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sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

Jesus era da Judeia ou da Palestina? Historiadora cristã esclarece a questão

 

Por uma questão ideológica e até mesmo antissemita, muitos têm promovido a falsa ideia de que Jesus era “palestino”, no sentido de que não havia naquela época uma Judeia, mas toda aquela região era nomeada Palestina. Muitos citam até fontes, distorcendo a seu favor as informações. Neste vídeo, uma historiadora cristã rebate tais falácias, demonstrando, através de fontes históricas contemporâneas a Jesus, que o termo Judeia era também largamente empregado.

Via blog Segredos do Eterno.


sábado, 17 de outubro de 2020

365 Citações de Lutero num e-book gratuito

        Há poucos anos comemoramos nada menos que quinhentos anos de Reforma Protestante. Assim, redondos, perfeitos. Quinhentos anos depois, devemos ter e manter por mote capital o lema proposto pelo reformador holandês Gisbertus Voetius (1589-1676): “Ecclesia Reformata et Semper Reformanda Est” (“A Igreja é reformada e está sempre se reformando”). A frase significa que a obra da Reforma não está concluída, mas persevera ou deve perseverar em seu avanço em direção à verdade e à vivência de um cristianismo a cada dia mais bíblico (há quem utilize o termo apostólico, perfeitamente válido) e equilibrado.

        Se a Reforma representou um retorno ou reaproximação à verdade, tal verdade deve ser comunicada com urgência e ímpeto; ímpeto maior do que o daqueles que comunicam o engano, cada vez maior, em cada vez mais variadas formas. Cremos que a Reforma é um movimento engendrado em Deus, peça de perfeito encaixe dentro de seu Kairós, seu tempo; movimento que aponta para conserto dos agentes e engajamento na ação, ou seja, reerguimento da Igreja e/para o cumprimento da Grande Comissão. Assim, a Reforma é um prenúncio da volta do Rei, e um movimento fundamental de seu glorioso retorno.

      No Brasil atual, as mais diversas instituições, sejam eclesiásticas, para-eclesiásticas ou seculares, realizam eventos e  publicações em celebração e memória à vida e obra de Lutero. Digno de nota são os esforços da Igreja de Confissão Luterana do Brasil, de cujo site coligimos mais de metade das frases aqui veiculadas, bem como o texto das 95 Teses.

      Este breve e-book, em sua humildade, simplicidade e gratuidade, vem somar-se ao volume de realizações em comemoração ao 503º aniversário da Reforma Protestante. E proporcionar a todos um singelo aprofundamento no pensamento daquele que, apoiado nos ombros de gigantes, verdadeiramente deflagrou a Reforma ensaiada por muitos, dos quais diversos pagaram a ousadia com sua própria vida.

Sammis Reachers, editor

PARA BAIXAR O LIVRO PELO SITE GOOGLE DRIVE, CLIQUE AQUI.


sábado, 30 de novembro de 2019

Marion Preminger, de princesa do fútil a serva (útil) de Cristo



Marion Preminger (1903 – 1972) é um exemplo vivo do que disse Jesus sobre perder e ganhar a vida. Ela nasceu em 1913 na Hungria e cresceu em um castelo com sua família aristocrática, cercada por empregados, tutores, governanta e motoristas. Sua avó, que morava com eles, insistia que quando viajassem eles levassem seus próprios lençóis, porque ela achava que era rebaixar-se o dormir entre lençóis de pessoas comuns.
Enquanto estudava na escola em Viena, Marion conheceu um jovem médico muito bonito. Eles se apaixonaram, fugiram e se casaram quando ela tinha apenas dezoito anos. O casamento durou apenas um ano. Ela voltou para Viena e começou sua vida como atriz.
Ao ensaiar uma peça, ele conheceu o brilhante diretor de orquestra alemão Otto Preminger. Eles se apaixonaram e se casaram. Logo depois eles se mudaram para os Estados Unidos, onde ele começou sua carreira como diretor de cinema. Lamentável e tragicamente Hollywood é um lugar de dramáticos exemplos de pessoas que se mordem e devoram umas às outras. Marion estava deslumbrada com o brilho, as luzes e a emoção superficial da vida de Hollywood e começou a viver o tipo de vida próprio do lugar. Quando Preminger descobriu, ele divorciou-se dela.
Marion voltou à Europa para morar em Paris. Em 1948, ela soube pela imprensa que Albert Schweitzer, o homem de quem ela tinha ouvido falar quando era criança, estava fazendo uma de suas visitas periódicas à Europa e estava em Gunsbach. Ela ligou para a secretária de Schweitzer solicitando uma consulta, que foi concedida para o dia seguinte. Quando Marion chegou a Gunsbach, descobriu o missionário tocando o órgão no templo do lugar. Ela ouviu a música e o ajudou virando as páginas da partitura para ele. Ele a convidou mais tarde para comer juntos em sua casa; no final do dia ela sabia que tinha encontrado o que procurara por toda a sua vida. Marian acompanhou Schweitzer durante todo o resto de sua estadia na Europa e quando ele voltou para a África ele a convidou para ir a Lambarene e trabalhar no hospital.
Ela fez isso, e se encontrou. Lá em Lambarene, a jovem que nasceu em um castelo e cresceu como uma princesa, acostumada a viver com todos os tipos de luxos e como uma mulher caprichosa, se tornou uma servente. Dedicou-se a trocar ataduras, dar banho nas crianças e alimentar leprosos ... e se libertou. Marion escreveu sua autobiografia e intituladou All I Euer Wanted Was Everything (Tudo que eu sempre quis foi tudo). Ela não conseguiu o "tudo" que lhe daria satisfação e significado até que ela desse tudo. Quando ela morreu em 1979, o jornal New York Times inseriu a notícia em sua coluna obituária, que incluía uma frase de Marion: "Albert Schweitzer disse que existem apenas dois tipos de pessoas neste mundo: aquelas que ajudam e aquelas que não ajudam. Eu sou alguém que tentou ajudar".
José Luis Matínez: 503 Ilustraciones Escogidas (tradução de Cidadania Evangélica)


