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quarta-feira, 14 de junho de 2017

Ele passou 48 Horas no Inferno


—John W. Reynolds
a
Um dos casos mais interessantes de uma pessoa aparentemente morta que tornou a viver, que eu conheço, é o de George Lennox, um ladrão de cavalos de notoriedade no condado de Jefferson (EUA). Isto aconteceu enquanto ele estava cum­prindo pena pela segunda vez na prisão. Na primeira, fora condenado pelo judiciário do condado de Sedgwick pelo mesmo crime: furto de cavalos.
Sendo que sua sentença condenatória estipu­lava trabalhos forçados, no inverno de 1887 foi trabalhar nas minas de carvão. Foi obrigado a trabalhar num lugar que lhe parecia bastante perigoso, chegando, inclusive, a comunicar este fato ao guarda responsável. Este, após uma investigação, disse que não havia perigo, e mandou que continuasse trabalhando no mesmo lugar. O detento obedeceu, mas antes de completar uma hora de serviço, o teto desabou, deixando-o totalmente soterrado. Permaneceu assim durante duas horas.
Na hora do almoço foi que deram conta de sua ausência, sendo iniciada, logo em seguida, uma busca. Descobriram-no debaixo de um monte de escom­bros. Tudo indicava que estava morto. Levado para fora da mina, o médico daquela instituição o examinou, também dando-o por morto. Seu corpo foi retirado para o hospital onde o banharam e vestiram-no para o enterro. Foi confeccionada uma urna na própria prisão e levada para o hospital. O capelão chegou para cumprir suas obrigações fúnebres. Um enfermeiro pediu a dois dos detentos que tirassem o cadáver da maca e o colocassem na urna, que estava no outro lado da sala. Cumpriram a ordem, um deles pegando nos seus pés e o outro nos ombros. Haviam andado mais ou menos a metade da distância quando aquele que lhe segurava pelos ombros tropeçou num cuspidor. Desequili­brou-se, deixando o cadáver cair ao chão e, para a grande surpresa de todos, ouviu-se um profundo gemido. Logo em seguida seus olhos abriram-se e os demais sinais de vida foram aparecendo. Chamaram imedia­tamente o médico, e quando este chegou, no espaço de uns trinta minutos, o “defunto” estava tomando a água que acabara de pedir.
A urna foi guardada e utilizada posteriormente para enterrar outro detento. George trocou de roupa, colo­can­do novamente o uniforme de praxe daquela instituição. O exame médico acusou duas fraturas numa de suas pernas e escoriações generalizadas. Permaneceu hospitalizado durante seis meses, para em seguida voltar ao serviço.
Através de outro mineiro fiquei sabendo da experiência inusitada que o George tivera enquanto “morto”. Estimulado pela minha curiosidade, desejei muito conhecê-lo e ouvir de sua boca o ocorrido. Esta oportunidade não se deu durante uns poucos meses, mas finalmente deu certo. Fui transferido das minas para o escritório da prisão onde lavrei uns relatórios de fim de ano. A ressuscitação deste ho­mem estava sendo discutida entre nós, quando, por acaso, alguém passou à porta de nossa sala. Disseram-me que era ele. Logo mandei-lhe um bilhete, pedindo que viesse ao meu local de trabalho. Foi isso que ele fez e nós nos conhecemos. Foi de sua boca que ouvi esta história maravilhosa. Ele é um jovem que não passa dos trinta anos de idade. Apesar de muito inteligente e bem estudado, tornou-se um criminoso aparentemente incorrigível.
A parte que mais gostei da sua história foi o que ocorrera durante sua “morte”. Sendo taquí­gra­fo, registrei fielmente as suas palavras:

