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sábado, 30 de setembro de 2023

Livro reúne 600 citações e poemas sobre os livros e a importância da leitura

 

O livro é a porta para o que é o homem, o que é humano. É o testemunho máximo de nossa história e evolução, raízes e anseios – e nosso alcance. Faltam-nos palavras para descrever o livro. Bem, este é justamente um dos motivos deste livro sobre o livro (e sobre a leitura): coligir reflexões as mais diversas sobre o nosso amigo de todas as horas, bem como sobre o prazer que a leitura proporciona, oriundas de autores, tempos e culturas os mais variados.

A reflexão sobre o livro e o incessante e multiforme incentivo à leitura precisam estar na base, no “chão” da cultura, para que o edifício se erga e sustenha. Afinal, o livro é o objeto cultural elementar.

Pais e educadores, leitores e escritores, livreiros, editores, políticos, jornalistas – profissionais e amantes do livro e qualquer um preocupado com os destinos da educação e do próprio país encontrarão aqui um ferramental de boa e urgente reflexão. “Munições” (frases e também poemas) para lembrarmos, celebrarmos e promovermos a cada dia mais a Sua Excelência, o Livro.

O livro impresso está disponível no site da Editora UICLAP. Confira: https://loja.uiclap.com/titulo/ua39713/

Formato: 14x21; 112 páginas.


Este livro impresso é uma edição ampliada do e-book "O Livro e o prazer da leitura em 400 citações", disponível na Amazon.


sábado, 17 de agosto de 2019

Rachel Carson, urgente

Dorrit Harazim - O Globo
O fazendeiro americano Ezra Taft Benson serviu ao presidente Dwight Eisenhower como secretário da Agricultura ao longo de oito anos (1953-61), antes de tornar-se influente profeta da Igreja Mórmon. É dele uma pergunta que encapsula os preconceitos culturais, a ignorância científica e os interesses que predominavam no pós-Segunda Guerra Mundial: “Por que uma mulher solteira, sem filhos, está tão preocupada com a genética?”, quis saber. Ou melhor, nem quis saber, pois ele mesmo forneceu a resposta: essa mulher era comunista. Teria dito mais se soubesse, à época, que a personagem, mesmo não sendo comunista, manteve até o final da vida uma extraordinária amizade amorosa com outra mulher.
Taft Benson referia-se a Rachel Carson, autora de “Primavera silenciosa”, o seminal livro que desarrumou para melhor as até então inexistentes políticas ambientais nos Estados Unidos e obrigou o mundo a despertar para a frágil interconectividade da vida no planeta. Obra-libelo para que se investigue e regulamente o uso de pesticidas, o livro serviu de referência para a criação da primeira agencia federal de proteção do meio ambiente (EPA, na sigla em inglês), da aprovação da Lei do Ar Puro (1963), Áreas Selvagens (1964), Água Limpa (1972), Espécies em Extinção (1973), e despertou a consciência ambiental moderna.

Nascida em família rural da Pensilvânia e bolsista na universidade Johns Hopkins, a bióloga Carson não teve recursos para concluir seu doutorado em Zoologia e Genética. Mesmo assim, com “Primavera silenciosa”, produziu a reportagem investigativa de maior relevância (e clareza) do século 20. Publicado mais de meio século atrás, o clássico demonstra com rigor científico e prosa emocionante que pesticidas não apenas envenenam insetos e ervas daninhas, como desencadeiam uma cascata de mutações destruidoras da vida no planeta.
Carson não era radical, não pregava a proibição pura e simples de pesticidas químicos, apenas apontou para a necessidade de aprofundar o conhecimento de seus elementos e para as consequências de uma ciência não assentada em moralidade.
Ainda assim, a autora foi alvo de brutal campanha de descrédito por parte de setores do governo, da indústria química e do agronegócio da época. Até mesmo a editora Houghton Mifflin, responsável pela publicação do livro em 1962, recebeu intimidações jurídicas de peso.
Por que lembrar agora dessa luminosa personagem que morreu com o corpo em metástase pouco depois de concluir sua obra? Porque seus detratores de outrora pipocam em estranhas reencarnações. Vem à mente, de imediato, a recente foto de Carlos Bolsonaro, filho do presidente do Brasil, empunhando um exemplar de “Psicose ambientalista: Os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma religião igualitária e anticristã”, de Dom Bertrand de Orléans e Bragança. O título- spoiler, que torna desnecessário descrever o conteúdo da obra, parece ter inspirado também o pai de Carlos a denunciar a existência de uma “psicose ambientalista” contra o Brasil por parte de países como Alemanha e França.
Vem à mente também o jornalista alemão Henrik Böhme, da Deutsche Welle, que considera o Gabinete do Clima criado pela chanceler Angela Merkel como um “gabinete de horrores”, e vê por trás da política de defesa ambiental um ataque subterrâneo ao sistema econômico capitalista. Na mesma linha está o site americano Fabius Maximus, onde se lê que “a esquerda incita à histeria climática para obter ganho político” e que a adolescente sueca Greta Thunberg, “ícone do apocalipse climático”, só existe como resultado de cuidadoso trabalho de mídia alimentado por grupos de interesse. Vem à mente, é claro, nosso ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, para quem a Amazônia surfa em “desmatamento zero”. E também o general da reserva Augusto Heleno, que do seu gabinete brasiliense de Segurança Institucional descarta como “manipulados” dados computados pela tecnologia de ponta do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.
Por tudo isso, mesmo para quem já leu “O fim da natureza”, de Bill McKibben, assistiu a “Uma verdade inconveniente”, de Al Gore, aguarda a vinda à Flip do jornalista David Wallace-Wells, autor de “A Terra inabitável”, e gostou do alerta sobre biocídio em “A sexta extinção: Uma história não natural”, de Elizabeth Kolbert, vale empreender um retorno ao futuro com Rachel Carson.
Ela merece. Nós também. Até para lembrar que conhecimento consiste na procura da verdade, não na busca da certeza.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