terça-feira, 10 de julho de 2012

As Veias Abertas da América Latina...


Adam Smith dizia que o descobrimento da América tinha “elevado o sistema mercantil a um grau de esplendor e glória, que de outro modo não seria alcançado jamais”.
Segundo Sergio Bagú, o mais formidável motor de acumulação do capital mercantil europeu foi a escravatura americana; por sua vez, esse capital tornou-se a “pedra fundamental sobre a qual se construiu o gigantesco capital industrial dos tempos contemporâneos”. A ressurreição da escravatura greco-romana no Novo Mundo teve propriedades milagrosas: multiplicou as naves, as fábricas, as ferrovias e os bancos de países que não estavam na origem nem, com exceção dos Estados Unidos, no destino dos escravos que cruzavam o Atlântico. Entre os albores do século XVI e a agonia do século XIX, vários milhões de africanos, não se sabe quantos, atravessaram o oceano; sabe-se, sim, que foram muito mais que os imigrantes brancos, provenientes da Europa, embora, está claro, muito menos sobreviveram. Do Potomac ao rio da Prata, os escravos edificaram a casa de seus amos, abriram as matas, cortaram e moeram cana-de-açúcar, plantaram algodão, cultivaram o cacau, colheram o café e o tabaco, afogaram se nos socavãos mineiros. A quantas Hiroximas equivaleram seus extermínios sucessivos? Como dizia um plantador inglês de Jamaica , - “os negros, é mais fácil comprá-los do que criá-los”. Caio Prado Júnior calcula que até o princípio do século XIX havia chegado ao Brasil entre cinco a seis milhões de africanos; por esta época, Cuba já era um mercado de escravos tão grande como o havia sido, antes, todo o hemisfério ocidental.

Por volta de 1562, o capitão John Hawkins tinha arrancado 300 negros de contrabando da Guiné portuguesa. A rainha Elizabete ficou furiosa: “Esta aventura - sentenciou - clama vingança do céu.” Porém, Hawkins contou-lhe que no Caribe havia obtido, em troca dos escravos, um carregamento de açúcar e peles, pérolas e gengibre. A rainha perdoou o pirata e converteu-se em sócia comercial dele. Um século depois, o duque de York marcava a ferro quente suas iniciais, DY, sobre a nádega esquerda ou o peito dos três mil negros que sua empresa conduzia anualmente para “as ilhas do açúcar”. A Real Companhia Africana, entre cujos acionistas figurava o rei Carlos II, dava 300% de dividendos, apesar de que, dos 70 mil escravos que embarcaram entre 1680 e 1688, só 46 mil sobrevivessem à travessia. Durante a viagem, numerosos africanos morriam vítimas de epidemias ou desnutrição, ou se suicidavam negando-se a comer, enforcando-se com suas correntes ou lançando-se pela borda ao oceano eriçado por barbatanas de tubarões. Lenta, porém firmemente, a Inglaterra ia quebrando a hegemonia holandesa no tráfico negreiro.
A South Sea Company foi a principal usufrutuária do “direito de asiento” concedido aos ingleses pela Espanha, e nela estavam envolvidos os mais proeminentes personagens da política e das finanças britânicas: o negócio, brilhante como nenhum outro, enlouqueceu a bolsa de valores de Londres e deflagrou uma especulação legendária.'

