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segunda-feira, 29 de julho de 2024

Brasílica - 1992 - Antônio Madureira

 

1 - Pórtico - Procissão dos Navegantes
Antônio Madureira
2 - Romance da Nau Catarineta
Antônio Madureira
3 - O Reino das Águas Profundas
Antônio Madureira
4 - Índios do Nordeste
Antônio Madureira
5 - Missa Brasílica
Antônio Madureira
6 - Navio Negreiro
Antônio Madureira
7 - Zumbi - Saga de um Rei Negro
Antônio Madureira
8 - Celebração
Antônio Madureira
9 - Miscigenação
Antônio Madureira
10 - Reinados do Sertão
Antônio Madureira
11 - Profecias
Antônio Madureira
12 - O Quinto Império e a onça malhada
Antônio Madureira
 
Músicos
Antônio Madureira - Walmir Chagas - Rogério Wanderley - Wilson Pimentel - Flávio Fernandes de Lima -  Antúlio Madureira -  Coral Canto da Boca - Marie Savine Egan - Adelson - Anthero Madureira - João Carlos Araújo - Ely Alves - Fernando Farias - Nelson Almeida - Adelson
 
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Após o Quinteto Armorial, Antônio Madureira continuou sua carreira musical marcada pela convergência entre o erudito e o popular. O disco Brasílica - O Romance da Nau Catarineta, lançado em LP originalmente em 1992 como trilha para o Balé Popular do Recife, tem a sua versão em CD disponibilizada em 1999, registra essa confluência, que resulta em uma "miscigenação musical" dada como consequência da travessia do Oceano Atlântico e o encontro de povos distintos em terra brasilis. Aqui reencontramos temas originalmente gravados pelo Quinteto Armorial, faixas instrumentais, a recriação da manifestação de teatro popular como a Nau Catarineta, expressões de fé, além de composições, até então, inéditas.
 
O Homem Traça diz: ROAM!

Celebração

sábado, 27 de julho de 2024

Aralume - 1976 - Quinteto Armorial

 

 
1 - Lancinante
Antonio José Madureira
2 - Improviso
Antonio José Madureira
3 - O Homem da vaca e o poder da fortuna
Antonio José Madureira3a Abertura 2:00
3b - A Preguiça
3c - A Troca Dos Bichos
3d - Ironia ao rico 
4 - Aralume
Antonio José Madureira
5 - Reisado
Egildo Vieira
6 - Guerreiro
Antonio José Madureira
7 - Ponteado
Antonio José Madureira
8 - Chamada e Marcha Caminheira
Egildo Vieira

Músicos
Edilson Eulalio Cabral - Egildo Vieira do Nascimento - Antonio José Madureira - Fernando Torres Barbosa - Antônio Nóbrega
 
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Esse é o segundo LP do Quinteto Armorial, como toda a discografia do grupo, exuberante exemplar da fusão entre a música nordestina tradicional, a música instrumental brasileira e a erudita medieval. 

O Homem Traça diz: ROAM!

Aralume

quinta-feira, 27 de julho de 2023

Quinteto Armorial - 1974 - Do romance ao galope nordestino

 

1 - Revoada
Antônio José Madureira 
2 - Romance da Bela Infanta
Romance ibérico do Séc. XVI, recriado por Antônio José Madureir
3 - Mourão
Guerra Peixe
4 - Toada e Desafio
Capiba
5 - Ponteio Acutilado
Antônio Carlos Nóbrega
6 - Repente
Antônio José Madureira
7 - Toré
Antônio José Madureira
8 - Excelência
Tema nordestino de canto fúnebre, recriado por Antônio José Madureira
9 - Bendito
Egildo Vieira do Nascimento
10 - Toada e Dobrado de Cavalhada
Antônio José Madureira
11 - Romance de Minervina
Romance nordestino, provavelmente do Séc. XIX, recriado por Antônio José Madureira
12 - Rasga
Antônio Carlos Nóbrega

Músicos
Antônio José Madureira - Viola caipira
Egildo Vieira do Nascimento - Pífano e Flauta
Antônio Nóbrega - Rabeca e Violino
Edison Eulálio Cabral - Violão
Fernando Torres Barbosa - Percussão

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Esse é o primeiro LP  do Quinteto Armorial, com esse trabalho belíssimo, que funde a música de câmara com a cultura popular tradicional nordestina, o grupo ganhou o Prêmio APCA como o "Melhor Conjunto Instrumental do Ano".

O Homem Trança diz: ROAM!
 

