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sábado, 18 de julho de 2015

Acolherei o Estrangeiro!

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José Roberto M. Prado - www.teleios.com.br
Conforme atestou a ACNUR em sua nova edição do relatório Tendências Globais (Global Trends), divulgado em 18 de junho de 2015, vivemos uma crise humanitária mundial sem precedentes, com cerca de 60 milhões de pessoas deslocadas à força, sendo que destes, 20 milhões são refugiados e 40 milhões deslocados internos (IDPs).
Seja nos países de origem, de refúgio, de trânsito ou de reassentamento, a igreja tem um papel essencial e único a desempenhar na promoção da tolerância, da cultura de paz, para que os deslocados à força possam recuperar-se do trauma causado pelo desastre humanitário que sofreram e sejam inseridos efetivamente na nova sociedade.
Reconhecendo esta realidade, em dezembro de 2012, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados organizou um Diálogo com líderes religiosos de diferentes credos, organizações humanitárias confessionais, acadêmicos e representantes governamentais de vários países ao redor do mundo sobre o tema “Fé e Proteção”. Em resposta a esta convocação, de fevereiro a abril de 2013, uma coalizão de organizações humanitárias confessionais e instituições acadêmicas, entre elas a Aliança Evangélica Mundial (WEA) e a Visão Mundial (World Vision International), ambas de corte evangélico e com expressiva presença mundial, participaram na elaboração do documento “Acolher o Estrangeiro: Afirmações para líderes de comunidades de fé”.
As afirmações (transcritas abaixo) têm como alvo inspirar líderes de todos os credos a “acolher o estrangeiro” com dignidade, respeito e amor. Como observou Antonio Guterres, Alto Comissário das Nações Unidas para Refugiados:
“…para a vasta maioria das pessoas desarraigadas, poucas coisas são tão poderosas em ajudá-las a superar o medo, a perda, a separação e a destituição, como a sua fé. A fé é central também para a esperança e a resiliência … em muitas circunstâncias, os deslocados se voltam primeiramente às comunidades religiosas locais em busca de proteção, assistência e aconselhamento. As organizações de fé frequentemente desfrutam de altos níveis de confiança na comunidade, têm um melhor acesso e conhecimento local mais amplo, todos os quais são importantes fatores na elaboração e execução de programas, inclusive em ambientes complexos e inseguros.”
Confira as afirmações. Reflita. Você está pronto a acolher o estrangeiro? Então, que tal envolver outras pessoas? O Mestre da Galiléia já disse: “fui estrangeiro, e me acolheste..”.
Um valor central da minha fé é acolher o estrangeiro, o refugiado, o deslocado interno, o outro. Eu lhes tratarei como eu mesmo gostaria de ser tratado. Eu convidarei os demais, inclusive os líderes da minha comunidade de fé, a fazer o mesmo. Junto com os líderes de fé, as organizações religiosas e as comunidades de consciência ao redor do mundo, eu afirmo:
Acolherei o estrangeiro.
Minha fé ensina que a compaixão, a misericórdia, o amor e a hospitalidade são para todos: o nascido no país e o nascido no estrangeiro, o membro da minha comunidade e o recém-chegado.
Recordarei e farei recordar aos membros da minha comunidade que todos somos considerados “estrangeiros” em algum lugar, que devemos tratar o estrangeiro em nossa comunidade como nós gostaríamos de ser tratados, e que devemos desafiar a intolerância.
Recordarei e farei recordar a outros em minha comunidade que ninguém deixa sua terra natal sem uma razão: alguns fogem da perseguição, violência e exploração; outros devido a desastres naturais; e outros motivados pelo amor desejam prover uma vida melhor para sua família.
Reconheço que todas as pessoas têm direito à dignidade e ao respeito devido a sua condição de ser humano. Todos em meu país, inclusive os estrangeiros, estão sujeitos às leis do país e ninguém deve ser submetido à hostilidade ou discriminação.
Reconheço que acolher ao estrangeiro às vezes requer coragem, mas as alegrias e esperanças de fazê-lo sobrepassam grandemente os riscos e desafios. Apoiarei aqueles que corajosamente acolherem o estrangeiro.
Oferecerei hospitalidade ao estrangeiro, pois isso traz bênçãos sobre a comunidade, sobre minha família, sobre o estrangeiro e sobre mim.
Respeitarei e honrarei o fato de que o estrangeiro possa ter uma fé diferente ou manter crenças diferentes das minhas ou de outros membros da comunidade.
Respeitarei o direito do estrangeiro de praticar sua fé com liberdade. Buscarei criar espaços onde ele possa prestar seu culto livremente.
Falarei de minha própria fé sem menosprezar ou ridicularizar a fé de outros.
Construirei pontes entre o estrangeiro e eu. Através de meu exemplo, animarei a outros a fazerem o mesmo.
Farei um esforço não só para acolher ao estrangeiro, mas também para ouvi-lo em profundidade, e para promover o entendimento e acolhimento na comunidade.
Manifestarei-me pela justiça social para o estrangeiro, assim como faço para os outros membros da minha comunidade.
Quando eu vir hostilidade para com o estrangeiro em minha comunidade, seja em palavras ou em atos, não ignorarei, mas me empenharei em estabelecer o diálogo e facilitar a paz.
Não me manterei calado quando vir outros, mesmo que sejam líderes da minha comunidade de fé, falar mal dos estrangeiros, julgando-os sem conhecê-los ou quando vir que estão sendo excluídos, maltratados ou oprimidos.
Encorajarei minha comunidade de fé a trabalhar com outras comunidades de fé e organizações religiosas para encontrar melhores maneiras de assistir ao estrangeiro.
Acolherei o estrangeiro.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Saída para o tráfico humano é reorganizar imigração legal, diz alto comissário da ONU

