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terça-feira, 22 de maio de 2012

Antoine Bonfanti e o Som dos filmes

Coisas boas em jornais


Trabalhava como projeccionista na cinemateca quando conheci Antoine Bonfanti, não fazia ideia de quem era, nem do seu trajecto, para mim era um técnico de som a quem a cinemateca prestava homenagem. Lembro um homem simpático com uns olhos penetrantes, que chegava de manhã para visionar filmes e trocávamos algumas palavras, não recordo em que língua mas, talvez em espanholês. Lembro que lhe ofereci um vinil de José Mário Branco que ele agradeceu e dias mais tarde veio ter comigo a dizer que o tinha ouvido e gostado imenso e a partir daí fazia-me imensas perguntas sobre musica e sobre Portugal a que lá ia respondendo como sabia. 


"O som certo, a política do som, não se aprende nos livros." 
Antoine Bonfanti 


Artigo de Vasco Pimentel na revista Grande Reportagem em Março de 1985. Antoine Bonfanti (1929-2006). Corso, engenheiro de som em todas as suas fases, um dos "inventores" do som directo, "A escola do som directo é francesa, disse o engenheiro de som Jean-Pierre Ruh, ela começou com Antoine Bonfanti.". Em 1945, depois da guerra e da Resistência, o jovem corso, começou quase por acidente como operador de som com Jean Cocteau. Trabalhou em mais de 400 filmes em todas as fases da criação de som. Colaborou com muitos dos principais cineastas franceses e estrangeiros, incluindo Jean Rouch, Jean-Luc Godard, Chris Marker, André Delvaux, Alain Resnais, Agnés Varda e muitos outros e também em Portugal onde trabalhou várias vezes.


“Plaquette”, editada pela Cinemateca em 1985. Contem uma extensa entrevista a Antoine Bonfanti feita por Vasco Pimentel e A. Pedro Vasconcelos e uma lista (não exaustiva) dos filmes em que participou.


Antoine Bonfanti captando o som em Polifonias - Paci é saluta, Michel Giacometti (1997) de Pierre-Marie Goulet, um dos últimos trabalhos de Bonfanti em Portugal. Documentário inspirado no seu amigo, também corso Michel Giacometti. Foto encontrada em  polifonias-athanor.blogspot.pt




quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Figuras e Figurões (filhos da mãe)


Primeiro as Figuras

 Eric Von Stroheim, foto sem data ou local encontrada na net.

Buster Keaton, foto sem data ou local encontrada na net.

Tennessee Williams durante as filmagens no México do filme A Noite de Iguana, a partir da sua peça The Night Of Iguana, Mismaloya, México. 1963. Gjon Mili (LIFE Archive)


Carlos Lopes na Maratona de Roterdão de 1985, em que foi o vencedor. (foto gahetna.nl)


Carlos Lopes na Maratona de Roterdão de 1985, em que foi o vencedor. (foto gahetna.nl)

Bruce Lee, foto sem data ou local encontrada na net.

 Gene Kelly ensaiando na Ópera de Paris. 1960. Loomis Dean (LIFE Archive)

A filósofa francesa Simone Weil de macacão e espingarda 
durante a Guerra Civil de Espanha, 1938. Foto encontrada na net.


Jean Cocteau desenha para a modelo Elizabeth Gibbons, vestida com um modelo Chanel em seu quarto de hotel, rodeado por cartazes da sua última obra teatral. 1937. Roger Schall. (LIFE Archive)


E agora os filhos da mãe!


O ditador italiano Benito Mussolini de pé na plataforma 
posando como se fosse um realizador. 1940 (foto LIFE Archive)


O ministro nazi da propaganda Joseph Goebbels no jardim do Carlton Hotel na Suiça, na sua primeira viagem ao exterior, durante uma reunião da Liga das Nações (precursora da ONU). 1933. Alfred Eisenstaedt. (LIFE Archive)

Um encontro de bandidos: Adolf Hitler, Francisco Franco e Wilhelm Keitel 
(general nazi), antes de uma reunião em França, 1940. (foto LIFE Archive)

Foto tirada dentro da prisão de Segurança "Mínima" de São Landsberg, quando Hitler esteve preso e aqui recebia a visita de Rudolf Hess, Germany. 1924 (foto LIFE Archive)

A cineasta alemã Leni Riefenstahl a dar um passeio com o MAL; Adolf 
Hitler e Joseph Goebbels, Germany. 1937. Heinrich Hoffman. (LIFE Archive)