Mostrar mensagens com a etiqueta Joana Pontes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Joana Pontes. Mostrar todas as mensagens

sábado, 29 de setembro de 2012

O Século do Povo

Coisas lá de Casa


Estas fotos vinham num livro de promoção da série documental da BBC "People's Century" (O Século do Povo), que a SIC passou em 1996. O livro, anos depois, ia ser mandado para o lixo, quando dei por isso, guardei-o (tenho alma de ferro velho, não há nada a fazer). Os textos e as legendas das fotos vinham a acompanhar o livro, deixei os títulos no original e "traduzi" o resto para português.
A SIC associou-se à BBC como produtora, ainda a série não estava feita e exibiu os 26 episódios  ao mesmo tempo que a BBC. Esta foi uma série documental de 26 episódios (mais tarde fizeram-se mais 26), de uma hora cada, que tinha por objectivo fazer a História do Século XX, mas sob a perspectiva do cidadão comum. Em cada episódio assistiu-se ao testemunho de pessoas que viveram os acontecimentos e isso é que destacou a série de outras anteriormente feitas. 
É uma série muito boa, com a marca da BBC, mas no fundo é igual a outras, com uma visão ocidental (inglesa e americana), "democrática" e politicamente correta, por isso a SIC escolheu Mário Soares para "abrir e fechar" cada episódio. Aos depoimentos juntou-se uma grande selecção de um dos melhores arquivos de imagens documentais do mundo; O National Film Archive, e isso também fez toda a diferença. 
Por volta de 1999, a SIC divulgou spots televisivos incentivando os portugueses, a enviar informações, fotografias, documentos, pedindo a participação das pessoas para contarem as suas histórias, para a criação de um documentário idêntico adaptado ao nosso país. E foi a partir desse material que a SIC faria em 2002, «O Século XX Português», com realização da Joana Pontes, um excelente trabalho sobre o nosso país.



1900 - People's Century
Com o começo do século; meios de comunicação, novas ideias, viagens e a educação começam a revolucionar a vida moderna e a lançar as bases para o que veio a ser O Século do Povo.

"Imigrantes acabados de chegar lançam o primeiro olhar para a América (Bettmann Archive)

1916 - Killing Fields
A Primeira Guerra Mundial mudou a face da guerra. Os jovens foram recrutados para enfrentar a morte na frente de guerra, enquanto os perigos em casa aumentaram com a introdução das armas de longa distância.


A tentativa da Alemanha para a vitória em Villars, Bretonneaux, França. Março de 1918. (The Hulton Deutsch Collection).

1917 - Red Flag
O Comunismo traz esperança e horror para milhões na Rússia.


Lenine falando à multidão em São Petersburgo. Março 1917. (The Hulton Deutsch Collection).

1919 - Lost Peace
Todas as esperanças na Liga das Nações deu em nada, o mundo ficou mais dividido do que nunca nas duas décadas que se seguiram à Primeira Guerra Mundial.

A Conferencia de Versailhes. (The Hulton Deutsch Collection).

1926 - On the Line
A produção em massa veio alterar para sempre a vida dos trabalhadores e consumidores.

Fábrica com máquinas movidas por correias por cima das cabeças dos operários.(Bettmann Archive)

1927 - Great Escape
Os filmes ofereceram às pessoas uma fuga para os seus problemas e as estrelas de cinema tornam-se os novos ícones populares.


"Grand Hotel", Estreia. Hollywood 1932. (The Kobal Collection)

1929 - Breadline
A Grande Depressão foi o primeiro desastre económico à escala mundial. Atingiu quase todos os países e levou à ascensão de partidos políticos extremistas.


A sopa dos pobres durante a grande Depressão.(Bettmann Archive)

1930 - Sporting Fever
Com mais dinheiro e tempo livre à disposição das pessoas, o desporto evoluiu para entretenimento de massa, criando um foco de orgulho regional e nacional, que como ele cresceu.