Naquela manhã toda tive um pressentimento que algo terrível iria acontecer. Isto me incomodou a ponto de eu procurar o meu supervisor de minas, Mr. Grason. Disse-lhe o que estava sentindo e pedi que vistoriasse o meu local de trabalho onde estava escavando carvão. Ele veio e a meu ver fez uma vistoria bem feita. Mandou que eu voltasse a traba­lhar e disse que tudo indicava que eu estava perturbado. Voltei a trabalhar e depois de aproximadamente uma hora, de repente tudo ficou muito escuro. No mesmo instante, parecia que uma grande porta de ferro estava se abrindo, pela qual eu entrei. Logo me veio o pensamento de que eu estava morto e que me encontrava no mundo do além. Não pude ver ninguém. Por algum motivo, que eu próprio desco­nheço, comecei a me afastar da porta. Depois de andar bastante, cheguei às margens de um rio bem largo. Não estava escuro e tampouco era de dia. Havia uma luminosidade seme­lhante à que se vê numa noite estrelada. Estive nas margens do rio pouco tempo quando ouvi o rumor de remos cor­tan­do a água. Então foi chegando até onde eu estava, uma embar­cação, cujo ocupante estava remando.
Perdi a fala. Depois de me olhar durante uns in­­stantes, ele me disse que tinha vindo me buscar. Pediu que entrasse na embarcação e remasse até a outra margem do rio. Obedeci. Não trocamos pala­vra alguma. Queria tanto perguntar quem ele era e onde estávamos. Parecia que a minha língua estava grudada ao céu da boca. Não conseguia falar. Ao che­gar­mos à outra margem, desembar­quei e o ho­mem que me conduziu, simplesmente desapareceu.
De novo a sós, não sabia o que fazer. Olhando mais adiante, vi dois caminhos que passavam por um vale escuro. Um deles era largo e tinha o aspecto de ser bastante utilizado. O outro era estreito e saía para outro rumo. Instintivamente escolhi o caminho mais utilizado. Tinha andado pouco quando percebi que estava ficando cada vez mais escuro. De quando em quando, bem adiante, via-se uma espécie de relâm­pa­go, através do qual eu conseguia enxergar o caminho.
Andei mais uma certa distância quando me deparei com um ser que sou totalmente incapaz de descrever. O máximo que posso fazer é apenas dar uma idéia bem vaga quanto ao seu aspecto ater­ro­ri­zan­te. Parecia ligeiramente com um homem, embora muito maior. Devia ter no mínimo três metros de altu­ra. Nas suas costas havia grandes asas. Era preto co­mo o carvão que eu retirava da mina e estava total­mente nu. Na sua mão havia uma imensa lança de pelo menos cinco metros de comprimento. Seus olhos brilhavam como bolas de fogo. Seus den­tes, bran­cos como pérolas, pareciam medir quase três centímetros. Seu nariz, se bem que nem parecia nariz, era enorme, largo e achatado. Seu cabelo era grosso, pesado, e comprido. Descia sobre os om­bros maciços. Sua voz parecia mais com o rugir de um leão enjaulado do que com qualquer outra coisa.
Foi durante um destes relâmpagos que o vi pela primeira vez. Comecei a tremer como uma folha de palmeira no vento. A mão que segurava a lança estava erguida como se estivesse na iminência de me traspassar. Parei. Com voz muito mais horripilante do que se pode imaginar, mandou que o seguisse. Disse que tinha ordens para ser meu guia durante esta viagem. Segui no seu encalço. Que mais eu po­dia fazer? Depois de andarmos uma certa distân­cia, vi à minha frente uma grande montanha, cuja face parecia ser vertical. Na verdade parecia ter sido cortada no meio e uma metade retirada. Nesta face vertical vi distintamente as palavras:  ESTE É O INFERNO
Meu guia se aproximou da montanha e com sua lança bateu com força três vezes. Abriu-se uma porta enorme e nós entramos. Fui conduzido por uma espécie de corredor dentro da montanha.
Durante algum tempo caminhamos em trevas absolutas. Me orientei pelos passos ruidosos e pesados de meu guia. O tempo todo eu ouvia gemi­dos angustiantes, como de um moribundo. À medida que andávamos, estes gemidos aumentavam em inten­sidade, e agora ouvia-se claramente alguém clamar: ­“Água! Água! Água!” Passei por outra porta, e pude ouvir o que parecia ser o clamor de um milhão de vozes gritando: “Água! Água!…” Chegamos a outra porta. Meu guia bateu e esta abriu-se. Vi agora que havíamos transposto a mon­tanha e na minha frente havia uma planície extensa.