Revoada


segunda-feira, 29 de maio de 2023

Romançário - 1996 - Antonio Madureira e Rodolfo Stroeter

 


1 - Romançário
Antonio Madureira
2 - Valsa de fim de tarde
Antonio Madureira
3 - Valsa de Salão
Antonio Madureira
4 - Acalanto
Rodolfo Stroeter
5 - Cantiga
Rodolfo Stroeter
6 - Estrela Brilhante
Antonio Madureira
7 - Ecos
Antonio Madureira
8 - Solidão
Antonio Madureira
9 - Rugendas
Antonio Madureira
10 - Vaga Música
Antonio Madureira
11 - Alma
Antonio Madureira
12 - Mira
Antonio Madureira
13 - Aiuasca
Antonio Madureira

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Reproduzo o texto de Agnaldo Farias, presente no encarte desse CD, uma concisa análise dessa obra.

"A economia de meios, o caráter despojado e exato com que as composições de Antonio Madureira saem da tradição, da suave inércia das melodias que estão impregnadas em nossa memória, para se lançarem em direção as fronteiras da linguagem musical, demonstram a transcendência do "movimento armorial", do qual ele foi um dos protagonistas. Embora concisa, não nos enganemos, trata-se de uma poética polifônica, que se plasma em várias vozes. E certo que neste Romançário só duas comparecem: o violão do próprio Madureira e o contrabaixo de Rodolfo Stroeter. Vozes à primeira vista inconciliáveis, dado que em resposta à seiva oferecida pela cultura popular nordestina trazida por Madureira, seiva que o levou ao memorável Quinteto Armorial, Stroeter apresenta o ecletismo voraz paulistano. O interesse disparado sobre as mais variadas culturas musicais do mundo, sempre feito sob as bases de um conhecimento sólido de nossa própria música, como, aliás, bem demonstra seu trabalho junto ao grupo Pau Brasil. Por isso é que é tão fascinante a maneira como se enlaçam, como o som produzido por ambos vão se confrontando no espaço e no tempo, num jogo em que a conjura entre ambos oscila entre a mescla uníssona e a distância irremissível.

Frequentemente cada composição tem seu início em temas evocativos, com o violão trazendo à tona cantigas vagamente familiares, pertencentes a um fundo atávico, evocações de um tempo em que o Brasil ainda se definia pela sua intensa geografia e por cidades moldadas na cordialidade entre as pessoas. Valsas e modas vão assim se construindo em frases cuja singeleza crispa-se levemente com o timbre metálico do violão. Os fios metálicos vão se entretecendo e enquanto se projetam para o alto, vergam-se sob o peso das notas do contrabaixo. Seja como um tecido inconsútil, enredado pelo atrito entre os fios do arco e as cordas do instrumento, seja como degraus fabricados pelos pizzicatos para que o som desça contaminando-se de silêncio, por esses momentos nada que o contrabaixo produz indica distâncias. Durante esses primeiros momentos a música vai avançando lisa, entoada por vozes enleantes. 

Quando então a harmonia se rompe. Do âmago do que já conhecíamos, daquilo cujo andamento já mentalmente adivinhávamos, irrompe, brusco, o inaudito, o surpreendente. As vozes afastam-se em dissonâncias e em superposições onde cada uma não quer mais a mistura, a fusão na outra; espelho que se recusa ao fabrico do igual. Agora é comum o contrabaixo recusar-se a criar o fundo onde o violão finca suas pegadas. Como também assistimos ao deliberado emaranhamento dos fios que o violão vai desenovelando no espaço. Esta, talvez, a lição de Madureira e Stroeter: de como, palmilhando o tranquilo caminho da memória, é possível topar-se de súbito com o impossível. Venha ele sob a forma de uma melodia que ainda não conseguimos apreender, venha ele sob o forma de silêncio."

O Homem Traça diz: ROAM!



Romançário

sábado, 24 de dezembro de 2016

Romançal - 1997 - Quarteto Romançal



01 - Lancinante
02 - Aralume
03 - Repente
04 - Romaria
05 - Nau
06 - Maxixe
07 - Valsa
08 - Polca
09 - Mazurca
10 - Dobrado
11 - Toré
12 - Tradicional

Músicos
Sérgio Campelo - Aglia Costa - João Carlos Araújo - Antônio Madureira

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Segundo Ariano Suassuna o repertório e execução do Quarteto Romançal é um passo adiante dos esboços didáticos implementados pelo Movimento Armorial. No texto que compõe o encarte Suassuna afirma: "o objetivo por nós procurado era a criação de uma música erudita baseada nas raízes populares da nossa Cultura. é nesse caminho que o ROMANÇAL continua e aprofunda. Um caminho que se torna mais possível na medida em que o próprio Antônio José Madureira surge agora com um domínio muito maior no campo da criação musical."

