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domingo, 5 de maio de 2024

Baile Perfumado - 1997 - VA

1a - Sangue de Bairro
Chico Science - Ortinho
Chico Science & Nação Zumbi
1b - Introdução (Vinheta)
Paulo Rafael - Marcio Miranda
2 - Baile Catingoso
Siba
Mestre Ambrósio
3 - Baile Perfumado
Fred Zero Quatro
Stela Campos & Fred Zero Quatro
4 - Angicos
Chico Science - Lúcio Maia
5 - Abertura 1900 / Mata
Paulo Rafael - Márcio Miranda
Paulo Rafael & Marcio Miranda
6 - Chico Rural
Lúcio Maia - Siba - Maurício Alves
Siba & Lúcio Maia
7 - Benjaab
Siba - Lenine
Mestre Ambrósio
8 - Dip
Paulo Rafael
Paulo Rafael
9 - Mamede
Paulo Rafael
Mestre Ambrósio
10 - Tenente Lindalvo (Compromisso de Morte)
Fred Zero Quatro
Mundo Livre S/A
11 - Fulô do Jungo
Domínio Público
Siba
12 - Sangue de Bairro (Instrumental)
Chico Science - Ortinho
Nação Zumbi
13 - Salustiano Song (Instrumental)
Chico Science - Lúcio Maia
Nação Zumbi
14 - Angicos [Paulo Rafael's Remix]
Chico Science - Lúcio Maia
Paulo Rafael
15 - Angicos [Suba's Remix]
Chico Science - Lúcio Maia
Suba
 
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Baile Perfumado é a trilha sonora do filme de Lírio Ferreira e Paulo Caldas, um marco do cinema pernambucano e brasileiro, segundo os críticos da Abraccine. O enredo retrata a saga real do libanês Benjamin Abrahão, migrado por força da Primeira Guerra Mundial, em 1915. Foi mascate e também secretário de Padre Cícero e, em 1929, realizou a façanha de captar as únicas imagens de Virgulino Ferreira, o Lampião e seu bando, quando atuavam no cangaço do sertão brasileiro. O Baile Perfumado estreou em festivais no ano de 1996, em 1998 a trilha sonora dirigida por Paulo Rafael foi premiada pela Associação de Paulista de Críticos de Arte. Pudera, ainda hoje rememoro as imagens do sertão verde retratado pela película ao ouvir cada faixa desse álbum poderoso.

O Homem Traça diz: ROAM!

Angicos

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Paulo Rafael - 1988


01 - Navegantes
Paulo Rafael
02 - Maracajá
Alceu Valença
03 - Rota da África
Paulo Rafael - Jurim Moreira
04 - Depois do escuro
Paulo Rafael
05 - Arraial do Bom Jesus
Paulo Rafael
06 - Estação do Som
Paulo Rafael
07 - Arrecifes
Paulo Rafael - Zé Rocha
08 - Orange
Paulo Rafael

Músicos
Paulo Rafael - Jurim Moreira - Tovinho - Luigi Lagoia

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O violonista e guitarrista Paulo Ramiro Rafael Pereira, nasceu em 1955 na cidade de Caruarú (PE). Iniciou sua carreira no início dos anos 1970, em Recife, integrando o grupo Ave Sangria. Está na banda que acompanha Alceu Valença desde meados da década de 1970, a sonoridade dos discos de Alceu é inseparável da contribuição criativa de Paulo Rafael. No entanto, esse grande guitarrista navega também em outros mares. Como produtor, compôs e fez a direção musical do filme "O baile perfumado", dirigido por Lírio Ferreira e Paulo Caldas; compôs e executou a trilha de "Pátria amada", filme de Tisuka Yamasaki. Também compôs e tocou para os CDs de poesia de Neide Arcanjo e Ascenso Ferreira e para o CD de poemas infantis de Clarice Lispector. Além disso tocou em discos de Zé Ramalho, Geraldo Azevedo, Elba Ramalho, Gal Costa, Kleiton & Kledir, Marina Lima e MPB-4, entre outros.

Em 1988 lança o seu primeiro disco solo,  instrumental, mostra mais um tanto da sua competência e criatividade, misturando ritmos brasileiros ao jazz e ao rock. É notável a influência de Jeff Back.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Maracajá

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Ave Sangria - 1974



01. Dois Navegantes
Almir Oliveira
02. Lá Fora
Marco Polo
03. Três Margaridas
Marco Polo
04. O Pirata
Marco Polo
05. Momento na Praça
Almir Oliveira - Marco Polo
06. Cidade Grande
Marco Polo
07. Seu Waldir
Marco Polo
08. Hei! Man
Marco Polo
09. Por Que?
Marco Polo
10. Corpo em Chamas
Marco Polo
11. Geórgia, a Carniceira
Marco Polo
12. Sob o Sol de Satã
Ivson Wanderley

Músicos
Almir – Israel Semente Proibida – Ivson Wanderley – Paulo Raphael – Juliano – Marcio Vip Augusto – Zé Rodrix – Marco Polo

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Esse é o LP de estreia do Ave Sangria, à época formado por Marco Polo (vocais), Ivson Wanderley (guitarra solo e violão), Paulo Raphael (guitarra base, sintetizador, violão, vocal), Almir de Oliveira (baixo), Israel Semente (bateria) e Agrício Noya (percussão). Nesse registro ouvimos o apoio das teclas de Zé Rodrix (Cidade Grande - sintetizador) e Márcio Vip (Momento na praça - piano; Por que? - órgão; Dois Navegantes - sintetizador).

