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sábado, 12 de julho de 2025

La biblia - 1971 - Vox Dei

 
Disco 1 
1 - Génesis
2 - Moisés
3 - Las guerras
4 - Profecías
5 - Libros Sapienciales
6 - Cristo y nacimiento
7 - Cristo - muerte y resurrección
8 - Apocalipsis
 
Bônus (Versão do CD de 2005)
9 - Génesis (Versión en vivo del LP La Nave Infernal)
 
Disco 2 (Bonus do CD de 2005)
1 - Génesis (cantado)
2 - Moisés (segunda parte sin voz)
3 - Las Guerras (primeira parte sin voz)
4 - Libros sapienciales (segunda parte sin voz)
5 - Profecías (cantado)
6 - Cristo, nascimiento (orquestra de cuerdas y coro)
7 - Cristo, nacimiento (orquestra de cuerdas)
8 - Cristo, nacimiento (orquestra de cuerdas)
9 - Cristo, nacimiento (orquestra de cuerdas)
10 - Cristo, muerte y resurrección Prédica (fragmento de la primera parte)
11 - Cristo, muerte y resurrección Prédica (cantado solo la primera parte)
12 - Mandamientos
13 - Base
 
Músicos
Willie Quiroga - Rubén Basoalto - Ricardo Soulé - Juan Carlos Godoy (Vox Dei)
Roberto Lar (orquestração)
 
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O início das aparições do Vox Dei remonta 1968, quando tocavam músicas do The Rolling Stones, The Beatles, The Kinks e The Byrds. Foram convencidos por Spineta (Almendra) a passarem a cantar em espanhol. Em 1970, gravaram o primeiro álbum, "Caliente". O LP duplo, "La Biblia", é a segunda empreitada, o primeiro álbum conceitual do rock argentino, mesclando hard rock, blues rock e rock progressivo, com elementos psicodélicos e folk.
 
O Homem Traça diz: ROAM
 
   

Las guerras

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

4º LP - 1979 - León Gieco

1 - Solo le pido a Dios
León Gieco
2 - El que queda solo
León Gieco
3 - Dice el inmigrante
León Gieco
4 - Ya soy un croto
León Gieco
5 - Cachito el campeón de corrientes
León Gieco
6 - Un poco de comprensión
León Gieco
7 - Continentes en silencio
León Gieco
8 - La historia esta
León Gieco
9 - Canción de amor para Francisca
León Gieco
10 - Tema de los mosquitos
León Gieco
 
Músicos
León Gieco - Dino Saluzzi - Jorge Cumbo - Oski Amante - Nito Mestre - María Rosa Yorio - Charly García - Oscar Moro - Willy Campins - Alfredo Toth - Rodolfo Gorosito - Sergio Polizzi - Luis Borda
 
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León Gieco é um músico argentino, nascido em 1951. Tem influência da música popular tradicional argentina, do folk, dos Beatles e Rolling Stones. Como anuncia o título, esse é o quarto álbum de sua extensa trajetória musical, sendo a primeira gravação solo de 1973. 
 
Esse LP é pleno de pérolas (inclusive ao vivo). Destaco a canção Solo le pido a Dios, sucesso imortalizado por Mercedes Sosa, sobretudo, mas também mundo a fora. Curiosamente, Gieco não queria gravar essa canção por achá-la monótona. Ainda bem que seguiu o conselho de Charly García.
 
O Homem Traça diz: ROAM!
 


