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terça-feira, 13 de abril de 2021

CARTA AO PÃO, um poema de Sammis Reachers



 Carta ao Pão

 

Alimento elemental

desejado das gentes

dínamo das multidões

elo da civilização

 

casa de comer

pacto da vida

pomo trágico

fruta de sal

incenso odorofágico

bastão de vivificar

ciência arcana 

sol tostado que na mesa brilha

lua de farinha das sarjetas

granada/lâmpada de trigo

franco universal receptáculo

 

moeda da mobilidade

congregador empático,

humana prova dos nove:

em sua repartição

está a vida e a morte

a vala entre os que no Juízo

herdarão paz, dos que herdarão

famélico desespero



Do livro CARTAS E RETORNOS (2021). 

sábado, 27 de abril de 2019

Senhor, quando te vimos faminto? - Perguntarão naquele Dia



Senhor, quando te vimos faminto?

Oração luterana anônima. França, século XX.

Eu estava faminto e vocês estavam voando ao redor da lua.
Eu estava faminto e vocês me disseram que esperasse.
Eu estava faminto e vocês formaram um comitê.
Eu estava faminto e vocês mudaram de assunto.

Eu estava faminto e vocês disseram:
“Não há motivo para isso.”
Eu estava faminto
E vocês tinham a conta das armas para pagar.
Eu estava faminto e vocês me contaram:
“Agora as máquinas fazem este tipo de serviço.”
Eu estava faminto e vocês disseram:
“A lei e a ordem em primeiro lugar.”
Eu estava faminto e vocês disseram:
“Sempre existirão pessoas pobres.”
Eu estava faminto e vocês disseram:
“Meus antepassados também passaram fome.”
Eu estava faminto e vocês disseram:
“Depois dos cinquenta, você não vai encontrar emprego.”
Eu estava faminto e vocês disseram:
“Deus ajuda os necessitados.”
Eu estava faminto e vocês disseram:
“Desculpe-me, volte outro dia.”


Do livro Orações para Mil Anos, de Elizabeth Roberts e Elias Amidon (orgs.).
Via blog Poesia Evangélica

domingo, 8 de janeiro de 2012

Pobres têm mais empatia e compaixão do que ricos, afirma pesquisadora


Incapaz de ver o sofrimento
As pessoas das classes socioeconômicas mais baixas são mais sensíveis ao sofrimento de outras pessoas.
Além disso, essas pessoas são mais rápidas para expressar sua compaixão do que os mais afluentes.
Assim, as diferenças emocionais entre ricos e pobres têm uma fundamentação científica, afirmam Jennifer Stellar e seus colegas da Universidade de Berkeley (EUA).
Segundo eles, não é que os ricos não se importem com o sofrimento dos outros, é que eles não foram treinados para perceber o sofrimento dos outros.
Cultura da compaixão e da cooperação
Segundo a pesquisa, as pessoas das classes média e alta têm uma menor capacidade de detectar e responder aos sinais de estresse e dor dos outros.
No geral, o estudo indica que o status socioeconômico é diretamente correlacionado com o nível de empatia e compaixão que as pessoas demonstram em face de situações emocionalmente carregadas.
"Não é que as pessoas das classes mais altas tenham um coração gelado. Elas apenas não reconhecem as dicas e sinalizações do sofrimento porque elas não tiveram que lidar com muitos obstáculos em suas vidas," propõe a Dra. Stellar.
Estas conclusões contestam estudos anteriores, que têm caracterizado as pessoas das classes mais baixas como sendo mais suscetíveis à ansiedade e à hostilidade em face da adversidade.
"Os resultados mais recentes indicam que há uma cultura da compaixão e da cooperação entre os indivíduos das classes mais baixas, que pode surgir das ameaças que elas enfrentam ao seu bem-estar," confirma Stellar.
Cooperação versus competição
Os pesquisadores salientam o fato de que seu estudo está sendo publicado em um momento de tensão entre as classes mais baixas e as classes mais ricas, como expresso no movimento de ocupação dos grandes centros financeiros.
Em vez de aumentar essa divisão entre as classes, Stellar afirma que espera que o estudo promova o entendimento entre as diversas classes.
Por exemplo, diz ela, os resultados sugerem que as pessoas de baixo status socioeconômico podem se sair melhor em ambientes cooperativos do que os mais ricos.
"Os indivíduos das classes mais altas parecem ser mais focados em si mesmos [do que na coletividade]. Eles parecem ser melhores em ambientes competitivos e individualistas," conclui a pesquisadora.