Foi então que meu guia me deixou e voltou para mostrar o caminho para outros espíritos perdidos. Fiquei parado nesta planície durante algum tempo quando um ser, semelhante ao primeiro, se apro­xi­mou de mim. Este, ao invés de carregar uma lança, carregava uma espada enorme. Sua missão era de me comunicar qual seria o meu destino eterno. Sua voz encheu a minha alma de terror. Disse: “Tu estás no inferno! Para ti não há mais esperança! Ao passar pela montanha, ouviste os gemidos e gritos dos perdidos que estavam pedindo água para aliviar a sequidão de suas línguas. Naquele corredor há uma porta que dá para o lago de fogo. Este, agora mesmo, será o teu destino. Antes de seres conduzido a este lugar de tormento, de onde nunca mais sairás, pois não há mais esperança para aqueles que entra­m aqui, tu poderás permanecer nesta planície, onde todos os perdidos têm o privilégio de contemplar os prazeres que gozariam se não estivessem aqui!”
Agora eu estava sozinho. Não sei se foi em conse­qüência do grande medo que passei, mas tornei-me insensível às coisas. Meu corpo ficou inerte. Fiquei sem força alguma e minhas pernas não agüentavam mais o peso do meu corpo. Assim domi­na­do, fui caindo ao chão. Uma sonolência apoderou-se de mim. Meio acordado, meio adormecido, parecia sonhar. Olhando para cima, bem distante de mim, vi a Linda Cidade, sobre a qual lemos na Bíblia. Como eram formosas suas muralhas de jaspe! Olhando além disso, vi vastas planícies cobertas de lindas flores. Vi também o Rio da Vida e o Mar de Cristal. Miríades de anjos entravam e saíam pelas portas desta cidade, cantando, e oh, como tudo era maravilhoso! Entre estes anjos vi a minha querida mãe que há poucos anos havia falecido, seu coração esmagado pela minha maldade. Olhou para mim e parecia estar me chamando. Mas não tinha condições de me levantar. Sentia-me como se tivesse um grande peso me imobilizando. Uma brisa trouxe para mim a fragrâ­ncia daquelas lindas flores, e agora ouvia-se com mais nitidez a doce melo­­dia das vozes angélicas. Eu disse comigo mesmo: “Oh! Como que­ria fazer parte daquela multidão!”
Enquanto me deliciava com este cálice de gozo tão perfeito, de repente ele foi-me arrebatado dos lábios. Acordei do meu sono. Um dos habitantes deste lugar de trevas me trouxe de volta daquele lindo lugar e me informou que havia chegado a hora de eu ir para o lugar de meu destino eterno. Ordenou-me que o seguisse. Voltando pelo mesmo caminho, en­tra­mos novamente no mesmo corredor. Fui se­guin­do meu guia durante algum tempo até chegar a uma porta lateral. Passamos por esta, e logo em segui­da por outra. Então vi, à minha frente, um lago de fogo!
Olhei, e até onde meu olho enxergava, vi um lago literal de fogo e enxofre. Grandes vagalhões de fogo se amontoavam um por cima do outro e grandes ondas de chamas se chocavam impetuosamente, elevando-se a grandes alturas, como as ondas do mar num imenso furacão. Na crista das ondas viam-se seres humanos lançados para cima, para logo em seguida, se afundarem até as profundezas deste lago medonho de fogo. Ao serem levadas para a crista dos vagalhões, estas almas amaldiçoavam o Deus justo, na mesma hora em que clamavam em grande angústia, pedindo água. Esta imensidão de fogo repercutia os gemidos destas almas perdidas.
Depois de algum tempo olhei para trás e, por cima da porta por onde entrara, vi as palavras: Este é o teu destino! A eternidade não tem fim! Daí a pouco, senti que o chão debaixo de meus pés estava começando a ceder e me vi afundando no lago de fogo. Sobreveio-me uma sede que as palavras não são capazes de descrever. Pedi água e neste instante meus olhos se abriram no hospital da prisão.
Nunca contei esta experiência aos oficiais da prisão, acreditando que me julgassem louco e me fechassem numa cela especial para os detentos que sofrem das faculdades mentais. Mas vi tudo isso e tenho a certeza absoluta de que o céu e o inferno existem, e que este inferno é fogo literal assim como lemos na Bíblia. E tenho certeza de outra coisa: nunca irei para aquele lugar.
Assim que abri meus olhos no hospital e vi que estava vivo, imediatamente entreguei meu coração a Deus. Vou viver e morrer como cristão. É verdade que nunca me esquecerei das cenas terríveis do inferno, mas tampouco sairão da minha memória as lindas coisas que vi no céu. Em breve pretendo me encontrar com minha querida mãe. Irei me sentar nas margens daquele belo rio e passear com os anjos nas planícies que vi. Vou andar pelos vales e pelos montes carpetados de flores fragrantes, cuja beleza excede qualquer coisa que o ser mortal é capaz de imaginar, e ouvirei as canções dos salvos. Isto me recompensará muitas vezes pela minha vida aqui sobre a terra, mesmo tendo que me negar dos muitos prazeres mundanos que faziam parte do meu viver antes de vir para esta prisão. Não quero ter mais intimidade com meus comparsas do mundo vil do crime. Assim que sair deste lugar, quero ficar na companhia de pessoas boas.

