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sábado, 15 de fevereiro de 2025

Ná e Zé - 2015 - Ná Ozzetti e José Miguel Wisnik

 

1 -  Gardênias e hortênsias - Subir mais
Zé Miguel Wisnik / Zé Miguel Wisnik - Paulo Leminski
2 -  Sim, sei bem
Zé Miguel Wisnik (sobre poema de Fernando Pessoa)
3 - Alegre cigarra
Zé Miguel Wisnik - Paulo Neves
4 - Som e fúria
Zé Miguel Wisnik - Paulo Neves
5 - Miragem
Zé Miguel Wisnik - Marina Wisnik
6 - Momento zero
Zé Miguel Wisnik
7 - Sinal de batom
Zé Miguel Wisnik - Alice Ruiz
8 - Mais simples
Zé Miguel Wisnik
9 - Noturno no mangue
Zé Miguel Wisnik (sobre poema de Oswald de Andrade)
10 - A olhos nus
Zé Miguel Wisnik
11 - Orfeu
Zé Miguel Wisnik
12 - Sopro de flor
Zé Miguel Wisnik - Dominguinhos
13 - Tudo vezes dois
Zé Miguel Wisnik
14 - A noite
Zé Miguel Wisnik - Paulo Neves
15 - Sinais de haikais
Zé Miguel Wisnik - Paulo Leminski
16 - Louvar
 Zé Miguel Wisnik (sobre poema de Cacaso)
 
Participação especial
Arnaldo Antunes
 
Músicos 
José Miguel Wisnik - Sérgio Reze - Ná Ozzetti - Guilherme Kastrup - Márcio Arantes - Márcio Arantes - Marcelo Jaffé - Teco Cardoso - Luca Raele - Léa Freire - Guilherme Held - Alfredo Rezende - Jean Marques - Ivan Sacerdote - André Becker - Swami Júnior - João Teoria - Letieres Leite - Gui Amabis
 
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Esse álbum revisita composições de José Miguel Wisnik e a parceria com a sua principal intérprete, Ná Ozzetti, perfilando-as com novos arranjos e um time de primeira que reavivam as nossas percepções sobre o profícuo encontro musical dessa dupla de artistas. A poesia, a delicadeza e a sensibilidade transbordam aqui. 
 
A versão em LP traz duas canções extras, que não constam no CD: "Mais simples" e "Sopro de flor". Destaco a faixa "Noturno no mangue", com arranjo de Letieres Leite e participação de Arnaldo Antunes.
 
O Homem Traça diz: ROAM!
 


Noturno no mangue

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Mundo São Paulo- 1996 - V.A.

Postagem original: 24/01/2008




1 - São Paulo Rio
José Miguel Wisnik - Paulo Neves
2 - Terra Estrangeira
José Miguel Wisnik
3 - Esboço
Luiz Tatit
4 - Fractal
Ruriá Duprat
5 - Que te quero
Edgard Scandurra - Peter Prica - Arnaldo Antunes
6 - Desce
Arnaldo Antunes
7 - Nas tuas mãos
José Miguel Wisnik
8 - Alma não tem cor
André Abujamra
9 - Eu tô voando
André Abujamra
10 - Mutante
Rita Lee - Roberto de Carvalho
11 - Eva e eu
Péricles Cavalcanti - Arnaldo Antunes
12 - Inverno (Anhangabaú da Felicidade)
José Miguel Wisnik
13 - O mundo
André Abujamra

Músicos em destaque
André Abujamra/Karnak
Arnaldo Antunes
Luiz Tatit
Mônica Salmaso
Ná Ozzetti
Orquestra Jazz Sinfônica
Ruriá Duprat
Virgínia Rosa

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Aproveitando a onda do 454° de São Paulo, posto aqui um disco que, ao meu ver, é a expressão da diversidade sonora contemporânea de Sampa, tendo a participação da Orquestra Jazz Sinfônica a dialogar com a história recente da cidade. O CD é a gravação do espetáculo musical que se realizou por conta dos 50 anos da PUC-SP (com seu Tuca, outro ícone da história paulistana). Os arranjos são de músicos diversos contando com a riqueza sonora da Jazz Sinfônica na ampliação do potencial das canções, que em 1996 em grande parte eram novas, em citações que remontam os momentos de ouro do rádio brasileiro.

