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quarta-feira, novembro 08, 2017

Alemanha vai legalizar “terceiro sexo”

O Tribunal Constitucional alemão exigiu hoje a legalização do termo “terceiro sexo” nos documentos administrativos tornando a Alemanha o primeiro país europeu a adotar a medida oficialmente. O Tribunal Constitucional concede aos deputados um prazo que termina “em fins de 2018” para votarem a legalização do “terceiro sexo” nos registos de nascimento com a mesma igualdade que as menções “masculino ou feminino”. A sentença da mais alta instância judicial alemã argumenta, baseando-se no direito constitucional sobre a proteção da personalidade, que as pessoas que não são nem homens nem mulheres têm o direito a mencionar a identidade de gênero de forma positiva nos registos de nascimento.

[Continue lendo.]

domingo, julho 16, 2017

Jornalista homossexual é contra “casamento” gay

Jean Pierre Delaume-Myard é um jornalista francês. Ele é o realizador e um dos porta-vozes da Manif pour Tous [Manifestação para Todos], um grande movimento pró-família que levou centenas de milhares de pessoas às ruas da França para defender o matrimônio natural diante dos ataques do governo de François Hollande. E atenção: trata-se de ataques não porque o governo apenas defendesse o chamado “casamento” gay, mas porque o governo reprimia a liberdade de expressão daqueles que contestavam que a união civil homossexual equivalesse ao matrimônio natural entre um homem e uma mulher abertos à geração de novas vidas humanas. Jean Pierre Delaume-Myard se opõe ao chamado “matrimônio para todos” e à adoção de crianças por casais gays porque não concorda que a união civil homossexual seja equivalente ao conceito de matrimônio natural.

quinta-feira, abril 20, 2017

Jogo da Baleia Azul (para os pais)

Muito depende dos pais
50 provas para os pais livrarem seus filhos da morte:
1. Ame seu filho incondicionalmente.
2. Corrija seu filho sempre que necessário.
3. Ensine-o a falar “por favor” e “obrigado”.
4. Ensine-o a falar “sim, senhor” ou “sim, senhora”.
5. Ensine-o a “pedir licença”.
6. Brinque com seu filho periodicamente de carrinho, de luta, de bola.
7. Brinque com sua filha de boneca, de casinha, de fogãozinho.
8. Passeie com seus filhos (para tomar um picolé, pelo menos).
9. Assista a um programa legal com eles (próprio para a idade deles).
10. Vá sempre às reuniões de pais e mestres da escola e pergunte como está seu filho.
11. Quando ele falar palavrão, não ache graça e corrija imediatamente.
12. Quando ele brigar com alguém, ensine-o a respeitar, refletir, dialogar e resolver.

quinta-feira, março 30, 2017

Casados têm níveis mais baixos de hormônio do estresse

Bom casamento = saúde
É bem documentado que as pessoas casadas são mais saudáveis e vivem mais do que as solteiras, divorciadas ou viúvas. Mas como as alianças se traduzem em impactos biológicos que possam explicar essas diferenças? Em busca dessa resposta, exames revelaram agora que as pessoas casadas têm níveis mais baixos do hormônio cortisol do que aquelas que nunca se casaram ou se separaram. O cortisol é um hormônio estreitamente ligado ao estresse. Esses resultados indicam que as pessoas solteiras enfrentam mais estresse psicológico do que os indivíduos casados. O estresse prolongado é associado com níveis mais elevados de cortisol, que podem interferir com a capacidade do organismo para regular a inflamação, que por sua vez promove o desenvolvimento e a progressão de muitas doenças. “É emocionante descobrir um caminho fisiológico que pode explicar como os relacionamentos influenciam a saúde e a doença”, disse o professor Brian Chin, da Universidade Carnegie Mellon (EUA).

Para chegar a essa conclusão os pesquisadores coletaram amostras de saliva de 572 adultos saudáveis, com idades entre 21 e 55 anos, durante três dias não consecutivos. Foram feitas várias coletas durante cada período de 24 horas, todas usadas para medir os níveis de cortisol. Os resultados mostraram níveis significativa e consistentemente mais baixos de cortisol entre os participantes casados.

Os pesquisadores também compararam o ritmo diário de cortisol de cada pessoa, já que os níveis do hormônio atingem o pico quando a pessoa acorda e vão declinando ao longo do dia. Os casados apresentaram um declínio mais rápido, um padrão que tem sido associado com menos doenças cardíacas e maior sobrevivência entre os pacientes com câncer.

“Esses dados fornecem informações importantes sobre o modo como nossas relações sociais íntimas podem influenciar nossa saúde”, ressaltou Sheldon Cohen, coautor do estudo.

Os resultados foram publicados na revista Psychoneuroendocrinology.