Um atleta americano ganha o ouro na prova de 110m barreiras, Olimpíadas de Berlim 1936. (Popper)

1933 - Master Race
As dificuldades enfrentadas pelo povo alemão após a Primeira Guerra Mundial, fez as promessas de Hitler e do nacional-socialismo parecerem muito atraentes, o que o levou à auto-destruição e à morte de seis milhões de judeus.


Hitler numa parada militar nazi. (John Topham Picture Library)

1939 - Total War
A Segunda Guerra Mundial trouxe campos de concentração, bombardeamentos e a arma mais terrível de todas, a bomba atómica. Esta foi a guerra na qual morreram mais civis do que soldados.

A vida continua em Londres durante a blitz (da palavra alemã Blitzkrieg, ou "guerra relâmpago"). 1940. (The Hulton Deutsch Collection)

1945 - Fall Out
A tecnologia nuclear era uma espada de dois gumes. As promessas de energia barata foram logo ultrapassadas, por uma corrida crescente ao armamento e à ameaça de extinção global da humanidade. 


O pesadelo final. (Imperial War Museum)

1945 - Brave New World
Do rescaldo da guerra surgiu uma Europa dividida. Populações inteiras viram-se presas atrás de suas fronteiras, Eram os peões na "guerra fria".


Novos sinais são erigidos em um esforço para evitar incidentes de fronteira. (The Hulton Deutsch Collection)

1947 - Freedom Now
Os impérios europeus começaram a desmoronar, novos Estados surgiram por trás deles. A Índia foi o primeiro a ganhar a independência em 1947, mas outros países seguiriam o exemplo.

Uma conferência de guerra na Índia, 1939. (The Hulton Deutsch Collection)

1948 - Boomtime
O pós-guerra trouxe grande prosperidade, que os governos ocidentais aproveitaram para dar prioridade ao pleno emprego e à reconstrução industrial.


Muitas opções durante o boom económico do pós-guerra. (John Tophan Picture Library)

Rising Sun (1951)
Em ruína económica após a Segunda Guerra Mundial, os japoneses combinaram os pontos fortes de sua sociedade tradicional com a nova tecnologia, para criar um milagre económico.


Operário em navio japonês com um rebitador automático, Tóquio. (Werner Bishof/Magnum fotos)

Endangered Planet (1959)
Como as pessoas perceberam que a industrialização foi conseguida à custa da natureza, o meio ambiente tornou-se uma preocupação geral.

Os perigos da poluição. (John Tophan Picture Library)

1960 - Skin Deep
O movimento dos direitos civis trouxe um fim a discriminação oficial nos Estados Unidos. mas o preconceito racial permaneceu em evidência, ali e em todo o mundo.

Protesto pelos direitos civis, Memphis 1968.  (The Hulton Deutsch Collection)

1963 - Picture Power
A televisão tornou-se o meio de comunicação mais popular. Agora o entretenimento, a política e até mesmo a guerra foram trazidos para a sala de estar.

Assistindo TV no Equador. (Hutchison Library)

1965 - Great Lip
Na China, o comunismo tomou uma forma diferente. Mao, desejando evitar o Revisionismo, como na Rússia, introduziu a Revolução Cultural para cimentar a sua própria visão. Mas a histeria e as denúncias rapidamente se impuseram.

Estudantes cantando os pensamentos de Mao. (The Hulton Deutsch Collection)

1968 - Mouths go Feeds
A Televisão filmou a fome em larga escala em todo o mundo. O Ocidente parecia impotente para ajudar, e déspotas do Terceiro Mundo chegaram ao poder e ignoraram a situação de seu povo.

Fome no Biafra. (Don McCullin/Magnum photos)

1968 - New Release
A Cultura jovem ameaçou a velha ordem. Música popular, políticas radicais e drogas distinguiram os anos 60, das décadas conservadoras anteriores.