Repasso para o leitor esta experiência de George assim como a ouvi. É uma das experiências mais lindas que jamais li. Que Deus abençoe esta mensagem de George, para que através dela muitas almas perdidas ainda despertem da morte espiritual! Oh! Como as pessoas conseguem duvidar da exis­tência de um inferno literal! Diga-me como é possí­vel, quando têm em suas mãos a Palavra de Deus, e mais ainda quando ficamos sabendo de uma reve­lação dessas? Homens e mulheres, em! Virem-se! Peçam a Deus que lhes dê uma experiência de salvação que modifique os seus corações. Caso contrário, poderão passar não apenas quarenta e oito horas no inferno, mas toda a eternidade!

sexta-feira, 28 de março de 2014

Uma casa para você!


Você tem casa própria? É a casa dos seus sonhos, bem localizada, espaçosa, luxuosa? Ou você vive de aluguel? Ou mora na rua? Qualquer que seja o seu caso, você tem hoje a oportunidade de ganhar uma casa — sem sorteio e sem aquelas intermináveis prestações. Veja como é fácil.
Todo mundo quer ter a sua casa própria, mas é um bem que custa muito caro. Algumas pessoas assumem dívidas de mais de vinte anos só para morar no que é seu. Quem tem uma casa humilde quer uma melhor. Quem não tem quer se livrar do aluguel ou sair das ruas. Desejosos de uma habitação decente, muitos se lançam ao mundo dos sorteios, enviando dezenas de cupons e comprando carnês na esperança de serem sorteados. Mas para cada um que é sorteado existem milhões de pessoas decepcionadas, porque não é fácil ser o felizardo entre tantos concorrentes.
Porém há uma casa que pode ser sua agora. Você não terá de pagar nada — nem impostos — e nem aguardar sorteio. Basta dizer que a deseja. A quem? A Jesus Cristo, as chaves estão com ele. Ouça as suas palavras:
 Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fosse assim, eu vos teria dito, vou preparar-vos lugar. E quando eu for e vos tiver preparado lugar, voltarei e vos levarei para mim, para que também estejais onde eu também estiver (João 14.2,3).
Cristo já preparou esse lugar para você. Aceite-o agora, e receba as chaves de sua casa no céu.

domingo, 2 de setembro de 2012

Aceite hoje a Jesus como o seu Salvador


O plano de Deus para a sua salvação


Você sabia que todas as pessoas precisam de salvação ?