Nota:Então o Senhor Deus declarou: ‘Não é bom que o homem esteja só; farei para ele alguém que o auxilie e lhe corresponda’” (Gênesis 2:18). Nos planos do Criador, a união abençoada entre um homem e uma mulher (= casamento) deve redundar em saúde física, mental e espiritual. Por isso, por parte dos solteiros, esse assunto deve ser alvo de muita oração, reflexão e tomada de decisões racionais. Uma decisão errada nessa área pode levar tudo a perder - inclusive eternamente. Quanto aos casados, esses devem fazer de tudo para que sua vida conjugal seja a expressão da vontade de Deus para o matrimônio. [MB] 

segunda-feira, março 06, 2017

Continua a campanha contra a família e o casamento

Monogamia não é natural?
Na revista Veja do dia 22 de fevereiro, na seção “Veja Essa”, foi destacada uma frase da atriz Scarlet Johansson: “A ideia do casamento é muito romântica, muito bonita, e sua prática pode ser uma coisa bela. Mas não acredito que seja natural uma pessoa ser monogâmica.” (Detalhe: a notícia do divórcio dela do jornalista francês Roman Dauriac veio à tona em janeiro.) No fim do ano passado, foi a filósofa Marilena Chauí que, em uma palestra para alunos de um caríssimo colégio particular em São Paulo, apontou os canhões também contra a família. Ela disse na ocasião que “quem defende a família é uma besta”. No fim da fala, ela ecoa o mito marxista de que a família nuclear teria surgido com a Revolução Industrial. “Isso que entendemos hoje como família foi uma coisa inventada no final do século 18 e começo do século 19”, afirmou a filósofa, para quem a família nuclear seria uma invenção do capitalismo com o intuito de transmitir o capital.

Contrariando a filósofa, algumas pessoas destacaram o fato de que, no século 13, na Inglaterra (quatro séculos antes da Revolução Industrial) famílias nucleares eram o agrupamento predominante. No Império Romano, também, essa era a configuração familiar predominante. Muito tempo antes, lá para o ano 2.500 antes de Cristo, havia igualmente famílias nucleares na Alemanha.

Mas alguns defensores da família dão um tiro no pé quando dizem que a família nuclear seria uma “adaptação evolutiva”, já que criar bebês humanos exige muitos cuidados e deixa a fêmea vulnerável, havendo a necessidade de homens que as defendessem e cuidassem de sua prole, para garantir a perpetuação de seus genes. Assim, o homem ficava por perto, oferecendo proteção e garantindo o alimento aos seus herdeiros.

Tanto a marxista Marilena quanto seus críticos evolucionistas cumprem o mesmo objetivo por vias diferentes. Ambos apresentam a família como mera “invenção” humana. Ela afirma que a família derivou do capitalismo; eles, que foi uma conveniência evolutiva.

Para o criacionista, ambos estão errados, pois a família nuclear foi uma invenção do Criador. Está lá no livro de Gênesis. Marilena Chauí, Scarlet Johansson e os evolucionistas estão equivocados. A família foi criada para ter início com o casamento heteromonogâmico. Qualquer coisa diferente disso veio depois, como deturpação ou adaptação. Criticar Marilena dizendo que a família é uma invenção mais antiga não resolve o assunto; retira o caráter sagrado da instituição edênica e abre a porta para todo tipo de reinterpretação do que seja realmente família. E afirmar que a monogamia humana não é natural é igualmente abrir o caminho para muitos males e muito sofrimento.

Talvez na sua condição de recém-divorciada Scarlet não fosse a pessoa mais bem indicada para opinar sobre casamento monogâmico... Pergunte-se a um casal que vive feliz, de acordo com os planos de Deus. [MB]




sábado, dezembro 31, 2016

2017 com confiança

segunda-feira, setembro 19, 2016

Brincar 15 minutos com os filhos ajuda no desenvolvimento

Momentos importantes
Fim do expediente, já em casa e depois do jantar, o cansaço, enfim, bate, e é quando as crianças perguntam: “Papai, mamãe, vocês querem brincar?” Difícil encontrar quem responda ao convite afirmativamente e com empolgação genuína, afinal, com a rotina corrida, é natural que os pais se sintam exaustos no fim do dia, sem disposição para se sentar no chão e encarar uma partida de um jogo ou uma rodada de faz-de-conta. Talvez se soubessem que apenas 15 minutos de brincadeira com os filhos fazem toda a diferença para o seu desenvolvimento, esses pais e mães agiriam diferente. De acordo com Priscila Cruz, especialista em ensino e uma das fundadoras da OSCIP Todos pela Educação, o ato de brincar é fundamental para que a criança desenvolva habilidades intelectuais e emocionais essenciais no futuro. “Brincar ajuda a criança a ser criativa, a se comunicar, a ter empatia pelos outros. A criança que brinca bastante tira notas melhores ao longo da vida e tem uma série de outras consequências positivas em sua vida adulta porque desenvolve o cérebro. Brincar traz competências sócioemocionais à criança, e é um treino para a vida. Elas aprendem a lidar com as regras, a entender seus limites físicos.”

