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terça-feira, 13 de fevereiro de 2024

Livro gratuito reúne MIL citações sobre AMOR, ESPERANÇA e FÉ

Amor (ou caridade), Esperança e : As três principais virtudes cristãs, conforme arroladas pelo apóstolo Paulo no décimo terceiro capítulo da Primeira Carta aos Coríntios, um dos ou talvez mesmo o mais belo capítulo de todo o Novo Testamento. Os católicos chamam-nas de virtudes teologais, que seriam infundidas por Deus no homem, e cuja ação é complementada pelas virtudes cardinais (prudência, justiça, fortaleza e temperança).

Nesta breve seleta, reunimos nada menos que mil (e cem) citações. São textos notadamente de autores cristãos (reformados, católicos e de outras vertentes), mas não somente; autores de outras confissões religiosas aqui comparecem, e mesmo agnósticos e livres pensadores os mais diversos, contribuindo para o entendimento e a reflexão plurais sobre tais temas de infindável profundidade. Assim, mesmo focado na seara cristã, esta pequena antologia é de valia para todo tipo de leitor, todo aquele que tem sua atenção capturada pelo mundo das ideias.

Este livro é uma edição revista e ampliada do e-book “Amor, Esperança e Fé – Uma antologia de citações”, publicado em 2017, e que reunia em torno de 750 citações sobre as três virtudes. Além do acréscimo em citações, aqui inserimos uma nova seção, “As Três Virtudes”, reunindo citações que falem ao mesmo tempo sobre as três, ou ao menos duas delas. O referido e-book foi uma publicação que surgiu no rastro de comemorações dos 500 anos da Reforma Protestante.

“Bem, as virtudes teologais: o que tem isso a ver com a Reforma?”, perguntará o leitor mais desatento. E que foi a Reforma, senão um retorno ou esforço de retorno aos fundamentos da fé cristã uma vez perdidos ou obnubilados? Anseio desesperado de tornar às bases e raízes que foram amortecidas ou banidas em troca de conceitos débeis e prostituídos? Se assim entendermos, percebemos que nada há de mais basilar em nossa crença do que o consórcio destas três virtudes capitais. São elas que garantem a simplicidade revolucionária da mensagem dAquele que por todos se ofereceu na cruz.

Que esta pequena seleta seja de proveitosa e edificante leitura a você, amigo leitor. Mais do que um livro a ser lido, nosso esforço foi para tornar este volume um livro a ser revisitado enquanto durar nossa peregrinação terrena.

E agora, além da versão em e-book, gratuita, atendemos a um pedido de muitos e disponibilizamos uma versão impressa, à venda no site da Editora UICLAP.


Para baixar o e-book GRATUITO pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.


Caso queira adquirir o livro impresso, confira no site da UICLAP, CLICANDO AQUI.



sexta-feira, 21 de abril de 2023

O Significado do Amor: Uma reflexão de Martin Luther King Jr.

 


Não há em Cristo Leste nem Oeste,

nele não há Norte nem há Sul,

mas a grande unidade do Amor

por toda a vasta terra inteira.”

(John Oxenham)

Por que devemos amar os nossos inimigos? A principal razão é perfeitamente óbvia: retribuir o ódio com o ódio multiplica o ódio e aumenta a escuridão duma noite já sem estrelas. A escuridão não expulsa a escuridão; só a luz o pode fazer. O ódio não expulsa o ódio: só o amor o pode fazer. O ódio multiplica o ódio; a violência multiplica a violência e a dureza multiplica a dureza, numa espiral descendente, que termina na destruição!

Quando, pois, Jesus diz “Amai os vossos inimigos”, é uma advertência profunda e decisiva que pronuncia.

Não devemos confundir o significado do amor com desabafo sentimental; o amor é algo de mais profundo do que a verbosidade emocional. Talvez o idioma grego nos possa esclarecer sobre esse ponto. Sim, há no Novo Testamento grego três palavras que definem o amor. A palavra eros traduz uma espécie de amor estético ou romântico; nos diálogos de Platão, eros significa um anseio de alma dirigido à esfera divina.

A segunda palavra é philia, amor recíproco e afeição intima, ou amizade entre amigos. Amamos aqueles de quem gostamos e amamos porque somos amados.