[O alto comissário da Organização das Nações Unidas (ONU) para a questão dos refugiados, António Guterres, com o senador Paulo Paim, em reunião da CAS.]
Na opinião do alto comissário da Organização das Nações Unidas (ONU) para a questão dos refugiados, António Guterres, "a resposta para os problemas do tráfico de seres humanos passa pela existência de mecanismos organizados de migração legal".
Ele argumenta que não é possível combater esse tipo de atividade criminosa se não houver, simultaneamente, oportunidades legais de migração. Guterres, que já foi primeiro-ministro de Portugal, fez essas afirmações nesta quarta-feira (3), ao visitar a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH).
O assunto foi levantado pela senadora Marinor Brito (PSOL-PA), que é relatora da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tráfico de Pessoas. Segundo Marinor Brito, já foram catalogadas cerca de 520 rotas de tráfico de seres humanos no Brasil - seja para o trabalho escravo, o comércio de órgãos ou a exploração sexual de crianças e adolescentes. 
Lacuna legal: oportunidade para traficantes
Ao ressaltar que é "um socialista que aprendeu a respeitar os mercados", Guterres disse que os "liberais" defendem a liberdade de circulação nos mercados financeiros, de bens e serviços, mas não no mercado de trabalho, "como se este não existisse".
- No entanto, a procura e a oferta tendem a se encontrar, legalmente ou não. E as restrições criam enormes oportunidades para os traficantes - frisou.
Ele reconheceu que a organização da migração legal não é capaz de impedir totalmente o tráfico, mas destacou que ela é necessária para combater tais atividades.
O alto comissário da ONU observou que os governos, especialmente os dos países mais ricos, "têm se recusado a fazer uma aproximação multilateral para discutir a questão das migrações, insistindo em tratá-la como um assunto de soberania nacional".
- Não é por acaso que a convenção sobre os direitos dos trabalhadores migrantes, que o Brasil vai ratificar, não foi ratificada por nenhum dos países do chamado primeiro mundo - assinalou.  
Legislação para refugiados
Guterres também reiterou os elogios que têm feito ao Brasil quanto aos refugiados. Ele disse que o país tem uma das legislações "mais avançadas do mundo" sobre o assunto. E que, apesar dos problemas que ainda precisa superar, o Brasil é um exemplo de tolerância e diversidade "em um mundo onde essas qualidades estão postas em questão".
Guterres se referia aos recentes atentados na Noruega, que, segundo ele, "somente são possíveis em um caldo de cultura europeu de intolerância e recusa da diversidade, produzido em nome de falsas identidades do passado".
Ricardo Koiti Koshimizu / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