Especialistas concordam que, atualmente, há uma série de obstáculos ao chamado “brincar livre”, quando a criança é a “dona” da brincadeira, inventando e modificando as leis do jogo, fantasiando. Para eles, o número elevado de compromissos nas agendas infantis, por exemplo, dificulta a ocorrência desses momentos de diversão, como explica Priscila. “Hoje a criança tem muito mais demandas, acrescentamos coisas à sua rotina que concorrem com o brincar e elas têm cada vez menos tempo. Além disso, há as telas da tecnologia, com tablets e celulares, que até trazem outras habilidades para eles, mas de uma maneira muito limitada. E há também a superproteção dos pais. As pessoas têm cada vez menos filhos, então os protegem com medo de perdê-los, porque são os únicos que elas têm.”

E é nessa lista que entra também a indisponibilidade dos pais. Uma pesquisa realizada em dez países com 12 mil pais de crianças entre cinco e 12 anos aponta que metade dos entrevistados diz não ter tempo para brincar ao ar livre com seus filhos. E, nas famílias consultadas, 84% das crianças brincam no máximo duas horas por dia, 40% brincam menos de uma hora, e 6% nunca brincam ao ar livre em um dia normal.

Consultor da Unicef e da Unesco e especialista em Políticas Públicas pela Primeira Infância, Vital Didonet reforça a importância do envolvimento da família nos momentos de brincadeira. “Muitos pais chegam em casa estressados e querem ter eles próprios o seu lazer. Mas esse é um ônus da paternidade e da maternidade, e os pais e mães têm que renunciar a isso. Eles precisam brincar nem que seja por 15 minutos, mas que seja se entregando ao momento. O adulto também vai descansar, desde que não considere aquilo um dever.”

Para Didonet, é papel dos pais também tomar a iniciativa de apresentar alternativas de brincadeiras que não passem pela tecnologia, especialmente quando 84% das crianças brasileiras dizem preferir um tablet a brincar ao ar livre, como mostrou o levantamento.
Na visão de Priscila, além da influência sobre a saúde mental e o desenvolvimento da criatividade das crianças, brincar também é indispensável porque é nos momentos lúdicos que os pequenos vão treinar seu papel na sociedade dos adultos. Há pais que protegem os filhos inclusive na hora de brincar. Mas eles se esquecem de que o erro é superimportante para a criança aprender. Ninguém é criativo sem ter errado antes.”


Nota: Brincar com os filhos é sempre um desafio para pais atarefados. Outra necessidade que os pais têm é de fazer exercícios físicos. E o tempo para tudo isso? O vídeo abaixo traz uma sugestão.[MB]

quinta-feira, junho 23, 2016

Mulher defende sexo livre para ser melhor esposa e mãe

Normalizando a perversão
A professora de pilates Gracie, 48, tem um casamento aberto e afirma que fazer sexo com desconhecidos a torna uma mãe melhor. Ela e o marido, Oz, 41, fazem parte de uma comunidade não monogâmica, na Califórnia, nos Estados Unidos, em que os membros têm relações sexuais extraconjugais com a anuência do par. Para Gracie, o arranjo faz com que ela seja uma mãe melhor para seus dois filhos, pois a deixa com mais energia. “Fazer sexo fora do casamento me torna uma mãe fantástica, pois qualquer coisa que me deixe feliz e me dê energia faz com que eu seja uma mãe melhor. Se meus filhos pedissem para que eu parasse, não faria, pois não posso deixar de ser quem sou, não poderia deixar de viver a vida que gosto”, afirmou ao jornal britânico Daily Mail. Gracie abriu seu casamento com seu primeiro marido, Hank, há seis anos. Foi quando o casal convidou Oz e seus dois filhos – Tallulah, agora com 16 anos, e Merlin, de 11 anos – para viver com eles. A namorada de Hank, Valerie, também se mudou para a casa da família.

De início, Gracie mantinha relações sexuais com Hank e Oz. Os quatro adultos moraram juntos por quatro anos. Mas, eventualmente, Gracie se aproximou de Oz e Hank de Valerie. Então, o casal trocou de parceiros e seguiu caminhos separados. Gracie e Oz permanecem casados e continuam mantendo relações sexuais com outros membros da comunidade não monogâmica da qual participam.

E Gracie não esconde sua preferência de seus filhos. Ela diz acreditar que a liberdade sexual ajuda a criar um lar e uma família felizes. “Acho que esse é o motivo de meus filhos serem próximos de mim. Eles sabem que sou feliz e não precisam se preocupar comigo. Sou divertida e eles me fazem várias perguntas, pois sentem que não estou querendo controlar a vida deles”, contou ao Daily Mail.