O Livro e o Prazer da Leitura em 400 Citações


O livro é a porta para o que é o homem, o que é humano. É o testemunho máximo de nossa história e evolução, raízes e anseios – e nosso alcance. Faltam-nos palavras para descrever o livro. Bem, este é justamente um dos motivos desse livro sobre o livro (e sobre a leitura): coligir reflexões as mais diversas sobre o nosso amigo de todas as horas, bem como sobre o prazer que a leitura proporciona, oriundas de autores, tempos e culturas os mais variados.
A reflexão sobre o livro e o incessante e multiforme incentivo à leitura precisam estar na base, no “chão” da cultura, para que o edifício se erga e sustenha. Afinal, o livro é o objeto cultural elementar.
Pais e educadores, leitores e escritores, livreiros, editores, políticos, jornalistas – profissionais e amantes do livro e qualquer um preocupado com os destinos da educação e do próprio país encontrarão aqui um ferramental de boa e urgente reflexão. “Munições” para lembrarmos, celebrarmos e promovermos a cada dia mais a Sua Excelência, o Livro.

Sammis Reachers

O livro encontra-se à venda apenas pela livraria AMAZON. Você pode adquirir o seu clicando AQUI.

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

ÁRVORE Uma Antologia Poética - Livro gratuito



        O termo grego ανθολογία (antologia), significa “coleção ou ramalhete de flores”. Daí o latim florilegium. O termo florilégio encaixa-se bem ao presente trabalho, onde procurou-se coligir poemas sobre a árvore, esse centro e pilar da hera.
        E foi sorvendo de outas antologias, e ainda de livros individuais, revistas e websites, que coligimos aqui este singelo ramalhete de poemas sobre a árvore. Adicionamos ao volume uma pequena seleção de frases sobre o tema, e, em arremate, publicamos o texto integral (vertida sua grafia ao português hodierno) do poema A Destruição das Florestas, do múltiplo Manuel de Araújo Porto-Alegre (1806 – 1879). O poema, que veio à luz em 1845, é um significativo e precoce exemplo de consciência ambiental em nossa literatura.
        Uma antologia temática é uma chance sempre de a poesia penetrar em espaços outros que não os estritamente circunscritos aos apreciadores de poesia. Como antologista, confesso que prefiro, por motivos óbvios, trabalhar com temas ainda não contemplados, os quais infelizmente são muitos em nossa língua. Já assim fizemos em trabalhos como Segunda Guerra Mundial – Uma Antologia PoéticaBreve Antologia da Poesia Cristã Universal e Amor, Esperança e Fé – Uma Antologia de Citações, só para citar alguns trabalhos. Assim, qual a vantagem (ou vantagens) de debruçarmo-nos, agora, sobre uma outra antologia da árvore, já que nossa literatura possui obras neste viés? Acreditamos em algumas. A primeira, é de ordem da amplitude espaço-temporal: a coleta de um número significativo de textos, abarcando autores, se em sua maioria brasileiros ou lusos, também de outras literaturas do globo, e alguns deles de produção posterior às seletas precedentes; a segunda, por suprimento de lacuna, visto que os predecessores são livros esgotados já de há boas décadas; e, por fim, nossa motivação principal: a democratização do conhecimento proporcionada por um livro que já nasce eletrônico e gratuito, o que permite um acesso fácil, amplo e permanente ao seu conteúdo. Afinal, em tempos em que “Meio Ambiente” alcançou o status de tema transversal a perpassar o ensino de todas as disciplinas escolares, auxiliar educadores em seu esforço para incutir o reconhecimento e a valorização deste ser áulico e basilar da Natureza, a árvore, naqueles corações sob sua jurisdição, torna-se nosso objetivo mais urgente.
        Além do elogio da árvore, presta-se aqui uma homenagem a nossos poetas de agora e de ontem, e de certa forma um serviço à literatura lusófona, pois toda antologia literária é antes de tudo isso - um serviço prestado a uma literatura e ao universo de seus usuários.
        Este é um livro gratuito. Como amante das árvores e da literatura, como professor e como antologista, é um prazer ofertar este livro a todos, com votos de que ele possa ser compartilhado livremente, para que alcance os fins a que se propõe.
                               
