Ameal é freguesia do Concelho de Coimbra

12.28.2009

Festa dos Zés - Anos 90


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6.02.2009

Em altura de eleições

(Carlos Monteiro com o ex-presidente da República, Dr. Mário Soares)

(Carlos Monteiro com o falecido dirigente da UNITA, Jonas Savimbi)

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4.15.2009

Porque hoje há futebol






(Algumas equipas que passaram pelo campo do Areal)

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3.31.2009

Escola Primária do Ameal


(clicar na imagem para ver maior)
Uma turma na Escola Primária do Ameal. Não temos informações relativas ao ano e às pessoas retratadas. Solicitamos, pois, a vossa ajuda! Em que ano foi tirada esta foto? Quem são as pessoas na fotografia?

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2.27.2009

Champions League


(clicar na imagem para ver maior)
Mais uma grande recordação do futebol no campo do Areal. Temos aqui duas equipas que se defrontaram, num amigável, no dia 25/05/1967, ganho pelos "de pé" por 6-3. De pé e da esquerda para a direita: João Pancas; Zé Nogueira; Zé Lopes Coutinho; Zé Pereira; Quim Félix; Tó Mané; Armindo Monteiro; Zé Carlos; João Melo e Manel Gamboa. Em baixo: Zé Curate; Manel Leitão; Jorge Almeida (Cajó); Zé Salgueiro; Quim Pereira; Zé Rosa; Manel Nogueira; António Carvalho (falecido); Álvaro e Fernando Palico.
Bons tempos em que o que se fumava era tabaco e o que se bebia provinha das adegas ou então das tavernas existentes à época: António Albuquerque, Zé Serens; Maria Brás; Emília Branca e João Mata. São estes os actuais pais e avôs das novas gerações do nosso Ameal.
(Carlos Monteiro)

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2.03.2009

Brasileiros


Esta é a foto (clicar sobre a imagem para ver maior) do meu avô, Jacob Falamim, ladeado pelos irmãos José Martins (à esquerda) e Adelino Martins (à direita), o célebre Manca-Mulas. Foto tirada quando estes demandavam as terras do Brasil, Santos.
(Carlos Monteiro)

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1.30.2009

Inventor


Um dia acordou e lembrou-se de fundir uma bicicleta com um motor de rega. Foi assim que começou. O que saiu desse sonho pode ser visto no vídeo em cima. O engenhoso inventor é o Francisco "Bacalhau". Filho de peixe sabe sempre nadar!

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9.28.2008

Junta de Freguesia do Ameal: o dia da inauguração











(Todas as fotografias gentilmente cedidas pelo Gabinete de Imprensa da Câmara Municipal de Coimbra)

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4.26.2007

Turma dos “MAU-MAU” – AMIAL, década de 1980


[Fernando Seiça, João Rasteiro, Paulo "Rainho" e Paulo Rogério]


[Paulo "Rainho", Rasteiro e Zé Fernando na Fonte do Caganeto]

AMIAL

Onde me senti nascer
regresso agora
para morrer ou adormecer
o meu nome noutro nome
tão sozinho
à beira do novo ciclo
o dos animais nos amieiros
que tudo apagam à minha volta
todas as minhas inocentes vísceras
o instante entre terra e pele,

onde me senti nascer
regresso agora
para morrer ou plantar
rosáceas de pedra no nevoeiro
o mergulho numa fenda pura
que prende e desprende a alegria
a insondável ilusão das aldeias
um quase nada
o fresco do rio e das fontes
o meu sangue pela tua memória,

onde me senti nascer
regresso agora
no sagrado das palavras
o meu corpo no chão do teu corpo
no início que não espera
o justo arrepio das vozes
o transparente sopro do instante,

onde me senti nascer
regresso agora
como os reis com sede de sombra
no caminho único da tua minha eternidade.

[João Rasteiro 2007]

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4.18.2007

Do livro da Contrição, dos Sopros IV


[O João entre os pais]

Preparou a construção com os gânglios da morte
Para ser sulco na coroa aberta da terra e renascer

Preparou a construção com os gânglios da morte
Para ser a dolorosa geometria e propagar a chama

Preparou a construção com os gânglios da morte
Porque era reincidência e o coração dos animais

Preparou a construção com os gânglios da morte
Porque tinha sede e caçava pelo olfacto das cobras

Preparou o leito da caça com os gânglios da morte

Para ser ventre da morte e a morte em suas flores
A palavra exaltada em suas escoras a florir e a gerar

Preparou a morte a construção fecunda do corpo nu.

João Rasteiro

[Uma preciosa contribuição enviada pelo poeta João Rasteiro. Os nossos sinceros agradecimentos]

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3.13.2007

João Rasteiro


João Rasteiro nasceu no ano de 1965, no Ameal, vivendo actualmente em Coimbra. Existem vários poemas seus publicados em revistas e antologias de poesia em Portugal, Brasil e Itália. Está ligado às revistas Oficina de Poesia e Reler. É delegado em Portugal da revista italiana Il Convivio. Aposta nas leituras públicas e colaborou em várias oficinas de poesia para crianças (a última no Centro para o Estudo da Artes, de Belgais, dirigido pela pianista Maria João Pires). Publicou Respiração das Vértebras (Sagesse, 2001). Nesse ano obteve uma “Menção Honrosa” no Concurso Internacional “Poesie Sulle Piastrelle”, em Zacem (Itália) e, em 2003, foi-lhe atribuída a “Segnalazione di merito” do Concurso Internacional “Publio Virgilio Marone”, pela Accademia Internazionale “Il Convivio”, Castiglione de Sicilia, (Itália).

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2.27.2007

Etnografia sentimental: Galaitas



[Foto de Carlos Barradas]

A figura meã, mas altiva, a face marcada pelo transcorrer dos anos e pelo farto bigode à Vercingetorix, a ginga nos movimentos e as palavras encadeadas em enleantes fintas; tudo isto é Galaitas: ou será necessário dizê-lo, tudo isto é um homem que nos leva de volta a um passado que nunca foi nosso. Um homem que sabe agir perante uma mulher e que não tem pudor em dizer-nos como. Já o conhecemos há tantos anos e continua o mesmo: um homem com setenta anos e uma mente sempre catraia.

Sentimos a tua falta.

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