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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Candela Viva - 1993 - Totó La Momposina


01 - Dos de Febrero
02 - Adiós Fulana
03 - El Pescador
04 - Sombra Negra
05 - Dame la mano
06 - Malanga
07 - Mapalé
08 - Curura
09 - Chi Chi Maní
10 - Candela Viva
11 - Acabación

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Tambores, flautas, gaitas e o canto negro de Totó, as tradições e a essência colombianas preservadas por essa guardiã. 

O Homem Traça diz: ROAM!

Mapalé

Cantadora - 1983 - Totó la Momposina

Postagem original: 19/04/2008




01 - Aguacero de Mayo
02 -
Tres Golpes
03 -
Soledad
04 -
Mañanitas de Diciembre
05 -
El Tigre
06 -
Mojana
07 -
Puya Puyara
08 -
Rosa
09 -
La Verdolaga
10 -
Son de Farotas
11 -
El Piano de Dolores
12 -
Tambolero
13 -
La Maya
14 -
Peyo Torres
15 -
El Cascabel
16 -
Le La Le La

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É, foi e continua sendo o maior expoente da música em todos os continentes, difunde as sonoridades mestiças da Colômbia com um fervor profundo. Por isso, Sonia Bazanta de Oyaga, ou apenas Totó, la Mamposina é uma representante admirável de seu país. Nascida em Talaigua, na ilha de Mompox, do rio Magdalena, criada num ambiente musical, iniciou sua carreira com a família em 1964 e hoje é mundialmente premiada e reconhecida.

Totó
estudou música no conservatório da Universidade Nacional e anos depois ingressou em Sorbone, París, para estudar dança, história e antropologia. Há tempos pesquisa instrumentos, ritmos, danças, da cultura tradicional colombiana, é uma investigadora incansável de ritmos e de suas raizes, as quais defende das influências "modernizantes" das modas passageiras.

Este é o seu primeiro disco, gravado originalmente em 1983, aqui com a capa de 1989. Dele destaco a faixa "Tres golpes" pela força emanada do canto e dos tambores que a emolduram.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Tres golpes

sábado, 23 de março de 2013

Pacanto - 1999 - Totó La Momposina




01. Pacantó
02. Goza Plinio Sierra
03. Milé (El hombre borracho)
04. Acompáñala
05. La ripiá
06. La cumbia está herida
07. Chambacú 
08. Repárala 
09. Pozo brillante 
10. Así lo grita Totó 
11. La paloma
12. Bozaá y media (La acabación) 
13. Oye mamita 
14. El perro magangueleño 
15. Mami watá


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Tambores e flautas, canto de mestre e de resposta, chacoalhar incontido, cúmbia, tambores e canção: é Colômbia, índia e negra. 

O Homem Traça diz: ROAM!

 

La ripiá

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Bonito que canta - 2002 - Petrona Martinez


01 - La vida vale la pena (chalupa)
Petrona Martinez
02 - El Hueso (puya)
Petrona Martinez
03 -Tierra Santa (bullerengue)
Petrona Martinez
04 - Arremachalo (chalupa campesina)
Petrona Martinez
05 - Rama de tamarindo (son de negro)
Petrona Martinez et Marceliano Orozco, à la mémoire de Luis Enrique Martinez
06 - Un niño que llora en los montes de Maria (bullerengue sentao)
Petrona Martinez
07 - Sendero Indio (afroindigena)
Rafael Ramos - Javier Ramirez
08 - Mi mama abreme la puerta (bullerengue sentao)
Petrona Martinez
09 - El Parrandon (chalupa)
Petrona Martinez
10 - Conchita (fandango)
Petrona Martinez
11 - La Currumba (chalupa)
Petrona Martinez
12 - A recogé-correra la bolita (canto de arrullo)
Petrona Martinez

Músicos
Petrona Martinez - Canto
Alvaro Llerena Martinez - alegre, guacharaca, totumas, coro, canto em "Rama de tamarindo"
Edwin Munoz - tambora
Guillermo Valencia - llamador
Javier Ramirez - gaita, cana, guache, coro
Luis Castro - maracas, totumas, coro
Joselina Llerena Martinez - totumas, coro, canto em "Arremachalo"

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Petrona Martinez é originária de San Cayetano, próxima da cidade histórica de Cartagena de las Índias, na costa colombiana do pacífico. É herdeira de uma tradição de pelos menos quatro gerações de músicos que cantam o “bullerengue”, ritmo afro acompanhado de danças, cantado pelas mulheres grávidas solteiras ou concubinas que eram impedidas de participar das festas e celebrações religiosas de São João e São Pedro. “Bullerengue” é o único canto exclusivamente feminino na Colômbia.

Petrona nasceu em 1939, canta desde menina em festas populares, começou sua carreira no mercado fonográfico no final dos anos 80, já fez show's pela Europa, EUA e já esteve no Brasil. Seu estilo musical, calcado nas tradições herdadas da África e misturadas à cultura colombiana é semelhante aos batuques brasileiros como o tambor de crioula do Maranhão e o batuque de umbigada de São Paulo.


O Homem Traça diz: ROAM!


La vida vale la pena