Novos posters na Sociedade. (John Tophan Picture Library)

1969 - Half the People
Os anos 60 e 70 viram a ascensão do movimento das mulheres. Mas ao lado dos sucessos no Ocidente, as mulheres do mundo em desenvolvimento enfrentaram obstáculos diferentes.

Mulheres marcham pela igualdade de direitos, Paris. (Gilles Peress/Magnum Photos)

Guerrilla Wars (1973)
No Vietname, um exército camponês levou a melhor sobre os Estados Unidos. Uma década depois, a União Soviética iria enfrentar o mesmo problema no Afeganistão.


Mujaheddin's armados a caminho de posições de batalha. (Steve McCurry/Magnum Photos)

1979 - God Fights Back
A marcha progressiva e secular do Ocidente, parou com a revolução Fundamentalista no Irão. A Crença Islâmica ofereceu uma visão diferente para milhões de pessoas no Médio Oriente, Ásia e África.

O Fanatismo Islâmico. (DLG/Magnum)

1991 - People Power
O simbólico desmantelamento do Muro de Berlim marcou o fim de uma era. Os Regimes comunistas caíram como dominós, mas novos problemas surgiram no rescaldo.

A queda do Muro de Berlim. 10 Novembro de 1991. (Frank Spooner)

2000 - Millenium

Com o final do século, os desafios são de novo grandes. 

O que nos espera no século 21? 

Para onde vamos a partir daqui?



Cena de multidão. (Infocus International, The Image Bank)





quinta-feira, 19 de abril de 2012

A Hora da Liberdade saiu hoje em Livro com DVD

"O trabalho de reconstituição do que se passou nesse dia foi uma das aventuras mais extraordinárias em que me envolvi, felizmente acompanhada por Sousa e Castro e apoiada por muitos militares que, nas suas unidades, tudo fizeram para dar a conhecer a atmosfera do que se havia vivido. Lemos os livros que existiam na altura, vimos os filmes e as fotografias, falámos com muitos participantes nas operações militares. E fomos desenhando uma «fita do tempo», às vezes um pouco diferente da versão conhecida dos factos." 
(Joana Pontes: O Meu Testemunho, no livro "A Hora da Liberdade - O 25 de Abril, pelos protagonistas")


"A Hora da Liberdade - O 25 de Abril, pelos protagonistas" de Joana Pontes, Rodrigo de Sousa e Castro e Aniceto Afonso. Edição da Editorial Bizâncio, 2012. DVD "A Hora da Liberdade", edição da Associação 25 de Abril.


Saí ainda à pouco da Associação 25 de Abril onde fui assistir (julgava eu) ao lançamento do DVD "A Hora da Liberdade" de Joana Pontes e quando cheguei lá só vi um livro à venda, desfolhei o livro e vi do que se tratava e comprei (é melhor não dizer quanto custou porque não sei se será o mesmo preço nas livrarias), e sentei-me esperando que que começasse o acontecimento, falei com a Joana, que me fez uma dedicatória e então tive a surpresa de ver que o livro trazia o DVD. Como é habitual nestas coisas estavam lá muitas caras conhecidas, destacarei o Emidio Rangel, a Ana Torres, o Rui Branquinho entre outros pela sua participação em  "A Hora da Liberdade".
Pelo que sei este foi um parto difícil para este DVD ser editado. Apesar de a SIC (e o próprio Dr. Balsemão, que esteve presente) ter oferecido todos os direitos à Associação 25 de Abril, mesmo assim levou cerca de um ano a transpor obstáculos de diversa ordem (que não interessa esmiuçar), mas, aqui está, para todos desfrutarem desta obra que, como disse Vasco Lourenço na apresentação, é a "melhor" obra de televisão ou cinema sobre o 25 de Abril. E também como se diz na conta-capa do livro "Um documento único que, pela primeira vez, reúne inúmeros protagonistas do 25 de Abril, para um relato dos acontecimentos na primeira pessoa". Agora corram a comprar porque vai esgotar de certeza.


