sábado, 24 de dezembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
Jantar
Passaram-se quase dois anos desde o último. Desde aí aconteceram muitas coisas que nos tiraram a vontade de nos reunirmos para estes eventos. Mas se a vontade de nos reunirmos para isto nos faltou, a razão falou mais alto: os bons momentos têm que ser provocados e aproveitados. Bastam os maus não serem pedidos e sermos obrigados a vive-los no momento.
Este ano vamos ser poucos, mas que sejamos os suficientes para que o momento seja tão bom ou melhor que os anteriores.
Sem tristezas, sem dramas... até porque com karaokee a noite só pode pedir música e alegria.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
O Magusto na Casa da Fernanda
Foi um sucesso como sempre.
Boa disposição, castanhas, boa disposição, vinho novo, boa disposição, churraco, boa disposição, caldo verde e boa disposição... sempre.
Boa disposição, castanhas, boa disposição, vinho novo, boa disposição, churraco, boa disposição, caldo verde e boa disposição... sempre.
| Bom tempo, vinho novo, castanhas e caldo verde. |
| Tiramisu, bolo-rei, leite creme, salada de fruta, bolo da Ticha e bolo de castanha |
| E claro, a suecada não podia faltar... |
sábado, 25 de setembro de 2010
Karting... no Cabo do Mundo, desta vez
No passado Domingo, houve uma prova de kart no kartródomo de Matosinhos, Cabo do Mundo.
No final, um grupo mais restrito, os que quiseram, resolveu almoçar junto pelas redondezas. A escolha foi o restaurante, onde eu já tinha almoçado e gostado, 'Ondas sobre o mar'.
Correu mal logo de início, quando depois de dizermos que éramos 16, o empregado junta sete mesas de dois lugares. Pensando que estava enganado disse-lhe: 'Olhe que somos 16!'
'Eu sei, menina. Ficam dois no topo das mesas. Há algum problema?'
'Não, mas até parece que o restaurante está cheio, que nem pode por mais uma mesa!'
Fez de conta que não me ouviu, colocou os pratos nos topos das mesas e mandou um outro empregado servir-nos umas entradas: umas pataniscas e três pratinhos com polvo vinagrete.
O empregado era de leste e falava e percebia muito mal português, pelo que era quase sempre preciso repetir e confirmar que ele tinha percebido direitinho as coisas.
Eu e mais quatro pedimos filetes de polvo, que segundo o Boris, nome pelo qual o meu amigo Tó de imediato o baptizou, 'três doses davam para dois'. Percebemos logo que o que ele queria dizer era que uma dose dava para dois e assim pedimos uma dose como a carta, 'filetes de polvo com arroz do mesmo' e a segunda com batata frita.
Bem, correu mal. Vieram as duas com batata frita e quando reclamamos, a informação foi que o arroz do 'mesmo' tinha acabado. Se quiséssemos arroz, só branco.
Encolhemos os ombros e pedimos o arroz branco. Afinal era Domingo, estávamos ali para nos divertirmos e não para nos chatearmos...
MAs no final tivemos mesmo que nos chatear. E foi quando veio a conta. Não é que dos três pratos de polvo vinagrete, dois vinham facturados a 9 euros e um a 4,5!?
Para além disso, vinham facturadas 2,5 doses de polvo e não 2!
Chamamos o Boris, dissemos que não estava bem. Pediu desculpa e voltou com uma segunda factura, agora com os pratinhos de polvo todos a 9 euros.
Achamos aquilo ROUBO. Pedimos a carta. Não constava em nenhum lado da carta o polvo vinagrete. Veio um segundo empregado, o que tinha arranjado as mesas, ver o que se passava. Dissemos que não aceitávamos pagar uma exorbitâcia daquelas pelo polvo, quando para além de o não termos pedido, não constava em lado nenhum da lista. Dissemos, também que só pagávamos duas doses de polvo, o que tínhamos pedido.
A resposta foi que tirava os pratos de polvo vinagrete, mas que era um abuso estar a tirar a meia dose de polvo!
Veio a terceira factura sem o polvo, mas com as 2,5 dos filetes!
Pagamos. No fim pedi o livro de reclamações. Depois de muita conversa que eu chamo de 'tolos', venceram-nos pelo cansaço. Não propriamente a mim, nem à Cláudia, mas à maioria do pessoal que começou a sair aos poucos, e quando nos apercebemos estávamos três ou quatro (de 14!) na sala.
A conversa acabou: 'Não quer dar o livro, pois não? Vou resolver de outra forma. Primeiro vou-me dirigir às autoridades competentes e dizer que se recusou a fazê-lo, depois vou dizer-lhes que andam a cobrar exorbitâncias por coisas que ninguém pediu e que não consta da lista!'
As últimas palavras que ouvi do homem foi: 'MAs eu dou-lhe o livro, mas...'
'Nem mas nem meio mas. Faça isto sempre que um dia destes tem uma surpresa... e não venha com as desculpas do empregado. Ele foi a melhor pessoa aqui.'
Bem, uma semana depois ainda estou com raiva aquela gente... e a mim. A ele por nos terem roubado à descarada, terem posto a culpa no (desgraçado) do Boris e a mim por não ter dado mais luta!´
Eles vão continuar a fazer isto e eu sinto-me responsável, pelo menos conivente, com o facto.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Páscoa Feliz
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