Com diz José Miguel Wisnik no encarte do CD: "Três noites inesquecíveis no Tuca e no SESC Pompéia, transformados em anhangabaú da felicidade por um público que sentiu imediatamente o quanto precisavamos todos desse passa-anel MUNDO SÃO PAULO."

Estive por lá e vi a Jazz Sinfônica quebrando seu modo solene ao fazer gracejos e levantando na execução de "Alma não tem cor", canção do primeiro CD do Karnak de André Abujamra. Essa salada sonora é um belo brinde pra nossa megalópole!

O Homem Traça diz: ROAM!



Alma não tem cor

José Miguel Wisnik - 1992

Postagem original: 27 de maio de 2008



01 - Se meu mundo cair
José Miguel Wisnik
02 - Mundo cruelJosé Miguel Wisnik
03 - LaserJosé Miguel Wisnik
04 - VírusJosé Miguel Wisnik
05 - Mais simplesJosé Miguel Wisnik
06 - Estranho jardimJosé Miguel Wisnik
07 - A olhos núsJosé Miguel Wisnik
08 - PolonaiseAdam Mickiewicz - Paulo Leminski - José Miguel Wisnik
09 - A primeira vez, Mamãe, que eu fui ao cinemaJosé Miguel Wisnik
10 - Vôo cegoJosé Miguel Wisnik
11 - Subir maisJosé Miguel Wisnik - Paulo Leminski
12 - Pesar do mundoJosé Miguel Wisnik - Paulo Neves
13 - Som e fúriaJosé Miguel Wisnik - Paulo Neves
14 - Soneto do olho-do-cúJosé Miguel Wisnik - Zé Celso - Marcelo Drumond - Verlaine - Rimbaud
15 - Mestres cantoresJosé Miguel Wisnik - Luiz Tatit

Músicos
José Miguel Wisniw - Ulisses Rocha - Bocato - Elisa Zein - Ronaldo Nunes - Swami Junior - Duda Neves - Marcelo Costa - Ricardo Breim - Constantino Fraga - Cláudio Lucci - Cláudio Faria - Zeca Assumpção - Jaques Morelenbaum - Marcos Suzano - Luiz Tatit - Gerson Galante - Matias Capovilla

Participação especial
Ná Ozzetti e Luiz Tatit

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"Compositor, Cantor, Pianista, Ensaísta, Professor de Literatura Brasileira da USP. Estudou piano clássico no Conservatório de São Vicente, aperfeiçoando-se em concertos com o Maestro Souza Lima. Em 1966, apresentou-se como solista da Orquestra Sinfônica de São Paulo, executando o "Concerto nº 2", de Camille Saint-Saens. No ano seguinte, ingressou no curso de Letras da Universidade de São Paulo (USP) e começou a compor. A partir de 1973, passou a lecionar Literatura Brasileira, no Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.
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Em 1968, participou do Festival Universitário da TV Tupi, com sua composição "Outra viagem", interpretada por Alaíde Costa.
Musicou, em 1989, "A mulher do atirador de facas", curta-metragem de Nilson Villas-Boas, contemplado com o Prêmio Kikito do Festival de Cinema de Gramado na categoria Música Original para Curta-metragem. Nesse mesmo ano, recebeu o Troféu Noel Rosa/Prêmio Lei Sarney à Cultura, na categoria Revelação de Compositor. Em 1991, assinou a trilha sonora da peça "As boas", de Jean Genet, encenada pelo Teatro Oficina, sob a direção de Zé Celso Martinez Corrêa. Nesse mesmo ano, recebeu o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte, na categoria Música para Teatro." Fonte

Wisnik é um daqueles exemplos que desmente um ditado perverso que diz "quem sabe faz, quem não sabe ensina". Sua produção acadêmica e artística são vastas e estão aí pra quem quiser conferir.

Destaco "Soneto do olho-do-cú", uma canção provocativa para nossos tempos de "créu".

O Homem Traça diz: ROAM!



Soneto do olho-do-cú