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domingo, 28 de setembro de 2025

UM DIA, QUANDO AS CRIANÇAS CRESCEREM, um texto de Charles Swindoll

 


UM DIA, QUANDO AS CRIANÇAS CRESCEREM

Charles R. Swindoll

 

UM DIA, QUANDO AS CRIANÇAS CRESCEREM, as coisas vão ser bem diferentes. A garagem não ficará lotada de bicicletas, de trilhos de trenzinhos elétricos sobre madeira compensada, de cavaletes rodeados de tábuas, pregos, martelo e serra, de "projetos experimentais" inacabados e da gaiola do coelho. Poderei estacionar os dois carros nas vagas certas e nunca mais tropeçarei em pranchas de skate, pilhas de papéis (guardados para colaborar com as obras assistenciais da escola) ou sacos com comida para coelhos — tudo espalhado pelo chão.

UM DIA, QUANDO AS CRIANÇAS CRESCEREM, a cozinha ficará incrivelmente arrumada. A pia não ficará cheia de pratos sujos, a lixeira não ficará abarrotada de elásticos e de copos de papel, a geladeira não ficará lotada de frascos de leite, e nunca mais perderemos as tampas dos vidros de geleia e de ketchup e dos potes de manteiga de amendoim, de margarina e de mostarda. A jarra d'água não será recolocada vazia, as fôrmas de gelo não ficarão de fora durante a noite, o liquidificador não ficará sujo, seis horas a fio, de resíduos de vitamina preparada à meia-noite, e o mel ficará dentro do seu pote.

UM DIA, QUANDO AS CRIANÇAS CRESCEREM, minha querida esposa terá tempo para vestir-se vagarosamente. Terá tempo para um banho quente demorado (sem receio de ser interrompida por gritos assustados), tempo para cuidar das unhas da mão (e dos pés, se desejar!) sem ter de responder a uma dúzia de perguntas e de revisar a grafia correta das palavras, tempo para cuidar dos cabelos durante a tarde sem ter de marcar um horário espremido entre uma visita ao veterinário para levar um cão doente ou uma ida ao ortodontista para levar uma criança de mau humor por ter perdido seu boné.

UM DIA, QUANDO AS CRIANÇAS CRESCEREM, o aparelho chamado "telefone" ficará desocupado, sem parecer ter nascido grudado ao ouvido de um adolescente. Ele simplesmente ficará lá... silencioso e, por incrível que pareça, pronto para ser usado! Não ficará melado de batom, saliva, maionese, migalhas de salgadinhos ou com palitos de dentes enfiados nos pequenos orifícios.

UM DIA, QUANDO AS CRIANÇAS CRESCEREM, eu serei capaz de enxergar através dos vidros do carro. Impressões digitais de mãos e pés, lambidas e sinais de patas de cachorro (ninguém sabe como) serão inexistentes. O banco traseiro não ficará em completa desordem, não nos sentaremos mais em cima de pedrinhas e lápis de cor, o tanque de combustível estará sempre cheio e (glória a Deus!) não terei de limpar mais uma vez a sujeira do cachorro.

UM DIA, QUANDO AS CRIANÇAS CRESCEREM, poderemos voltar a conversar normalmente, isto é, conversar como qualquer pessoa normal. As frases não serão intercaladas de grosserias. "Legal!" será uma expressão em desuso. Não haverá batidas na porta do banheiro acompanhadas de "Ande logo, estou apertado!" e "É a minha vez" não necessitará da presença de um árbitro. E aquele artigo de revista será lido sem interrupções e, depois, discutido longamente, sem que o pai e a mãe tenham de esconder-se no sótão para terminar a conversa.

UM DIA, QUANDO AS CRIANÇAS CRESCEREM, não vamos mais precisar correr atrás do rolo de papel higiênico. Minha esposa não vai perder as chaves. Não esqueceremos a porta da geladeira aberta. Eu não vou ter de inventar novas maneiras de desviar a atenção das máquinas que vendem gomas de mascar... nem ter de responder à pergunta "Papai, não é pecado você dirigir a 75 quilômetros por hora quando a placa diz que o limite é de 55?"... nem prometer dar um beijo de boa-noite no coelho... nem ter de ficar acordado até altas horas esperando a chegada deles... nem ter de pedir licença para falar durante o jantar... nem ter de suportar socos de brincadeira, mas que são realmente doloridos.

Sim, um dia, quando as crianças crescerem, as coisas vão ser bem diferentes. Elas começarão a partir, uma após a outra, e a casa voltará a ficar em ordem e talvez até com um toque de elegância. O tinir da porcelana e da prata será ouvido em ocasiões especiais. O som do fogo crepitando na lareira ecoará por todo o saguão da casa. O telefone estará estranhamente mudo. A casa estará sossegada... calma... sempre limpa... e vazia... e passaremos o tempo aguardando a chegada de Um Dia mas lembrando-nos do Ontem. E pensando: "Talvez a gente possa cuidar dos netos para que esta casa volte a ter vida!"


