https://www.literaturacrista.org/ 

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