Solo le pido a Dios

quarta-feira, 27 de novembro de 2024

Sui Generis - 1972 - Vida

Postagem original: 22/01/08

 
1 - Canción para mi muerte
Charlie García
2 - Necesito
Charlie García
3 - Dime quién me lo robó
Charlie García
4 - Estación
Charlie García
5 - Toma dos blues
Charlie García
6 - Natalio Ruiz, el hombrecito del sombrero gris
Charlie García
7 - Mariel y el Capitán
Charlie García
8 - Amigo vuelve a casa pronto
Charlie García
9 - Quizás porque
Charlie García
10 - Cuando comenzamos a nacer
Charlie García
11 - Posludio
Charlie García

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A história desse duo, que passou à história da música jovem da argentina dos anos 70, entre outras coisas, por sua imensa popularidade, começou em 1969. Originalmente era formada por: Charlie García (teclados e voz), Nito Mestre (guitarra, flauta traversa e voz), Rolando Fortich (baixo), Juan Belia (guitarra), Alberto Rodríguez (bateria) e Carlos Piégari (voz).

Charlie e Nito se conheceram no terceiro ano do colégio. Ambos participavam de grupos de rock de bairros. Charlie, junto a Rodríguez e Correa, no "To walk spanish". Nito cantava no "The century indignation". Como quinteto, sem a participação de Piégari, debutaram no Colégio Santa Rosa de Buenos Aires. Depois dessa apresentação o grupo sofreu muitas modificações, até se reduzir a um duo acústico. Em 1970, apresentaram-se no circuito de pequenas salas, como a Galeria Nexo.

Nesse mesmo ano realizaram uma apresentação na TV, apadrinhados por Eduardo Falú. Em pouco tempo, viajaram a Mar del Plata onde dividiram o palco com Litto Nebbia. A partir de maio de 71 participaram de uma série de apresentações na Sala ABC, considerados hoje como o ponto de partida de sua carreira de sucesso.


Mas foram recusados por vários gravadoras, sua representante Pierre Bayona tomou contato com Jorge Álvarez, produtor do selo Microfón. Deram uma prova para a gravadora interpretando quatro temas. Como resultado, firmaram um contrato que permitiu-lhes gravar seu primeiro álbum. O disco se chamou Vida, gravado em 1972. O tema "Amigo, vuelve a casa pronto" foi o primeiro gravado pelo grupo; participaram da gravação, como convidados, o violinista Jorge Pinchevsky, o baixista Alejandro Medina e o guitarrista Claudio Gabis.

O álbum "Vida" é marcado pela influência do folk norteamericano (em moda na época), a temática das letras das canções do grupo têm muita influência de Bob Dylan, Crosby-Stills-Nash-Young e transcenderam as fronteiras dos roqueiros, para se instalar como representantes de um grupo mais amplo da juventude.

Qualquer semelhança com Sá, Rodrix & Guarabyra ou com Almôndegas não é mera coincidência, foram tendências da época.

O Homem Traça diz: ROAM!



Dime quién me lo robó

Desatormentándonos - 1972 - Pescado Rabioso

 

1 - Blues De Cris
L. A. Spinetta
2 - El jardinero (Temprano Amaneció)
L. A. Spinetta
3 - Dulce 3 nocturno
Amaya - Frascino - Spinetta
4 - Algo flota en la laguna
Frascino - Spinetta
5 - Serpiente (Viaja por la sal)
L. A. Spinetta

Faixas Bônus (edição em CD de 2008)
6 - Me gusta ese tajo
Amaya - Frascino - Spinetta
7 - Despiértate Nena
J. C. Amaya - L.A. Spinetta
8 - Post-crucifixión
J. C. Amaya - C. Cutaia - L. A. Spinetta
 
Músicos
Spinetta - Frascino - Amaya - Carlos Cutaia

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Esse é o primeiro LP do grupo Pescado Rabioso, anúncio virtuoso dos três anos de existência sob a liderança prodigiosa de Spinetta.

O Homem Traça diz: ROAM!