Do livro Histórias para o Coração, de Alice Gray (org.)


segunda-feira, 28 de abril de 2025

Os meus pés brilhantes jamais correrão na grama de manhã - Um poema sobre o aborto

 


Os meus pés brilhantes jamais correrão na grama de manhã, bem cedo;

os meus pés foram esmagados antes de terem a chance de saudar o amanhecer.

Os meus dedos agora jamais se esticarão para tocar a fita de vencedor;

A minha corrida acabou antes de aprender a dar os menores passos.

O meu crescimento jamais será registrado em uma parede;

O meu crescimento foi interrompido quando eu ainda era muito pequeno, e não podiam me ver.

Os meus lábios e língua jamais provarão os bons frutos da terra;

pois eu mesmo fui julgado como sendo um fruto de pequeno valor.

Os meus olhos jamais examinarão o céu procurando a minha pipa que voa alto;

pois quando ainda era cego, eles foram destruídos no escuro ventre da noite.

Jamais ficarei sobre uma colina, com os ventos da primavera soprando meus cabelos;

os ventos do outono do pensamento se fecharam no desespero da maternidade.

Jamais caminharei nas praias da vida ou conhecerei as marés do tempo;

pois estava chegando sem ser amado, e este foi o meu único crime.

Eu não tenho nome, sou um grão de areia, um dos incontáveis mortos;

mas a ação que me tornou um pequeno punhado de cor cinza, flutua no mar que está tingido de vermelho.

Fay Clayton


In Comentário Devocional da Bíblia, de Lawrence Richards (CPAD)


sexta-feira, 11 de maio de 2018

Congresso gratuito: “Por Um Brasil Sem Órfãos” em São Paulo


Vivemos em uma geração onde os direitos de milhares de crianças e adolescentes têm sido negligenciados. São muitos que enfrentam o abandono e a orfandade, que crescem em instituições de acolhimento ou são órfãos de pais vivos.
No dia 19 de Maio, será realizado o Congresso “Por Um Brasil Sem Órfãos”. Focado para pastores e lideranças cristãs, o evento é gratuito e vai acontecer no espaço da Igreja Batista do Povo, localizada na Rua Domingos de Morais, 1100 – Vila Mariana – São Paulo.
“Cremos que a Igreja de Jesus é o catalisador das respostas junto à sociedade para crise da orfandade. O que aconteceu no passado não pode ser mudado, mas existe um futuro que nós podemos ajudar a escrever de forma diferente!” – acentuam os organizadores do Movimento Brasil sem Órfãos.
Palestrantes
Pr. David Silva | Pastor, Autor e Líder do Movimento Brasil Sem Órfãos
Esther Katayama | Psicóloga do Tribunal de Justiça, Coordenadora da APEC e do Projeto de Extensão Fazendo História
Maria José Correa | Assistente Social aposentada do Tribunal de Justiça e Coordenadora do Grupo de Apoio a adoção “Conta de Novo” da Igreja Batista do Povo
Delton Hochstedler | Assistente Social e Coordenador Técnico da ABBA
Sara Vargas | Fundadora e Coordenadora do Grupo Pontes de Amor e Presidente da ANGAAD
Rodrigo Rangel | Pastor, Fundador e Presidente do Grupo Pontes de Amor
A programação vai começar às 09h e estende-se até as 16h30 e conta com palestras, mesa redonda e workshops. Cada pessoa poderá se inscrever em um workshop de um total de seis oferecidos:
  • Ministério pastoral;
  • Fortalecendo famílias em vulnerabilidade social;
  • Apadrinhamento afetivo;
  • Capelania em abrigos;
  • Acolhimento familiar e,
  • Adoção e grupos de apoio.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

SÍRIA: O Sonho de Bana - Poema de J.F.Aguiar

A jovem Bana


Sonho de Bana

Bana como muitas crianças
Há muito não brinca como criança
Sua Aleppo, ruas de ruínas
Sua casa, ruína, sua escola, ruína
Bombas, fuzis e balas
Não há água, não há luz
A morte não da trégua
Lágrimas, lamentos
Porquê tanto sofrimento?
Que mal fizeram as crianças?
Bana e outras como  ela
Sonha com o fim da guerra
Guerra dos adultos
Guerra de quem não pensa como as crianças
Bana sonha...sonhos bons para sua Síria
Sonha em ensinar crianças e adultos
Como vencer suas guerras....
Sem morte, sequelas
Abrir mão de suas verdades
Todas elas são mentiras
Todas elas são vaidades de maldades
Bana diga a todos que a verdadeira Verdade
Não mata, não faz injustiça
Ama a todos - principalmente as crianças
Ela não vem de fora para dentro
Vem de dentro para fora
A quem se fizer como criança
Bana cresça mas seja sempre criança!
Com soldados e bombas
Não mais veremos sua sonhada Síria.