Sammis Reachers

Para baixar o livro (224 págs., em formato PDF) pelo Google Drive, CLIQUE AQUI.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Dinâmicas e quebra-gelos para o ensino de valores missionários em livro gratuito


      Dinâmicas e quebra-gelos para promover a visão missionária em sua igreja, grupo e família.
    Do termo grego dynamis (ou dunamis), que significa “força” ou “poder”, derivamos, dentre outras, a nossa palavra dinâmica.
      O surgimento das chamadas dinâmicas de grupo deu-se em 1914, através do trabalho do cientista comportamental alemão Kurt Lewin.
      As dinâmicas têm sido usadas com sucesso como método geral de auto-conhecimento e interação entre grupos (daí o título de uma de suas variantes, “quebra-gelo”), no treinamento de equipes, atividade pedagógica complementar por profissionais do ensino e ainda em processos de recrutamento e seleção profissional.
      Além de promover uma maior comunhão e interação entre seu grupo, as dinâmicas são excelentes instrumentos de aprendizagem, tanto de conhecimentos quanto de valores morais, além, é claro, do valor lúdico proporcionado pelo clima de brincadeira ou diversão inerentes ao método.
      Procurei neste pequeno livro reunir uma série de dinâmicas e atividades focadas na promoção de valores missionários; atividades que visam o despertamento dos participantes sobre diversos aspectos referentes àquela que é a missão fundamental da igreja na Terra, e motivo único dela, a Igreja, permanecer aqui: Levar o Evangelho de Cristo a todos os homens, cumprir a ordem final de Cristo que conhecemos como a Grande Comissão: “E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém!” (Mt 28:18-20).
      Esta obra reúne textos de diversos autores, aqui diretamente transcritos, assim como textos que escrevi, e outros, a grande maioria, que adaptei, ou seja: valendo-me de uma dinâmica já existente, voltada para outra temática, adaptei-a mudando seu foco para o objetivo aqui proposto. No entanto, nada impede que você, fazendo o movimento oposto, adapte tais dinâmicas para outros propósitos conforme as suas necessidades.
      Este é um livro GRATUITO, que se insere no escopo de outros livros e recursos abarcando gêneros variados (teatro, poesia, frases, jogos e passatempos, imagens etc.) que temos produzido ao longo dos anos para auxiliar a Igreja em seu despertamento evangelístico e missionário. Solicitamos que você compartilhe este recurso (sempre gratuitamente) com outros cristãos, igrejas e órgãos cristãos de seu conhecimento, para que muitos sejam abençoados.

Sammis Reachers

PARA BAIXAR O LIVRO (FORMATO PDF) PELO SITE GOOGLE DRIVE, CLIQUE AQUI.

Caso não consiga realizar o download, solicite o envio por e-mail, escrevendo para:  sreachers@gmail.com

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Reunidas em livro gratuito, algumas das melhores reflexões e definições sobre Educação de todos os tempos


"Todo o propósito da Educação é transformar espelhos em janelas."
Sidney J. Harris

No e-book A Educação em 365 Frases, reunimos esta e (mais de) 365 outras frases sobre este tema capital para o homem, a Educação.
Indo dos primórdios gregos até grandes pensadores e educadores ainda em atividade, um verdadeiro tesouro de definições e reflexões se oferecem ao leitor, numa obra singular em nossa bibliografia, que visa graciosamente auxiliar a educadores de toda espécie, e ainda estudantes e todo aquele interessado no tema.

