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sexta-feira, janeiro 24, 2020

Comem de tudo e ainda não aprenderam a lição

Em 2004, o jornalista Dagomir Marquezi escreveu uma matéria para a revista Superinteressante sobre o vírus SARS, da mesma “família” que está, novamente, causando mortes na China atualmente. Até o momento, o vírus matou dezenas de pessoas e infectou quase 300, e já chegou à Tailândia, ao Japão e à Coreia do Sul. Casos também foram noticiados nos Estados Unidos e mesmo no Brasil. Desde 2004 já se comprovava que o consumo indiscriminado de carnes na China causava o surgimento desses supervírus (a suspeita agora paira sobre a sopa de morcego tão apreciada na cidade onde o coronavírus começou a se espalhar). Dezesseis anos depois, pessoas continuam morrendo pelos mesmos motivos. Em 2008, comentei o artigo de Marquezi aqui no blog www.criacionismo.com.br (confira).

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quarta-feira, maio 02, 2018

Estudo de Harvard conclui que dieta vegetariana pode prevenir uma em três mortes prematuras


Segundo um novo estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, um terço de todas as mortes prematuras poderia ser evitado por uma dieta vegetariana. Essas descobertas indicam que temos subestimado enormemente os benefícios de uma dieta baseada em vegetais. Os resultados da pesquisa foram apresentados na 4ª Conferência Internacional do Vaticano na Cidade do Vaticano, pelo pesquisador Dr. Walter Willett, professor de epidemiologia e nutrição da Faculdade de Medicina de Harvard. Willett disse na conferência: “Acabamos de fazer alguns cálculos olhando para a questão de quanto poderíamos reduzir a mortalidade mudando para uma dieta saudável, mais baseada em vegetais, não necessariamente totalmente vegana, e nossas estimativas são de que cerca de um terço das mortes precoces poderia ser evitado.”


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terça-feira, maio 30, 2017

Messi muda dieta para ser melhor jogador. E nós?

No último jogo clássico entre Barcelona e Real Madrid, no Camp Nou, Lionel Messi demonstrou sua melhor forma. Para o alívio da torcida catalã, o preparo físico do argentino se deve à troca das pizzas pela fome dos títulos. De acordo com o jornal catalão Mundo Deportivo, o novo impulso na carreira de Messi se deve ao esforço pessoal do jogador, que já perdeu três quilos e meio em relação à temporada anterior. O objetivo parece claro: melhorar cada vez mais e superar o rival Cristiano Ronaldo na corrida pela Bola de Ouro da Fifa. Dentre as mudanças de hábito, estaria o corte do consumo de pizza em sua dieta. O jornal As, de Madrid, relembrou as críticas feitas por Carles Rexach, lenda do Barça e um dos treinadores responsáveis por levar Messi ao clube ainda na infância. Durante a Copa do Mundo, Rexach alertou para o alto nível de consumo de pizza do argentino - conselho que, segundo o jornal madridista, foi levado a sério pelo craque. Apesar de ter alcançado números extraordinários na temporada passada, esta teria supostamente decepcionado o argentino: apenas uma taça foi conquistada, a simbólica Copa Catalunha, vencida diante do Espanyol. Para piorar, a derrota para a Alemanha na final da Copa do Mundo, com gol na prorrogação, frustrou o sonho de Messi de ganhar um Mundial pelo seu país.

sexta-feira, março 24, 2017

TV Cultura aborda o vegetarianismo e a saúde adventista

quarta-feira, março 22, 2017

O papelão dos vegetarianos

O amor nunca deve sair de cena
Há poucos dias tomei conhecimento acerca das notícias de que carne vencida e moída com papelão estava sendo vendida no Brasil. Mas o que esse assunto pode ter a ver com uma coluna escrita por uma psicóloga? Bem, o comportamento humano sempre me chama a atenção e sempre me faz pensar. E, desde que tive acesso às informações acerca da contaminação das carnes vendidas no Brasil, tenho observado o comportamento de pessoas nas redes sociais. Em especial, vegetarianos e veganos. Em tempo de redes sociais e memes, tudo parece virar motivo de piada. Mas, a despeito de vivermos um momento em que se faz graça sobre tudo, fazer graça com a desgraça alheia não combina com discursos em prol da saúde e da vida. Esses são os discursos que costumam sair dos lábios (e dos dedos) de quem não consome carne. Mas, nos últimos dias, não apenas as carnes estão contaminadas, mas os discursos de muitos vegetarianos e veganos também.