Visite o blog do autor: http://virtudemaior.blogspot.com.br/

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Feira de troca de brinquedos no dia das crianças

Já pensou em comemorar o da das crianças de um jeito diferente? 


Conheça a iniciativa do Instituto Alana, descubra onde vai acontecer uma perto de sua casa e leve uma criança não só para trocar um brinquedo, mas para também aprender! Segue o convite oficial do site que você também pode acessar aqui. 

Comemore o dia das crianças de um jeito diferente


Vamos festejar o Dia das Crianças 2013 de uma maneira diferente através das feiras de troca de brinquedos pelo Brasil afora!

A ideia surgiu em 2012, quando aconteceram mais de 50 feiras autônomas em todo o país. Neste ano, a proposta é que os eventos simultâneos sejam realizados no dia 12 de outubro.

Disponibilizamos material de apoio para que pais, mães, organizações e movimentos realizem suas próprias feiras. Tem tudo sobre como organizar sua feira.

Além de ser uma atividade divertida, as feiras de troca possibilitam entrosamento e socialização entre os pequenos. Muito mais do que trocar brinquedos que já não interessam como antes, a experiência é enriquecedora por dar novos significados a objetos antigos e afirmar que as relações não precisam ser pautadas na compra.

A campanha propõe que famílias reflitam sobre a relação do Dia das Crianças com o consumo exacerbado.

Descubra como nasceu essa ideia no vídeo abaixo:




domingo, 4 de agosto de 2013

Domingo do Órfão - Participe desta iniciativa e envolva a sua igreja!


No Brasil, existem mais de 200.000 comunidades cristãs e 35.000 crianças e adolescentes que precisam de uma família. Multiplicaram-se as igrejas e ainda existem milhares de crianças sem família. Está na hora de mudar esta estatística! O que a Igreja no Brasil vai fazer sobre isso? Será que entendemos o coração de Deus para com o órfão?

O que é Domingo do Órfão?

Neste dia a Igreja no mundo inteiro toma tempo para lembrar das crianças e adolescentes deixados sem os cuidados dos pais. O objetivo do Domingo do Órfão é para lembrar as pessoas sobre a atitude de Deus para com estas crianças e levar as pessoas a ver maneiras de ajudá-los. Porque só pela ação podemos cumprir o mandamento de Deus para “ajudar os órfãos nas suas aflições” (Tiago 1:27). O Domingo do Órfão de 2013 será realizada no dia 03 de novembro, e os principais eventos ocorrerão durante o culto de domingo. No Domingo do Órfão VOCÊ pode ajudar a despertar a Igreja, a comunidade e seus amigos para o chamado de Deus para se preocupar com o órfão.

Por que precisamos de oração pelos órfãos?

Deus se chama de Pai dos Órfãos. Ele encoraja todos a mostrar o amor dele para cada uma dessas crianças, e pois é através de nós que Ele faz com que elas tenham um lar (Salmo 68:5-6). Ministério para os órfãos não é apenas socialmente significativa, caso de caridade, mas também é um Evangelho funcional! É um lembrete a todos os cristãos, pois todos eles foram adotados na família de Deus através do sacrifício de Jesus Cristo (Romanos 8:15).

Como é o Domingo do Órfão?

Cada igreja local tem a liberdade para decidir qual será seu plano de ação no Domingo do Órfão. Ações podem incluir oração intercedendo pelos órfãos, testemunhos, pregações, estudos bíblicos sobre o assunto, apresentações feitas por programas ou famílias que atendem estas crianças e muito mais. No culto de domingo, a igreja pode desenvolver vários eventos ou atividades voltadas a este assunto antes ou depois do dia oficial do Domingo do Órfão; por exemplo, podem ser feitos concertos, reuniões, grupos pequenos, ministério de oração, visitando casas de acolhimento e assim por diante. Ideias para estes eventos podem ser encontradas aqui: IDEIAS

Quem organiza o Domingo do Órfão?

O Domingo do Órfão está sendo organizado pela primeira vez no Brasil em 2013. Em 2012, foi comemorado em 39 países. Está na hora dos cristãos no Brasil acordarem para o chamado de Deus para atender as necessidades do órfão! Este é um movimento mundial de cristãos que têm um objetivo em comum: que todos os órfãos sejam recebidos com o verdadeiro amor de Cristo, para permitir que cada criança seja criada em uma família amorosa. Se você quer ser um Coordenador do Domingo do Órfão em sua área ou se tiver dúvidas sobre as atividades de sua igreja, entre em contato com o Coordenador Regional em sua área. As informações para coordenadores se encontram aqui: COORDENADORES

Quais são os materiais e recursos que posso usar?