Para baixar o arquivo (pdf) pelo Google Drive, CLIQUE AQUI.
Para baixar o arquivo (pdf) pelo Scribd, CLIQUE AQUI.
Para baixar o arquivo (pdf) pelo SlideShare, CLIQUE AQUI.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Água da Vida, poema de Lothar Carlos Hoch

Água da Vida

Água, fonte da vida,
Sobre ti já pairava
O Espírito de Deus
No ato da criação
Em teu seio
Fomos tecidos
De forma maravilhosa
No ventre de nossa mãe
A cada dia nós, viventes,
Saciamos nossa sede
Nos mananciais de água viva
Que continuam a jorrar do chão
Por isso, Senhor, como teus cúmplices
No cuidado da criação,
Dá que cumpramos fielmente
Essa sagrada vocação
Afim de que todos juntos
Em alegria e gratidão
Entoemos a sinfonia da vida
Em palavra e ação
Por fim, Senhor, em tua graça,
Conduze-nos às fontes da água viva
Para que, imersos em teu Espírito,
Jamais voltemos a ter sede!

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Cartazes contra álcool, drogas e cigarro para imprimir


Elaboramos uma série de seis cartazes simples, em tamanho A4 e preto-e-branco, com mensagens de combate ao uso de drogas, álcool e cigarro. Para tal, valemo-nos tanto da criação 'pura' como da adaptação de materiais/mensagens já disponíveis na internet, como a mensagem sobre o álcool solvente, ou o cartaz da caveira formada por drogas, que é um cartaz do artista americano Jude Landry, e que nós traduzimos. São materiais ideais para você imprimir e tirar cópias, e espalhar por sua comunidade, e em murais de escolas, faculdades, empresas etc.
Outra dica: note que os cartazes sobre álcool e cigarro possuem dois modelos de cada um: em um está inserida uma pequena mensagem evangelística, e no outro não, para que ele possa ser veiculado em locais onde é proibida ou mal recebida a mensagem religiosa.
O arquivo com os cartazes está em formato PDF.


Para baixar o arquivo pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.
Para baixar o arquivo pelo site 4Shared, CLIQUE AQUI.
Para baixar (ou visualizar online) pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.



Caso não consiga realizar o download, por favor solicite-me o envio por e-mail: sreachers@gmail.com

sábado, 19 de julho de 2014

Como Evitar as Drogas — princípios para pais e educadores: livro gratuito


O segundo livro digital (e-book) da série “Um Livro, Uma Causa” acaba de sair do forno. E é grátis. Trata-se do livro publicado pela Editora Ultimato em parceria com Eirene do Brasil, Drogas: Como Evitar — princípios para pais e educadores. A série “Um livro, Uma Causa”, iniciada com o lançamento de Teologia Bíblica da Criação, é um projeto da Editora Ultimato que celebra o conteúdo bíblico e os diferentes campos de ação ministerial e engajamento da igreja. Com o lançamento da série “Um Livro, Uma Causa”Ultimato coloca a disposição dos leitores um instrumento para a criação e o desenvolvimento de grupos de trabalho e reflexão, bem como divide com a igreja sua prática e vocação editorial, relacionadas a meio ambiente, criança em vulnerabilidade social, arte, presidiários, unidade da igreja, evangelização transparoquial, ação social, missão integral, entre outras. Acesse Drogas: Como Evitar, baixe o seu livro e espalhe essa boa notícia.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Ministério do Meio Ambiente lança oito cursos a distância para formar 10 mil pessoas

Créditos: Martim Garcia/MMA
Clique na imagem para vê-la no seu tamanho original.
Ministério do Meio Ambiente (MMA) vai promover, em 2014, oito cursos a distância sobre cidadania e sustentabilidade socioambiental. A previsão é formar 10 mil pessoas até dezembro deste ano. Os cursos serão realizados por meio da plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). O objetivo é ampliar o acesso de diversos públicos interessados nos processos de formação e capacitação desenvolvidos pelo MMA.
O diretor de Educação Ambiental, Nilo Diniz, explica que o MMA e suas entidades vinculadas procuram, na atualidade, articular e potencializar a capacidade institucional de formação e capacitação, ampliando a base social da política ambiental no país. "Este é o propósito desses cursos, que, por meio de uma nova plataforma virtual e de metodologias específicas, se somam a outras formações presenciais em andamento, bem como a processos participativos, como os conselhos e as conferências nacionais de meio ambiente, tanto a versão adulto, quanto a versão infanto-juvenil", enfatiza.

Em julho, serão realizados dois cursos. O primeiro aborda questões que visam qualificar e reduzir o consumo infantil. O curso "Criança e Consumo Sustentável" tem como público-alvo as mães e os pais. Serão 20 horas de curso para duas mil vagas. O curso "Estilo de Vida Sustentável" tem como objetivo trabalhar uma nova perspectiva de qualidade de vida com base em padrões sustentáveis. São duas mil vagas para qualquer pessoa interessada no tema. O curso tem carga de 20 horas.