A terceira palavra é agape, boa vontade compreensiva, criadora e redentora para com todos os homens. Amor transbordante que nada espera em troca. Agape é o amor de Deus agindo no coração do homem. A esse nível não amamos os homens porque gostamos deles, nem porque os seus caminhos nos atraem, nem mesmo porque possuem qualquer centelha divina; amamo-los porque Deus os ama. Nesse contexto, amamos a pessoa que pratica a má ação, embora detestemos a ação que ela praticou.

Podemos compreender agora o que Jesus pretendia quando disse “Amai os vossos inimigos”. Deveríamos sentir-nos felizes por ele não ter dito “Gostai dos vossos inimigos”.

É quase impossível gostar de certas pessoas; gostar é uma palavra sentimental e afetuosa. Como podemos sentir afeição por alguém cujo intento inconfessado é esmagar-nos ou colocar inúmeros e perigosos obstáculos no nosso caminho? Como podemos gostar de quem ameaça os nossos filhos ou apedreja, assalta ou incendeia as nossas casas? É completamente impossível.

Jesus reconhecia, porém, que o “amar” era mais do que o “gostar”. Assim, quando nos convida a amar os nossos inimigos, não é ao eros nem à philía que se refere, mas ao ágape — boa vontade compreensiva, fecunda e redentora para com todos os homens!

Martin Luther King Jr.

In Ilustrações Para Todas as Horas, de Moysés Marinho de Oliveira


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Virtudes Teologais: As principais virtudes cristãs, num livro gratuito


      Amor (ou caridade), Esperança e Fé: As três principais virtudes cristãs, conforme arroladas pelo apóstolo Paulo no décimo terceiro capítulo da Primeira Carta aos Coríntios, um dos ou talvez mesmo o mais belo capítulo de todo o Novo Testamento. Os católicos chamam-nas de virtudes teologais, que seriam infundidas por Deus no homem, e cuja ação é complementada pelas virtudes cardinais (prudência, justiça, fortaleza e temperança).
      Este pequeno e-book surge por ocasião das comemorações dos 500 anos da Reforma Protestante, deflagrada pelo monge agostiniano Martinho Lutero. Nesta breve seleta, reunimos nada menos que setecentas e cinquenta citações, duzentas e cinquenta abarcando cada uma das virtudes. São textos notadamente de autores cristãos (reformados e de outras vertentes), mas não somente; autores de outras confissões religiosas aqui comparecem, e mesmo agnósticos e livres pensadores os mais diversos, contribuindo para o entendimento e a reflexão plurais sobre tais temas de infindável profundidade. Assim, mesmo focado na seara cristã, esta pequena antologia é de valia para todo tipo de leitor, todo aquele que tem sua atenção capturada pelo mundo das ideias.
      “Mas, as virtudes teologais: o que tem isso a ver com a Reforma?”, perguntará o leitor mais desatento. E que foi a Reforma, senão um retorno ou esforço de retorno aos fundamentos da fé cristã uma vez perdidos ou obnubilados? Anseio desesperado de tornar às bases e raízes que foram amortecidas ou banidas em troca de conceitos débeis e prostituídos? Se assim entendermos, percebemos que nada há de mais basilar em nossa crença do que o consórcio destas três virtudes capitais. São elas que garantem a simplicidade revolucionária da mensagem dAquele que se ofereceu na cruz.
      Como editor e antologista, esta é minha singela forma de celebrar o reempoderamento da verdade manifesta no entendimento do suficiente poder salvífico da fé, herança maior da Reforma. E também um presente aos leitores.
      Entendo a fé como certeza alicerçante, base de todas as bases, chão do ente feito à imagem de Deus. A esperança é uma rebelião contra um status, revolta primeva e perene contra uma maldição herdada no Éden, que seja, a morte (Gn 3). Esperança é rebelião contra a Queda, contra a sua consequência: Deus puniu e não há recuo, mas ainda assim Deus encontrará em amor uma forma de nos remir. E o elo de tudo, o amor, ah... como escrevi algures, prefaciando o livro de um amigo: Este mistério fundacional da espécie [e do cosmos], a um tempo barco e co-navegante com o Homem sobre o mar do Tempo, esta magna transcendência que desvela o motivo de ser do próprio Universo, o Amor é âmago e imago (imagem) das razões de Deus.  
      Que esta pequena seleta seja de proveitosa e edificante leitura a você, amigo leitor.  Mais que um livro a ser lido, nosso esforço foi para tornar este pequenino volume um livro a ser revisitado.