O amor à vida (presente nesses discursos) parece não se aplicar à vida de quem consome carne como alimento. É isso que os gracejos e zombarias acerca do que está sendo noticiado revela. Parece que o amor é seletivo. Chego a me perguntar se ele existe de fato! Ao ler depoimentos de gente ofendida com a falta de respeito de quem tem se animado em compartilhar imagens e textos de zombarias, lembrei-me de uma citação que li há muito tempo atrás, de um ilustre analista do comportamento:

“Sob circunstâncias apropriadas a alma tímida pode dar lugar ao homem agressivo. O herói pode lutar para esconder o covarde que habita a mesma pele. [...] O crente piedoso do domingo pode tornar-se um homem de negócios agressivo e inescrupuloso nas segundas-feiras” (B. F. Skinner, Ciência e Comportamento Humano, p. 312, 313).

Como se costuma dizer, a ocasião faz o ladrão. Lamentavelmente.


sexta-feira, março 17, 2017

Frigoríficos vendem carnes podres e contaminadas

Vai uma carne podre aí?
Dentre as irregularidades investigadas pela Operação Carne Fraca, da Polícia Federal (PF), estão a liberação de lotes de carne estragadas, contaminadas com bactérias e com utilização de produtos cancerígenos. A operação é a maior da história da PF e foi deflagrada na manhã desta sexta-feira, apurando irregularidades na fiscalização de frigoríficos. Em nota, a Polícia Federal informou que aproximadamente 1.100 policiais federais estão cumprindo 309 mandados judiciais, sendo 27 de prisão preventiva, 11 de prisão temporária, 77 de condução coercitiva e 194 de busca e apreensão em residências e locais de trabalho dos investigados e em empresas supostamente ligadas ao esquema. Essa é a maior operação policial da história da PF.

Segundo decisão da justiça, a veterinária da Peccin Industrial Ltda – empresa envolvida nos casos investigados – relata “a utilização de carnes estragadas na composição de salsichas e linguiças, a ‘maquiagem’ de carnes estragadas com a substância cancerígena ácido ascórbico, carnes sem rotulagem e sem refrigeração”.

A Polícia Federal também interceptou conversa entre dois integrantes do Ministério da Agricultura falando sobre a transferência de uma fiscal que teria encontrado problemas de infecção com a bactéria Salmonella em lote da empresa Rio Verde e tomava medidas para fechar essa unidade de produção.


Nota 1: Grandes marcas como a Friboi, a Seara e a Swift estão envolvidas nas investigações. Clique aqui para conferir. E o delegado disse que toda a carne consumida no Brasil está sob suspeita (confira). A carne boa já tem coliformes fecais (confira).

Nota 2: O aviso foi dado há mais de cem anos: “A carne nunca foi o alimento melhor; seu uso agora é, todavia, duplamente objetável, visto as moléstias nos animais estarem crescendo com tanta rapidez. [...] Quando os que conhecem a verdade tomarão atitude ao lado dos princípios corretos para o tempo e a eternidade? Quando serão fiéis aos princípios da reforma de saúde? Quando aprenderão que é perigoso usar alimentos cárneos? Estou instruída a dizer que, se em algum tempo foi seguro comer carne, não o é agora” (Ellen G. White, Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 384).

Neste mundo de alta produção e alto consumo, com preocupação excessiva com a lucratividade, com fiscalizações ineficientes, o que garante a boa procedência de produtos perecíveis e altamente contamináveis como a carne? Quem quiser continuar comendo é por sua conta e risco. 

sexta-feira, janeiro 13, 2017

Consumo de carne vermelha causa inflamação no intestino

Problemas e mais problemas
Os homens que consomem muita carne vermelha sofrem com mais frequência de um tipo comum de inflamação do intestino, chamada diverticulite, revelou um estudo publicado na terça-feira. Essa doença é provocada pela inflamação de um ou vários divertículos – pequenas bolsas de tecido que se formam na mucosa interna do intestino. O estudo comparou o grupo composto por 20% dos participantes que consumiam mais carne vermelha com os 20% que consumiam menos, e concluiu que os casos de diverticulite foram 58% mais numerosos no primeiro grupo, explicaram os pesquisadores, em sua maioria acadêmicos da Universidade de Harvard. Os dados foram extraídos de um amplo estudo epidemiológico nos Estados Unidos, que analisou as respostas de mais de 46 mil homens questionados periodicamente desde 1986. A cada quatro anos, os participantes responderam a perguntas sobre seus hábitos alimentares no ano anterior, especificando seu consumo de carne vermelha, frango e peixe. As opções variavam desde “nunca ou menos de uma vez por mês” até “seis vezes por dia ou mais”.

Do total do grupo, 764 homens desenvolveram diverticulite, o que equivale a 1,6%. Os especialistas destacaram que o estudo só mede uma coincidência estatística, sem expressar uma relação de causalidade.

Os grandes consumidores de carne vermelha também fumavam mais que a média, praticavam menos esportes e recorriam mais vezes a anti-inflamatórios e analgésicos.

A equipe desenvolveu algumas hipóteses, entre elas a de que o consumo elevado de carnes vermelhas poderia perturbar o equilíbrio das bactérias que vivem no intestino.