Gracie também insiste que essas relações extraconjugais ajudam a manter o casamento mais excitante. “Saber que seu marido é um outro ser humano sexual é uma boa maneira de manter a chama da relação viva. Ter outras relações nos aproxima. E depois que temos outras relações, nossa paixão sempre volta maior”, afirmou ao jornal. “Ser poliamoroso me ajuda a ter uma vida sexual melhor, não só fora, mas também dentro do casamento. É bom explorar, ter novas experiências, mas também é legal pegar esse conhecimento e trazer para a minha relação com a Gracie”, contou Oz.

Apesar de ter relacionamento aberto, Gracie admite ter ciúme quando o marido faz sexo com outras mulheres. Ela também escuta muitas críticas sobre seu estilo de vida. “Há muita ignorância e falta de entendimento”, afirmou.

Os filhos apoiam as relações dos pais. “Tinha 11 anos quando eles chegaram para mim e me contaram que tinham ‘amigos especiais’. Senti que eles eram mais do que isso. Demorei um tempo para me acostumar, mas agora sei que o poliamor os deixa felizes. Além disso, também compreendi que posso amar do jeito que quero e não que a sociedade impõe”, afirma Tallulah.


Nota: Segundo a ótica criacionista bíblica, Deus criou um homem para se unir e ter relacionamento íntimo e abençoado com uma mulher. E a isso chamou casamento. Qualquer coisa fora disso é considerada pela Bíblia como fornicação ou adultério, e traz suas tristes consequências. Mas nosso mundo está tão pervertido, tão deturpado, tão devedor a Sodoma e Gomorra, que a imprensa até ajuda a divulgar a visão distorcida de pessoas que procuram inverter os valores sobre os quais nossa sociedade foi edificada e pela falta dos quais será destruída. Isaías 5:20 diz o seguinte: “Ai dos que chamam ao mal bem e ao bem, mal, que fazem das trevas luz e da luz, trevas.” E Ellen White escreveu, há mais de cem anos: “Satanás trabalhará com todo o seu poder enganador para influenciar o coração [mente] e obscurecer o entendimento, a fim de que o mal pareça bem, e o bem mal” (Atos dos Apóstolos, p. 431).

Note a tremenda declaração de egoísmo por parte da mãe: “Se meus filhos pedissem para que eu parasse, não faria, pois não posso deixar de ser quem sou, não poderia deixar de viver a vida que gosto.” Com essa declaração infeliz, ela deixa claro que o prazer está acima de tudo na vida dela, até dos filhos. Isso é ser uma “mãe melhor”?!

Ela diz também: “Acho que esse é o motivo de meus filhos serem próximos de mim. Eles sabem que sou feliz e não precisam se preocupar comigo.” Se a mãe está feliz, independentemente do porquê, então está tudo bem? É uma família que vive para o hedonismo. E quando a fonte da felicidade dela – o sexo livre – não mais existir? E quando a idade avançada chegar (se ela não morrer antes por DST)?

O marido dela, igualmente, dá sua colaboração à coleção de insanidades: “É bom explorar, ter novas experiências, mas também é legal pegar esse conhecimento e trazer para a minha relação com a Gracie.” Em Hebreus 13:4, Paulo afirma: “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula.” Como esse marido pode dizer que trazer para a cama suas experiências sexuais gravadas na memória pode ser algo bom? Ele estará fazendo sexo com a esposa ou apenas com o corpo dela, enquanto a mente passeia por outros corpos, outros cheiros, outras sensações gravadas no cérebro? O leito deles está tremendamente maculado.

A matéria diz que, “apesar de ter relacionamento aberto, Gracie admite ter ciúme quando o marido faz sexo com outras mulheres”. Claro que vai ter! No fundo, a natureza humana se ressente com a traição. Por quê? Porque fomos originalmente criados para a monogamia e para a fidelidade. Assim como ocorre em outras áreas da vida, viver em oposição à vontade de Deus é uma atitude que sempre cobra seu preço e causa, lá no fundo da alma, algum desconforto. Tentar normalizar o que é anormal nunca vai dar certo.

Finalmente, quero destacar o que disse a filha do casal: “Demorei um tempo para me acostumar, mas agora sei que o poliamor os deixa felizes.” Ela demorou para se acostumar pelo mesmo motivo que faz a mãe sentir ciúmes: porque essa barbaridade que eles estão defendendo é anormal e violenta o íntimo deles. A criança foi obrigada a se acostumar com a ideia, afinal, que opção ela tinha com esses pais que só pensam em prazer e “paixão”? Infelizmente, de tanto conviver com o mal, as pessoas acabam mesmo se acostumando com ele.