Dedicatórias no meu livro de Joana Pontes e Major Sousa e Castro e foto do DVD "A Hora da Liberdade".




 Algumas fotos do lançamento com a Joana Pontes em todas e na última foto mais o Major Sousa e Castro e Aniceto Afonso a assinarem os livros. Não estão com muita qualidade mas foi o que se arranjou.



A Hora da Liberdade de Joana Pontes, 1999


Filmagens de A Hora da Liberdade de Joana Pontes na Praça do Comércio em 1999.


Para saber mais sobre "Hora da Liberdade" e sobre Joana Pontes, carregue Aqui e Aqui



sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Beijos de Luis Fernando Veríssimo

de

Luis Fernando Veríssimo


Para a Joana


Luis Fernando Verissimo e Chico Buarque: bate papo em França.





Beijos
de
LUIS FERNANDO VERÍSSIMO


Queria ser um homem moderno, mas tinha alguma dificuldade com o protocolo. Por exemplo: não sabia quem beijava. Quando via aproximar-se uma conhecida do casal, perguntava para a mulher, apreensivo, com o canto da boca: “Essa eu beijo? Essa eu beijo?”. Nunca se lembrava. 
Para simplificar, passou a beijar todas. Conhecidas ou não. Quando lhe apresentavam uma mulher, em vez de apertar sua mão, beijava-a. Dois beijos, um em cada face.
– Muito (muá) prazer (muá).
Outro problema era a quantidade de beijos. Já tinha dominado os dois beijos, estava confortável com dois beijos, quando a moda passou a ser três. Um dia, a mulher comentou:
– Não sabia que você era tão amigo da Fulana (o nome verdadeiro não é este).
– Beijo todas.
– Quantas vezes?
– Quem está contando?
Às vezes, ele partia para o terceiro beijo e a beijada não esperava. Ou então esperava e ele não dava, e quando ele voltava ela já recuara. Não havia nada mais constrangedor do que oferecer a face para o terceiro beijo (ou o quarto, quando a moda passou a ser esta) e o beijo não vir. Ficar, por assim dizer, com a cara no ar enquanto a mulher se afastava, rezando para que ninguém tivesse notado. O problema da vida, pensava ele, é que a vida não é coreografada.
Aí os homens começaram a se beijar também. Tudo bem. Seu lema passou a ser: se me beijarem, eu beijo. Mas não tomava a iniciativa. Quando chegavam numa reunião, fazia um rápido levantamento dos presentes. Essa eu beijo duas vezes, essa três, esse me beija, esse não me beija, aquele já está me beijando quatro vezes...
Na outra noite, numa recepção de casamento, a mulher comentou:
– Você enlouqueceu?
– Me descontrolei, pronto.
– Você beijou todo o mundo.
– Todo o mundo estava beijando todo o mundo.
– Mas beijo na boca?
– Foi só um.
– Mas logo o padre?!
Tomado por uma espécie de frenesim, depois de beijar uma fileira de conhecidos e desconhecidos, ele dobrara o padre pela cintura e o beijara longamente, como no cinema antigo. 


(In, O GLOBO - 25/09/11)




sábado, 18 de junho de 2011

O Escritor Prodigioso de Joana Pontes

Cartaz de O Escritor Prodigioso e Joana Pontes.

“ter de existir num tempo de canalhas
de um umbigo preso à podridão de impérios
e à lei de mendigar favor dos grandes”
(Jorge de Sena)


«Não é todos os dias que surge um documentário sobre Jorge de Sena (1919-1978). Numa RTP vocacionada para "polémicas" a propósito de todas as chicanas políticas ou sobressaltos futebolísticos, é mesmo normal que um dos maiores vultos da cultura portuguesa do século XX seja tratado com a olímpica indiferença das rotinas de programação.
Mas vejamos a questão pelo lado positivo de facto, o documentário passou (sexta-feira à noite, na 2:) e só por isso, face à miséria mediática feita de Cofres e seus derivados, importa saudar a sereníssima RTP. O Escritor Prodigioso (2005), de Joana Pontes (produção Laranja Azul), é um genuíno objecto televisivo, empenhado em resgatar do silêncio a vida e a obra de um génio, não à procura de nostalgias mais ou menos piedosas, antes analisando o que nelas pode ajudar a compreender o nosso ser português.