Estamos desenvolvendo recursos para ajudar as igrejas a realizarem o Domingo do Órfão. À medida que fiquem disponíveis, estes materiais serão disponibilizados aqui: RECURSOS

Quem pode participar do Domingo do Órfão?

Qualquer igreja ou comunidade cristã pode participar do Domingo do Órfão, independentemente do seu tamanho ou capacidade financeira. Algumas igrejas terão a vontade e capacidade de desenvolver parcerias com organizações de caridade e cívicas, utilizar vários meios de comunicação, e aumentar o impacto da mensagem do Domingo do Órfão através de contatos com a comunidade empresarial e outras pessoas que serão pró-ativas em divulgar a situação do órfão e criança abandonada no Brasil.

Quem será impactado pelo Domingo do Órfão?

A oração dos crentes e seu envolvimento prático no ministério com órfãos terá um impacto profundo nas vidas de milhares de crianças necessitadas; e através deste evento, cristãos em todo o Brasil terão mais uma oportunidade de colocar em prática as palavras de Jesus: “Aquele que, por ser meu seguidor, receber uma criança como esta estará também recebendo a mim” (Mt 18:05).

Como iniciou-se o Domingo do Órfão?

Domingo do Órfão faz parte do movimento internacional deORPHAN SUNDAY. A semente deste dia do órfão unificado veio de uma igreja na África. Enquanto frequentava um culto na Zâmbia,um pastor visitante americano foi comovido pelo apelo do pastor a se preocupar com os órfãos da comunidade local, que tinha sido devastada pela AIDS e pobreza. Os membros da igreja tinham grandes necessidades também. Mas após o término do culto, um após o outro veio à frente com dinheiro, comida e outros bens, alguns tirando seus próprios sapatos e ofertando-os aos órfãos. O visitante, Gary Schneider, ficou tão comovido que começou a ajudar os líderes zambianos a organizar o Domingo do Órfão na Zâmbia. Esses esforços se espalharam nos Estados Unidos em 2003, e em 2012 o Domingo do Órfão já estava sendo comemorado em pelo menos 39 países. Oramos para que todas as igrejas no mundo sejam tão cheias de fé quanto os nossos irmãos e irmãs zambianos e possam mostrar o amor de Deus pelos órfãos, sejam os de perto ou de longe.
Acesse o site: http://orphansunday.org/pt

terça-feira, 14 de maio de 2013

Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes - Participe das iniciativas




Campanha mobilizará cidades no dia 18 de maio (Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes)

Dia 18 de maio é a data definida pela Lei Federal nº 9970/00 como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Em diversas capitais do país, ocorrerão eventos para lembrar a data e conclamar a sociedade para se mobilizar nesta luta.


A Campanha Bola na Rede da RENAS (Rede Evangélica Nacional de Ação Social) desenvolverá diversas atividades de lazer, esportes, campanhas de conscientização contra aos maus tratos, seminários, distribuição de materiais sobre o tema, caminhadas e demais intervenções que contarão com a parceria de diversas ONG’s, órgãos do governo e igrejas evangélicas. São formas de chamar a atenção da sociedade para o enfrentamento e conscientização do problema do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes, que aumenta, principalmente, com a proximidade de grandes eventos esportivos no Brasil.


A iniciativa faz parte da Campanha de Enfrentamento à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes no Turismo, liderada pela RENAS, iniciada no dia 18 de maio de 2011 e que terá como ponto alto os dias da Copa do Mundo de Futebol no Brasil em 2014. O desafio maior até o evento esportivo é mobilizar a igreja e a sociedade brasileira a enfrentar a violência sexual contra crianças e adolescentes.


As mobilizações do próximo dia 18 acontecerão nas doze cidades-sede da Copa do Mundo em 2014: Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Os locais das atividades poderão ser conferidos pelo sitehttp://bolanarede.org.br/blog/

Envolva sua igreja, sua organização e sua família nesta campanha pelos direitos das crianças e dos adolescentes!
Leia mais:


segunda-feira, 4 de março de 2013

Seminário de Enfrentamento ao Abuso Sexual infantil e a Pedofilia no Paraná


Ser cristão é ter um posicionamento diferente diante de coisas que a sociedade tem vivido como "normal". Nós da ETED Águias estamos nos posicionando e dando a você a chance de se posicionar também. Acontecerá nos dias 22 a 24/03/2013 o Seminário de Enfrentamento ao Abuso Sexual infantil e a Pedofilia, ministrado pela Missionária Fernanda da MCM. O Curso tem o valor de R$ 75,00, inclusos DVD's com vídeos e materiais de pesquisas, Folders, Manual de instrução e o certificado de conclusão de curso,  o tornando um apto mobilizador da causa. Envolva-se com a gente, mande um e-mail para etedaguias@gmail.com com o título INSCRIÇÃO SEMINÁRIO.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

O QUE ESTAMOS FAZENDO COM NOSSAS CRIANÇAS?