A diverticulite é uma condição relativamente comum que pode ter consequências graves em 4% dos casos (abscessos, peritonite, perfuração do intestino), destacaram os autores do estudo, publicado na revista médica Gut, que depende da publicação British Medical Journal (BMJ).

quarta-feira, janeiro 04, 2017

Albert Einstein e o vegetarianismo

Homem não nasceu para ser carnívoro
“Além de concordar com os objetivos estéticos e morais do vegetarianismo, minha opinião puramente física é a de que o vegetarianismo tem um efeito tão benéfico no temperamento humano que é capaz de influenciar o destino da humanidade” (excerto de uma carta enviada pelo físico alemão Albert Einstein a Hermann Huth, em 27 de dezembro de 1930).

“Então, estou vivendo sem consumir gorduras, carne, peixe e me sinto muito bem dessa forma. Sempre acreditei que o homem não nasceu para ser carnívoro. Apesar de antes eu ter sido influenciado por circunstâncias externas a não seguir uma dieta vegetariana, há muito tempo eu sou um adepto da causa” (citação de uma carta escrita por Einstein um ano antes de sua morte).

As correspondências que fazem parte do Einstein Archives (46-75), a maior e mais confiável fonte de documentos sobre Einstein, integram o livro An Einstein Encyclopedia, de autoria de Alice Calaprice, Daniel Kennefich e Robert Schulmann, publicado em 2015. Einstein recebeu o Prêmio Nobel de Física em 1921.


quinta-feira, novembro 24, 2016

A indústria de frango não quer que você veja isto

Tratados como objetos
Imagens chocantes revelam o trabalho manual de funcionários de uma empresa de carnes que matam e processam pintos com a finalidade de separar os melhores para enviá-los a fazendas de crescimento, onde os prepararão para o abate. O vídeo foi gravado secretamente pela Animal Equatily – uma organização de defesa dos direitos animais – e mostra todo o processo pelo qual os pequenos animais passam: os mais fracos sendo separados do grupo e tendo suas cabeças cortadas ou até mesmo os menos afortunados jogados vivos em sacos de lixo, se não forem considerados adequados para a indústria.

Primeiramente, os animais são despejados em caixas que passam pelas esteiras transportadoras e viajam por todas as seções, onde os funcionários os manuseiam como se fossem objetos inanimados. Alguns filhotes não são nem mesmo tirados do restante das cascas do ovo, eles podem ser vistos sendo esmagados junto com elas.

Os que sobrevivem até a fase posterior são enviados a uma espécie de carrossel, onde se acumulam. Em seguida, os funcionários aplicam uma vacina e vão jogando os filhotes dentro de um buraco. O vídeo continua a destacar como os filhotes são enviados para fazendas de crescimento e são alimentados, para que em apenas 40 dias estejam prontos para o abate. Alguns acabam crescendo tão rápido que suas pernas não acompanham, e ficam imobilizados nos confinamentos dessas fazendas de criação.

De acordo com a Animal Equality, esse vídeo trata-se de uma filmagem que a indústria da carne não quer que as pessoas vejam. No entanto, ele já possui mais de 30 milhões de visualizações. Acredita-se que tenha sido filmado nos Estados Unidos, embora a prática seja semelhante em vários outros países.

Milhões de filhotes de galinhas, nascidos em fazendas a cada ano, não conseguem viver mais do que um dia: são mortos simplesmente por terem nascido machos. Como não podem botar ovos, são jogados em máquinas de maceração que lhes matam instantaneamente. [Veja o vídeo abaixo.]



Nota: Já expressei em outro vídeo minha opinião sobre os extremismos veganos (confira aqui) e as incoerências dos que lutam pelos animais enquanto negligenciam seres humanos ou os tratam com menos respeito (como na foto abaixo). Mas não podemos fechar os olhos para a realidade do sofrimento de milhões de seres vivos unicamente para alimentar a ânsia devoradora da indústria da carne. Há lugares no mundo em que esse alimento se faz necessário, mas há outros em que, devido à abundância de alimentos de origem vegetal, comer carne se trata simplesmente de satisfação de um prazer. Evidentemente que o ideal é que as pessoas se conscientizem da maravilha que é ter boa saúde pela adoção de uma deita o mais natural possível e de um estilo de vida adequado. Mas uns vídeos chocantes de vez em quando também nos ajudam a acordar para a triste realidade do sofrimento desnecessário. [MB]



quarta-feira, novembro 16, 2016

Quem come carne é racista, homofóbico e machista?

