Aqui vemos o antigo local do estabelecimento oitocentista da Barbearia Campos reduzida agora a um cubo de betão armado (cortesia da Cooporgest, CML e DGPC) onde se vai colar mobiliário, e pessoas, numa tentativa pueril de se recriar um ambiente histórico que na verdade foi destruido e portanto é irreversivel. Parece que a Barbearia Campos de autentico terá apenas os seus dedicados funcionários e alguns móveis originais. Parece que a Barbearia Campos acabará secundarizada, uma mera decoracão ou curiosidade, para beneficio da McDonalds mesmo ao lado. A capital Lisboa a soar cada vez mais a falso e tudo em nome de um certo modelo de "turismo"?
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15/06/2016
12/01/2016
04/08/2015
Fraude na Capital: Barbearia Campos no Lg do Chiado
Ei-lo! O espaço da icónica Barbearia Campos no Largo do Chiado. No passado dia 27 de julho já estava terminado o bunker em betão armado onde se vai montar o cenário falso da Barbearia Campos... Este produto hibrido de reabilitação à pasteleiro será uma criação conjunta do promotor Coporgest, da CML e... da DGPC? Garantido está o lugar deste projecto na História da reabilitação fraudulenta de Lisboa. Em Portugal um "bem cultural" é tão importante como o Castelo da Cinderela da Disney World: pode ser construído onde for mais conveniente e é melhor que um original.
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16/06/2015
O lugar da antiga Barbearia Campos no Largo do Chiado: dia 9 de Junho de 2015
Afirmam as mentes pensantes dos nosso governantes municipais que nada há a recear pois que a histórica Barbearia Campos será "recriada" tal qual como era... Também nos afirmam, contra todas as evidências em contrário, que os imóveis presentes na Carta Municipal do Património (anexa ao PDM) não podem ser demolidos. Este caso foi mais uma das frequentes excepções.
Alguém pode acreditar que um bem cultural, real e autentico, possa ser "recriado" depois de destruído, como se fosse um bolo de pastelaria ou pudim instantâneo? A pergunta que continua sem resposta é porque razão a CML não exigiu aqui um outro tipo de intervenção menos pesada em respeito ao bem cultural que existia no local, ou seja, uma reabilitação de facto do imóvel em vez da construção nova que se está a fazer atrás da fachada.
Fotos: Imagens actuais do local exacto da antiga Barbearia Campos (9 de Junho de 2015).
Alguém pode acreditar que um bem cultural, real e autentico, possa ser "recriado" depois de destruído, como se fosse um bolo de pastelaria ou pudim instantâneo? A pergunta que continua sem resposta é porque razão a CML não exigiu aqui um outro tipo de intervenção menos pesada em respeito ao bem cultural que existia no local, ou seja, uma reabilitação de facto do imóvel em vez da construção nova que se está a fazer atrás da fachada.
Fotos: Imagens actuais do local exacto da antiga Barbearia Campos (9 de Junho de 2015).
15/06/2015
29/05/2015
Era aqui a BARBEARIA CAMPOS no Largo do Chiado!
Totalmente destruída (excepto o mobiliário) para mais tarde ser recriada! Os grandes equívocos de Lisboa na área da reabilitação!
15/05/2015
14/02/2015
PUBLI-Cidade: Largo do Chiado
Os dispositivos publicitários não podem ocultar elementos decorativos dos edifícios, conforme disposto no Artigo 13º da Deliberação n.º 146/AM/95. Dois exemplos de telas ilegais instaldas em dois imóveis do Largo do Chiado.
05/12/2014
PUBLI-Cidade: Largo do Chiado 4-7
Será que a Coporgest entregou pedido á DGPC e á CML para instalar esta tela de publicidade em imóvel inserido numa zona classificada como MIP? Foi essa pergunta que já enviámos tanto para a CML como para a DGPC.
