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sábado, julho 04, 2009
terça-feira, dezembro 23, 2008
quinta-feira, junho 12, 2008
uma rapidinha
glória e decadência de um entusiasmo. consegui, entre mil e um afazeres que não interessam nada para esta história, mas que davam uma bela série de frases bom povo, disponibilizar um tempinho para ir à feira do livro. pensava eu que ia passar uma bela noite a vaguear por entre os pavilhões, quando os altifalantes deram a notícia que a feira encerrava às 21 h, derivado às festas de lisboa. mal deu para uma brevíssima incursão. enquanto rogava pragas às marchas populares e às opções populistas da organização da feira, só para a frustração não ser maior, arrebanhei uns quantos livritos, sem sequer me poder deter a catar os saldos. teatro de sabbath (philip roth), pedro páramo (juan rulfo), a misteriosa chama da rainha loana (umberto eco) e o sonho dos heróis (adolfo bioy casares), foram a compensação possível para a minha fúria. agora só me resta acender uma velinha ao santo antónio para ter tempo de lá voltar até domingo.
sexta-feira, maio 09, 2008
o consumidor indefeso
Pedro Rolo Duarte pergunta:
Se houver, eu também quero saber, por favor. O que me irrita mais é mesmo o costume de telefonarem de números não identificados, a qualquer hora (mesmo depois das 21 h) e em qualquer dia (sim, mesmo ao domingo). E insistem. Muito. Ao fim de 5 ou 6 chamadas anónimas não atendidas, uma pessoa cansa-se de ouvir o telefone tocar, pergunta-se se não será alguém conhecido que não tem temporariamente outra forma de contactar e acaba a dar conversa ao operador, nem que seja para lhe dizer que não deseja ser incomodada com promoções. É inútil, como já constatei. E não, nem sequer adianta ameaçar mudar de fornecedor de serviço, porque todos fazem o mesmo.
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não há pachorra,
odiozinhos,
pqp
segunda-feira, abril 28, 2008
odiozinhos
o mundo está cheio de pessoas
ontem, domingo: durante toda a tarde, a brasileira que mora na vivenda em frente da minha, resolveu brindar toda a vizinhança com música tipo bailinho-dos-bombeiros-em-época-de-carnaval. eu, que estava posta em sossego no meu quintal, enquanto a adorável família extravasava a sua alegria - sublinhada aqui e ali com os guinchinhos histéricos das crianças -quedei-me a destilar ódio pela humanidade em geral, enquanto imaginava razias com o corta-sebes.
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