Um tiro no pé da causa
Sorsha Morava, 20 anos, é uma blogueira e estrela do YouTube que está causando um tremendo reboliço na internet. Está sendo duramente criticada ao comparar a escravidão e os massacres de toda a humanidade com a indústria alimentícia, mais especificamente a da carne. Ela atacou os carnívoros. Disse que quem come carne também apoia, por exemplo, o Holocausto, e ainda acusou: “Quem consome carne é homofóbico, machista e racista, sim! E também é nojento!” Sorsha já publicou uma série de vídeos polêmicos sobre a causa vegana. Entretanto, o mais controverso foi “Por que você apoia o Holocausto e eu não”. Em um dos vídeos, a blogueira de Los Angeles disse aos telespectadores: “Você pode ser contra o racismo, mas isso não significa que você é contra a discriminação. Mas ainda assim você provavelmente consumirá produtos de origem animal, o que significa que você não é nem um pouco contra a discriminação. Se você não é vegano, não pode ser contra a discriminação porque você está discriminando literalmente quem é animal não humano. Ou seja, você discrimina quem não é da sua própria espécie.”

Teve quem ficasse bem bravo com essas declarações. Vários usuários no YouTube pediram que Sorsha “respeitasse os comedores do carne”. Até mesmo alguns veganos acharam o discurso da loirinha um absurdo: “Você está manchando o nome dos veganos”, comentou um internauta.

Sorsha, que possui quase 94 mil inscritos em seu canal do YouTube, também causou controvérsia no Twitter depois de comparar que quem bebe leite de vaca apoia a escravidão dos bichos. Ela provocou uma onda de fúria quando tuitou uma imagem que mostrava a silhueta de um homem sendo pendurado em uma árvore, e em cima estava escrito “Ano: 1815”. Ao lado dele, havia a silhueta de um porco sendo pendurado em uma árvore, e em cima escrito “Ano: 2015”. Sobre a imagem, Sorsha disse: “Somente as vítimas mudaram. Você não pode ser contra a opressão se você ainda consome produtos de origem animal.”

Os usuários do Twitter a acusaram de ser “ignorante”. Um dos internautas escreveu: “Que p#%*# há de errado com você? Massacre não deve ser comparado ao consumo animal.” Outro explodiu: “Os dois não são sinônimos. Comparar o racismo opressivo com uma escolha dietética... acaba logo, 2016!”

As reações negativas ao post da blogueira não paravam de aparecer. “Sorsha... você realmente tentou comparar 500 anos de supremacia branca genocida com comer uma porcaria de carne de porco?”, disse outro usuário do Twitter. Sorsha também marcou as celebridades Arika Sato e Ariana Grande em um tuite e pediu para elas pararem de comer carne ou usar produtos de origem animal. No tuite, ela também disse: “Usar produtos de origem animal é simplesmente PAGAR para violar as vacas.”

Outro youtuber chamado PewDiePie rebateu um dos vídeos da Sorsha com um “vídeo resposta”. PewDiePie é o nome do seu usuário nas redes sociais, mas seu nome verdadeiro é Felix Arvid Ulf Kjellberg. No vídeo de resposta, ele disse: “Eu acho engraçado ela dizer que se eu não sou vegano, sou um pedaço de m#%*@.”


Nota: É evidente que Sorsha está exagerando e atraindo mais ódio e aversão à causa que defende. É o que fazem também certas entidades que promovem o veganismo e o bem-estar dos animais (confira). É óbvio que promover o vegetarianismo e o cuidado dos animais trata-se de uma causa nobre, e eu mesmo tenho feito isso aqui no blog há anos (confira aqui e aqui). Mas ocorre que veganismo é uma filosofia evolucionista que iguala humanos a “animais não humanos”. Há veganos que bebem substâncias nocivas à saúde, como a cafeína, mas não consomem mel, isso porque a primeira é “natural” e o segundo estressa as abelhas, quando é recolhido nas colmeias. Evito o termo “vegan” ou “vegano” justamente para não ser confundido com os adeptos dessa filosofia extremista.

Historicamente, os adventistas têm promovido o vegetarianismo e o estilo de vida saudável (que envolve muito mais do que dieta). E por quê? Porque a saúde física tem reflexos na saúde mental e espiritual. E uma mente saudável tem melhores condições de se “conectar” com Deus e entender Sua mensagem. Longevidade e melhor saúde geral são consequência da adoção desse estilo de vida recomendado por Deus. E o cuidado dos animais deriva de nosso amor cristão pela criação e de nossa consciência de que somos administradores da natureza (princípio da mordomia). Nosso estilo de vida está fundamentado na Bíblia, não em filosofias exotéricas, espiritualistas ou darwinistas.

Mas, convenhamos, há vegetarianos que, guardadas as proporções, acabam exagerando como a Sorsha. Fazem da comida o assunto mais importante da vida e colocam a própria saúde acima das outras pessoas. Certa vez, ouvi um “defensor da reforma de saúde” dizer que não poderia dar estudos bíblicos à noite para uma família porque precisava dormir cedo todos os dias. Não acreditei naquilo! Quantas noites Jesus passou em claro orando por nós? Quantas vezes Ele colocou a salvação das pessoas acima de Seu bem-estar? (Na verdade, sempre.) Temos que ter sabedoria, tato e discernimento guiado pelo Espírito Santo a fim de saber socializar sem comprometer princípios. Devemos atrair as pessoas com o nosso testemunho cristão equilibrado, não repeli-las assustadas com esquisitices fanáticas de “vegechatos”.