Sammis Reachers, editor

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Colabore conosco, repassando este e-book para seus amigos e contatos. Você pode ainda disponibilizá-lo para download (sempre gratuitamente) a partir de seu site ou blog. E caso não consiga realizar o download, e queira receber o arquivo por e-mail, escreva para: sreachers@gmail.com

domingo, 8 de janeiro de 2012

Pobres têm mais empatia e compaixão do que ricos, afirma pesquisadora


Incapaz de ver o sofrimento
As pessoas das classes socioeconômicas mais baixas são mais sensíveis ao sofrimento de outras pessoas.
Além disso, essas pessoas são mais rápidas para expressar sua compaixão do que os mais afluentes.
Assim, as diferenças emocionais entre ricos e pobres têm uma fundamentação científica, afirmam Jennifer Stellar e seus colegas da Universidade de Berkeley (EUA).
Segundo eles, não é que os ricos não se importem com o sofrimento dos outros, é que eles não foram treinados para perceber o sofrimento dos outros.
Cultura da compaixão e da cooperação
Segundo a pesquisa, as pessoas das classes média e alta têm uma menor capacidade de detectar e responder aos sinais de estresse e dor dos outros.
No geral, o estudo indica que o status socioeconômico é diretamente correlacionado com o nível de empatia e compaixão que as pessoas demonstram em face de situações emocionalmente carregadas.
"Não é que as pessoas das classes mais altas tenham um coração gelado. Elas apenas não reconhecem as dicas e sinalizações do sofrimento porque elas não tiveram que lidar com muitos obstáculos em suas vidas," propõe a Dra. Stellar.
Estas conclusões contestam estudos anteriores, que têm caracterizado as pessoas das classes mais baixas como sendo mais suscetíveis à ansiedade e à hostilidade em face da adversidade.
"Os resultados mais recentes indicam que há uma cultura da compaixão e da cooperação entre os indivíduos das classes mais baixas, que pode surgir das ameaças que elas enfrentam ao seu bem-estar," confirma Stellar.
Cooperação versus competição
Os pesquisadores salientam o fato de que seu estudo está sendo publicado em um momento de tensão entre as classes mais baixas e as classes mais ricas, como expresso no movimento de ocupação dos grandes centros financeiros.
Em vez de aumentar essa divisão entre as classes, Stellar afirma que espera que o estudo promova o entendimento entre as diversas classes.
Por exemplo, diz ela, os resultados sugerem que as pessoas de baixo status socioeconômico podem se sair melhor em ambientes cooperativos do que os mais ricos.
"Os indivíduos das classes mais altas parecem ser mais focados em si mesmos [do que na coletividade]. Eles parecem ser melhores em ambientes competitivos e individualistas," conclui a pesquisadora.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Casais "amigados" brigam mais

     Índices crescentes de violência entre casais nos Estados Unidos e Europa estão sendo amplamente atribuídos à recessão global, mas o problema tem outra dimensão que é muitas vezes ignorada: tem muito mais probabilidade de ocorrer entre casais amigados, que não são casados, do que entre casais casados.
Estatísticas espanholas, que foram destacadas em anos recentes pelo Instituto de Políticas da Família da Europa (IPF), e recentemente publicadas numa reportagem feita pelo jornal espanhol ABC, indicam que embora apenas 11% dos casais espanhóis coabitem sem casamento, tais uniões representam 58% dos crimes mais violentos entre casais. Para cada ordem judicial de proteção para um cônjuge casado, dez outras são dadas para casais amigados.
O IPF também informa que, de acordo com estatísticas do governo espanhol, “para todo homicídio que ocorre num casamento, 12 ocorrem” entre casais amigados. Além disso, o aumento em tais homicídios em anos recentes é em grande parte explicado pela coabitação; os homicídios saltaram 45% entre casais amigados, enquanto na realidade caíram 15% entre casais casados.
Resultados semelhantes foram revelados em pesquisas estatísticas dos Estados Unidos e Inglaterra, diz Ignacio Socías, blogando pelo jornal El Razón da Espanha.
“Todos os estudos estatísticos oficiais do Ministério da Justiça dos EUA com relação à violência familiar mostram que as mulheres que são casadas, inclusive aquelas que se separaram ou se divorciaram, têm menos que a metade da possibilidade de sofrerem [violência doméstica]”, escreve Socías. “No Reino Unido, a pesquisa oficial ‘A Pesquisa dos Crimes na Inglaterra’ indica que mulheres casadas são as que menor risco têm de sofrer violência doméstica”.
Por: Matthew Cullinan Hoffman
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