Post-crucifixión

terça-feira, 15 de agosto de 2023

Aquelarre - 1972

 

1 - Canto, desde el fondo de las ruinas
2 - Yo seré el animal, vos serás mi dueño
3 - Aventura en el árbol
4 - Jugador, campos para luchar
5 - Cantemos tu nombre
6 - Movimiento

Músicos
Emilio Del Guercio - Hugo Gonzalez Neira - Rodolfo Garcia - Héctor Starc

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Aquelarre é um grupo de rock argentino, formado em 1970 a partir de ex integrantes da legendária banda Almendra, Emilio Del Guercio e Rodolfo Garcia. Os riffs potentes de Héctor Starc e os arranjos do grupo para os seus temas extensos garantem um lugar de destaque para esse LP na história do rock argentino. Nesse primeiro registro verificamos o trânsito entre a pscodelia e o peso que atravessam as faixas. A popularidade alcançada, à época, com a realização de apresentações desse repertório permitiu ao grupo gravar o seu segundo LP seis meses após a estreia.
 
O Homem Traça diz: ROAM!
 

Cantemos tu nombre


domingo, 7 de janeiro de 2018

Beat No. 1 - 1969 - Los Gatos



1 - Sueña y corre
2 - Hogar
3 - Dónde está, cómo fue
4 - El otro yo del señor negocios
5 - Flores y cartas
6 - Lágrimas de María
7 - Soy de cualquier lugar
8 - Escúchame, alúmbrame
9 - Fuera de la ley

Bônus
10 - Escúchame, alúmbrame (mono)
11 - Mama rock
12 - Campo para tres
13 - Canción para un ladrón
14 - Canción para un reventado
15 - La casa de diarios viejos 

Músicos:
Litto Nebbia - Norberto "Pappo" Napolitano - Ciro Fogliatta - Oscar Moro - Alfredo Toth

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Um ótimo disco do rock argentino, é o quarto de Los Gatos. Mais pesado que os anteriores, flerta com o hard rock, sem deixar de mesclar a pscodelia e a influência dos The Beatles.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Escúchame, alúmbrame

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Luis Alberto Spinetta - 1971


01 - Castillo De Piedra
Pappo
02 - Ni Cuenta Te Das
Luis Alberto Spinetta
03 - Tema De Pedro
Luis Alberto Spinetta
04 - Dame, Dame Pan
Luis Alberto Spinetta
05 - Estrella
Luis Alberto Spinetta
06 - La Búsqueda De La Estrella
Luis Alberto Spinetta
07 - Vamos Al Bosque
Luis Alberto Spinetta
08 - Era De Tontos
Pappo
09 - Alteración Del Tiempo
Luis Alberto Spinetta
10 - Descalza Camina
Luis Alberto Spinetta
11 - Lulú Toma El Taxi
Luis Alberto Spinetta

Músicos
Luis Alberto Spinetta - Pomo - Norberto "Pappo" Napolitano - Miguel Abuelo - Victor Kesselman - Elizabeth Viener

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Este é o primeiro disco solo de Spinetta, um dos pais do rock argentino. Foi um LP para cumprir formalidades contratuais com a gravadora, já que o Almendra, grupo que alçara Spnetta à notoriedade, já havia acabado. Longe de ser um álbum burocrático, gravado em 1971 e lançado originalmente em 1975, aqui estão algumas amostras do viria a ser o Pescado Rabioso, banda que Spinetta formaria na sequência. Em diversas faixas também encontramos flertes com Black Sabath, Led Zeppelin, entre outras influências - há, inclusive muita semelhança entre a faixa "Era dos tontos" e a canção "Sem nada" do grupo brasileiro, A Bolha (na obra de Pappo há várias outras "coincidências" com o rock brazuca e vice-versa). No entanto, nesse LP é presente a musicalidade e a poesia geniais que acompanhariam Spnetta até a sua morte, em 2012.

Ao longo do tempo esse disco teve diversas capas, inclusive utilizado a fama do Almendra, equivocadamente apresentando-o como mais uma obra dessa fase. Ao todo são quatro capas diferentes. Só mais tarde é que se assumiu a capa concebida por Spinetta e o relançamento recente em vinil (nessa onda de retomada dessa mídia) a respeitou.

O Homem Traça diz: ROAM!