Sim, é importante defender o estilo de vida saudável e o bem-estar dos animais, mas que se faça isso pelo motivo certo e da forma correta. [MB]

terça-feira, outubro 25, 2016

Paradoxo da carne: O que você realmente está comendo?

Avessos por natureza
O processo de comer carne parece envolver um aspecto psicológico mais complexo do que se imaginava. Garantindo de antemão não ser vegetariano, Jonas Kunst, da Universidade de Oslo (Noruega), verificou que nós damos nomes às carnes que as distanciam da sua origem animal como forma de negação. Todas as vezes que os pratos são associados - por palavras ou imagens - aos animais de onde se originaram, diminui a propensão das pessoas em consumi-los. “A apresentação da carne pela indústria influencia nossa vontade de comê-la. Nosso apetite é afetado tanto pelo que chamamos ‘o prato’ que comemos, quanto por como a carne nos é apresentada”, disse Kunst. Os pesquisadores apresentaram aos voluntários diversos pratos, como filés de frango e frangos inteiros, carne de porco e porco assado inteiro, e imagens em que os animais assados apareciam com e sem cabeça - e mediram a associação e a empatia dos voluntários com os animais. Em cada caso, eles também perguntaram aos participantes se queriam comer a refeição ou preferiam escolher uma alternativa sem carne - nenhum dos participantes era vegetariano. Sempre que a associação com o animal era direta ou mais fácil, diminuía a propensão dos voluntários em optar pelo prato com carne.

“Carnes altamente processadas tornam mais fácil distanciar-se da ideia de que se trata de um animal. Os participantes também sentiram menos empatia com o animal. O mesmo mecanismo ocorreu com o porco assado decapitado. As pessoas pensavam menos sobre ele ser um animal, sentiram menos empatia e menos nojo, e se mostraram menos dispostas a optar por uma alternativa vegetariana”, escreveram os pesquisadores.


Nota: É interessante notar que Ellen White, escrevendo no século 19, dizia que o uso frequente da carne de animais mortos dessensibiliza o ser humano. Está aí mais uma pesquisa confirmando isso, em parte. A verdade é que não fomos criados para nos alimentar de animais, afinal, a morte não deveria existir. A dieta que Deus estabeleceu para o ser humano, lá no Éden, consistia de frutas e sementes. A autorização para o uso da carne foi emergencial, após o dilúvio, o que não significa que o ser humano deveria continuar usando esse tipo de alimento permitido. Quanto mais voltarmos ao propósito de Deus, também nesse aspecto, melhor. [MB]

terça-feira, outubro 04, 2016

E se fosse assim?

Imagine um universo paralelo onde os animais são as espécies dominantes, e eles tratam a raça humana da forma como nós os tratamos. É um pensamento muito assustador, não? Pensamento, aliás, que foi ilustrado por diversos artistas em imagens chocantes. A lista abaixo foi compilada pelo site Bored Panda [e reproduzida pelo Hypescience]. O tema da série são ilustrações projetadas para nos fazer pensar de forma diferente sobre a maneira como lidamos com os animais. Nelas, os papéis são invertidos e os seres humanos é que são o alvo de algumas das coisas mais horríveis que fazemos com nossos colegas de planeta Terra. Confira: 






















segunda-feira, setembro 12, 2016

Bruna Marquezine não come carne há nove meses

Contra a crueldade com os animais
Bruna Marquezine já devorou uma costelinha de porco durante participação no “Encontro”, no entanto, a ingestão de carne vermelha não faz mais parte do cardápio da atriz. Ela, que seguiu uma dieta vegetariana incentivada por Yasmin Brunet em julho passado, mudou de vez sua alimentação e concretizou o sonho de se tornar vegetariana. A decisão foi motivada após assistir a alguns documentários. “Virei vegetariana há nove meses. Nunca fui uma pessoa de comer muita carne vermelha, não sentia muita falta. Tinha essa vontade de me tornar vegetariana e aí foi indo... Até o momento em que parei de comer e não senti mais falta”, conta ela ao Purepeople. Dona de um corpo sequinho, conquistado com aulas de dança e pilates, A atriz quer ir além e pretende virar vegana, que exclui todas as formas de exploração e crueldade contra animais seja alimentação, vestuário ou qualquer outra finalidade. [...]