É isso mesmo !
Quando Deus criou o homem e o colocou no Jardim do Éden, Ele o fez perfeito e sem pecado. Ele o fez à Sua imagem e semelhança (Gn 1.26-27). Todos os dias, o homem recebia a visita pessoal de Deus na qual mantinham um relacionamento íntimo e sem fronteiras entre si. Porém, Satanás, sob a forma de uma serpente e com muita astúcia, enganou o homem fazendo-o pecar (ver Gn 3.1-24). A partir deste momento, a ligação que havia entre o homem e Deus foram rompidas e o pecado entrou no mundo.
 Mas Deus, pelo seu grande amor, traçou um plano de salvação para a humanidade a fim de que essa ligação fosse reatada novamente (João 3.16). Para livrar o homem do pecado e da morte (Rm 6.23), Deus enviou o seu único filho Jesus Cristo para morrer no lugar da humanidade pecadora e, assim, refazer a ligação antes rompida pelo pecado. Jesus precisou morrer porque o Senhor já havia dito que o salário do pecado é a morte. Logo, alguém teria que morrer porque Deus não pode voltar atrás com a sua própria palavra.
Diante desse plano de salvação estabelecido por Deus e consumado por Jesus Cristo, hoje todas as pessoas podem ter acesso direto com o Senhor e desfrutar da vida eterna que só se encontra em Jesus. Para isso, basta cada um crer em Jesus e aceitá-lo como o seu único e suficiente salvador. Afinal, tudo o que Ele deseja é nos amar e nos dar o melhor presente de todos os tempos, isto é, a vida eterna com Cristo.

Se porventura você ainda não o recebeu em seu coração e deseja recebê-lo agora, segue abaixo os três passos que você precisa dar para ser salvo e herdar a vida eterna.


Passos para a salvação:

1° passo: Reconhecer que você é pecador.

Porque a Bíblia diz:


“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Rm 3.23)”.

“como está escrito: Não há um justo, nenhum sequer (Rm 3.10)”.


2° passo: Reconhecer que Jesus Cristo é o único caminho que conduz a salvação.

Porque a Bíblia diz:


“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim (João 14.6).


3° passo: Crer em Jesus Cristo como o seu único e suficiente Salvador. Não basta apenas reconhecer. É preciso crer de todo o seu coração.

Porque a Bíblia diz:


“A saber: Se com a tua boca, confessares ao Senhor Jesus e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dos mortos, serás salvo (Rm 10.9).

“Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido (Rm 10.11).

“Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo tu e a tua casa (Atos 16.31).

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu único filho para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3.16).

Jesus está de braços abertos para lhe receber como mais um filho de Deus, hoje, agora mesmo, e compartilhar com você a salvação que só Ele oferece. Não importa quem você seja, o que tenha feito ou sofrido, ou como esteja neste momento. Aceite o convite amoroso que Ele faz hoje mesmo. Repita em voz alta a seguinte oração:
“Senhor Jesus, eu creio que Tu és o Filho de Deus, que vieste em carne para me salvar, e que está vivo à direita do Pai. Eu te recebo como o meu único e suficiente Salvador e Senhor. Eu me arrependo dos meus pecados; renuncio a Satanás e seus demônios. Eu perdoo a todas as pessoas que me magoaram e me rejeitaram. Pai celestial hoje eu recebo a salvação da minha alma, e o teu Espírito Santo, amém."

Feito isso, você agora faz parte da família de Deus. O seu nome já está escrito no Livro da vida e você passa agora a ser uma nova criatura em Cristo (2Co 5.17). Todas as bênçãos descritas na Bíblia passam a ser suas, afinal, você acaba de se tornar filho de Deus, herdeiro de Deus e co-herdeiro com Cristo de todas as bênçãos que estão no céu (João 1.12; Rm 8.17).
Você, agora como um salvo em Jesus, e filho de Deus deve viver uma vida plena e cheio de novidades, isto é, novidade de vida. Para que você não se sinta sozinho (a) nesta sua nova caminhada de fé (sim porque só se recebe a salvação quem crer em Jesus), aconselhamos para que você procure uma igreja genuinamente evangélica para que você possa continuar recebendo mais da palavra de Deus e ter todo o apoio possível.
Deus te abençõe poderosamente.


quarta-feira, 30 de maio de 2012

Ovelha errante, ovelha perdida - um poema para quem está afastado do Senhor



"Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e não vai após a perdida até que venha a achá-la?"  -  Lucas 15;4

OVELHA ERRANTE

1
Ovelha errante,
do aprisco distante
a caminho do mal;
detém os teus passos
pois senão uma queda,
poderá ser fatal.

2
Ovelha teimosa,
desobediente,
que insiste em seguir
no abismo escarpado:
sem o Pastor ao seu lado,
hás de então te ferir.