Prof. Dr. Marcelo Domingues Roman - Prof. de Psicologia da UNIFESP /Campos Baixada Santista - Colaborador do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo -Texto publicado no Jornal do Litoral (Baixada Santista) 


Torna-se cada vez mais comum crianças e adolescentes serem encaminhados a serviços de saúde porque apresentam problemas na escola. Esse fenômeno não é novo e tem sido chamado de medicalização da educação: trata-se de reduzir questões escolares, e consequentemente sociais, a problemas médicos. Isso vem se intensificando a partir do uso de psicoestimulantes para controle de hiperatividade e incremento da capacidade de atenção. Também tem se tornado comum crianças e adolescentes serem encaminhados a serviços de justiça por razões semelhantes, sobretudo quando assumem formas agudas ou tendem a se cronificar, evidenciando, assim, outro fenômeno também conhecido entre nós, a chamada judicialização, ou seja, a redução das mesmas questões a problemas de justiça. Se no primeiro caso assistimos à administração de nocivas drogas psiquiátricas a sistemas nervosos ainda em formação, no segundo nos assombramos com o selamento de destinos à margem da sociedade e, pior, operado por profissionais encarregados de proteger e tratar a infância. 
A apresentação sucinta de um caso pode deixar mais claro o que estou afirmando. Wilson era um aluno de 5º ano quando o conheci. Ele costumava ter “surtos” – assim eram chamados, pelos agentes escolares, seus ímpetos de indisciplina e aparente descontrole. Em um desses ímpetos, a escola chamou a polícia, que a muito custo o controlou e decidiu por enviá-lo ao hospital em uma ambulância. O acontecimento é assustador, ainda mais se tratando de um menino de 10 anos. Mas, dirão os da escola, seu comportamento atingiu um nível inaceitável: agredia colegas e educadoras, gritava, xingava, saía correndo pelos corredores do prédio. Tanto é que havia sido diagnosticado por um especialista como portador de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), tendo sido lhe receitado Ritalina®. E, como estamos em um município em que esse medicamento é distribuído gratuitamente à população, não haveria razões para sua destemperança, a não ser por negligência do aluno ou de sua família. 
É preciso que analisemos com calma. O caso é complexo e não aceita respostas simples, o que, de cara, já nos faz desconfiar de uma saída baseada apenas no controle medicamentoso. A quem se dedica a estudar seriamente o fenômeno humano, torna-se claro que estabelecer causas lineares entre causa e efeito é, no mínimo, ingenuidade. Há que se pensar, sempre, em multideterminação, o que afasta a resposta tão frequente quanto simplista de que o comportamento de Wilson é efeito de mau funcionamento cerebral. A medicina não dispõe ainda de exames que afiram desequilíbrios neuroquímicos, ainda que estes desequilíbrios sejam propagandeados como causas inequívocas de supostos transtornos. Além disso, autocontrole voluntário do comportamento e da atenção são habilidades ensinadas e aprendidas, e não simples efeitos do funcionamento cerebral. Portanto, é mais acertado pensarmos que o funcionamento cerebral é efeito de processos de aprendizado social, não o contrário. Assim, as raízes da forma como Wilson se comporta devem ser buscadas nas suas relações com o contexto que o envolve, ao longo de toda sua existência. Isso significa levar em consideração sua vida dentro e fora da escola; sua história familiar e seu percurso na instituição. Escola e família, porém, também devem ser contextualizadas social e historicamente. É preciso saber a que classe social pertence a família, a que condições de vida está sujeita, qual a qualidade das políticas públicas de bem estar social a que tem acesso, quais as transformações tecnológicas, econômicas e sociais mais amplas que acabam influenciando o comportamento não só de Wilson e sua família mas de todos nós. Do mesmo modo a escola: qual a sua qualidade? Os professores são bem pagos, têm boa formação, boas condições de trabalho e participam democraticamente das decisões institucionais? Os conteúdos e métodos de ensino são adequados? Toda essa problemática é dissimulada quando apenas ministramos, ou tentamos ministrar, comprimidos de Ritalina® para Wilson. 
Mas há quem ganhe com isso, evidentemente. Em primeiro lugar a indústria farmacêutica com seus lucros astronômicos, capazes de financiar pesquisadores que divulgam o transtorno e o tratamento como verdades científicas avançadas e inquestionáveis. O sistema de saúde mental infantil do município também ganha, pois oferece com menor gasto uma resposta à demanda, uma vez que não se dispõe a lidar com a complexidade envolvida na questão. A escola e a professora de Wilson, caso ele tome o remédio, também ganham: se asseguram que o problema está apenas no aluno ou em sua família e não precisam, assim, questionar seu próprio trabalho. Então, quer dizer que o remédio funciona? De fato, os psicoestimulantes têm a capacidade inicial de aumentar a performance das funções cognitivas, entre as quais a capacidade de focar a atenção. É por esse motivo que a cocaína, ou mesmo a Ritalina®, são utilizados por profissionais ou estudantes em momentos estratégicos ou de pressão. 
Uma criança medicada na sala de aula é, inicialmente, uma criança focada e quieta. Sim, porque, paradoxalmente, o estimulante faz com que as crianças se aquietem, a ponto de se tornarem como zumbis. Na verdade, zombie-like é um sinal de toxicidade da medicação, cuja lista de reações adversas é alarmante: nervosismo, insônia, cefaleia, discinesia, tontura, dor abdominal, humor depressivo transitório, retardamento do crescimento etc. – a lista é grande; basta consultar a bula do medicamento. Seu consumo prolongado é sugerido, por certas pesquisas, como determinante de peso para a drogadição na adolescência e a ocorrência de pensamentos suicidas. Há longo prazo, parece que o medicamento induz a efeitos inversos do que se propunha a realizar: agitação motora e dificuldade de aprendizagem. Esse é o preço que estamos dispostos a pagar para calar nossas crianças? 
Fiquei inicialmente animado quando soube que o caso de Wilson seria discutido por profissionais de saúde, assistência social e educação, numa espécie de reunião interserviços. Nessa reunião, foi comentada sua complexa situação familiar: mãe viciada em cocaína, capaz de se prostituir para conseguir a droga; pai enfraquecido; relação erotizada entre mãe e filho, ambos refratários a prescrições medicamentosas. Isso sem contar outros agravantes comuns a vidas castigadas pela pobreza. A discussão foi bem rica, pois contou com diversas perspectivas profissionais provenientes de diferentes serviços públicos. Porém, algo unificou a diversidade: a sensação de impotência diante da complexidade do caso. Optaram então por acionar o Ministério Público, a fim de que este pressionasse Wilson e sua mãe a aderirem à medicação. Assim, um caso que manifestava, a seu modo, a difícil condição social a que são sujeitas inúmeras famílias em nossa sociedade, um caso que tinha como uma de suas vias de expressão condutas antissociais na escola, expressão esta transformada em patologia a ser medicada, agora encaminhava-se a se tornar um caso de justiça. 
Não é aceitável que continuemos a culpar e reprimir aqueles que mais sofrem as condições aviltantes de nosso funcionamento social. Não é possível que continuemos formando profissionais que se utilizam de meios pretensamente eficazes, neutros, “científicos”, para perpetuar formas de submissão dos deserdados e de desresponsabilização das instituições sociais. São necessários investimentos maciços em melhores condições de vida, em relações sociais humanizadas e em condições dignas de trabalho nas instituições de educação, saúde e assistência social, não na indústria farmacêutica nem em aparatos de controle jurídico e policial de problemas sociais.