quinta-feira, 8 de julho de 2010

A África ainda precisa de sua ajuda!


          Olá queridos irmãos. Boa tarde. PAZ! A Copa do Mundo para o Brasil acabou, mas a vida continua. Que bom quando se tem Jesus como Salvador. As demais coisas são só passageiras. Não perdemos a alegria por causa do futebol ou outra coisa qualquer.   Jesus Cristo e o motivo da nossa alegria.
Que bom que a copa já esta quase acabando, pois devido às imagens bonitas que os canais de televisões fizeram para promover a Copa, mostrando os novos e lindos estádios de futebol, as praias, shopping Center das grandes cidades e hotéis de luxo, levaram algumas pessoas a achar que missionários da África do Sul não precisam mais de ajuda e de ofertas. Barbaridade tchê, o mês de Junho foi um aperto.  Mas cremos que Julho vai ser bem melhor, pois os trabalhos missionários e projetos que estão em andamento não podem parar devido um estádio de futebol bonito ou de um shopping Center de luxo.
Amados irmãos, vocês que tem sido tão fieis e nos ajudado tanto, orem também pelos que às vezes são levados pelos ventos da emoção.  Não passe esta mensagem adiante, apenas ore pelos missionários que estão trabalhando na África do Sul.
Estamos nos preparando para realizar nosso seminário em Nampula - Moçambique.  Em breve vamos ter nosso primeiro culto com batismo com os desempregados aqui em Port. Elizabeth. Também já recebemos uma proposta para a nova tenda para o DRC - Swakopmund.
Deus abençoe vocês em tudo. Amamos vocês, em breve escrevo mais. 
Silmar e Ana Rute

PS... A foto com o Taffarel foi à frente a nossa casa depois de um almoço.

Fonte: SBKAUER.COM

domingo, 13 de setembro de 2009

A questão dos refugiados e da migração internacional: Campos missionários

*

A problemática dos refugiados é uma questão sempre atual em todo o mundo. No Brasil não é diferente. Publicamos abaixo um texto da revista Passo a Passo #78, de Tearfund. Este número da revista é totalmente dedicado ao tema da Migração. O texto aqui publicado apresenta a realidade do Reino Unido, onde o número de migrantes e refugiados é muito maior que no Brasil. Mas a partir da experiência inglesa, é possível traçar parâmetros de ação entre os refugiados e migrantes estrangeiros estabelecidos por aqui, pois eles são um campo missionário carente e eventualmente estratégico, para no futuro alcançar suas pátrias.

Ao fim do artigo, há diversos links sobe a questão dos refugiados, para aprimorar sua compreensão do tema.


Por fim, esta postagem faz parte da Blogagem Missionária Coletiva, promovida pela União de Blogueiros Evangélicos, que visa à publicação de temas missionários, simultaneamente entre seus blogs membros.

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Fazendo amizade com os requerentes de asilo

Ros Holland

Um refugiado é uma pessoa que deixa o seu país por se sentir em perigo por motivos de raça, religião, opinião política ou por fazer parte de um determinado grupo social. Uma pessoa que quer ser reconhecida como um refugiado é um requerente de asilo.

Quando uma pessoa chega ao Reino Unido em busca de asilo, ela deve se registrar com o governo enquanto o seu pedido de asilo está sendo analisado. Se o seu pedido for aprovado, ela recebe permissão para permanecer no Reino Unido. Se o seu pedido for recusado, o governo pára de sustentar a pessoa, e ela tem de sair do país. As pessoas que não recebem asilo podem tentar encontrar novas provas e fazer o pedido novamente. Isso pode levar anos, e, durante este tempo, pode ser quase impossível encontrar um lugar para morar e outros meios de sustento.