Temas prioritários

De agosto a dezembro, será realizado o curso "Formação de agentes populares de educação ambiental na agricultura familiar", com duas mil vagas. O objetivo é colaborar com a formação de lideranças do campo e técnicos de instituições que atuam com educação ambiental e agricultura familiar. O curso visa auxiliar no desenvolvimento de processos formativos e de mobilização nos territórios em favor da regularização ambiental, da adoção de práticas agroecológicas e sustentáveis e do enfrentamento de questões e conflitos socioambientais.

A iniciativa é destinada aos agentes de assistência técnica e extensão rural (Ater), lideranças de movimentos, sindicatos, associações, técnicos de organizações não governamentais (ONG), pastorais, prefeituras, órgãos públicos, empresas, professores, jovens, ambientalistas, animadores culturais. O curso compreende 120 horas de aula.

"Apoio à implantação do Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar (PEAAF) nos Territórios" é o tema da quarta capacitação, que busca refletir sobre questões relacionadas à temática socioambiental no campo. Podem participar gestores públicos estaduais e municipais e representantes de instituições que atuam com educação ambiental e agricultura familiar. Será ministrado de setembro a novembro, com 60 horas de duração e 300 vagas disponíveis.

Ampliação de conhecimentos

O curso que aborda as estratégias de implantação do programa Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P), destinado aos gestores de órgãos governamentais, acontecerá de agosto a setembro. Serão disponibilizadas duas mil vagas e o curso durará 20 horas. Igualdade de Gênero e Sustentabilidade" é o tema da sexta capacitação, aberta a todos os interessados. Ocorrerá de setembro a outubro, com mil vagas e 20 horas de duração.

Também será realizado um curso de formação de conteúdistas em educação a distância. A proposta é realizar a formação técnica sobre estratégias e metodologias de desenvolvimento de conteúdos na linguagem à distância. O curso é destinado aos servidores do MMA e das unidades vinculadas, além de representantes de instituições que atuam com ensino a distância. Será ministrado de outubro a novembro, com 20 horas de duração e 500 vagas disponíveis.

O último curso tem o intuito de apresentar as etapas necessárias para elaboração dos Planos Municipais de Resíduos Sólidos para os gestores públicos municipais. Será realizado em novembro, com 200 vagas e 20 horas de duração.

Confira a lista dos cursos até dezembro:

1. Criança e Consumo Sustentável: julho, 20 horas, 2 mil vagas.

2. Estilo de Vida Sustentáveis: julho, 20 horas, 2 mil vagas.

3. Formação de agentes populares de educação ambiental na agricultura familiar: agosto a dezembro, 120 horas, 2 mil vagas.

4. Apoio à implantação do Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar nos Territórios: setembro a novembro, 60 horas, 300 vagas.

5. Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P): agosto a setembro, 20 horas, 2 mil vagas.

6. Igualdade de Gênero e Sustentabilidade: setembro a outubro, 20 horas, mil vagas.

7. Formação de conteudistas em EaD: outubro a novembro, 20 horas, 500 vagas.

8. Planos Municipais de Resíduos Sólidos: novembro, 20 horas, 200 vagas. 

FONTE

Tinna Oliveira - Jornalista

terça-feira, 11 de março de 2014

Conheça o homem que 'adotou um útero' e iniciou uma revolução na Índia

Muruganantham
Muruganantham demorou anos para conseguir criar uma máquina que faz absorventes baratos
Um homem simples de uma família pobre na Índia revolucionou a saúde feminina em países de baixa renda ao inventar uma máquina que produz absorventes baratos.
Para testar o produto, ele até criou um "útero artificial", com uma bexiga e sangue de cabra. Num país extremamente conservador e supersticioso, os experimentos de Arunachalam Muruganantham para desenvolver sua invenção tiveram grande custo pessoal - ele quase perdeu sua mulher, sua mãe e chegou a ser expulso de onde vivia. Mas manteve seu senso de humor.
"Tudo começou com a minha mulher", diz. Em 1998, ele era recém-casado e seu mundo girava em torno de sua esposa, Shanthi, e sua mãe viúva. Um dia ele viu que Shanthi estava escondendo alguma coisa dele. Ficou chocado ao descobrir o que era - "trapos asquerosos" que ela usava durante a menstruação.
Quando ele perguntou por que ela não usava absorventes higiênicos, ela disse que não sobrariam recursos para comprar o leite.
Querendo impressionar sua jovem esposa, Muruganantham foi à cidade para comprar absorventes. O produto foi entregue a ele apressadamente, como se fosse contrabando. Ele o pesou em sua mão e se perguntou porque 10 gramas de algodão, que na época custava dez paise (o equivalente a menos de um centavo de real), eram vendidos por 4 rúpias (cerca de R$ 0,40) - 40 vezes mais. Ele decidiu que poderia fazer absorventes mais baratos.
Ele produziu um absorvente caseiro de algodão e deu a Shanthi, exigindo retorno imediato. Ela disse que ele teria que esperar por algum tempo - só então Muruganantham se deu conta de que a menstruação era mensal.
"Eu não posso esperar um mês para cada avaliação, vai demorar duas décadas (para aperfeiçoar o produto)!", afirmou. Ele precisava de mais voluntárias.