 Fábio Alexandre Gomes Assistente Social - Cress 33.761/9ª região (12)9737-5494

domingo, 14 de outubro de 2012

Um poema de Francisco Carlos Machado



XXIV

O fim da tarde chega.
As crianças jamais se cansam.
- Ei poeta, vamos nos despedir do sol?
Hoje não, sem motivação.

Uma carinha suja insiste;
outras mais, depois.
E lembrando-se dos ambientalistas que serão,
de mostrar Deus na criação, grita-se:
- Crianças, vamos então!

E sobe-se o monte cantando:
“Seu Lombato tinha um sítio, iá iá, oh!
E no seu sítio tinha um pintinho, iá, iá, oh!
Era piu, piu, piu pra lá. Era piu, piu, piu pra cá.
Era piu, piu, piu pra todo lado. Iá, iá, oh...”

No alto, os chamados e assobios.
Os olhares despreocupantes de suas mães.
Chegando o momento, silenciam-se todos.
O sol foi embora para o outro lado do mundo.

Do livro Na Escuridão e No Dia Claro (2010)

*Francisco Carlos Machado é poeta, escritor, ativista cultural e ambientalista.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Em um Canto



Tenho chorado
Não é figura
É linguagem de uma dor
A semente do amor
Não sei, fora pisada
Minha esperança
Homens crianças...
Os homens de pedras...
Tenho chorado
Estou desfigurado
Minha intenção
Plantar e colher
Há inverno nos homens
Minha semente
Entre o asfalto e a calçada
No canto de uma marquise
Irá brotar?
Um menino me diz
Tio que frio...
Minha semente
Trigo...somente
Trigo semente
Abrir a mão
Minha intenção
Minhas lágrimas
Gotas de ação
Pão para o corpo
Pão para a alma
Há fome
Com nome
Sobre nome...
João Ninguém
Da boca ao coração
Se o pão germinar
Haverá um outro ser
Com nome e sobrenome
João Filho de Deus.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Infância perdida - O mundo geme e pranteia