O grupo é um verdadeiro ícone do Rock Brasileiro setentista. Esse LP foi relançado em 1990 e, com impulso que a internet deu trazendo à baila materiais guardados em gavetas obscuras do tempo, não só foi reeditado em 2014, como impulsionou "novos" títulos do grupo em vinil e CD. 

"Eles usavam batom, beijavam-se na boca em pleno palco, faziam uma música suja, com letras falando de piratas, moças mortas no cio. E eram muito esquisitos; "frangos", segundo uns, e uma ameaça às moças donzelas da cidade, conforme outros. Estes "maus elementos" faziam parte do Ave Sangria, ex-Tamarineira Village, banda que escandalizou a Recife de 1974, da mesma forma que os Rolling Stones a Londres de dez anos antes. Com efeito, ela era conhecida como os Stones do Nordeste.

"Isto era tudo parte da lenda em torno do Ave Sangria" - explica, 25 anos depois, Rafles, o ministro da informação do grupo. "O baton era mertiolate, que a gente usava para chocar. Não sei de onde surgiu esta história de beijo na boca, a única coisa diferente na turma eram os cabelos e as roupas." Rafles por volta de 68, era o "pirado" de plantão do Recife. Entre suas maluquices está a de enviar, pelo correio, um reforçado baseado, em legítimo papel Colomy, para Paul McCartney. Meses depois, ele recebeu a resposta do Beatle: uma foto autografada como agradecimento.

Foi Rafles quem propôs o nome Tamarineira Village, quando o grupo tomou uma forma definitiva, com a entrada do cantor e letrista Marco Polo. Isto aconteceu depois da I Feira Experimental de Música de Fazenda Nova. Até então, sem nome definido, Almir Oliveira, Lula Martins, Disraeli, Bira, Aparício Meu Amor (sic), Rafles, Tadeu, e Ivson Wanderley eram apenas a banda de apoio de Laílson, hoje cartunista do DP.

Marco Polo, um ex-acadêmico de Direito, foi precoce integrante da geração 65 de poetas recifenses. Com 16 anos, atreveu-se a mostrar seus poemas a Ariano Suassuna e a Cesar Leal. Foi aprovado pelos dois e lançou seu primeiro livro em 66. Em 69, iniciou-se no jornalismo, como repórter do Diário da Noite. Logo ganhou mundo. Em 70, trabalhou por algum tempo no Jornal da Tarde, em São Paulo, mas logo virou hippie, trabalhando como artesão na desbundada praça General Osório, em Ipanema. O primeiro show como Tamarineira Village foi o Fora da Paisagem, depois do festival de Fazenda Nova. Vieram mais dois outros shows, Corpo em Chamas e Concerto Marginal. A partir daí a banda amealhou um público fiel."
(Wikipédia)

O Homem Traça diz: ROAM!

Hei! Man

Caruá -1978 - Paulo Rafael e Zé da Flauta

Postagem original - 31/05/2013



1 - Sai uma Mista
Zé da Flauta
2 - Rebimbela da Parafuseta
Paulo Rafael
3 - Baião da Barca
Paulo Rafael - Zé da Flauta
4 - Ponto de Partida
Zé da Flauta - Paulo Rafael - Antônio Santánna, Wilson Meireles
5 - Tema da Batalha
Paulo Rafael
6 - Fora de Órbia
Paulo Rafael
7 - Entardecer
Paulo Rafael
8 - Zé Piaba
Zé da Flauta
9 - Gôta Serena
Zé da Flauta

Músicos 
Zé da Flauta - Paulo Rafael - Antônio Santánna, Wilson Meireles - Israel Semente - Sérgio Kyrillos - Lenine - Niltinho - João Lyra - Beto Saroldi - Chico Batera - Cacá - Adelson - Otonelson - Nenen Xavier - Márcio Miranda - Lula Côrtes - Guil - Luciano Pimentel - Tales

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Zé da Flauta passou pelo Quinteto Violado, está na base dos melhores discos do Alceu Valença ao lado do guitarrista Paulo Rafael. Esse LP, instrumental na maior parte, é uma reunião da cena musical recifense da época. Participam do disco o Lula Côrtes (criador de Paêbirú e Satwa), Luciano Pimentel (baterista Quinteto Violado) e o Lenine (em seus primeiros registros). 

O disco é fantástido! Curiosamente, a única faixa não instrumental traz Lenine cantando "Zé Piaba", à la Jacson do Pandeiro. Além disso é muito bacana encontrar a instrumental "Sai uma mista", a primeira gravação do que viria a se chamar "Fé na Perua", cantada por Alceu em seu disco de 1981, o Cinco Sentidos.

O Homem Traça diz: ROAM!

Sai uma Mista