O tamanho do problema

Muruganantham descobriu, então, que quase nenhuma mulher nas aldeias vizinhas usava absorventes - menos de uma em cada dez. Suas descobertas foram comprovadas por uma pesquisa realizada em 2011 pela AC Nielsen, encomendada pelo governo indiano, que constatou que apenas 12% das mulheres em toda a Índia usavam o produto.
Muruganantham diz que nas áreas rurais o uso é ainda mais raro. Ele ficou chocado ao saber que as mulheres não só usavam trapos velhos, mas outras substâncias como areia, serragem, folhas e até cinzas.
As mulheres que fazem uso de panos muitas vezes sentem vergonha de secá-los ao sol, o que significa que eles não são desinfectados. Aproximadamente 70% de todas as doenças reprodutivas na Índia são causados por falta de higiene menstrual - que também pode influenciar a mortalidade materna.
Encontrar voluntárias para testar seus produtos não foi tarefa fácil. Suas irmãs se recusaram. Então, ele teve a idéia de se aproximar de mulheres estudantes na faculdade de medicina local.
Apesar dos obstáculos culturais que dificultam esse tipo de abordagem, ele conseguiu convencer 20 alunas a experimentar seus absorventes. Só que no dia em que ele foi recolher os formulários de avaliação, viu três delas respondendo às pressas. Essas opiniões não eram confiáveis, pensou.
Foi então que o inventor decidiu testar os produtos em si mesmo. "Eu me tornei o homem que usava um absorvente", diz ele .
Ele "criou um útero" fazendo alguns furos em uma bexiga de futebol e enchendo-a com sangue de cabra. Um ex-colega de classe, um açougueiro, passava em sua porta e tocava a campainha da bicicleta sempre que ele ia matar uma cabra. Muruganantham recolhia o sangue e misturava com um aditivo que recebeu de outro amigo em um banco de sangue para evitar que coagulasse muito rapidamente - mas isso não melhorava o cheiro.
Muruganantham caminhava, pedalava e corria com a bexiga de futebol debaixo de suas roupas tradicionais, constantemente bombeando sangue para testar as taxas de absorção de seu absorvente. Todo mundo pensou que tinha enlouquecido.
Muruganantham mexe em sau máquina
A máquina criada por Muruganantham é de fácil uso e manutenção
Ele costumava lavar suas roupas ensanguentadas em um poço público e toda a aldeia concluiu que ele tinha uma doença sexual. Amigos passaram a evitá-lo. "Eu tinha me tornado um pervertido", conta o inventor.
Ao mesmo tempo, sua esposa saiu de casa. "Então você vê o senso de humor de Deus", diz ele no documentário Menstrual Man ("Homem Menstruado", em tradução livre). "Eu comecei a pesquisa para minha esposa e, depois de 18 meses, ela me deixou!"
Mas ele perseverou nos seus objetivos e resolveu analisar absorventes usados. Esta idéia trazia ainda mais risco em uma comunidade tão supersticiosa. "Mesmo se eu pedir apenas um fio de cabelo de uma senhora, ela suspeitaria que eu estou fazendo alguma magia negra para hipnotizá-la", observa.
Ainda assim, ele conseguiu ajuda mais uma vez das estudantes de medicina. O problema é que sua mãe, ao vê-lo trabalhando com aquilo, ficou horrorizada, chorou e também o deixou. "Foi um problema. Eu tinha que cozinhar minha própria comida", disse.
Mais ainda estava por vir. Muruganantham teve que abandonar a cidade para evitar ser pendurado de cabeça para baixo em uma árvore por seus vizinhos que acreditavam que assim o currariam dos maus espíritos que o haviam possuído.