Volta logo, Senhor Jesus! [MB]

quinta-feira, junho 09, 2016

O perigo de olhar para o celular na frente dos filhos

Cuidado com esse muro!
Indiscutivelmente, um dos novos vícios dos pais da atualidade é ficar olhando o tempo todo para a tela do celular. Estamos tão acostumados a verificar e-mails e redes sociais o tempo todo, que acabamos fazendo isso quase sempre na frente de nossos filhos, não dando a eles a devida atenção. Encontrei alguns textos bem interessantes falando sobre esse assunto em sites internacionais e decidi traduzi-los e resumi-los para postar aqui no blog. Veja que interessante:
  
De acordo com um novo estudo realizado por psicólogos da Universidade de Indiana, os pais que ficam olhando o telefone enquanto estão nas horas livres com seus filhos podem criar os filhos com déficit de atenção. A pesquisa mostra que a atenção é totalmente afetada pela interação social. “Os cuidadores que se mostram distraídos, ou cujos olhos não focam nos filhos enquanto brincam, parecem ter um impacto negativo enorme na atenção dos bebês num estágio-chave do desenvolvimento”, disse o líder do estudo, Chen Yu. “Eles aprendem observando-nos a como ter uma conversa, como ler expressões faciais de outras pessoas. E se isso não está acontecendo, as crianças estão perdendo marcos importantes de desenvolvimento.”

Além disso, estudos mostram que as crianças estão desenvolvendo obsessão por tecnologia, por meio dos exemplos das mães e dos pais, e isso está começando a afetar a saúde mental e o desempenho escolar.

“Há uma tendência alarmante de pais ignorando seus filhos de todas as idades, dando mais atenção a seus telefones e tablets do que aos seus arredores imediatos.”

Consequentemente, as crianças podem sentir que não estão recebendo a atenção de que precisam. “As crianças que necessitam de capacidade de resposta dos pais quando estão com raiva, tristes, frustradas ou animadas, agora acham que devem competir por isso, é quase como lidar com a rivalidade entre irmãos. Só que o rival é um novo dispositivo eletrônico. Essa tendência, se não for controlada, pode levar a problemas psicológicos.”

O assunto está tão em alta que na China fizeram uma campanha chamada “Phone Wall” (Telefone Parede) para conscientizar as pessoas sobre a gravidade dessa barreira que os telefones geram entre pais e filhos.

Abaixo veja quatro razões básicas para deixar o telefone bem longe enquanto você está com seus filhos:

1. Autoestima positiva. Dando atenção quando as crianças estão fazendo coisas positivas, constrói-se a autoconfiança. Se respondermos com entusiasmo às suas tentativas de aprender e descobrir coisas novas, garantimos que as crianças vão continuar tentando. As crianças precisam de nosso “olho no olho”, de nossa aprovação e encorajamento.

2. Segurança emocional. Dar às crianças a atenção positiva também impacta em sua segurança emocional. Quando as crianças sabem que seus pais estão prestando atenção no que estão fazendo, elas desenvolvem confiança.

3. Desenvolvimento das crianças. Bebês se desenvolvem quando as pessoas fazem contato visual e falam diretamente com eles. Estão aprendendo as palavras e comportamentos a partir do exemplo. A conversa constrói.

4. Prioridade. Os filhos precisam ser nossa prioridade e não nossos telefones. Para a criança crescer, ela precisa de nós.

segunda-feira, maio 30, 2016

Família: projeto de Deus

quinta-feira, abril 28, 2016

Amor de mãe faz cérebro do filho se desenvolver mais

A importância dos primeiros anos
A autora que liderou o estudo, a psiquiatra infantil Joan Luby, da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, descobriu que uma importante área do cérebro cresce duas vezes mais rápido em crianças cujas mães demonstravam afeto e apoio emocional, em comparação com as que eram mais distantes e frias. Imagens do cérebro mostraram que esse tipo de criação era mais benéfica para crianças com menos de seis anos – e que mesmo que uma mãe se torne mais afetuosa quando a filha ou filho é um pouco mais velho, não é possível compensar os anos em que esse amor foi negligenciado. Segundo Joan, o estudo sugere que isso ocorre porque há um período crucial em que o cérebro responde mais ativamente ao apoio materno, provavelmente por conta da maior plasticidade do cérebro quando as crianças são mais novas. Ou seja, esse amor materno é ainda mais importante nos primeiros anos de vida.

A pesquisa foi feita com 127 crianças, que faziam periodicamente exames de ressonância magnética no cérebro desde que começaram a frequentar a escola até a adolescência. Para qualificar o tipo de mãe, os pesquisadores a gravavam em uma situação em que ela tinha de fazer alguma tarefa estressante na presença dos filhos. Pediam às mães que concluíssem essas tarefas e, enquanto isso, davam aos filhos um presente em um pacote bem atrativo, que os filhos não podiam abrir imediatamente.

Situações similares ocorrem várias vezes ao dia em qualquer família, especialmente com crianças pequenas, que demandam atenção em momentos que, por um motivo ou outro, a mãe não pode dar. Seja porque está trabalhando em casa ou cuidando de outro filho.

Os pesquisadores explicaram que a razão por trás desse tipo de teste é que essas situações são enfrentadas diariamente por muitas mães e são verdadeiros desafios às habilidades maternas.