domingo, 27 de novembro de 2011

A ABRANDH comunica oferta de curso de ensino a distância


A ABRANDH (http://www.abrandh.org.br/comunica a oferta do Curso de ensino a distância: O DIREITO HUMANO À ALIMENTAÇÃO (DHAA) E O SISTEMA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL (SISAN)
VIA INTERNET:  2 MIL VAGAS
Objetivo do curso
Capacitar cerca de 2.000 atores sociais (governo e sociedade civil) que atuam no campo da Segurança Alimentar e Nutricional, buscando contribuir com a construção de competências individuais e coletivas para impulsionar a implementação do SISAN nos Estados, Distrito Federal e Municípios.
A quem se destina
Lideranças e representantes das organizações da sociedade civil, lideranças dos povos indígenas e comunidades tradicionais, membros dos Conseas e outros conselhos públicos, servidores e gestores do poder público das diferentes esferas de governo, procuradores e promotores do Ministério Público e outros atores relevantes na promoção do DHAA e na implementação do SISAN.
Prioritariamente serão oferecidas vagas para conselheiros estaduais, distritais e municipais (governo e sociedade civil) integrantes de CONSEA(s) em funcionamento.
Duração e certificado
O curso, oferecido gratuitamente, terá duração de 60 horas e será realizado em 4 meses. Para receber o certificado de conclusão é necessário cumprir todas as atividades e avaliações propostas.
Metodologia
O curso será desenvolvido em plataforma própria de ensino a distância, onde o aluno receberá todas as instruções para as atividades didáticas e de comunicação com a comunidade do curso. Durante o curso os alunos terão o auxilio de especialistas em conteúdo e de tutores para esclarecimento de dúvidas.
Conteúdo
A elaboração do conteúdo é de responsabilidade da Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos – ABRANDH. O Curso está dividido em 2 unidades:
1) A Soberania e a Segurança Alimentar e Nutricional e o Direito Humano à Alimentação Adequada e
2) Construindo competências para a implementação do SISAN.
Informações e Inscrições: http://dhaa-sisan.faroseducacional.com.br
Realização: ABRANDH – Ação Brasileira pela Nutrição e Direitos Humanos
Parceria e financiamento:
Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – SESAN
Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional – CAISAN
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome – MDS

sábado, 19 de novembro de 2011

11 Mitos sobre a Fome



Segundo o Programa Alimentar Mundial(PAM)), existem vários mitos sobre a fome no mundo. A agência da Organização das Nações Unidas (ONU) ressalta que essas afirmações refletem um conjunto de ideias equivocadas sobre o problema, suas causas e soluções. Para mudar esses conceitos, o PAM relacionou os 11 mitos mais comuns e a realidade que eles mascaram.
Mito 1: Não há comida suficiente para alimentar a população mundial.

Realidade: Existe comida suficiente no mundo de hoje para que todos possam ter a nutrição adequada para uma vida saudável e produtiva. Entretanto, é preciso que a produção e a distribuição de alimentos seja mais eficiente, sustentável e justa. Isso significa apoiar pequenos agricultores - que são maioria nos países em desenvolvimento - e assegurar que eles tenham acesso adequado aos mercados para que possam vender seus produtos.

Mito 2: Resolver o problema da fome significa garantir que as pessoas tenham o suficiente para comer.

Realidade: Fome também envolve que tipo de alimento você come. Uma boa nutrição significa ter a combinação certa de nutrientes e calorias necessárias para um desenvolvimento saudável. Isso é muito importante, principalmente para bebês, mulheres grávidas e crianças.

Mito 3: Secas e outros desastres naturais são os culpados pela fome.

Realidade: Comunidades que constroem sistemas de irrigação e de armazenamento e estradas para conecta-las ao centros comerciais melhoram suas colheitas. E então, essas pessoas conseguem sobreviver mesmo em tempos de seca. A natureza é apenas um dos fatores que influenciam a fome. A proporção das crises alimentares que tem relação com causas humanas mais que dobraram desde 1992. Conflitos muitas vezes estão no coração das piores crises alimentares do mundo atual.

Mito 4: A fome existe quando não há comida em supermercados.

Realidade: As pessoas podem passar fome mesmo quando há muita comida ao redor. Muitas vezes, o problema é uma questão de acesso: falta de condições financeiras para comprar comida ou impossibilidade de ir até os mercados locais. Uma maneira de ajudar é por meio de transferências de dinheiro ou cupons eletrônicos, que dão às pessoas a habilidade para comprar comida.

Mito 5: Todas as pessoas que passam fome vivem na África.

Realidade: No mundo, 1 bilhão de pessoas estão famintas e mais da metade vive na Ásia e no Pacífico. A fome também é um problema relevante nos Estados Unidos, onde 50 milhões de americanos enfrentam a insegurança alimentar.

Mito 6: Muitas pessoas estão famintas no meu país para eu me preocupar com a fome em outras nações.