Eduardo Galeano, in As Veias Abertas da América Latina. De esquerda ou de direita, não importa: recomendo a leitura. 
Pode ler aqui: http://copyfight.noblogs.org/gallery/5220/Veias_Abertas_da_Am%C3%83%C2%A9rica_Latina(EduardoGaleano).pdf

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

10 telas de Felix Nussbaum, pintor e vítima do Holocausto

O Triunfo da Morte - 1944



Felix Nussbaum (nascido em 11 de Dezembro de 1904 em Osnabrück, falecido a 2 de Agosto de 1944 em Auschwitz) foi um pintor alemão de religião judaica, com várias obras que ilustram os horrores do Holocausto, do qual ele foi vítima. Estudou em Hamburgo e Berlim, arte, livre e aplicada (freie und angewandte Kunst). Nos anos 1920 e 30 as suas exposições em Berlim tiveram grande sucesso. Com a chegada ao poder dos Nazis em 1933, foi obrigado a viver no exílio, em Itália, França e finalmente na Bélgica (Bruxelas) com a sua mulher, a polaca Felka Platek, com quem casou em 1937. Com a ocupação pelos alemães e o regime de Vichy, foi internado num campo de concentração em França. Conseguiu no entanto fugir com a sua mulher e esconder-se na casa de um amigo, também um artista, em Bruxelas. Foi traído e denunciado em Junho de 1944 e imediatamente preso, juntamente com a sua mulher. Foi levado para campo de concentração de Malines (ou Mecheln) de onde foi levado para Auschwitz, onde foi assassinado em 2 de Agosto de 1944, presumivelmente com a sua mulher.


Fonte: Wikipédia




TELAS 
(clique nas imagens para ampliar)

 Maler im Atelier 1931

Selbstbildnis mit Judenpass 1943

Selbstbildnis mit grüner Mütze 1936

Auto-retrato com máscara, 1928

Selbstbildnis im Totenhemd, 1942

O refugiado 1939

Jewish Boy with a Badge

Surrealistic Landscape


Peur 1941

sábado, 28 de maio de 2011

O "QUINTO DOS INFERNOS" e outras desagradáveis "curiosidades"


Durante o século 18, o Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu  colonizador, Portugal.
Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da  produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de "O Quinto".

Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro.

O "Quinto" era tão odiado pelos brasileiros, que, quando se referiam a ele, diziam ...
"O  Quinto dos Infernos". 
E isso virou sinônimo de tudo que é ruim.


A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os "quintos  atrasados" de uma única vez, no episódio conhecido como "Derrama".

Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de "Inconfidência Mineira", que teve seu ponto culminante na prisão e  julgamento de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário IBPT,  a carga tributária brasileira deverá chegar ao final deste ano de 2010 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção.

Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que  significa que pagamos hoje literalmente "dois quintos dos infernos" de impostos...

Para que?
Para sustentar a corrupção?? os mensaleiros?? o Senado com  sua legião de "diretores", a festa das passagens, o bacanal  (literalmente) com o dinheiro público, as comissões e jetons, a farra  familiar nos 3 poderes (executivo, legislativo e judiciário).


Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do "quinto dos infernos"  para sustentar essa corja, que nos custa (já feitas as atualizações) o  dobro do que custava toda a Corte Portuguesa.

E pensar que Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a  metade dos impostos que pagamos atualmente!

Recebido por e-mail

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

O Lutero negro

Por Hernani Francisco da Silva

A primeira tentativa de estabelecer uma igreja protestante no Brasil foi em 1555, que pretendia dar refúgio aos calvinistas franceses, perseguidos pela Inquisição européia. A segunda tentativa foi em 1630, quando os holandeses tomaram Recife, Olinda e parte do Nordeste, registrando a presença do protestantismo. Após a expulsão dos holandeses, em 1654, o Brasil fechou as portas aos protestantes por mais de 150 anos.

Com a chegada da família real, em 1808, e um “jeitinho português” abriu-se uma brecha no monopólio católico, permitindo a presença de outra religião que não fosse a católica. Os protestantes estrangeiros, no entanto, não podiam pregar nem construir igreja com torre, mais podiam reunir-se e cultuar a fé, comercializar a Bíblia e até distribuí-la.

Foi através dessa brecha que um negro letrado, alfaiate, chamado Agostinho José Pereira, conheceu a Bíblia e descobriu outra forma de cristianismo. Agostinho teve contato com protestantes estrangeiros que passaram pelo Recife. Por revelação divina, em sonho, tornou-se protestante.

Em 1841, Agostinho José Pereira começou a pregar pelas ruas do Recife. Nasceu, assim, a primeira igreja protestante brasileira, a Igreja do Divino Mestre, com seus mais de 300 seguidores, negros e negras, todos livres e libertos.

Agostinho ensinou-os a ler e a escrever, numa época em que os proprietários de terras eram analfabetos. No Brasil de 1841, fora das colônias colonizadas por estrangeiras não havia protestantismo algum. O negro Agostinho foi o primeiro pregador brasileiro.