As mães que conseguiam manter o autocontrole e completar a tarefa, enquanto ofereciam algum tipo de apoio emocional ao filho, foram classificadas como mais afetuosas e mais acolhedoras. Já as que desprezavam ou ignoravam as crianças ou as que agiam de maneira punitiva recebiam notas menores do quesito apoio emocional.

As ressonâncias mostraram o impacto dessa diferença de comportamento materno no hipocampo das crianças – uma área no cérebro localizada nos lobos temporais, que é responsável por habilidades como memória, aprendizado e controle das emoções.

“Pequenas mudanças no apoio emocional geram grandes diferenças no resultado final. A relação entre uma criança e a mãe durante o período pré-escolar é vital, e ainda mais importante do que quando a criança é maior”, disse a psiquiatra ao site especializado em ciência Science Daily. “Acreditamos que isso se deve a uma maior plasticidade cerebral quando a criança é menor, o que significa que o cérebro é afetado mais fortemente por experiências no começo da vida. Isso sugere que é vital que crianças recebam apoio emocional e afeto nesses primeiros anos.”

A pesquisa mostrou ainda que a trajetória de crescimento do hipocampo estava associada com um desenvolvimento emocional mais saudável quando as crianças passavam para a adolescência.

De acordo com Joan, a pesquisa sugere que talvez seja possível ajudar as crianças a irem melhor na escola, a lidar melhor com a vida adulta e a se desenvolverem de maneira saudável ajudando os pais a aprenderem a oferecer mais apoio e afeto nos primeiros anos dos filhos. “Também sabemos que fornecer esse apoio aos pais pode ter um impacto positivo em outras características do desenvolvimento infantil, sejam comportamentais ou de adaptação. Então, temos uma razão muito lógica para encorajar políticas que ajudem os pais a oferecer mais apoio emocional aos filhos”, afirma a psiquiatra. [Na foto acima, a atleta americana Alysia Montano está com sua filha, Linnea Dori.]


Nota: No século 19, Ellen White, com base em princípios bíblicos, já falava sobre a importância dos primeiros anos de uma criança na formação dela e as consequências disso para toda a vida, e falava também sobre o papel importantíssimo e incomparável da mãe na formação dos filhos. Clique aqui e leia um texto importantíssimo. [MB]

sexta-feira, fevereiro 26, 2016

Pesquisas confirmam benefícios do casamento duradouro

Os planos de Deus são melhores
[Estou casado há quase 20 anos com a linda moça da foto aí ao lado e posso garantir, por experiência própria, que cada palavra do artigo abaixo é a mais pura verdade. – MB] 

Acabou. “Hoje estou concluindo meu processo de seleção!” O público caiu na risada quando Bill disse essas palavras, finalizando seus votos matrimoniais escritos por ele, 17 anos atrás. “O que Deus uniu” (Mt 19:6) em compromisso exclusivo naquele dia, também tem mantido uma união mais poderosa do que o melhor adesivo disponível comercialmente. Pesquisas confirmam a grande quantidade de benefícios de um casamento de muitos anos. Um estudo publicado no The Journal of Clinical Oncology (Jornal de Oncologia Clínica) descobriu que, para um paciente com câncer, pode ser mais benéfico um casamento saudável e feliz do que a quimioterapia. Um casamento estável e fiel fortalece o sistema imunológico, recupera com mais sucesso uma cirurgia, melhora a tolerância à dor e baixa o risco de doenças vasculares. Curiosamente, morar junto não oferece os mesmos benefícios para a saúde, nem a mesma satisfação. Um estudo mostrou que apenas em 36 por cento dos casais que só moram juntos ambos disseram que seu companheiro é “muito satisfatório”, enquanto que 57 por cento dos casais casados relataram o mesmo.

Fidelidade e lealdade, compromisso, constância, dependência, confiança, estabilidade, significa ser “fiel à palavra de alguém, promessas, votos, etc.”, não se esquivar do dever, mas colocar seu cônjuge em primeiro lugar, quando a vontade não é essa.

Com muita admiração, acabamos de comemorar os 50 anos de casamento dos pais da Heather. A primeira conclusão a que chegamos é de que um casamento de 50 anos é uma contribuição para a família. Como “estaca fincada em terreno firme” (Is 22:25), seu casamento longo, estável e feliz ofereceu segurança não apenas aos filhos, mas também aos netos.

Deus usa uma união forte e duradoura para fortalecer a sociedade e como testemunho para os outros, revelando-Se à humanidade. Ellen White observa: “Pelas obras da natureza, e os mais profundos e ternos laços terrestres que pode imaginar o coração humano, Ele procurou revelar-Se a nós.” “Uma família bem ordenada, bem disciplinada, fala mais em favor do cristianismo do que todos os sermões que se possam pregar.”

Tal família diz silenciosamente: “Somos felizes. Não estamos buscando algo mais, não queremos pular de flor em flor, como a borboleta. Estamos contentes com a providência de Deus.”