Realidade: Uma a cada sete pessoas no mundo não tem o que comer, o que significa que uma a cada sete não pode criar, estudar ou atingir os seus potenciais. Isso afeta a todos. A fome diminui os progressos em áreas importantes que conectam nações, como a segurança.

Mito 7: Não é fácil prever a fome e não é possível se preparar para ela.

Realidade: Existem ferramentas para monitorar e prever tendências na produção alimentar, assim como para os preços dos alimentos. Por exemplo, o Sistema Antecipado de Alerta da Fome faz uma análise dos fatores meteorológicos e econômicos e avisa onde há a possibilidade das pessoas passarem fome.

Mito 8: A fome é basicamente um problema de saúde

Realidade: O problema afeta também a educação e a economia. Crianças com fome sofrem para ter um foco, aprender ou até mesmo, frequentar a escola. Sem educação, é muito mais difícil para eles crescerem e contribuirem para a economia nacional. Um estudo feito na Guatemala concluiu que meninos que receberam comida fortificada antes dos três anos de idade acabaram por receber salários 46% maiores.

Mito 9: As pessoas só ficam famintas durante emergências ou desastres

Realidade: As emergências são responsáveis por apenas oito por cento da fome mundial. Quase um bilhão de pessoas estão famintas em todo o globo. Por isso, projetos de longo prazo, como programas de refeições escolares são tão importantes.

Mito 10: Há outras questões globais mais urgentes que a fome

Realidade: Quando as populações estão famintas, as economias sofrem, as pessoas entram em conflitos e os agricultores não conseguem fazer suas plantações crescerem de forma eficaz. É preciso combater a fome para que seja possível resolver questões ambientais, econômicas e de segurança.

Mito 11: Não há nada que possamos fazer para ajudar os que passam fome

Realidade: Há muito que pode ser feito, mesmo enquanto indivíduos. Organizações como o Programa Alimentar Mundial precisa de apoio constante e esforços para sensibilizar as comunidades locais. Você pode ajudar. Comece agora: online. Encontre o PAM no Facebook e compartilhe nossos links para que sua rede de amigos conheça mais sobre a importância da fome. E encontre outras maneiras de se envolver, aqui.

FONTE: Rádio ONU
via http://www.agrosoft.org.br

domingo, 14 de novembro de 2010

Feijão com mais proteínas e que cozinha mais rápido será vendido em 2011


O Instituto Agronômico (IAC), órgão ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, desenvolveu um novo cultivar que produz um feijão 23% mais rico em proteínas e que apresenta tempo de cozimento de apenas 20 minutos, menos do que feijões comuns.


Denominado IAC Formoso, o novo feijão levou sete anos para ser desenvolvido pela equipe do pesquisador Alisson Fernando Chiorato, do Centro de Grãos e Fibras do IAC.


Segundo o IAC, o novo cultivar também oferece vantagens ao produtor. Da germinação à colheita ele se desenvolve em apenas 75 dias, 20 a menos em relação aos cultivares mais comuns na lavoura como, por exemplo, o IAC Alvorada.


De acordo com o instituto, que também desenvolveu o popular feijão carioquinha, as sementes do IAC Formoso deverão estar disponíveis para comercialização a partir de fevereiro de 2011.


“É um feijão com excelente qualidade e caldo grosso devido à liberação de sólidos solúveis totais durante o cozimento dos grãos”, disse Chiorato.


O cultivar foi desenvolvido pelo Programa de Melhoramento de Genética do Feijão, que desde a década de 1930 já lançou 40 cultivares, dos quais seis estão em uso.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

ONU anuncia erradicação da febre bovina

clubofmozambique
Chegou ao fim um esforço global para erradicar a febre bovina - uma doença que já devastou a criação de gado em África, Europa e Ásia.

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação anunciou que estava a finalizar todas as actividades de combate à doença, abrindo caminho para um anúncio oficial sobre a erradicação da febre bovina.

A Agência disse que seria a primeira vez que os humanos eliminaram por completo uma doença animal.