Castillo De Piedra

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Almendra - 1970

Postagem original - 07/03/2008



1 - Toma el tren hacia el sur
Spinetta
2 - Jingle
Spinetta
3 - No tengo idea
Edelmiro Molinari
4 - Camino difícil
Emilio del Guercio
5 - Rutas argentinas
Spinetta
6 - Vete de mí, cuervo negro
Spinetta
7 - Amor de aire
Edelmiro Molinari
8 - Mestizo
Edelmiro Molinari
9 - Agnus dei
10 - Para ir
Spinetta
11 - Parvas
Spinetta
12 - Cometa azul
Emilio del Guercio
13 - Florecen los nardos
Spinetta
14 - Carmen
Emilio del Guercio
15 - Obertura
Spinetta
16 - Amor de aire
Edelmiro Molinari
17 - Verde llano
Edelmiro Molinari
18 - Leves instrucciones
Emilio del Guercio
19 - Los elefantes
Spinetta
20 - Un pájaro te sostiene
Emilio del Guercio
21 - En las cúpulas
Spinetta

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Segundo e último álbum, este é duplo e conceitual, tem a estrutura de uma ópera rock calcada no rock´n roll (claro!), nas viagens com solos de guitarras e sons experimentais. O grupo argentino acaba após esse disco e irá formar outros como o Color Humano.

O Homem Traça diz: ROAM!

Obertura

Almendra - 1969 (LP e Singles)

Postagem original: 08/02/2008


Os primeiros singles
1 - Tema de Pototo
2 - El mundo entre las manos
3 - Hoy todo el hielo en la ciudad
4 - Campos verdes
5 - Gabinetes espaciales
6 - Final

O LP "Almendra"
7 - Muchacha (ojos de papel)
8 - Color humano
9 - Figuración
10 - Ana no duerme
11 - Fermín
12 - Plegaria para un niño dormido
13 - A estos hombres tristes
14 - Que el viento borró tus manos
15 - Laura va

Os singles posteriores
16 - Hermano perro
17 - Mestizo
18 - Toma el tren hacia el sur
19 - Jingle
20 - Rutas argentinas

Músicos
Edelmiro Molinari - guitarra e vocal
Emilio Del Guercio - baixo e vocal
Luis Alberto Spinetta - guitarra e voz
Rodolfo García - bateria

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Os quatro membros desse grupo argentino eram companheiros do Instituto San Roman. Da união das bandas Los Sbirros e o Larkings se formou a banda Almendra (amêndoa em português), nascida por volta de 1967. A Almendra é considerada membro de uma trilogia inicial do rock argentino, ao lado de Los Gatos e Manal.
Gravam um primeiro compacto com as canções “Tema de Pototo“ e "El mundo entre las manos”, em setembro de 1968. A repercussão é imediata com o estilo refinado, pouco comum, dos arranjos vocais e a poesia do lírica das letras, que contrastaram com os rifs de guitarra e o peso da bateria.

Os primeiros show's foram em Rosario e Córdoba, acompanhando Johnny Tedesco. Em 1969 gravaram o primeiro LP, já com a experiência de inúmeras apresentações na bagagem, entre as quais estão a temporada e verão em Mar del Plata, o Festival de la Canción de Lima, Perú, e o Festival Pinap, organizado pela revista homônima. O som da Almendra está próximo do folck, da experimentação psicodélica e do rock daquela época. Nesse primeiro LP os arranjos vocais e instrumentais são muito bem trabalhados, embalam belas letras em canções inquietantes para "viajar" e/ou "pirar".

Nesta postagem trazemos o conteúdo do relançamento em CD ocorrido em 1992. Conta-se que foi a primeira banda da América latina a ter um álbum relançada em CD. Nessa edição somam-se faixas contidas em compactos anteriores e posteriores ao lançamento do primeiro LP.

O segundo disco aparece em 1970, um álbum duplo, no rastro do sucesso que o grupo conquistou com suas excursões num período intenso de apresentações lotadas. No final deste mesmo ano, o Almendra se dissolve e seus membros dão início a outras bandas que marcaram época na Argentina.