Boaz Trust

Photo: Siphilisiwe Moyo
Photo: Siphilisiwe Moyo

Manchester é uma cidade grande do Reino Unido, com uma população de mais de 2 milhões de pessoas e cerca de 2.000 refugiados cujos pedidos de asilo foram recusados vivendo na cidade. A Boaz Trust é uma organização cristã, que foi criada para satisfazer as necessidades destes refugiados em Manchester. Ela trabalha com as igrejas locais, a Cruz Vermelha e outros grupos para oferecer este apoio.

Um dos principais objetivos da Boaz Trust é oferecer alojamento aos requerentes de asilo cujos pedidos foram recusados e que não têm onde morar. Isto é feito de três formas:

  • Um programa de alojamento em que eles podem ficar com uma família local que tenha um quarto a mais disponível.
  • Oito casas Boaz. Estas são emprestadas ou alugadas para a Boaz Trust para alojar os requerentes de asilo desabrigados.
  • Um projeto de abrigo para noites de inverno. Juntamente com uma equipe de cristãos de cinco igrejas locais, a Boaz Trust oferece transporte, uma refeição quente, uma cama para passar a noite e café-da-manhã durante os meses frios do ano.

Apoio as requerentes de asilo

Acreditamos que algumas das atividades que realizamos podem ser usadas em qualquer parte do mundo, onde quer que haja pessoas em busca de segurança.

PREOCUPAÇÃO COM A PESSOA INTEGRAL
Como organização, procuramos trabalhar de forma holística, preocupando-nos com os requerentes de asilo e servindo-os como pessoas integrais. Estamos convencidos deque todos são criados à imagem de Deus (Gênesis 1:27). Por esse motivo, todas as pessoas merecem respeito e cuidados. Em resposta às necessidades expressadas pelos requerentes de asilo da nossa comunidade, a Boaz Trust criou o projeto “Vidas Significativas”, o qual consiste em:

  • Dias de passeio para usufruir a companhia uns dos outros e visitar lugares diferentes, como o campo ou museus.
  • Aulas para ajudar os requerentes de asilo a desenvolverem habilidades, como aulas de inglês ou de computador.
  • Projetos de artesanato, como cartões, pulseiras, tigelas, potes e capas de almofadas.

Estes projetos oferecem aos requerentes de asilo a oportunidade de conversar, aprender e compartilhar experiências enquanto passam algum tempo juntos.

UM LUGAR PARA FICAR E ALGO PARA COMER
Basicamente, os requerentes de asilo precisam de abrigo e alimento.

  • Alojamento Os requerentes de asilo da sua comunidade têm abrigo? Há alguma família local que tenha um quarto onde eles possam ficar? A sua igreja ou algum outro prédio comunitário poderia ser usado como abrigo para a noite?
  • Alimento Vocês poderiam compartilhar recursos para ajudar as pessoas que não têm o que comer na sua comunidade?

ALGO PARA FAZER

Photo: Siphilisiwe Moyo
Photo: Siphilisiwe Moyo
Em muitos lugares, pode não ser possível para os requerentes de asilo encontrar trabalho por causa das leis (como no Reino Unido) ou devido à discriminação. Talvez a sua igreja possa oferecer:
  • aulas de idioma, culinária ou computador
  • artesanato ou atividades esportivas
  • uma horta compartilhada para plantar frutas ou legumes
  • grupos sociais voltados para as mulheres ou homens, pais ou jovens, crianças ou pessoas mais idosas.

ERGUENDO A VOZ

Algumas pessoas têm opiniões negativas sobre os que se mudam de outros países para uma determinada área. Como cristãos, somos chamados: “Erga a voz em favor dos que não podem defender-se, seja o defensor de todos os desamparados. Erga a voz e julgue com justiça …” (Provérbios 31:8-9).