3
Ovelha ferida,
como está a tua vida,
poderás perecer...
Não te arrisques tanto,
vens pra Cristo enquanto
há tempo de viver.
4
Ovelha insensata
perversa e ingrata
que do aprisco fugiu;
por quê incorrer
em um perigo tão grande
caindo em um ardil?

5
Ovelha perdida,
eis com a Mão estendida
o teu Bom Pastor!
Jesus, teu amigo
que te salva e cura
tuas feridas... tua dor.

6
Ovelha de Cristo
anote bem, guarde isto
em teu coração:
Se ao redil voltares,
quando ao céu chegares,
festa haverá então!

* * * *
Autora: Pérrima de Moraes Cláudio

sábado, 17 de março de 2012

Um Breve Sumário do Evangelho


Por John Piper 

Deus Nos Criou Para Sua Glória
“Trazei meus filhos de longe e minhas filhas das extremidades da terra, todos os que são chamados pelo meu nome, que criei para a minha glória” (Isaías 43.6-7). Deus fez todos nós à sua própria imagem para que pudéssemos mostrar a imagem, ou refletir, seu caráter e beleza moral.

Cada Ser Humano Deve Viver Para a Glória de Deus
“Quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.” (1 Coríntios 10.31). A maneira para se viver para a glória de Deis é amá-lO (Mateus 22.37), confiar nEle (Romanos 4.20), ser grato a Ele (Salmo 50.3) e obedecê-lO (Mateus 5.16). Quando fazemos estas coisas, nós mostramos a imagem da glória de Deus.

Todos Nós Pecamos e Nos Afastamos da Glória de Deus
“Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3.23). “Embora conhecessem a Deus, não O glorificaram como Deus, nem Lhe deram graças... e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança de imagens” (Romanos 1.21-23). Nenhum de nós amou, ou confiou, ou foi grato ou obedeceu a Deus como devia.

Todos Nós Merecemos Punição Eterna
“Porque o salário do pecado é a (eterna) morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, em Cristo Jesus nosso Senhor.” (Romanos 6.23). Aqueles que não obedecem ao Senhor Jesus, “por castigo, padecerão eterna perdição, ante a face do Senhor e a glória do seu poder” (2 Tessalonicenses 1.9). “E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna.” (Mateus 25.46).

Na Sua Grande Misericórdia Deus Enviou Seu Filho Único Jesus Cristo Para Dar Aos Pecadores o Caminho para Vida Eterna
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16). “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós” (Gálatas 3.13). “Cristo também padeceu de uma vez por todas pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus” (1 Pedro 3.16).

A Vida Eterna é um Dom Gratuito a Todos Que Crerem em Cristo como Senhor e Salvador
“Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo” (Atos 16.31). “Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus O ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” (Romanos 10.9). “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2.8). “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim” (Gálatas 2.20).

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

E depois da morte?


Pode pensar-se numa pergunta mais relevante? Todos passaremos pelo estreito trilho que conduz desta vida para a outra - o acontecimento a que damos o nome de morte. Todos sofreremos a transição para um novo estado, uma outra existência, para além desta vida e mundo, que hoje conhecemos.

Já que a morte termina com a vida, consideremos por uns momentos a experiência, certos que, um dia, as nossas mãos serão cruzadas sobre o peito sem vida, os olhos fechados, e o corpo dará o último passeio até ao cemitério. As cortinas de púrpura fechar-se-ão. Alguém disse que "o espectro negro da morte estacionará á porta de cada um de nós, e não poderemos ter outra alternativa senão segui-lo para o deserto das trevas." Á morte não respeita pessoas.

E para além da vida?
Só podemos especular sobre certos aspectos do futuro, não conhecendo grande coisa quanto ao seu conteúdo, mas conhecemos, isso sim, aquele que detém o futuro em suas mãos. E foi ele que nos revelou muito desse futuro.

