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terça-feira, 26 de março de 2013

Nina Leen - Fotógrafa da LIFE


«Menos conhecida do grande público, a fotógrafa Nina Leen (1909-1995) entrou para a LIFE em 1945 e assinou dezenas de capas. Nascida na Rússia, viveu em vários países da Europa antes de se instalar em Nova York. Leen não era a fotógrafa das grandes reportagens e das zonas de conflito. Se notabilizou pelos editoriais de moda, pelos retratos de artistas e intelectuais. E, principalmente, pelas matérias que retratavam a sociedade americana do pós-guerra. A técnica apurada na composição, ângulos e iluminação extremamente bem elaborados, fazem das fotografias de Nina Leen verdadeiras obras-primas de sutileza e elegância.»
Alexandre Belém
In, veja.abril.com.br

 Nina Leen de pé, em frente de uma projecção de uma das suas fotos. 1958. Gordon Parks.

 Nina Leen Exhibit Box #1-D. Sem data.

 Nina Leen Exhibit Box #1-D. Sem data.

 Father & Child. Sem data. Nina Leen.

 Carole Landis chegando na igreja para o seu casamento acompanhada por Kay Francis. 1943. Nina Leen.

Night-Club Girls. 1952. Nina Leen.

Le Corbusier no seu atelier de arquitectura em Paris. 1946. Nina Leen.

O tenor Lauritz Melchior e esposa, brincando com o seu Grand Danois. 1944. Nina Leen.

 Joan Roberts vestida com o traje para o musical "Oklahoma", rindo de 
como o seu bulldog "Óculos", levanta a perna num poste. 1944. Nina Leen.

 Summer Beach Fashions. Florida. 1950. Nina Leen.

 Summer Beach Fashions. Florida. 1950. Nina Leen.

 Nina Leen em acção. Sem data.

Nina Leen com a sua Rolleiflex. 1945.


(Fotos Nina Leen e LIFE Archive)


domingo, 18 de novembro de 2012

Portugal 1940 - Fotos de Bernard Hoffman 2

"O português paga calado cada prestação
Para banhos de sol nem casa se precisa
E cai-nos sobre os ombros quer a arma quer a sisa
E o colégio do ódio é a patriótica organização"
Ruy Belo 


A Mocidade Portuguesa vista por Bernard Hoffman. 1940.


Bernard Hoffman com a sua câmara na Praça do Comércio e em foto da wikipedia.


Bernard Hoffman (1913-1979), foi um fotógrafo americano, que trabalhou para a LIFE durante 18 anos. Ficou conhecido como o primeiro fotógrafo americano em Hiroshima e Nagasaki depois da bomba atómica ter sido lançada em 1945. Já tinha publicado várias fotos suas num post em 2011 (as melhores, em minha opinião) VER AQUI desta viagem de Bernard Hoffman e da LIFE a Portugal. Em 1940 (entre junho e julho), Bernard Hoffman esteve em Portugal durante cinco semanas fazendo um trabalho fotográfico para a LIFE e era acompanhado por um editor e uma jornalista. 


 Três da nove páginas da reportagem da LIFE. Julho 1940.


Essa reportagem foi publicada em 29 de julho de 1940, e era bastante extensa (9 páginas) e depreende-se que a reportagem foi feita a convite? do governo de Salazar, tendo Bernard Hoffman e os outros, sido acompanhados desde os EUA, pelo Dr. Celestino Soares (que a LIFE diz ser um autor português e conferencista) que estava na América em uma missão para o governo português. 


Vista dos Açores antes de aterrar e policia açoriano olhando o interior do hidroavião (Pan American Clipper). 1940.


Viajaram desde Nova York num hidroavião (seria a inauguração de uma carreira regular?) de que a LIFE fez também uma extensa reportagem. Em Portugal o pessoal da LIFE passeou por onde quis, sem limitações (vê-se pelas fotos), sempre acompanhados pelo tal Celestino Soares e pelo ministro da propaganda (seria o António Ferro?) para todo o lado (é a LIFE quem o diz). 


 Hotel Aviz em Lisboa. Onde é hoje o Hotel Sheraton e o Imaviz. 
E Palácio do Buçaco. 1940.


“a opinião pública é indispensável ao governo dos povos, constitui por vezes um grande estimulante, 
mas nunca se deve perder, a bem da sua própria saúde, o controle da sua formação” (Salazar)

Salazar e Cerejeira: "O Roque e a amiga"; Estes dois mandavam em Portugal. 1940.


