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segunda-feira, 7 de março de 2011

Carnaval, retiros e camisinhas.

           Estava na fila do guichê para comprar minha passagem e pagar os costumeiros e abusivos R$ 0,50 por Km. Pude então perceber duas caixas de camisinhas no balcão e lembrei: É carnaval!
Nós os crentes, olhamos para aquelas caixas e dizemos que ‘Satanás está solto’ e que o governo ‘está servindo ao Diabo’. Bom, se está servindo ao Diabo, não é no distribuir camisinhas, mas sim, ao incentivar o carnaval. Explico. Aprendi com o Pr. Luciano Gazola, que a camisinha é ‘uma solução paliativa, mas é uma solução’. A camisinha não sana a ‘doença’ mas põe um curativo. Enquanto o governo não mudar de perspectiva e parar de apoiar esse inferno, enquanto não for investido mais dinheiro em educação e conscientização, enquanto nós não evangelizarmos e os pais não educarem os filhos, a camisinha será um ‘mal necessário’.
Para que negarmos preservativos se as pessoas vão transar com ou sem eles? Se o governo não doar preservativos, o povo vai transar do mesmo jeito! A diferença é que sem a camisinha, teremos milhares de abortos! Veremos milhares de adolescentes grávidas, de mães solteiras, e de pessoas definhando com DST. Então para que continuarmos com nossa cabeça quadrada dizendo que o Ministério da Saúde é infernal em doar preservativos? Não, eu não estou incentivando o sexo antes/fora do casamento! O que alerto é para o fato de que a nossa opinião (cristãos) de que fornicação e adultério são pecados, por si só não muda a realidade!
E se não estamos fazendo nada, ou pior, estamos atrapalhando quem está tentando fazer alguma coisa, será que não está na hora de reavaliarmos nossos retiros ‘espirituais’ de carnaval? Deus lutava por Israel e lhes concedia a vitória, mas isso não lhes impedia de usar estratégias militares, nem de treinar e atacar! Penso que poderemos ter para os próximos anos, mais retiros radicais para jovens! E até mesmo alguns louvores em forma de samba (veja aqui). A cultura brasileira não é diabólica! Ela possui aspectos diabólicos e isso é uma grande diferença. No MS chupamos o caju, mas não sua castanha, pois esta última, queima a boca. No GO, comemos o pequi, mas não os espinhos de seu caroço. O ritmo do samba não é o problema, mas sim o que as pessoas ‘comem’ com ele: Sensualidade, malícia, fornicação...
Podemos e devemos ser evangélicos e brasileiros ao mesmo tempo. Aqui no RS, podemos louvar com gaita e na BA com berimbau... Mas que preconceito com os baianos! Por que você sentiu um frio na espinha ao pensar em louvor com berimbau? Vamos admitir. Nosso problema não tem sido apenas o carnaval, mas também nossa ‘quadradez gospel’ que nos torna inimigos da sociedade e assim o carnaval tem se fortalecido e a Igreja perdido grandes oportunidades! Ficam registrados aqui estes insights para que possamos nos aproximar mais do projeto de Jesus para sua Igreja. E que Deus nos abençoe.

Via: MISSOES.ORG

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Governo estadunidense admite esperiências com humanos!


WASHINGTON, D.C., EUA, 7 de outubro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O governo dos EUA anunciou um pedido formal de desculpas depois que se revelou que o governo americano havia infectado centenas de guatemaltecos — que não sabiam de nada — com sífilis e gonorreia como parte de um experimento médico entre 1946-1948.
Hillary Clinton, secretária de Estado dos EUA, e Kathleen Sebelius, secretária do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, condenaram como “chocante” um estudo ainda não publicado que descreve os experimentos que o Serviço de Saúde Pública dos EUA realizou em guatemaltecos décadas atrás enquanto buscava testar a eficácia da penicilina contra essas doenças.
O esquema foi descoberto por Susan Reverby, historiadora médica da Faculdade Wellesley em Massachusetts. Reverby disse numa coletiva à imprensa que presos, pacientes de instituições de saúde mental e até soldados guatemaltecos foram sujeitos aos experimentos. Pesquisadores infectavam indivíduos, disse Reverby, por meio de relação sexual com prostitutas infectadas ou por meio da inoculação de uma bactéria que provoca a sífilis. A inoculação era feita nos braços, faces e pênis dos indivíduos.
“No total, 696 homens e mulheres foram expostos a essas doenças e então receberam penicilina. Os estudos prosseguiram até 1948 e os registros indicam que apesar das intenções nem todos foram provavelmente curados”, escreveu ela.
A Guatemala oficialmente exigiu que fossem totalmente revelados todos os detalhes do estudo nos guatemaltecos.
As revelações imediatamente estimularam comparações com o infame experimento de sífilis em Tuskegee, outro estudo clínico conduzido pelo Serviço de Saúde Pública, em que 399 afro-americanos pobres com sífilis foram, sem saber, sujeitos a exames começando em 1932. Diferente das experiências na Guatemala, os indivíduos de Tuskegee já tinham a doença, e não foram propositadamente infectados.
Mas o estudo, que mais tarde levou a mudanças tais como a lei de consentimento informado, foi inteiramente condenado porque os pesquisadores recusaram informações e tratamento cruciais aos indivíduos sujeitos às experiências, levando à morte deles e à infecção de suas esposas e filhos. O experimento terminou em 1972 depois que foi vazado para a imprensa, 25 anos depois que a penicilina havia sido instituída como tratamento para a sífilis, mas por esse tempo 128 dos indivíduos originais haviam morrido de sífilis ou complicações relacionadas. Em 1997, o ex-presidente Bill Clinton pediu desculpas pelos experimentos de Tuskegee.
Kathleen Gilbert
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/oct/10100711.html
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