 "Mantenho acesa a chama de um reencontro único,
mesmo sem saber o dia, a hora em que ele possa acontecer.”
Ivanise Esperidião da Silva, presidenta da ONG Mães da Sé

Wilma Rejane

O que uma criança representa para a humanidade? Esperança, pureza, alegria, frutos, amor, perfeição, futuro, presente, passado...a grandiosidade de uma criança pode nos abrir a imaginação e a realidade para um acervo imensurável de coisas que não estão à venda porque são inegociáveis  de tão valorosas! Mas o mundo declina em valores e uma das causas pelo qual o mundo padece é a violação dos direitos e deveres da infância. Por todos os dias e em todos os lugares do universo é possível ouvir o grito dos inocentes: abafado, contido, silencioso, escancarado.

relatório Final da CPI do desaparecimento de crianças e adolescentes realizado sob a direção da  Deputada Andreia Zito se transformou em referência numérica quando o assunto é maus tratos infantis, mais que isso, o relatório aponta para a gravidade dos problemas atravessados na infância. Cerca de 1, 2 milhões de crianças e adolescentes do mundo são vítimas de tráfico humano. Só no Brasil, todos os anos, 50.000  crianças desparecem. O Estado de São Paulo registra 25% dos casos, Rio de Janeiro e a região Nordeste também apresentam índices altos de desaparecimento de crianças. Pedofilia, maus tratos, negligência na guarda, rituais satânicos e tráfico humano são alguns dos motivos que engrossam as estatísticas policiais em relação a vida e morte de crianças.

Agora mesmo, em algum lugar do mundo crianças estão sendo vitimas de violência. O que fazer quando os principais responsáveis pela proteção dessas vidas são justamente seus agressores? Recordo-me da passagem Bíblica no livro de Juízes: “ E foi também congregada toda aquela geração a seus pais, e outra geração após ela se levantou, que não conhecia ao Senhor, nem tampouco a obra que fizera a Israel. Então fizeram os filhos de Israel o que era mau aos olhos do Senhor e serviram aos baalins” Jz 2:10_11. E assim acontece em nossos dias, se a geração de pais não tem conhecimento de Deus, nem procura agradá-Lo com a prática da justiça e do bem, como exigir isso de seus filhos? Sob essa sentença caminha triste a humanidade, carregando sob os ombros seus pecados multiplicados.

Esse vídeo que vos apresento foi divulgado recentemente, porém trata de um assunto antigo que é o sofrimento das crianças africanas acusadas de bruxaria. Fui às lágrimas ao ver os frágeis corpos serem queimados com cera quente, o olhar perdido dos pequeninos em busca de uma explicação para o que estão vivendo. Esse relato representa parte do sofrimento causado pelo desconhecimento da bondade e misericórdia Divina. Não é Deus o culpado por tamanha atrocidade cometida contra a infância, é o coração corrompido do homem sem Deus que busca satisfazer seus interesses mercantilistas e de outras ordens. Tudo o que o homem semear, isso também ceifará” Gl 6.7. Planta-se rebelião e colhe-se sofrimento.


O caminho de volta a dignidade da infância se faz no reencontro - citação inicial do artigo-  entre pais e filhos entre espírito e Criador em um real cumprimento das palavras do profeta Malaquias: " E Jesus converterá o coração dos pais aos filhos e dos filhos a seus pais para que eu (Deus) não venha e fira a terra com maldição" Ml 4:6. Por essa causa é que ainda resta esperança.


terça-feira, 10 de abril de 2012

O que fazer quando alguém bate a cabeça?