Nota: É interessante notar como no mundo artístico as bandeiras do vegetarianismo e até a extrema do veganismo vêm sendo adotadas e defendidas cada vez mais. Nem sempre pelo motivo que consideramos o mais correto (ou seja, a manutenção de uma mente clara para adorar a Deus), mas, pelo menos, estão buscando mudanças no estilo de vida. Paradoxalmente, entre os que se consideram cristãos tem havido muita indiferença tanto para com a saúde quanto para com o sofrimento dos animais na indústria da carne. Alguns cristãos chegam ao extremo do absurdo de defender sua intemperança usando textos como “não é o que entra pela boca que contamina o homem”. Enquanto isso, pessoas que têm outros valores morais e outras crenças (ou descrença) seguem avante na defesa tanto dos animais quanto do estilo de vida saudável... Triste inversão. [MB]


domingo, maio 29, 2016

Superbactéria encontrada em porcos causa preocupação

Bactéria superperigosa
Um gene que torna algumas bactérias resistentes a uma família de antibióticos conhecidos como “de último recurso” foi descoberto em pacientes e em animais na China, de acordo com pesquisadores. Para combater o avanço dessas superbactérias, os cientistas pedem que se restrinja o uso desses medicamentos na medicina veterinária. “Nossos resultados são extremamente preocupantes”, disse o professor Liu Jian-Hua, da Universidade agrícola de Cantão, principal autor do estudo publicado nesta quinta-feira na revista The Lancet Infectious Diseases. O novo fenômeno de resistência diz respeito às polimixinas (colistina e polimixina B), antibióticos usados em último caso para combater as bactérias gram, como Enterobacter, E. coli e Klebsellia pneumoniae, especialmente em pessoas com fibrose cística, ou em reanimação. Na China, a colistina é largamente usada na medicina veterinária.

Foi em exames de rotina realizados em porcos destinados à alimentação que Liu e seus colegas encontraram uma cepa de E. coli resistente à colistina e capaz de se propagar para outras cepas bacterianas. Eles também encontraram bactérias resistentes a esse antibiótico em cerca de 1.300 pacientes hospitalizados em duas províncias do sul da China: Guangdong e Zhejiang.

Os pesquisadores descobriram que a bactéria E. coli encontrada nos porcos continha um novo gene, o mcr-1, que pode se replicar e se transferir para outra bactéria facilmente, em especial para a Klebsiella pneumoniae, responsável por infecções respiratórias.

“É provável que a resistência à colistina provocada pelo gene mcr-1 tenha acontecido primeiro em animais, antes de se estender aos humanos”, explica o professor Shen Jianzhong, um dos coautores do estudo.

Embora a resistência à colistina se limite à China, por enquanto, ela pode alcançar escala mundial, advertem os autores da investigação. Os pesquisadores exigem uma “reavaliação rápida” do uso desse tipo de antibióticos.


Nota: As profecias bíblicas previram como prenúncio da volta de Jesus o alastramento cada vez mais frequente de doenças e epidemias pelo planeta (Mateus 24). Além disso, a Bíblia não recomenda o consumo de carne de animais imundos, como é o caso do porco (Levítico 11). Se o uso de antibióticos em animais (o que já é um perigo, em si, para a saúde humana) for proibido, será cada vez mais arriscado o consumo da carne deles. Já passa da hora de as pessoas (especialmente as que se consideram cristãs) darem atenção à Palavra de Deus e levar a sério as instruções e advertências dEle. Lembre-se de que Ellen White escreveu no século 19 que chegaria o tempo em que o consumo de carne de qualquer tipo se tornaria realmente desaconselhável. Será que esse tempo já não chegou? [MB]

Clique aqui e leia mais sobre os perigos do consumo da carne de porco.

terça-feira, maio 10, 2016

Comer carne está matando os seres humanos

As pedras continuam gritando!
Uma revisão de seis estudos que avaliaram os efeitos de dietas carnívoras e vegetarianas concluiu que todas as causas de mortalidade são maiores para aqueles que comem carne, particularmente vermelha ou processada, em uma base diária. A meta-análise envolveu mais de 1,5 milhão de pessoas, foi conduzida por médicos da Clínica Mayo, no estado americano do Arizona, e publicada no Journal of the American Osteopathic Association. Há pouco tempo, a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer das Nações Unidas afirmou que a carne é uma substância cancerígena tão perigosa quanto o plutônio ou o tabagismo. A nova análise corrobora essa visão. Apesar da variabilidade dos dados, os pesquisadores concluíram que o aumento da ingestão de carne vermelha, especialmente a vermelha e processada, está associado com o aumento da mortalidade por qualquer causa.

O estudo acompanhou mais de um milhão de pessoas e considerou a associação de mortalidade e carne processada (como bacon, salsicha, salame e presunto), bem como carne vermelha não processada (como carne não curada nem salgada de vaca, porco e cordeiro).

A meta-análise de 2014 examinou as associações com mortalidade por doença cardiovascular e doença isquêmica do coração. Nesse estudo com mais de 1,5 milhão de pessoas, pesquisadores descobriram que a carne processada aumenta significativamente o risco de mortalidade por qualquer causa.

Além disso, uma revisão com mais de 500 mil participantes feita em 2003 revelou uma diminuição do risco de 25% para quase 50% de todas as causas de mortalidade em pessoas com consumo muito baixo de carne em comparação com pessoas com alto consumo.