Só depois, em 1858, o reverendo Roberto Kalley fundou a Igreja Fluminense, episódio considerado pela história oficial como data de fundação da primeira igreja protestante do Brasil. Depois vieram outras Igrejas como a presbiteriana (1859), a batista (1871), a luterana (1886), a anglicana (1889).

A Igreja do Divino Mestre era mística e teologicamente negra. A Igreja fundada por Agostinho falava de libertação bíblica, esperança de uma vida livre da escravidão, o povo negro como a primeira criação humana de Deus, e de um Cristo não-branco.

As idéias de Agostinho eram avançadas e perigosas para a época em que a Igreja Católica era a religião oficial do Estado, e não admitia nenhuma outra crença a não ser a igreja de Roma. Ao ler a Bíblia e pregar uma outra forma de cristianismo, Agostinho criticava o catolicismo com suas estátuas e santos intermediários. Ele tornou-se alvo de perseguição da Igreja Católica.

Mas não foi só a igreja que se sentiu ameaçada com as pregações de Agostinho. As autoridades e a Imprensa de Recife se alvoroçaram com as idéias do pastor negro que falava da libertação dos escravos, citava a revolução do Haiti e a insurreição escrava nos moldes dos negros mulçumanos na Bahia, acontecimentos que deixavam os escravistas brasileiros em arrepios. Ele era mais que subversivo, era negro em plena escravidão, era protestante num Estado católico, e pregava a libertação dos negros numa sociedade que sufocava qualquer movimento que ousasse tal feito. O negro Agostinho era um perigo para o Brasil da época.

A historia de Agostinho deixa muita perguntas sem resposta. Pouco se sabe da vida dele, de onde veio, para onde foi. O que se sabe é que ele era um negro letrado e que fundou a primeira igreja protestante brasileira, e que essa igreja era negra. Sabe-se também que na sua trajetória política conheceu Sabino, o líder da revolta baiana conhecida como a sabinada. Ele participou da Confederação do Equador.

Um fato marcante na vida de Agostinho foi a sua prisão em 1846. Graças a esse episódio ficou registrado um pouco da sua vida, documentada na imprensa de Recife e em inquérito policial, que hoje são fontes de pesquisas resgatando o legado desse grande homem.

A imprensa discutia até onde ele era um rebelde, um fanático religioso. Ele foi acusado de vigarista e enganador da boa fé de negros e pobres. Agostinho tinha 47 anos de idade quando foi preso. O chefe de policia da província suspeitava que a “seita” liderada por Agostinho tinha o objetivo de preparar uma insurreição de escravos. A policia cercou a casa onde a Igreja do Divino Mestre se reunia, prenderam Agostinho e seus fiéis.

Com a prisão de Agostinho a igreja que fundara expandiu-se pela cidade e a perseguição policial estende-se aos seus membros. No bairro de Boa Vista, a policia entrou na casa de um de seus lideres, interrogou-o e confiscou a Bíblia. A policia invadiu a casa de Agostinho e apreendeu textos intitulados como o ABC, textos esses que criaram um grande alvoroço por conter citações da revolução dos escravos do Haiti.

As perseguições prosseguiram aos membros da Igreja do Divino Mestre, que registrou 16 pessoas detidas. O seu advogado de defesa foi Borges da Fonseca, um liberal de Pernambuco.

Não se sabe o que aconteceu com o pastor negro Agostinho José Pereira depois da sua prisão. Um jornal da época noticiara que Agostinho fora solto por habeas corpus impetrado pelo advogado Borges da Fonseca e que quando passava nas ruas acompanhado pelos seus discípulos a multidão gritava e assoviava.

Ao passar por Pernambuco em 1852, o naturalista inglês Charles B. Mansfield referiu-se ao mestre como um “Lutero negro”, que não sabia onde ele estava, mas tinha ouvido que tinha sido condenado a três anos de prisão ou fora deportado.

O Lutero negro deixou um legado para a igreja e a sociedade brasileira. Para o Movimento Negro Evangélico ele deixou uma bela herança histórica: “a primeira Igreja Protestante do Brasil foi negra”.


Citações e Referências:

LÉONARG, Émile-G. O protestantismo brasileiro: estudo de eclesiologia e história social. 2ª ed. Rio de Janeiro: JUERP e ASTE, 1981.
CARVALHO, Marcus JM. Rumores e rebeliões: estratégias de resistência escrava no Recife, 1817-1848 - 49 - Tempo - Revista do Departamento De Historia da UFF - Nº 6 Vol. 3 - Dez. 1998.
--------- Fácil é serem sujeitos, de quem já foram senhores. O ABC do Divino Mestre. Afro-Ásia, número 031 Universidade Federal da Bahia, Brasil pp. 327-334, 2004.


FONTE: RENAS - http://www.renas.org.br
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