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28/12/2013
PUBLI-CIdade: Largo do Chiado
Óbviamente há uma ambição que o Barclays não permite aos cidadãos de Lisboa: Ter uma cidade com o centro histórico livre de mega telas de publicidade! Damo uma nota NEGATIVA ao Banco Barclays por este oportunismo descarado em explorar uma zona histórica de Lisboa. Este imóvel, parcialmente devoluto há mais de 1 década, tem sido uma das maiores vítimas deste tipo de telas de publicidade em Lisboa. Imagem datada de 25 Novembro de 2013.
27/03/2013
«COPORGEST ATACK»: Rua Nova da Trindade 6
A Coporgest, até aqui especialista em "fachadismo" - em construção nova mal disfarçada de "reabilitação" - já é dona do edifício da Barbearia Campos no Largo do Chiado...
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29/01/2013
A Barbearia Campos está a salvo?
O prédio da Barbearia Campos (http://cidadanialx.blogspot.pt/2011/11/125-anos-de-tesoura-em-riste-cortar.html), em pleno Chiado, tem novo painel publicitário de promotor, desta vez da firma do logo junto.
Façam favor de não tocar nem com um dedo nesta barbearia, ok? Ela é património nacional!!!
28/03/2012
24/11/2011
Ainda a propósito da Barbearia Camposs
É ESCANDALOSO como após todos os gabinetes, agências e fundos que tem havido para o Chiado, depois de "n" vistorias, depois de "n" intimações da CML ao proprietário do imóvel, depois de "n" intervenções em sessões públicas de CML por parte do único inquilino (para além da barbearia, claro) pedindo para a CML agir, depois de "n" semi-derrocadas do... telhado e de elementos da fachada a tardoz, depois de, inclusivamente, o proprietário ter apresentado um projecto de obras de conservação da fachada principal (proc.315/EDI/2009), que se revelou falso, uma vez que sóteve como consequência a colocação de um andaime para publicidade ... depois de tudo isso .. é INACREDITÁVEL como tudo está na mesma. UMA VERGONHA!
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23/11/2011
125 anos de tesoura em riste a cortar cabelos
In Diário de Notícias (23/11/2011)
Por Inês Banha
«Barbearia Campos, das mais antigas do País, festejou data com descerrar de placa
É com um brilho no olhar que Joaquim Morais recorda o turista alemão que, depois de pela primeira vez ter cortado o cabelo na Barbearia Campos, prometeu voltar daí a um ano a Lisboa e ao estabelecimento do Largo do Chiado. Funcionário há dez anos na "casa" que ontem festejou 125 anos, já se habituou a atender personalidades de várias áreas... e estrangeiros que não querem perder a oportunidade de experimentar os serviços de um local que já surge na maioria dos roteiros turísticos. Mas que nem por isso deixa de estar ameaçado pela degradação do prédio onde se situa.
"Este é o único edifício do Largo do Chiado que ainda não foi recuperado" lamentou ontem, na cerimónia do descerrar da placa comemorativa da efeméride, José Sá Chaves, lembrando as infiltrações que obrigaram a gestão da Barbearia Campos a optar, há poucos anos, por recuperar o estabelecimento fundado em 1886. A esperança do representante dos herdeiros do fundador é que o esforço feito a título particular tenha agora correspondência na acção da câmara, nomeadamente através da criação de regulamentos que protejam as lojas históricas.
É, aliás, no passado do estabelecimento fundado pelo avô que se refugia para justificar a importância de uma das barbearias mais antigas do País (ver entrevista na última página). Quem ontem não quis perder a cerimónia - que contou com a presença de Catarina Vaz Pinto, vereadora da Cultura da autarquia da capital - comprova.
"Mantém-se igual", avalia Fernando Magalhães, da Associação Portuguesa de Barbearias, Cabeleireiros e Institutos de Beleza de Portugal, que conhece o espaço há mais de 40 anos - quando os homens cortavam o cabelo apenas nos barbeiros e os cabeleireiros estavam reservados às mulheres.