A descoberta

O maior mistério para ele era descobrir do que os absorventes que funcionavam com sucesso eram feitos, mas era difícil conseguir que a indústria revelasse seu segredo. Ainda assim, mandou algumas mostras para análises em laboratório, fez contato com empresas do setor e, após dois anos e três meses, descobriu que o insumo necessário era a celulose, retirado de casca de árvore.
Mas ainda havia um obstáculo - a máquina necessária para transformar este material em pastilhas custava milhares de dólares. Ele teria que criar o seu próprio.
Quatro anos e meio depois, ele conseguiu criar um método de baixo custo para a produção de absorventes. O processo envolve quatro etapas simples. Em primeiro lugar, uma máquina semelhante a um moedor de cozinha transforma a celulose dura em um material esponjoso, que é em seguida embalado em bolos retangulares com outra máquina. Os bolos são então envoltos com uma espécie de tela e desinfectados em uma unidade de tratamento ultravioleta. Todo o processo pode ser aprendido em uma hora.
O objetivo da Muruganantham era criar uma tecnologia fácil de usar. O objetivo não era apenas aumentar o uso de absorventes higiênicos, mas também para criar empregos para as mulheres na área rual - mulheres como sua mãe.
Após a morte de seu marido em um acidente de estrada, a mãe de Muruganantham teve que vender tudo que possuía e trabalhar como lavradora. Ganhava apenas US$ 1 por dia, que não era suficiente para sustentar quatro filhos. É por isso que, com 14 anos, Muruganantham deixou a escola para encontrar trabalho.
As máquinas criadas pelo inventor são deliberadamente simples e têm estrutura aberta para facilitar a manutenção pelas mulheres. Quando ele mostrou o primeiro modelo, feito basicamente de madeira, os cientistas do Instituto Indiano de Tecnologia (IIT) foram céticos.
"Como este homem vai competir com as multinacionais?", questionaram.
Mas o objetivo não era realmente competir. "Estamos criando um novo mercado", disse.
Mulheres trabalhando
A invenção criou empregos para mulheres em regiões pobres do país

Reencontro

Sem que ele soubesse , o IIT inscreveu sua máquina em uma competição por um prêmio nacional de inovação. Ele ficou em primeiro lugar, entre os 943 competidores. O inventor recebeu o prêmio do então presidente da Índia, Pratibha Patil - de repente, ele estava no centro das atenções .
"Foi a glória instantânea, mídia piscando na minha cara, tudo", lembra ele. "A ironia é que, depois de cinco anos e meio, eu recebo uma ligação - a voz rouca diz: Lembra de mim?"
Era a esposa, Shanthi. Ela não estava completamente surpresa com o sucesso de seu marido. "Toda vez que conhece algo novo, quer saber tudo a respeito", disse ela. "E então quer fazer algo que ninguém mais fez antes."
No entanto, não era fácil conviver com este tipo de ambição. Não só ela ficou chocada pelo seu interesse em tal assunto, mas ele investiu todo o seu tempo e dinheiro - na época, eles quase não tinham recursos para comer. E os problemas foram agravados pela fofoca.
"A coisa mais difícil foi quando os moradores começaram a nos tratar muito mal", contou. "Havia rumores de que ele estava tendo casos com outras mulheres e por isso estava fazendo essas coisas." Ela decidiu voltar para casa para viver com sua mãe.
Após Shanthi, a própria mãe de Muruganantham e os antigos vizinhos - que o haviam criticado – voltaram atrás.
Muruganantham poderia ficar rico patenteando sua invenção – uma máquina de fazer absorventes baratos. "Mas eu não queria, porque eu sei que nenhum ser humano morre por causa da pobreza, tudo acontece por causa da ignorância."