De fato, após mais de 20 anos das experiências realizadas com o Quinteto Armorial, esse álbum, registrado no estúdio Oslo-Noruega, demonstra a maturidade das composições de Madureira.

O Homem Traça diz: ROAM!



Nau

domingo, 5 de julho de 2015

Orquestra Armorial - 1975

Postagem original - 04/01/2010



1 - Abertura 
Cussy de Almeida
2 - Galope
Guerra Peixe
3 - Ciranda armorial 
Jose Tavares de Amorim
4 - Nordestinados
Cussy de Almeida
5 - Repentes 
Antonio Jose Madureira
6 - Terno de pífanos 
Clóvis Pereira
7 - Aboio 
Cussy de Almeida
8 - Mourão 
Guerra Peixe
9 - Pífanos em dobrado 
Jose Tavares Amorim
10 - Sem lei nem rei - 1º. Movimento 
Capiba
11 - Kyrie 
Cussy de Almeida
12 - Abertura 
Cussy de Ameida

 Músicos
Cussy de Almeida
Maestro e Arranjador
Cussy de Almeida, Brigitta Fassi Fihri, Ricardo Bussi, Benjamin Wolkoff, Cristina Bussi, Samuel Gegna
Violinos
Frank Musick, Emílio Sobel 
violas
Marisa Johnson, José Carrion 
cellos
Silvio Coelho 
baixo
José Tavares do Amorim, Ivanildo Maciel da Silveira 
flautas
José Gomes
cravo
Henrique Annes 
violão, viola sertaneja
José Xavier da Silva 
berinbal
José Xavier da Silva, Antônio Revorêdo, Geraldo Fernandes Leite, Edilson Nóbrega da Silva 
percussão

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O Movimento Armorial teve entre seus idealizadores, Ariano Suassusa e Cussy de Almeida. Com uma proposta de divulgar a arte nordestina na música, teatro, literatura e artes plásticas,  a Arte Armorial Brasileira "é aquela que tem como traço comum principal a relação com o espírito realista e mágico dos folhetos do Romanceiro Popular do Nordeste, Literatura de Cordel, com a música de viola, rabeca ou pífano que acompanha seus cantares e com a xilogravura que ilustra suas capas, assim como o espírito e a forma das artes e espetáculos populares com esse romanceiro relacionados", dizia Suassuna.

A Orquestra Armorial de Câmara iniciada em 1969, estreou em 18 de outubro de 1970 na igreja de São Pedro dos Clérigos em Recife, data também do lançamento oficial do Movimento. Com uma sonoridade que traduz todo um sentimento de brasilidade nordestina, a música armorial se propõe a realizar uma arte brasileira erudita a partir de raízes populares, utilizando instrumentos típicos de nossa tradição musical que remontam o barroco do século XVIII, como a rabeca, a viola, o clavicórdio e a viola de arco.

Para maiores informações sobre o Movimento Armorial, leia o texto assinado por Suassuna,  na contra-capa deste LP.


O Homem Traça diz: ROAM!


Ciranda armorial


domingo, 12 de outubro de 2014

O Menino Poeta - Canções e Poemas - 1985 - Antônio Madureira




01 - Canção da Garoa
(Mario Quintana) 
Solange Maria e Coral infantil 
02 - Lenda do Céu
(Mario de Andrade) 
Irene Ravache 
03 - Arco Iris
(Ascenso Ferreira)
Solange Maria e Coral infantil
04 - Negrinho do Pastoreio
(Stela Leonardos)
Mirinha 
05 - Na Rua do Sabão 
(Manuel Bandeira)
Irene Ravache
06 - Bãobalalão do “Poema Quixote e Sancho de Portinari” 
(Carlos Drummond de Andrade) 
Coral Infantil 
07 - Canção de junto do Berço 
(Mario Quintana) 
Irene Ravache 
08 - Balada do Rei das Sereias 
(Manuel Bandeira) 
Mirinha 
09 - O Menino Poeta 
(Henriqueta Lisboa) 
Mirinha 
10 - Enchente
(Jorge de Lima)
Irene Ravache
11 - Canção da Chuva e do Vento
(Mario Quintana) 
Solange Maria e Coral Infantil 
12 - Nina-nana de engenho 
(Stela Leonardos) 
Mirinha 
13 - Cantiguinha de Verão
(Mario Quintana)
Irene Ravache
14 - Segredo
(Henriqueta Lisboa )
Solange Maria e Coral Infantil
15 - Historia para Criança
(Cassiano Ricardo)
Irene Ravache
16 - Estrela Polar
(Vinicius de Moraes)
Solange Maria e Coral Infantil