No entanto, a sociedade questiona profundamente esse sistema exclusivo e seu potencial de felicidade e sucesso. Segundo uma pesquisa do Instituto Gallup, mais da metade (52 por cento) dos jovens adultos americanos entre 20 e 29 anos de idade dizem que veem tão poucos casamentos felizes que os questionam como um modo de vida. Um estudo da Pew Research revelou que cerca de 40 por cento dos americanos de todas as idades acreditam que o casamento está se tornando obsoleto. As autoridades da Cidade do México até sugeriram um contrato de casamento de dois anos, no qual os cônjuges não precisam assumir um compromisso de fidelidade em longo termo, mas poderiam renová-lo após dois anos, caso estivessem felizes. Em seu livro The Monogamy Myth (O Mito da Monogamia), a autora Peggy Vaughan declara que 60 por cento dos casamentos serão afetados pela infidelidade. Ao que parece, a fidelidade está a caminho da extinção, mas ela definitivamente vale a pena, mesmo em circunstâncias difíceis.

Abigail e Nabal: vale a pena ser fiel

Por algum motivo Nabal, cujo nome significa “tolo” ou “insensato”, se casou com a linda Abigail, virtuosa e sábia, cujo valor excedia em muito ao de rubis (1Sm 25; cf. Pv 31:10). Temos registrado um incidente importante da vida desse casal de posses, que ocorreu quando Davi estava fugindo de Saul e ouviu que Nabal estava tosquiando suas ovelhas. Davi e seus homens protegeram os pastores de Nabal e, em retorno, pediu um favor em forma de alimento para seu grupo. A resposta rude e egoísta de Nabal deixou Davi furioso.

Aqui Abigail entra na história. Ser casada com Nabal não devia ser fácil, mas “Abigail mal percebia que enquanto cuidava diariamente de Nabal, estava desenvolvendo clareza e percepção espiritual”. Fiel, Abigail estava em sintonia com Deus e pronta a fazer o que fosse necessário para livrar seu esposo do problema.

Rapidamente, ela carregou os jumentos com vários tipos de alimentos já preparados e enviou seus servos para se encontrar com Davi. Ao encontrá-lo, respeitosamente assumiu a culpa pelo comportamento do esposo, não encobrindo a verdade sobre Nabal, mas de fato o salvando sem que ele soubesse. Davi aceitou humildemente os presentes e o tato de Abigail para evitar o desastre.

Mais bênçãos

Um casamento fiel abençoa a sociedade por meio de seus filhos. Lares saudáveis produzem filhos emocionalmente saudáveis que se tornam a base de uma sociedade saudável. Segundo Ellen White, “o lar é o coração da sociedade, da igreja e da nação. A felicidade da sociedade, o êxito da igreja, a prosperidade da nação, dependem das influências domésticas”. Filhos de pais divorciados enfrentam obstáculos enormes. Robert Emery, autor de The Truth About Children and Divorce (A Verdade Sobre Filhos e o Divórcio), diz simplesmente que eles “ficam arrasados”. Os benefícios da declaração “o que Deus uniu” (Mt 19:6) vão muito além do que duas pessoas casadas.

E se, neste mundo imperfeito, enfrentamos o divórcio, ou nos encontramos em relacionamentos infelizes, ou estamos solteiros? A fidelidade de Deus ainda nos alcança exatamente onde estamos. Ele nos oferece a Si mesmo, para um relacionamento glorioso que transcende qualquer outro relacionamento, e nos ajuda a superar qualquer dificuldade que estivermos enfrentando.

Perceba estas duas promessas: “Pois o seu Criador é o seu marido, o Senhor dos Exércitos é o Seu nome” (Is 54:5). “Esta palavra é digna de confiança: Se morremos com Ele, com Ele também viveremos; se perseveramos, com Ele também reinaremos. Se O negamos, Ele também nos negará; se somos infiéis, Ele permanece fiel, pois não pode negar-Se a Si mesmo” (2Tm 2:11-13).

Nosso “processo de seleção” realmente foi concluído 17 anos atrás, mas os dividendos de devoção continuam a enriquecer e abençoar nossa vida diariamente. Obrigado, Senhor, por teres criado o casamento! Vemos os benefícios da fidelidade nas famílias comprometidas em todo o mundo. Rogamos que o Senhor nos ajude a também ser fiéis.