Hoje já não é assim. "Continuam a ser principalmente homens, mas temos algumas senhoras", conta Joaquim Morais. Os clientes, esses, são como se fossem amigos: "Contam-nos segredos que não contam às mulheres."
Foto de Luís Pavão
(Revista do Governo Civil de Lisboa/Set.09)
...
«"Conservamos a barbearia como um dever cívico"
- É hoje [ontem] descerrada a placa de comemoração dos 125 anos da Barbearia Campos, uma das mais antigas do País. Tinha noção de que tinham esse estatuto?
- Tínhamos efectivamente ideia. Temos essa informação pela associação que representa os estabelecimentos e casas deste ramo. O documento que nos esclarecia sobre a data em que a barbearia foi fundada, e que temos em exposição, é a apólice do seguro, que diz que foi fundada em 1886. E é esse documento que usamos para definir a idade.
- É o representante dos herdeiros do fundador. Isso significa que o estabetecimento esteve sempre nas mãos da sua família?
- O estabelecimento foi fundado pelo meu avô [José Augusto de Campos], que certamente era da arte [da barbearia]. E que em conjunto com o sócio o abriu em 1886. Só a apartir de 1910 é que ficou definitivamente nas suas mãos.
- Trabalha nesta barbearia? Tem alguma memória de quando era criança?
- Quando ele morreu, em 1922, foi um funcionário [Artur Ribeiro dos Santos] que ficou a tomar conta da casa e que acabou por casar com uma filha do fundador e estar à frente da casa durante 52 anos. A barbearia tem estado na família, mas nenhum de nós está ligado à profissão, à arte do barbeiro. Eu, por exemplo, sou professor. Conservamos a barbearia como um dever cívico.
- Porque é que o fazem?
- Trata-se de um estabelecimento cultural, por onde passaram, ao longo da sua história - pode ver ali [no expositor] - muitas personalidades da cultura, da política, das artes. E continuam a vir. É um espaço que consideramos ser um local de troca de culturas e de conversa entre as pessoas que aqui vêm e os próprios funcionários. A forma como se relacionam cria um espírito muito próprio.
- Continuam então a ter muitos clientes?
- Hoje em dia, continuamos a ter muita clientela. Nós queremos que, para além de ser uma barbearia, isto seja um local de cultura. Procuramos inclusivamente fazer um atendimento personalizado, o que já não se encontra em muitos sítios.
- É esse o vosso segredo para estarem a comemorar 125 anos de história?
- Sim, é um dos segredos. E, a par de nos virarmos para o futuro, conservamos a parte histórica, com um acervo museológico.
- Acredita que vão conseguir manter-se abertos durante mais quantos anos?
- Dependerá muito do apoio que a Câmara de Lisboa dirigir às lojas históricas, porque as lojas históricas vivem uma situação que não é das mais favoráveis. Dependerá do apoio não económico mas à conservação.
- Economicamente conseguem sobreviver? Necessitam apenas de apoio à conservação?
- Economicamente conseguimos. Não podemos é lutar contra os interesses da especulação imobiliária. Se decidirem deitar o prédio abaixo para construir, não sei... não digo um banco porque estão todos falidos (risos).
- Um hotel, por exemplo?
- Sim, por exemplo. O hotel é útil, mas perde-se um espaço histórico. A câmara deveria proteger os espaços históricos, nomeadamente através de regulamentos.»
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30/05/2011
30/11/2009
PERIGO na Rua da Misericórdia
ATENÇÃO ao mau estado de conservação das caixilharias na Igreja dos Italianos no Chiado! Alguns dos vãos, nomeadamente da fachada lateral na Rua da Misericórdia, constituem um perigo para as milhares de pessoas que circulam diariamente no passeio. Numa das caixilharias podemos observar um vidro em processo de deslizamento. Em caso de queda sobre a via pública poderá provocar um acidente muito grave. O Departamento de Reabilitação e Conservação Urbana da CML já foi alertado para este problema.
19/11/2009
05/11/2009
QUIOSQUE VOMITANDO PUBLICIDADE
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