  • Podemos confrontar os habitantes locais quando eles disserem coisas que não sejam verdadeiras sobre os requerentes de asilo.
  • Se acharmos que uma pessoa foi maltratada, é importante que ergamos a voz com ela e por ela. Podemos organizar petições para mostrar ao governo que muitas pessoas se importam com a injustiça cometida. Mesmo que alguns jornais tenham opiniões negativas, podemos tentar incentivá-los a mostrarem histórias de pessoas a quem foi negado um lugar seguro para ficar.
  • Às vezes, é muito difícil saber o que fazer quando vemos pessoas tratadas de forma injusta. Os cristãos podem orar e saber que Deus ouve as suas preces.

Ros Holland é a Gerente Administrativa e de Comunicações da Boaz Trust.

Harpurhey Community Church, Carisbrook Stree,t Manchester, M9 5UX, Reino Unido.

E-mail: admin@boaztrust.org.uk
Site:
http://www.boaztrust.org.uk/


A história de Hamed

“Eu trabalhava como pastor de gado. Em 2003, fui preso pela polícia, pois eles achavam que eu estava contra o governo. Várias vezes fui amarrado a uma árvore e espancado continuamente. Meu povoado foi atacado, e todos os meus amigos e a minha família inteira foram mortos. Eu fugi e acabei chegando a um porto.

Eu tinha algum dinheiro, e um agente colocou me num contêiner num navio. Depois de quatro semanas, o contêiner foi aberto. Eu estava em Liverpool, na Inglaterra. Eu mal podia me mexer e estava com medo. Eles me levaram para o Ministério do Interior do governo, onde fui interrogado.

Quando compareci ao tribunal de asilo, não entendi nada. Três semanas mais tarde, recebi uma carta dizendo que meu pedido de asilo havia sido recusado e eu tinha de voltar para o meu país, porque lá era seguro. Algumas pessoas do governo vieram à casa onde eu estava morando, carregaram-me para fora e deixaram-me na rua.

Eu fiquei vivendo na rua por uma semana. Um dia, um homem deu-me o endereço da Cruz Vermelha e algum dinheiro para que eu pegasse um ônibus. Lá, conheci os funcionários da Boaz Trust. Eles encontraram um lugar numa das suas casas com outros requerentes de asilo cujos pedidos haviam sido recusados. Agora eu trabalho como voluntário no centro de atendimento informal e também freqüento uma escola, onde estou aprendendo inglês.”

Recentemente, Hamed encontrou um novo advogado, e o seu pedido está sendo analisado novamente pelo governo britânico.


Idéias práticas

Faça da sua igreja uma comunidade amiga! É importante que os cristãos mostrem o amor de Jesus em tudo que fizerem ou disserem e a todos que encontrarem. Vocês poderiam abrir o prédio da sua igreja para um atendimento informal uma vez por semana? Por exemplo, um dia por semana, uma igreja local oferece um almoço simples, roupas de segunda mão, apoio e aconselhamento a qualquer pessoa necessitada.

Compartilhem alimentos e amizade. Fazer as refeições juntos pode romper barreiras. Vocês poderiam pedir a alguns dos requerentes de asilo para prepararem uma refeição tradicional? Esta é uma maneira fácil de aprender sobre outras culturas e fazer amizades.

Aprenda sobre a situação na sua região. De onde os migrantes vêm e por quê? Há algum outro grupo com quem vocês poderiam trabalhar na comunidade?

Perguntem às novas pessoas na sua comunidade como vocês podem apoiá-las. Por exemplo, elas podem querer ajuda para encontrar um médico, usar os ônibus ou abrir uma conta bancária.


Fonte: Revista Passo a Passo. Leia online a Revista neste link: http://tilz.tearfund.org/Portugues/Passo+a+Passo+71-80/Passo+a+Passo++78/

Baixe diretamente a Revista: Clique Aqui.


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