O Homem Traça diz: ROAM!



Que el viento borró tus manos

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Artaud - 1973 - Pescado Rabioso






01 - Todas las hojas son del viento 
02 - Cementerio Club 
03 - Por 
04 - Superchería 
05 - La sed verdadera 
06 - Cantata de puentes amarillos 
07 - Bajan 
08 - A Starosta, el idiota
09 - Las habladurías del mundo

Músicos
Luiz Alberto Spinetta- Carlos Gustavo Spinetta - Rodolfo García - Emilio del Guercio 

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Esse deveria ser o terceiro disco do Pescado Rabioso. Spinetta, um dos pais do Rock argentino, após a dissolução do grupo Almendra, viajara pela Europa e retornara à Buenos Aires em 1971 com novas ideias musicais. Com os dois primeiros discos experimentaria uma produção com influências que cruzam Zeppelin, John Renbourne do Pentangle, entre outros. Após a falência da gravadora (dizem que a produção do álbum duplo Pescado 2 tem participação nessa história), LP Artaud era mera formalidade contratual, a qual foi cumprida apenas por Spinetta, sem os músicos do Pescado, mas na companhia de seu irmão e ex-companheiros do Almendra. Portanto é um disco autoral, cuja poesia dialoga com a escrita do poeta, ator e dramaturgo francês Antonin Artaud e nas cartas que Van Gogh enviou para seu irmão Theo. Por isso Spinetta assina a todas as canções.

O LP foi relançado recentemente com seu projeto gráfico original, a capa chama a tenção por si só. Seu recorte é essa figura irregular, diferente do quadradão 30x30 cm. As canções são pautadas pelo folk, pelo blues, baladas e instrumentalizações que dão corpo às críticas à violência, que chamam à responsabilidade com as crianças e o amor em letras cheias de beleza e metáforas surrealistas. Lembra o Almendra, claro!

O Homem Traça diz: ROAM!



Todas las hojas son del viento

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Inti-Raymi - 1973 - Arco Iris




1. Elevando una plegaria al sol
2. En nuestra frente
3. Maritimaria
4. La Pastora de los peces
5. Abran los ojos
6. Adonde iras, camalotal
7. Solo como el cardo
8. No quiero mirar atras
9. Elevando una plegaria al sol II (Inti Raymi)

Bônus
10. Soy un pedazo de sol
11. Llegó el cambio
12. El niño, la libertad y las palomas
13. Kukurico
14. La sabia verde 
15. Detrás

Músicos
Ara Tokatlián - Guillermo Bordarampé - Gustavo Santaolalla - Horacio Gianello  

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Esse é um disco é mais apoiado na música da cultura tradicional argentina, com pitadas de folk, rock e progressivo, o resultado é muito interessante.

O Homem Traça diz: ROAM!

No quiero mirar atras

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Arco-Íris - 1970

Postagem original: 22/01/2008



1 - Quiero llegar
2 - Hoy te mire
3 - Camino
4 - Coral
5 - Te quiero, te espero
6 - Luli
7 - Cancion de cuna para el niño astronauta
8 - Y una flor (el pastito)
9 - Tiempo
10 - Y ahora soy

Bonus track's
11 - Lo veo en tus ojos
12 - Cancion para una mujer
13 - Luisito, cortate el pelo
14 - Solo tengo amor
15 - Blues de dana
16 - Quien es la chica?
17 - Es nuestra la libertad
18 - Zamba

Músicos

Ara Tokatlian: Sopros
Guillermo Bordaram
: baixo

Gustavo Santaolall
: guitarra e voz

Horacio Gianell
: bateria e percussão


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Eu sou da opinião de que em matéria de música os argentinos mandam muito bem há tempos. Se ficarmos só com rock progressivo as minhas bandas prediletas na América Latina vêm da Argentina e sempre me deparo com coisas novas ou antigas que me sensibilizam demais.

