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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Roupas estão sexualizando meninas cedo demais

Modelo sexualizado
Será que os fabricantes de roupas estão ajudando a transformar meninas em objetos sexuais?
A resposta é sim, segundo Samantha Goodin e Sarah Murnen, da Universidade Kenyon, nos Estados Unidos.
Segundo o estudo, até 30 por cento das roupas para meninas, disponíveis online nos EUA, é "sexy" ou "sexualizante".
Para as pesquisadoras, isso tem sérias implicações para como as meninas avaliam a si mesmas segundo um modelo sexualizado de atratividade física feminina.
Isto as leva a enfrentar a questão da identidade sexual em uma idade muito jovem.
Teoria da objetificação
Segundo a "teoria da objetificação" - ou reificação -, as mulheres das culturas ocidentais são amplamente retratadas e tratadas como objetos do olhar masculino.
Isto leva ao desenvolvimento da auto-objetificação, um processo por meio do qual meninas e mulheres internalizam estas mensagens e veem os seus próprios corpos como objetos a serem avaliados de acordo com normas estreitas - muitas vezes sexualizadas - de atratividade.
Tendo em conta os efeitos negativos da auto-objetificação, como a insatisfação corporal, depressão, baixa confiança e baixa auto-estima, Goodin e suas colegas examinaram o papel das roupas das meninas como uma possível influência social que pode contribuir para a auto-objetificação das garotas pré-adolescentes.
Roupas sexualizantes
Elas examinaram a frequência e a natureza das roupas "sexualizantes" para meninas (crianças não adolescentes) disponíveis nos sites de 15 lojas populares dos EUA.
A "roupa sexualizante" revela ou enfatiza uma parte sexualizada do corpo, tem características associadas à sensualidade e/ou carrega expressões ou palavras de apelo sexual.
Dos 5.666 itens de vestuário estudados, 69% tinham somente características infantis.
Dos restantes 31 por cento, 4% tinham somente características sexualizadas, 25% tinham dois recursos de sexualização e 4% não tinham nem elementos sexualizados e nem infantis.
Sexualização
A sexualização ocorreu mais frequentemente nos itens que destacam uma parte do corpo sexualizado, tais como camisas e vestidos que foram cortados de forma a criar a aparência dos seios, ou bolsos das calças excessivamente enfeitados, chamando a atenção para as nádegas.
O tipo de loja também esteve associada ao grau de sexualização - as lojas voltadas para os pré-adolescente são mais propensas a terem roupas sexualizadas do que as lojas de produtos infantis.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Europa e a sexualidade nos países sub-desenvolvidos.

Dra. Susan Yoshihara e Dr. Terrence McKeegan
NOVA IORQUE, EUA, 5 de agosto de 2010 (C-FAM /Notícias Pró-Família) — Na semana passada, o Reino Unido (RU) anunciou uma nova iniciativa de saúde materna com um “foco inédito em planejamento familiar” para os países em desenvolvimento. O plano inclui a promoção do aborto e de “direitos” sexuais para crianças.
Andrew Mitchell, diretor do Ministério do Desenvolvimento Internacional (MDI) do RU, apresentou o plano chamado “Escolhas para as Mulheres — Gravidezes Desejadas, Nascimentos Seguros” num fórum de consulta pública feito pelo MDI, onde participaram especialistas em desenvolvimento, profissionais de saúde e o público geral.
Mitchell disse: “O governo britânico deverá colocar o planejamento familiar como ponto central de sua abordagem para a saúde das mulheres nos países em desenvolvimento”. O “MDI agora terá um foco inédito no planejamento familiar que será permanentemente integrado em todos os nossos programas para outros países”.
As primeiras duas das três propostas principais detalhadas na inciativa do RU são “acesso muito maior ao planejamento familiar” e “tratando do aborto inseguro”. Somente a terceira proposta da lista, “Tornando o nascimento seguro”, inclui planos para lidar com as causas fundamentais da mortalidade materna, que são hemorragia e sepsia, complicações de hipertensão e outros problemas médicos.
A abordagem de “prioridade para o planejamento familiar” para a saúde materna, que é promovida pelos principais fornecedores de aborto do mundo e certas equipes das ONU, vem sendo criticada recentemente com a publicação de dados pioneiros.
A prestigiosa revista médica britânica, The Lancet, publicou um estudo em abril que refutou os dados de “consenso” da ONU que promoviam o planejamento familiar e o aborto como modos de reduzir a mortalidade materna. O novo estudo não mencionava planejamento familiar, em vez disso revelando que experientes atendentes médicos de parto, assistência obstétrica de emergência, melhoria da educação e circunstâncias econômicas, junto com índices declinantes de natalidade, eram responsáveis por uma queda nas mortes maternas mundiais de mais que 500.000 em 1980 para 342.900 em 2008.
Apesar da nova evidência, o plano “Escolhas para as Mulheres” reflete a abordagem ultrapassada da ONU de “prioridade de planejamento familiar” bem como atuais políticas nacionais do RU. Recentes leis britânicas têm proposto educação sexual universal começando com a idade de cinco, e a “adolescência” é comumente definida como crianças entre a idade de 10 e 14. Um currículo sexual aprovado pelo governo britânico incentiva os alunos a se envolver com “toques sexuais, falar palavrões face a face ou no telefone, até mesmo e-mails e mensagens de textos sexuais” como “aquecimento” para a relação sexual.
Nesta semana foi anunciado que mais de 1.000 meninas pré-adolescentes do RU receberam prescrições médicas de contraceptivos hormonais. Sob as leis de confidencialidade do RU, os pais não têm o direito de saber ou dar consentimento para essas prescrições.
A desacreditada abordagem de “prioridade de planejamento familiar” está também inspirando a posição da União Europeia nas negociações da redação do documento da Cúpula das Metas de Desenvolvimento do Milênio (MDM). Esse documento atualmente inclui “fazer como prioridade abrangentes serviços de planejamento familiar voluntário” e “lidar com desigualdades… com particular atenção às grandes disparidades em saúde sexual e reprodutiva, mediante iniciativas para alcançar populações que precisam dos serviços [de planejamento familiar], inclusive jovens, e financiar acesso aos serviços”.
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