A febre bovina dizimou manadas em África, no século XIX, provocando uma crise de fome. 

fonte: BBC

domingo, 25 de abril de 2010

Mundo Desigual

Desigualdade Social
21 países retrocederam em seu Índice de Desenvolvimento Humano, contra apenas 4 na década anterior. Em 54 países a renda per capita é mais baixa do que em 1990. Em 34 países a expectativa de vida ao nascer diminuiu, em 21 há mais gente passando fome e em 14 há mais crianças morrendo antes dos cinco anos;
No Brasil, 10% brasileiros mais pobres recebem 0,9% da renda do país, enquanto os 10% mais ricos ficam com 47,2%. Segundo a Unicef, 6 milhões de crianças (10% do total) estão em condições de “severa degradação das condições humanas básicas, incluindo alimentação, água limpa, condições sanitárias, saúde, habitação, educação e informação”.
A pesquisa ainda mostra que 15% das crianças brasileiras vivem sem condições sanitárias básicas. As áreas rurais do Brasil concentram a maioria das crianças carentes, com 27,5% delas vivendo em “absoluta pobreza”.
Segundo a OIT, os dados de trabalhadores domésticos infantis é espantoso: no Peru, 110 mil; no Paraguai, 40 mil; na Colômbia, 64 mil; na República Dominicana, 170 mil; apenas na Guatemala, 40 mil; no Haiti, 200 mil; e no Brasil – o campeão de trabalho doméstico na América Latina e talvez no mundo – 500 mil.
. Com 53,9 milhões de pobres, o equivalente a 31,7% da população, o Brasil aparece em penúltimo lugar em termos de distribuição de renda numa lista de 130 países. É o que mostra estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, divulga hoje em Brasília.
Das 55 milhões de crianças de 10 a 15 anos no Brasil, 40% estão desnutridas. 1,5 milhão entre 7 e 14 anos está fora da escola. A cada ano, 2,8 milhões de crianças abandonam o ensino fundamental. Das que concluem a 4ª série, 52% não sabem ler nem escrever.
Mais de 27 milhões de crianças vivem abaixo da linha da pobreza no Brasil, e fazem parte de famílias que têm renda mensal de até meio salário mínimo. Aproximadamente 33,5% de brasileiros vivem nessas c ondições econômicas no país, e destes, 45% são crianças que têm três vezes mais possibilidade de morrer antes dos cinco anos.
A cada 12 minutos, uma pessoa é assassinada no Brasil. Por ano, são registrados 45 mil homicídios no País. No entanto, a probabilidade de um assassino ser condenado e cumprir pena até o fim no Brasil é de apenas 1%.
O Brasil é, segundo a ONU, o país onde mais se mata com armas de fogo. Todos os anos são mortos 40 mil brasileiros;
1,9% do PIB brasileiro é consumido no tratamento de vítimas da violência;
A Aids já deixou mais de 11 milhões de órfãos na África; o devastador avanço desta doença fará com que, em 2010, pelo menos 40 milhões de menores em todo o continente tenham perdido pelo menos um de seus pais, segundo a UNICEF. < SPAN class=status-content>A cada minuto, uma criança morre de AIDS.
Mais de 1,1 bilhão de pessoas não têm acesso à água potável no planeta, segundo dados da ONU. Outros 2.4 bilhões não têm saneamento básico. A combinação do dois índices é apontada com a causa de pelo menos 3 milhões de mortes todo ano. Um europeu consome em média entre 300 e 400 litros diariamente, um americano mais de 600 litros, enquanto um africano tem acesso a 20 ou 30 litros diários.
Um em cada seis habitantes da Terra não tem água potável para beber e dois em cada cinco não dispõem de acesso a saneamento básico.
Até 2050, quando 9,3 bilhões de pessoas devem habitar a Terra, entre 2 bilhões e 7 bilhões de pessoas não terão acesso à água de qualidade.
A fome no mundo, depois de recuar na primeira metade dos anos 90, voltou a crescer e já atinge cerca de 850 milhões de pessoas. A cada ano, entram nesse grupo mais 5 milhões de famintos.
A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima que 160 mil pessoas estão morrendo por causa do aquecimento global, número que poderia dobrar até 2020 - contabilizando-se catástrofes naturais e doenças relacionadas a elas.
Além da morte, a desnutrição crônica também provoca a diminuição da visão, a apatia, a atrofia do crescimento e aumenta consideravelmente a susceptibil idade às doenças. As pessoas que sofrem de desnutrição grave ficam incapacitadas de funções até mesmo a um nível mais básico.
Muitas vezes, são necessários apenas alguns recursos simples para que os povos empobrecidos tenham capacidade de produzir alimentos de modo a se tornarem auto-suficientes. Estes recursos incluem sementes de boa qualidade, ferramentas adequadas e o acesso a água. Pequenas melhorias nas técnicas de cultivo e nos métodos de armazenamento de alimentos também são úteis..
Muitos peritos nas questões da fome acreditam que, fundamentalmente, a melhor maneira de reduzir a fome é através da educação. As pessoas instruídas têm uma maior capacidade para sair deste ciclo de pobreza que provoca a fome.
Fontes: Documentos internacionais, principalmente da ONU, UNICEF, OMS, FAO e UNAIDS.

Por: Marcio Demari / Diretor Presidente do Planeta Voluntários - Brasil

Fonte: http://www.planetavoluntarios.com.br/
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