Os cientistas também descobriram um aumento de 3,6 anos na expectativa de vida das pessoas que levavam uma dieta vegetariana durante mais de 17 anos, em comparação com os vegetarianos de curto prazo.


Nota: Adicione ao vegetarianismo o exercício físico, consumo adequado de água e a dispensa de bebidas como os refrigerantes, abstinência de álcool, exposição adequada aos raios solares, descanso (horas de sono suficientes e uma pausa semanal, no sábado) e a confiança em Deus, e você estará vivendo exatamente como prescreve a Bíblia Sagrada. E funciona porque quem recomendou esse estilo de vida foi o Criador do ser humano. Para mais dicas de saúde, clique aqui. [MB] 


quinta-feira, abril 14, 2016

Cinco coisas acontecem quando você para de comer carne

"Pedras" que clamam
1. Reduz a inflamação no organismo. A inflamação crônica tem sido associada ao desenvolvimento de aterosclerose, ataques cardíacos, acidentes vasculares cerebrais, diabetes e doenças autoimunes. Em contrapartida, as dietas à base de plantas são naturalmente anti-inflamatórias. Ricas em fibras, antioxidantes e outros nutrientes, elas têm menos chances de desencadear a gordura saturada e endotoxinas (toxinas liberadas a partir de bactérias comumente encontradas em alimentos de origem animal).

2. O nível de colesterol despenca. A gordura saturada, encontrada principalmente em carnes, aves, queijo e outros produtos de origem animal, é uma das principais causas do elevado índice de colesterol no sangue. E isso implica em maior risco para doenças cardíacas e derrames. Além disso, as dietas à base de vegetais são ricas em fibras, o que reduz ainda mais os níveis de colesterol no sangue. Também foi comprovado que a soja, um dos substitutos da carne, desempenha um papel na redução do colesterol.

3. A imunidade fica mais forte. Os trilhões de micro-organismos que vivem em nosso corpo são chamados de microbioma. Cada vez mais, estes micro-organismos são reconhecidos como cruciais para a nossa saúde em geral: não só ajudam a digerir os alimentos, mas também produzem nutrientes necessários, treinam nosso sistema imunológico, mantêm o intestino saudável e nos protegem do câncer. Estudos também mostraram que eles desempenham um papel importante no controle de obesidade, diabetes, inflamação do intestino, doenças autoimunes e do fígado.

4. Afasta você do diabetes tipo 2. A proteína animal, especialmente as provenientes de carne vermelha e processadas, tem sido apontada em estudos como um fator que aumenta o risco de diabetes tipo 2. Por que a carne causaria a doença? Várias razões: gordura animal, ferro de origem animal e conservantes de nitrato em carne foram comprovados como danificadores das células pancreáticas, além de piorar a inflamação e causar ganho de peso. Além disso, uma dieta baseada em vegetais pode melhorar ou até mesmo reverter o diabetes, se você já tiver sido diagnosticada.

5. Vai melhorar a quantidade e a qualidade da proteína. Os onívoros dos Estados Unidos consomem, em média, mais do que 1,5 vezes a quantidade ideal de proteínas. Ao contrário do que a maioria pensa, esse excesso de proteína não faz você mais forte ou mais magro, é armazenado como gordura ou transformado em resíduos. Por outro lado, a proteína que se encontra nos alimentos vegetais protege você de muitas doenças crônicas. Então você não precisa se preocupar com o excesso. Vai precisar, é claro, consultar um nutricionista para descobrir a quantidade mínima que você precisa para não deixar o seu organismo debilitado.


Nota:E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento” (Gênesis 1:29). 

quinta-feira, abril 07, 2016

Yasmin Brunet conta por que deixou de comer carne


Clique aqui para ver o vídeo.

domingo, abril 03, 2016

Vegetarianismo pode salvar milhões de vidas

Só vantagens
A dieta é mais importante do que você poderia imaginar. Calma, não estamos entrando naquela velha história de exclusão e de padronização que tanto faz mal. Mas da forma como você e boa parte do planeta se alimenta. Uma pesquisa publicada no Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America aponta que, ao contrário de alguns medos comuns que a desinformação pode causar, a dieta vegana pode ser muito boa para você. E, claro, para o planeta todo também. Segundo o relatório divulgado pelos pesquisadores, se todas as pessoas adotassem o veganismo – que exclui alimentos de origem animal, incluindo carne, ovos, leite e seus derivados –, 8,1 milhões de vidas seriam salvas até 2050. Ou seja: teríamos 8,1 milhões a menos de vítimas de doenças associadas com diabetes, obesidade, problemas cardíacos e câncer, comumente ligadas com a dieta atual.