Tabus

Ainda existem muitos tabus em torno da menstruação na Índia. As mulheres não podem visitar templos ou locais públicos, elas não estão autorizados a cozinhar ou tocar o abastecimento de água, por exemplo.
Muruganantham levou 18 meses para construir 250 máquinas, que ele destinou para a região mais pobre da Índia, no norte do país. Ele acreditava que se conseguisse difundir seu produto em um local tão conservador, conseguiria em qualquer outro lugar.
Para falar com as mulheres, era preciso permissão do pai ou marido. Há também mitos e medos que envolvem o uso de absorventes - que as mulheres que usam ficam cegas, por exemplo, ou nunca vão se casar. Mas, lentamente, aldeia por aldeia, houve aceitação cautelosa e, ao longo do tempo, as máquinas atingiram 1,3 mil aldeias, em 23 estados.
Marcas de absorventes baratos
Cada local de produção, pode criar suas próprias marcas
São as mulheres que produzem e vendem o produto diretamente às clientes e explicam seu uso, pois lojas são geralmente gerenciadas por homens. As compradoras muitas vezes nem pagam com dinheiro, trocam os absorventes por cebolas e batatas.
A maioria dos clientes da Muruganantham são ONGs e grupos de ajuda a mulheres. Uma máquina manual custa cerca de 75 mil rúpias indianas (cerca de R$ 2,8 mil) – uma semiautomática é mais cara. Uma máquina atende as necessidades de 3 mil mulheres e dá emprego a dez. Eles podem produzir 200 a 250 absorventes por dia, cuja unidade é vendida em média por 2,5 rúpias (R$ 0,01). Cada local de produção pode criar sua própria marca.
Muruganantham também trabalha com escolas - 23% das meninas abandonam a educação, uma vez que começam a menstruar. Agora as estudantes fazem seus próprios absorventes. "Por que esperar até que elas sejam adultas? Por que não dar poder às meninas?"

Expansão

O governo indiano anunciou recentemente que iria distribuir produtos sanitários subsidiados para as mulheres mais pobres. Foi um golpe para Muruganantham que não foi escolhido para o trabalho. Mas agora ele tem os olhos voltados para o resto do mundo.
"Meu objetivo era criar um milhão de postos de trabalho para as mulheres pobres, mas por que não 10 milhões de empregos em todo o mundo?", pergunta ele. Ele está expandindo o modelo para 106 países, incluindo Quênia, Nigéria, Filipinas e Bangladesh.

Muruganantham agora vive com sua família em um apartamento modesto. Ele não tem nenhum desejo de acumular bens. "Eu tenho acumulado nenhum dinheiro, mas um monte de felicidade", diz ele. "Se você fica rico, você tem um apartamento com um quarto extra - e então você morre."

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Nona Oficina de Capelania Escolar em Anápolis - GO

Capelania-Brasileira-9 Oficina Capelania Escolar_SITE dstk
Local: Rua Guimarães Natal, 181 (esquina com a Rua Visconde de Itaúna), Centro – Anápolis.
Carga Horária: Aproximadamente 12 horas.
Sexta-feira: – Dia 29 – das 19H às 22H
Sábado: Dia 30 – das 8H30 às 17H30
Investimento: R$ 40,00 (incluso apostila + almoço + certificado de participação)
Forma de pagamento:
1) Depósito em Conta: Banco Itaú – Agência 4353 – C/C 18.266-2 (Elisabete Pereira) ou
2) No dia do evento, desde que confirmada a participação para a confecção do material didático do Curso
Conteúdo Programático:
. Bases Bíblicas
. A influência da Pós-Modernidade e suas consequências na sociedade contemporânea
. Estatísticas
. A Resposta da Capelania Escolar
. Proposta & Projeto
. Mobilização Social pela Educação – MEC
. A Linha do Tempo da Legislação
. Parceiros em Ministério
. Estratégias de Alcance
. O perfil do capelão escolar
Palestrante:
Elisabete R Pereira é bacharel em Teologia, pós-graduada em Psicologia e Aconselhamento Pastoral pelo Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos com apoio do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, graduada em Liderança Avançada pelo Instituto Haggai Brasil, mestre em Teologia com ênfase em Missões e Doutora em Teologia pelo ITEPAR (Instituto Teológico do Paraná).
Área de atuação:
- Capelã Escolar do Colégio Estadual Antensina Santana, em Anápolis –  Goiás
- Conselheira, mentora e evangelista da Global Media Outreach
- Organizadora e preletora de OFICINAS DE CAPELANIA na Região Centro Oeste
- Coordenadora e professora dos projetos:  MARIA DE BETÂNIA (oferecendo Teologia para as obreiras da periferia), PROJETO CAFARNAUM (servos), CONVERSA DE GENTE GRANDE (para pais e responsáveis de estudantes) e PROJETO RUTE (Juventude Feminina), PROJETO TAMAR (Combate à Violência e ao Abuso Sexual na Infância e Juventude) e PROJETO AMIGAS DE ANA (levanto enxoval para o recém nascido com Evangelismo para a Família).
- Colaboradora/colunista do site Espaço do Capelão www.espacodocapelao.org.br da Rádio Trans Mundial
- Docente Local do Instituto Haggai Brasil www.haggai.com.br 
- Líder do Comitê do Plano de Mobilização Social pela Educação (MEC) em Anápolis/GO  http://familiaeducadora.blogspot.com.br/2013/09/escolas-de-anapolis-go-incentivam.html
- Criadora do portal Capelania Brasileira www.capelaniabrasileira.com.br
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