(Bill e Heather Krick moram na Califórnia, onde Bill é diretor do ministério de publicações na Associação Central da Califórnia e Heather educa suas duas filhas, Sanannah e Heidi, no método de ensino doméstico; Adventist World, via facebook)

quarta-feira, janeiro 07, 2015

C. S. Lewis refuta o relativismo moral

Julgar e comparar sem um padrão?
“Quando você considera as diferenças morais entre um povo e outro, não pensa que a moral de um dos dois é sempre melhor ou pior que a do outro? Será que as mudanças que se constatam entre elas não foram mudanças para melhor? Caso a resposta seja negativa, então está claro que nunca houve um progresso moral. O progresso não significa apenas uma mudança, mas uma mudança para melhor. Se um conjunto de ideias morais não fosse melhor do que outro, não haveria sentido em preferir a moral civilizada à moral bárbara, ou a moral cristã à moral nazista. É ponto pacífico que a moralidade de alguns povos é melhor que a de outros. Acreditamos também que certas pessoas que tentaram mudar os conceitos morais de sua época foram o que chamaríamos de Reformadores ou Pioneiros - pessoas que entenderam melhor a moral do que seus contemporâneos. Pois muito bem. No momento em que você diz que um conjunto de ideias morais é superior a outro, está, na verdade, medindo-os ambos segundo um padrão e afirmando que um deles é mais conforme esse padrão que o outro. O padrão que os mede, no entanto, difere de ambos. Você está, na realidade, comparando as duas coisas com uma Moral Verdadeira e admitindo que existe algo que se pode chamar de O Certo, independentemente do que as pessoas pensam; e está admitindo que as ideias de alguns povos se aproximaram mais desse Certo que as ideias de outros povos. Ou, em outras palavras: se as suas noções morais são mais verdadeiras que as dos nazistas, deve existir algo - uma Moral Verdadeira - que seja o objeto a que essa verdade se refere. A razão pela qual sua concepção de Nova York pode ser mais verdadeira ou mais falsa que a minha é que Nova York é um lugar real, cuja existência independe do que eu ou você pensamos a seu respeito. Se, quando mencionássemos Nova York, tudo o que pensássemos fosse ‘a cidade que existe na minha cabeça’, como é que um de nós poderia estar mais próximo da verdade do que o outro? Não haveria medida de verdade ou de falsidade. Do mesmo modo, se a Regra da Boa Conduta significasse simplesmente ‘tudo que cada povo aprova’, não haveria sentido em dizer que uma nação está mais correta do que a outra, nem que o mundo se torna moralmente melhor ou pior.”

(C. S. Lewis, Cristianismo Puro e Simples)

Leia também este texto interessante do blog Engenharia Filosófica.

terça-feira, janeiro 06, 2015

Casamento torna as pessoas mais felizes

Os projetos de Deus sempre são bons
Um novo estudo desenvolvido por Shawn Grover e John Helliwell, dois investigadores da universidade canadiana da Colômbia Britânica, garante que os casados são mais felizes do que os solteiros. Grover, um analista do Departamento de Finanças da universidade, e Helliwell, professor emérito na mesma instituição, analisaram os dados de três questionários diferentes, de modo a medirem o grau de satisfação de vários indivíduos, antes e depois do casamento. A análise dos dados permitiu concluir que os indivíduos casados são pessoas “mais satisfeitas”, o que sugere que o casamento tem “um efeito causal”. Para além disso, aqueles que são mais felizes são também aqueles que, de modo geral, têm mais propensão para casar.

De acordo com o estudo, os efeitos positivos podem ser maiores imediatamente após o casamento, mas isso não quer dizer que desapareçam ao longo dos anos. Com o passar do tempo, o nível de satisfação têm tendência a seguir um padrão em “U”, começando a deteriorar-se no início da idade adulta e por volta dos 40 anos, antes de subir novamente. Nos solteiros, a forma do “U” é mais profunda do que na maioria dos casados. “Uma hipótese que pode explicar o porquê da forma em ‘U’ ser mais profunda para os solteiros do que para os casados, é o fato de o apoio prestado por um cônjuge ajudar a aliviar as tensões da meia-idade”, explicaram os autores.

Por outro lado, os efeitos positivos do casamento são especialmente fortes em casais com uma relação muito próxima. “Os benefícios do casamento são, de um modo geral, duas vezes maiores para aqueles cujos cônjuges são também os melhores amigos”, refere o estudo.


Nota:Então o Senhor Deus declarou: Não é bom que o homem esteja só; farei para ele alguém que o auxilie e lhe corresponda” (Gênesis 2:18). Os bem casados são mais felizes? Não sei por que, mas eu já sabia disso (rsrs). [MB]

domingo, maio 11, 2014

Mãe: a missão mais importante


“Existe um Deus em cima no Céu, e a luz e a glória do Seu trono repousam sobre a fiel mãe enquanto ela se esforça por educar os filhos para resistirem à influência do mal. Nenhuma outra obra pode se comparar à dela em importância. Ela não tem, como o artista, de pintar na tela uma bela forma, nem, como o escultor, de cinzelá-la no mármore. Não tem, como o escritor, de expressar um nobre pensamento em eloquentes palavras, nem, como o músico, de exprimir em melodia um belo sentimento. Com o auxílio divino, ela deve gravar na alma humana a imagem de Deus. Seu nome pode não ser ouvido no mundo, acha-se, porém, escrito no livro da vida do Cordeiro” (Ellen White, A Ciência do Bom Viver, p. 376). Feliz Dia das Mães!