Ele, que conhece o fim desde o princípio, o futuro, assim como o passado, inspirou o Apóstolo Paulo a escrever que o homem é alma, espírito e corpo. No momento da morte, o espírito volta a Deus, que o deu (Eclesiastes 12:7), o corpo é devolvido à terra, e a alma vai para o seu destino temporário, para ai esperar o seu julgamento final e sentença. É o destino da alma com que nos preocupamos; e cada um de nós determina nesta vida, o destino da sua própria alma. Esse destino dependerá da reação de cada um ao plano redentor que Deus formulou para o livramento do pecador da condenação eterna.

Podemos ascender a um lugar de paz na presença de Deus, como Paulo declarou em II Coríntios 5:8. É-nos possível habitar eternamente num lugar de felicidade, ventura e satisfação, sabendo que a nossa redenção foi concretizada e completada, que terminamos a carreira em fé e estamos a ser recompensados. Ou, então, podemos descer a um lugar de tormento, onde há sofrimento (Lucas 16:24), sendo aí conservados até ao Juízo Final (Apocalipse 20:11-15), quando seremos condenados ao castigo eterno (Mateus 25:46) no lago de fogo. Tanto o presente lugar de gozo, como o de tormento são, num sentido, apenas temporários. Porque esperaremos que as nossas almas, que ali se encontram, sejam reunidas aos nossos corpos na ressurreição. Jesus descreveu a ressurreição em João 5:28,29. Paulo falou em pormenor sobre a primeira ressurreição (I Tessalonossenses 4:16,17).

A ressurreição do justo e a ressurreição do ímpio, ou ateu, estão separadas por mil anos de paz na terra (Apocalipse 20:2-7; Isais 11:6-8). Os justos serão aqueles que foram remidos pelo sangue do cordeiro, batizados em Seu nome e cheios do Espírito Santo; os ímpios, ou ateus, serão aqueles que recusarem submeter-se às condições do evangelho.

Recompensa Final Dos Justos
Para os que são salvos haverá a cidade não feita por mãos, - a Nova Jerusalém - o lar eterno dos remidos. Esta cidade tem cerca de 2.500 quilômetros cúbicos. Foi calculado que se fosse reduzida à altura que tem uma cidade normal e, portanto, com uma superfície correspondente, a terra inteira não a conteria.

Nesta cidade não haverá as coisas diabólicas que existem em todas as grandes cidades deste mundo. O crime e a violência desaparecerão. O povo de Deus andará nas ruas de ouro, sem medo ou incômodos.

Afirma-se que as muralhas desta cidade são as de Jaspe e que a sua estrutura é de ouro puro. Aí não haverá necessidade de sol ou lua porque o Cordeiro será a luz da cidade (Apocalipse 21:18,22). 

E, maravilha das maravilhas, os remidos gozarão a benção desta cidade eternamente.

O poeta alegrou-se dizendo:

Quando ali tivermos estado dez mil anos,
Brilhando intensamente como o sol,
Não teremos menos dias para cantar louvores a Deus,
Do que no início tivemos.

Destino dos ímpios
Em contraste, para os descrentes há um lago eterno "... que arde com fogo e enxofre" (Apocalipse 21:8). Nesse lugar, as únicas emoções serão agonia, remorso e mágoa.
Será um manicômio dos séculos, do qual não haverá possibilidade de fuga. Aí, não pode haver esperança de se ouvir o ruido da aproximação de libertadores.

O Presente Determina O Futuro
Eternidade - séculos sem fim! O estado de alguém, aí, depende totalmente do presente - do que fizer durante o tempo. O seu destino eterno decide-se pela atitude de confiar, ou não, no sangue redentor de Cristo, e se depende, ou não, dos méritos da fé e obediência.

Considerai, agora mesmo, a proximidade em que as vossas almas estão do encontro com a morte. David declarou solenemente: "... apenas há um passo entre mim e a morte" (I Samuel 20:3). A morte é um passo certo e, no entanto, um passo incerto quanto ao tempo, lugar e modo. E, mais ainda, um passo solitário, no que se refere a seres humanos. Só Cristo vos pode acompanhar na travessia desse vale escuro.

Estais preparados para esse momento e para a eternidade, que se segue?

De um folheto
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