Pancadas na cabeça
Milhões de pessoas sofrem lesões cerebrais no seu dia-a-dia, em quedas no banheiro, em uma calçada mal pavimentada ou simplesmente batendo a cabeça em um parque de diversões.
A maioria dessas ocorrências envolve crianças, adolescentes e adultos acima de 65 anos.
E o que fazer quando isto acontece?
O que fazer quando alguém bate a cabeça? 
"Dormir ajuda a pessoa a se recuperar de uma concussão cerebral. Mas essas pessoas não devem ser deixadas sozinhas na primeira noite e devem ser levadas ao médico no dia seguinte." [Imagem: Ithaca College]
Como cuidar de alguém que bateu a cabeça?
Esclarecer isto é a intenção do Dr. Chris Hummel, da Universidade Ithaca, em Nova Iorque (EUA), principalmente porque há muitos mitos e descobertas recentes que colocaram de cabeça para baixo as recomendações médicas na área.
Por exemplo, se você for chamado à escola porque seu filho acabou de bater a cabeça, você vai permitir que a criança durma enquanto você dirige até o médico?
"Houve uma época em que deixar uma pessoa que sofreu uma concussão adormecer era considerado um risco de vida," disse Hummel.
"Mas as pesquisas atuais mostram o contrário. Dormir é realmente a melhor coisa para um indivíduo que levou uma pancada na cabeça. O descanso físico e mental ajuda a pessoa a se recuperar de uma concussão," esclarece o pesquisador.
Ele acrescenta que cuidar de concussões, sobretudo aquelas que levam a um estado de choque, é muito complicado e deve ser feito apenas por pessoas com treinamento especializado nesse tipo de acidente.
Ainda assim, é importante que os pais, amigos, colegas e parentes saibam a diferença entre fato e ficção quando o assunto são os cuidados básicos que envolvem pessoas que levaram pancadas na cabeça.
O que fazer quando alguém bate a cabeça?
"Se uma pessoa descreve uma dor de cabeça ou tonturas, mostra sinais de problemas de equilíbrio, ou dificuldade para lembrar-se das coisas, assuma que o indivíduo teve uma concussão cerebral e leve-a para uma avaliação por pessoal médico qualificado." [Imagem: Ithaca College]
FICÇÕES
Uma tomografia computadorizada normal consegue descartar uma lesão cerebral
"Uma concussão resulta de um evento neurometabólico causado pelo trauma," explica Hummel. "De forma bem simples, há um desequilíbrio dos produtos químicos necessários, ou do combustível que ajuda o funcionamento do cérebro quando alguém sofre uma concussão.
"Isso não é uma lesão estrutural, então uma tomografia computadorizada não vai identificá-la. A tomografia computadorizada consegue visualizar apenas danos estruturais."
Um indivíduo que tenha ficado inconsciente sofreu um dano pior do que alguém que não perdeu a consciência
"Uma pessoa não tem que ser nocauteada para ter tido uma concussão grave," disse Hummel. "Em alguns casos, as pessoas que ficam inconscientes podem sofrer traumas menos graves. Em ambos os casos, a gravidade da lesão não pode ser definida por dias ou semanas."
Um impacto de grau um é menos grave do que um choque de grau três
"Nós costumávamos classificar as concussões em graus durante o diagnóstico inicial, mas não fazemos mais isto porque agora sabemos que é difícil avaliar com precisão a gravidade de uma concussão imediatamente," esclarece Hummel. "Temos que esperar e ver como os sintomas desaparecem com o tempo antes que possamos determinar se a concussão é grave ou não."
Quanto maior é o impacto, maior é o dano cerebral
"Nem sempre um forte impacto na cabeça produz uma lesão cerebral," disse Hummel. "Qualquer contato com a cabeça ou com o corpo que force um movimento rápido da cabeça pode causar uma concussão cerebral."
Uma pessoa pode voltar a trabalhar logo depois de uma concussão
"Não," diz Hummel. "Normalmente, leva de uma a duas semanas para os sintomas da concussão desaparecerem e para o cérebro voltar a funcionar a plena capacidade.
"Não é só porque alguém afirma que tudo 'clareou' novamente que deve retomar suas atividades normais. Isso pode não ser seguro."
Capacetes evitam lesões cerebrais
"Capacetes para ciclistas, skatistas e trabalhadores da construção civil são projetados para prevenir fraturas no crânio, e não lesões cerebrais," esclarece Hummel.
"Se um capacete se ajusta e está adequadamente colocado, ele pode reduzir o risco ou a gravidade dos danos, mas um capacete não é capaz de evitar uma concussão cerebral, ainda!"
O que fazer quando alguém bate a cabeça?
Se você desconfia que alguém teve uma concussão cerebral, trate-a como se tivesse certeza que ela tenha tido o evento, aconselha o Dr. Chris Hummel. [Imagem: Ithaca College]
FATOS
Um indivíduo que teve uma lesão cerebral tem maior probabilidade de ter outra do que uma pessoa que nunca sofreu um acidente desse tipo
"Uma vez que alguém teve uma concussão, o limiar para sofrer outra concussão pode ser diminuído. Além disso, se uma pessoa sofre outro golpe antes de estar totalmente recuperada, os sintomas resultantes podem ser agravados e resultarem em uma recuperação mais prolongada.
"Há também um fenômeno raro, chamado Síndrome do Segundo Impacto, que pode causar diminuição do fluxo sanguíneo cerebral, ou mesmo a morte, se um indivíduo sofrer outro trauma antes de ter-se recuperado completamente."
Concussões devem ser tratadas e administradas em uma base individual
"O cérebro é um órgão incrivelmente complexo, o mesmo acontecendo com os processos neuroquímicos que o governam," disse Hummel. "Não há duas concussões exatamente iguais, da mesma forma que os cérebros de dois indivíduos quaisquer nunca são idênticos."
Se você suspeitar que alguém teve uma concussão, assuma que é uma concussão
"Se uma pessoa descreve dor de cabeça ou tonturas, mostra sinais de problemas de equilíbrio, ou dificuldade para lembrar-se das coisas, assuma que o indivíduo teve uma concussão cerebral e leve-a para uma avaliação por pessoal médico qualificado," concluiu Hummel.
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