Se o mundo adotasse o vegetarianismo, por exemplo, 7,3 milhões de mortes seriam evitadas e US$ 1,06 trilhão por ano seriam economizados globalmente. Mas na hipótese de que as pessoas passassem a adotar uma alimentação que inclui carne, mas atende às recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), 5,1 milhões de vidas acabariam poupadas. E a economia global deixaria de gastar US$ 735 bilhões ao ano.

O principal vilão é a carne vermelha. Sem o item na dieta, 51% das mortes poderiam ser evitadas, segundo a pesquisa.

domingo, março 20, 2016

DJ do Racionais MC atribui mudança de vida a livro da CPB

Ele comprou um livro de colportor
Aos 46 anos e adepto do vegetarianismo há mais de 25, Kleber Simões, mais conhecido como DJ KL Jay, integrante do Racionais MC’s, contou em entrevista recente à revista Rolling Stone Brasil por que abraçou esse estilo de vida e abandonou a dieta cárnea. Leia alguns trechos dessa entrevista:

O veganismo te levou à ideia de um modelo [de tênis] sem materiais de origem animal. Como você aplica esse estilo de vida ao modo como consome moda?

Para mim é muito fácil, porque eu vivo um estilo de vida simples, não preciso de muita coisa para viver bem. E também é sustentável, você está colaborando com o planeta, né? Pelo menos um décimo da população do mundo poderia seguir isso e o planeta ficaria bem melhor. Eu já sou vegetariano há 27 anos. Claro que já deixei de comprar vários tênis lindos porque eram de couro, mas depois a vontade de ter um tênis passa e surgem outras. A gente não vai ficar doente por causa disso.

Antes de se tornar vegano, você passou por uma fase ovolactovegetariana? Como foi sua transição para um estilo de vida vegano? Há quanto tempo foi isso?

Eu comecei a ver como a indústria funcionava. Na verdade, para ser bem sincero, eu não tenho nada contra, por exemplo, comer ovo. O ovo é um alimento rico, um dos alimentos mais completos do mundo. E existem fazendas e lugares que trabalham com ovos orgânicos, respeitam as galinhas, não matam as galinhas, elas ficam livres, comem alimentação vegetal. Mas é muito difícil de achar isso. A maioria da indústria trabalha com produção em massa, nociva, tem maltrato. Eu adoro omelete, não posso ser hipócrita, entende? Mas você acaba não comendo, porque todo lugar onde você vai, a maioria dos alimentos é proveniente dessa indústria, e quando eu vi como ela funciona, decidi parar também.

Há quanto tempo você é vegano?

Há três anos, não faz muito tempo.

Houve um “clique”, algum momento de virada que tenha dado o start para que você parasse de consumir produtos de origem animal?

O grande lance veio com a informação. Fui lendo as coisas, entrevistas, matérias, vendo vídeos, e fui entendendo. Quando você é desinformado, ignorante, tem um desconto. Mas quando você sabe, aí é [%#*$], né? Comecei a descobrir essas informações, elas foram chegando até mim e eu fui atrás também. Aí falei: “É, Kleber, agora não dá mais. Se continuar, você está sendo hipócrita.”

Vi uma entrevista sua em vídeo em que contava que o [primeiro empresário e produtor do Racionais] Milton Sales te apresentou ao vegetarianismo. Como foi isso?

Ele começou a andar com uma banda de reggae chamada Walking Lions, e isso foi bem no começo do Racionais, quando nos conheceu. Ele estava trabalhando com esses caras, quase todos vegetarianos. Ele também não sabia de muita coisa, mas ouvia os caras falarem para não comer carne e dizia isso para mim. Eu continuei comendo, mas aquilo ficou na minha mente. Um dia, chegou um cara vendendo livros na porta da minha casa, estava vendendo um chamado Viva Natural. Imagina, o cara bateu à minha casa para vender livro sobre alimentação vegetariana! Para mim foi um anjo enviado, né? Lembrei na hora das palavras do Milton. O vendedor no portão me falou que não se tratava de uma parada só teórica, o livro conta também um lance espiritual, e eu sou muito ligado nessas coisas. Comecei a ler e chapei.

Se de repente alguém se interessar por esse estilo de vida a partir da compra do tênis, você tem algum livro, filme ou site que indicaria a respeito de direitos animais/veganismo?

Tem um documentário norte-americano muito [%#*$] chamado Da Fazenda à Geladeira. É muito forte, muito triste de ver, precisa de sangue frio para ver as cenas. Tem o [também documentário] A Carne é Fraca e o livro que mudou minha vida, Viva Natural.

Das personalidades da moda e da música que unem seus trabalhos à divulgação da importância dos direitos dos animais, quem você admira?

O Paul McCartney é um. Tem o Mos Def [ou Yasiin Bey, como é conhecido hoje], a Erykah Badu, o Rincon Sapiência, aqui de São Paulo. Todos eles são vegetarianos. O DJ Roger, o Afu-Ra também é vegetariano. Tem vários por aí.