Convém não esquecer que estávamos em plena 2ª guerra mundial. O mais certo era que já tinham chegado a acordo sobre a base das Lages e tudo isto fazia parte de uma "limpeza" da imagem do regime de Salazar. Bernard Hoffman disse na LIFE, que gostou de quase tudo, excepto dos condutores de automóveis, que conduzem nas estreitas estradas a alta velocidade e que encontrou nos portugueses as pessoas mais simpáticas e hospitaleiras com quem ele já conviveu, e se ele não tivesse estado muito ocupado, poderia ter aceitado convites para almoço e jantar todos os dias. Mas isso agora não interessa nada. O que interessa é que Bernard Hoffman esteve em Portugal, fez fotos, mas é pena que não tenha deixado indicações sobre os locais em muitas delas.


 Mosteiro da Batalha e Castelo de Guimarães. 1940.


 Pórtico do Mosteiro dos Jerónimos e barcos no Tejo com vista de Lisboa. 1940.


 Praia de Cascais e Cemitério dos Prazeres. 1940.


 O Elevador da Bica por Bernard Hoffman. 1940. Creio que já a tinha publicado.


Cais no rio Tejo (creio que ficava na zona de Cabo Ruivo), onde o hidroavião ficou ancorado, após o voo de 23 horas desde Nova York até Lisboa (parando nos Açores, para abastecimento). 1940.


 Palácio Marquês de Fronteira. Havia mais fotos destas e da família muito bem que lá vivia? 1940.


Maria Domingas, segundo a LIFE: Top movie star Maria Domingas, smiling. 1940.


(Fotos Bernard Hoffman e LIFE Archive)


sábado, 17 de novembro de 2012

Amália em fotos da LIFE

COISAS DO FADO


Estava eu, vasculhando os arquivos da LIFE Magazine (já nem me lembro do que procurava), quando dei com uma fotos de Allan Grant (Fotografo da revista LIFE), que só diziam: "Edith Piaf & Amolia". Cliquei para ver as fotos, pensando que ia encontrar fotos da Edith Piaf, já que o nome Amolia não me dizia nada, quando se me depara um monte de fotos de Amália, apenas com a indicação da data (setembro de 1952) e do fotografo. Algumas das fotos são de excelente qualidade, outras nem por por isso. Aqui ficam para quase todos.

 Amália. Nova York. Setembro1952. Allan Grant.


Em 1952 Amália actua pela primeira vez em New York, no Night-Club, La Vie en Rose, onde ficará 14 semanas em cartaz. Torna-se no ano seguinte, na primeira artista portuguesa a cantar na televisão americana no famoso programa Coke Time with Eddie Fisher, onde interpreta Coimbra. Actua em festas e na rádio. Chegou a receber convites para actuar na Broadway, cantando cantigas em Inglês. No ano seguinte editou o seu primeiro LP nos EUA (as gravações anteriores eram em discos de 78 rotações), "Amália Rodrigues Sings Fado From Portugal and Flamenco From Spain", lançado em 1954 pela Angel Records, assinala a sua estreia no formato do long-play, a 33 rotações, criado apenas seis anos antes e, na época, ainda longe de conhecer a expressão de mercado que depois viria a conquistar. O álbum, que seria editado em 1957 em Inglaterra e, um ano depois, em França, nunca teve prensagem portuguesa. Por exigência do mercado americano, Amália gravou alguns flamencos e a propósito conta-se que Orson Welles perguntou um dia, em Madrid qual era a maior cantora de flamenco e os madrilenos responderam que era portuguesa, vivia em Lisboa e chamava-se Amália. (Fontes: wikipedia.org e www.portuguesetimes.com)


  Amália. Nova York. Setembro1952. Allan Grant.

  Amália. Nova York. Setembro1952. Allan Grant.

   Amália. Nova York. Setembro1952. Allan Grant.

  Amália. Nova York. Setembro1952. Allan Grant.

  Amália. Nova York. Setembro1952. Allan Grant.

  Amália. Nova York. Setembro1952. Allan Grant.

  Amália. Nova York. Setembro1952. Allan Grant.

Amália. Nova York. Setembro1952. Allan Grant.


(Fotos LIFE Archive)