Músicos
Composições: Antonio Madureira 
Canto: Solange Maria 


Alain Robert André Laour: fagote
Antonio Carrasqueira: flauta 
Antonio Madureira: violão 
Décio Cascapera: piano 
Dirceu S.Medeiros: bateria 
Edson José Alves: Viola 
Heraldo do Monte: Bandolim – Viola 
João Parahyba: percussão 
Toninho Ferrgutti: acordeon 
Toniquinho: bateria 
Walter Ferreira Godinho: sax-baritono
Zygmunt Kubala: cello

Coral infantil
Vivi, Amanda, Érica, Elaine Cristina, Suely, Daniela e Andrezza

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Há discos que, não fosse o esforço de alguns abnegados impulsionadores de blogs, já teriam desaparecido da memória. Esse LP "O Menino Poeta", com poemas e canções de alta qualidade poética e musical, é um belo exemplo deixado pelo Blog Cantos e Encantos (especializado no universo infantil, infelizmente inativo desde 2011).

"Durante a realização dos discos “Brincadeiras de Roda, Estórias e canções de Ninar” e “Brincando de Roda”, produzidos pelo Estúdio Eldorado, tive oportunidade de me aproximar com maior intimidade do universo da música infantil brasileira. Ao mesmo tempo em que procurava um tratamento musical adequado para apresentar as canções, pensava paralelamente em recriar a poética e a música infantil, num trabalho posterior que enfocasse o imaginário ligado a essa mesma temática. Para tanto, vasculhei a obra dos grandes poetas modernos brasileiros em busca de textos que reinventassem o mágico e o lúdico da cultura infantil.

De uma ampla pesquisa resultaram 16 poemas e com estes imaginei um trabalho que, sendo também um disco para a criança, fosse principalmente um belo disco sobre a criança.

Com a minha vivência com a música elementar e minha experiencia de compositor, aventurei-me a musicar alguns destes poemas e criar um comentário sonoro para outros que fossem narrados pela atriz Irena Ravache, em boa hora indicada pelo Estúdio Eldorado.Dai nasceram melodias simples, muitas vezes calcadas nas cantigas do cancioneiro folclórico, tudo dentroda nossa tradição musical.
Este LP, “O Menino Poeta”, é uma sintese dos anteriores. É uma reflaxão sobre o mundo de alegria e poesia que está errante no inconsicente do sombrio homem dos nossos tempos.”
(Texto extraído da capa do LP, assinado por Antônio Madureira).

Destaco a canção "Estrela Polar", poema de Vinícius de Morais, interpretada por Solange Maria, uma preciosidade recheada com o encanto do coro infantil.

O Homem Traça diz: ROAM!



Estrela Polar

quinta-feira, 20 de maio de 2010

A - 1978 - Quinteto Armorial

Postagem original: 03/09/08



1 - Baque de Luanda
Antônio José Madureira
2 - Romance da Nau Catarineta
recriação de temas de Chegança - Antônio José Madureira
3 - Toque dos caboclinhos
Folclore
4 - Entremeio para rabeca e percussão
Antônio Carlos Nóbrega
I - Cortejo
II - Baiano
III - Boi
5 - Ária
Cantilenas de Bachianas Brasileiras n° 5 - VilLa Lobos
6 - Toque para marimbau e orquestra
Antônio José Madureira
I - Galope à beira mar
II - Bendito de Romeiros
III - Marcha Rural

Músicos
Antônio José Madureira - Fernando Farias - Fernando Torres - Antônio Carlos Nóbrega - Fernando Torres - Edilson Eulálio

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Antes de ir à falência, a gravadora Marcus Pereira disponibilizou vários discos do seu acervo em CD. Era início da era do CD, muita coisa boa foi reeditada, mas na seqüência a Marcus Pereira fechou as portas. Depois fiquei sabendo que a AOL tinha comprado o acervo, não sei se é verdade, mas pensei que nada mais seria reeditado, para nosso pesar. Recentemente a EMI está recolocando no mercado o primeiro e o último disco num único CD, bem legal essa iniciativa. Legal também é ver que os outros três discos estão postados em blog's de companheiros roedores. Pois bem, aqui vai o terceiro disco da carreira desse povo.

O Quinteto Armorial é uma boa mistura da cultura popular com a erudita, tendo existido por dez anos (1970 - 1980), em seus quatro discos podemos notar os pontos de contato entre a música medieval e a cutura acumulada pelos mestres dos folguedos nordestinos. Vejam como uma bachiana "chorada" fica bem ao lado de um caboclinho e da Nau Catarineta!

Destaco "Toque dos Caboclinhos", um desafio para os percussionistas das grandes orquestras.

O Homem Traça diz: ROAM!


Toque dos caboclinhos