Este é o primeiro disco da banda argentina "Arco-Íris". Ainda está longe de seus melhores álbuns, mas os elementos que mais tarde desenvolverão (blues, rock, jazz e o progressivo), em canções com uma recorrente influência folk, já estão presentes.

Ainda sem Gianello, com a colaboração de Alberto Cascino na bateria, os instrumentos habituais do Arco-Íris são flautas, sax´s e instrumentos de percussão experimentais, diversos do então rock argentino da época. Neste LP de estréia, na capa já se pode ver o símbolo que identificará a banda Arco-Íris (a chave de Dana) em todas suas produções.

O tango aparece aqui com uma modalidade nova, o Arco-Íris cita Piazzola na faixa “Quiero llegar”. As faixas bônus apareceram primeiro em compactos e, anos mais tarde, em compilações.

O Homem Traça diz: ROAM!

Tiempo


domingo, 9 de novembro de 2014

Nito Mestre Y Los Desconocidos De Siempre - 1977

Postagem original em 30/05/2009


01 - Y las aves vuelan
Nito Mestre - Leon Gieco
02 - El tiempo para descubrir el mal
Nito Mestre
03 - Tema de goro
Rodolfo Gorosito
04 - Juego de voces
Nito Mestre
05 - Mientras no tenga miedo de hablar
Nito Meste - Maria Rosa Yorio
06 - Fabricante de mentiras
Charly Garcia
07 - Los días de marzo
Nito Mestre - Leo Sujatovich
08 - Finalmente nos dejaron esperando
Nito Meste

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Esse disco eu comprei junto com o do Karma. Um cara estava querendo fazer grana pra comprar outro disco importado e me ofereceu barato. Até então eu não tinha ouvido falar de uns e outros. Depois viraram "discos de cabeceira".

Carlos Alberto "Nito" Mestre nasceu em 1952. Ele estudou flauta e participou de corais, no contexto da música clássica até os 13 anos, quando ouviu Beatles. No colégio, com Charly García, formou o Sui Generis, duo que existiu até 75.


Após um interessante trabalho de folk-rock com Gieco e Porchetta (PorSuiGieco), Nito chama atenção para um respeitável grupo de músicos.

Com o tecladista Cyrus Fogliatta (antiga Los Gatos), a banda foi completada pelo ex-gato também Alfredo Toth (baixo), Pratti Francisco (bateria), Leo Sujatovich (teclados) e Rodolfo Vangelispiu (guitarra). Um grupo experiente, cada um dos músicos tinham uma história e prestígio.

O disco é essencialmente um folk acústico, à moda de Crosby, Still, Nash & Young. Exceto para o "Tema da Goro", que é um rock, o resto são suaves melodias vocais com excelentes arranjos.

O Homem Traça diz: ROAM!

Los días de marzo

domingo, 25 de agosto de 2013

Seremos Amigos - 1968 - Los Gatos



01 - Seremos Amigos
02 - Yo Vivia En las Montañas
03 - Corriendo La Oscuridad
04 - Cuatro Meses
05 - Quizas No Comprendan
06 - La Chica Del Paraguas
07 - Mañana
08 - No Hay Tiempo Que Perder
09 - Cuando Llegue El año 2000
10 - Esperando A Dios
11 - No Me Olvides
12 - Eres Un Hada Al Fin (Palabras De Litto Nebia)
13 - Un Dia En El Campo (Un Dia De Campo)

Músicos
Ciro Fogliatta - Kay Galifi (substituido por Pappo's Blues) - Oscar Moro - Litto Nebbia - Alfredo Toth 

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Los Gatos é uma das primeiras bandas argentinas de rock. Atuaram entre 1967 e 1970, com uma produção autoral com extrema qualidade, transitando entre o psicodélico, as baladas e hard rock. Destaco "Cuando Llegue El año 2000", que em minha humilde opinião, deveria ser considerado um clássico da psicodelia.

O Homem Traça diz: ROAM!

 

Cuando Llegue El año 2000

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Pappo's Blues - 1971

Postagem original: 23/01/2008


1 - Algo ha cambiado
2 - El viejo
3 - Hansen
4 - Gris y amarillo
5 - Adios willy
6 - El hombre suburbano
7- Especies
8 - Adonde esta la libertad


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Paulada na moleira! Isso foi o que senti quando ouvi pela primeira vez esse disco. Essa é uma banda Argentina de pauleira (hard rock para os entendidos... rsrsr) pra agitar a cabeleira até cansar, sem dever nada pra o que estava rolando à época nos "States" e Europa. É claro que um grupo ou outro das praias de cá sempre trazia uma pauleira em seus discos como "A hora do cabelo nascer" dos Mutantes e "Barra Lúcifer" dos Novos Baianos. Mas o terrível é saber que nesse mesmo momento, no Brasil, não tinhamos em cena, pelo menos registrado em disco, algum grupo que se pudesse caracterizar como hard rock da pesada.

Agora a semelhança de "Aluga-se" do Rauzito, gravada em 1980, e rif's de "Saravá" dos Mutantes, gravada em 1971 e as pirações do Led Zeppelin com trechos da faixa "Adonde esta la libertad" serão meras coincidências? Ouçam e tirem suas conclusões sobre o Pappo's!

"Pappo, cujo nome real era Norberto Pappo Napolitano, começou sua trajetória na música ainda no final dos anos sessenta, tocando em uma das primeiras formações do LOS ABUELOS DE LA NADA, com o qual registra apenas um compacto. Pouco tempo depois participa de alguns álbuns do LOS GATOS, além de ocasionalmente tocar com o LA PESADA DEL ROCK & ROLL e o lendário MANAL, considerada uma das maiores bandas de Rock da Argentina.
Mas somente na década seguinte é que ele formaria um dos maiores grupos roqueiros da América Latina: o PAPPO'S BLUES, com o qual registra sete maravilhosos trabalhos entre 1971 e 1978, além de outros posteriores.
Inicialmente o power-trio contava com Pappo no vocal e guitarra, David Lebon no baixo e Black Amaya na bateria, formação esta que registraria os dois primeiros discos, chamados apenas "Pappo's Blues" de 1971 e "Pappo's Blues - Volumen 2", de 1972... O disco de 1971 é mono, mas conta com excelentes composições, incluindo uma que considero uma verdadeira pérola: "A donde esta la libertad." Fonte

O Homem Traça diz: ROAM!



A donde esta la libertad

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Confesiones de invierno - Sui Generis - 1973



1 - Cuando Ya Me Empiece a Quedar Solo
2 - Bienvenidos al Tren
3 - Un Hada, Un Cisne
4 - Confesiones de Invierno
5 - Rasguña Las Piedras
6 - Lunes Otra Vez
7 - Aprendizaje
8 - Mr. Jones, o Pequeña Semblanza de Una Familia Tipo Americana
9 - Tribulaciones, Lamento y Ocaso de Un Tonto Rey Imaginario, o No

Todas as canções são de autoria de Charlie Garcia

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A Virada Cultural realizada em São Paulo, apesar da lixarada e do mictório em que o centro da cidade é transformado, já se tornou um momento de ver atrações pouco usuais. Há pouco tempo para ver muita coisa e em muitos momentos é preciso optar pelo que é mais raro. Esse é o caso de Nito Mestre que se apresentará no palco do Bulevar São João às 9h do domingo (16/05). Não sei se seu repertório girará em torno da dupla setentista Sui Generis, mas é uma boa pedida ouvir os seus arranjos vocais ao vivo.

Segue um aperitivo com um tema caro a quem já caiu na estrada e parou pra descansar um pouco. A canção "Aprendizaje" tem correspondência direta com a "Segunda canção da estrada" de Sá e Guarabyra.

O Homem Traça diz: ROAM!

Aprendizaje