Joana Pontes durante a rodagem de O Escritor Prodigioso.
Foto de Rui Branquinho


Desde o início da voz off de Joana Pontes, O Escritor Prodigioso apresenta-se como o resultado de uma trajectória pessoal de descoberta e investigação. O essencial passa por uma conversa com Mécia de Sena, conversa obviamente alheia a qualquer visão "heróica", antes propondo uma série de memórias, públicas e privadas, que nos possam ajudar a percorrer um pouco da riquíssima personalidade do seu marido.
Daí decorre, aliás, uma das componentes mais polémicas do documentário, dessas que a RTP não sabe ou não quer valorizar. Na verdade, O Escritor Prodigioso não tem nada de "oficial", não procura o retrato "neutro" de um grande criador.


Joana Pontes, Rui Branquinho e João Ribeiro (?) durante a rodagem de O Escritor Prodigioso.
Foto de Rui Branquinho


Bem pelo contrário estamos perante um trabalho que, com salutar frontalidade, coloca a questão de saber como e por que razões Sena foi "distanciado" da vida cultural portuguesa, acabando por nunca regressar do seu exílio americano. É uma questão que se dirige, de uma só vez, ao Estado português e à Universidade. Dito de outro modo: a sua gravidade não cabe na formatação retórica de muitos telejornais, nem no dramatismo pueril dos mais correntes espaços de debate. Nesse sentido, importa não termos medo do paradoxo e sublinhar que, no actual contexto, a discrição promocional que envolveu O Escritor Prodigioso faz justiça ao próprio objecto.


Joana Pontes e Rui Branquinho durante a rodagem de O Escritor Prodigioso.
Foto de Rui Branquinho.


Sena foi, afinal, um dos arautos de um desejo de viver Portugal para além da miséria dos jogos e invejas de bastidores. Como Eduardo Lourenço sublinha num dos depoimentos do documentário, havia nele "uma vontade épica" que nos transcendia (e transcende). Daí a terrível dúvida existencial em que O Escritor Prodigioso desemboca. João Bénard da Costa, outro dos entrevistados por Joana Pontes, enuncia-a de forma luminosa se Sena reconheceu Portugal, onde está o Portugal capaz de o reconhecer? Não, por certo, nos valores que dominam a programação da RTP.» 
(João Lopes, DN, 18 Setembro 2005) Ler aqui

 Joana Pontes numa escola para ver e debater o documentário.
Fotos encontradas na net


terça-feira, 31 de maio de 2011

Beijos para a Joana



Na galeria, cada clarão
É como um dia depois de outro dia
Abrindo um salão
Passas em exposição
Passas sem ver teu vigia
Catando a poesia
Que entornas no chão


Como costuma dizer o grande Carlos do Carmo (em 
relação aos fados) deve-se sempre acabar para cima.



sexta-feira, 29 de abril de 2011

Para a Joana

Em Abril Beijos mil


Las Meninas de Velasquez.


Pintura de Picasso ainda jovem.

Dom Quixote, desenho de Picasso.




Joana Pontes.
Foto copiada do jornal Público.



ver também :
Coisas Lá de Casa: Joana Pontes
Coisas Lá de Casa: Joana Pontes 2

quarta-feira, 30 de março de 2011

Joana Pontes 2

Coisas lá de Casa


Joana Pontes


A Hora da Liberdade 
de Joana Pontes (1999)





Esforço de reconstituição histórica, feito "ao minuto", da Revolução dos Cravos. Joana Pontes realizou esta mega-produção, comemorativa dos 25 anos da data histórica, em 1999. Este é mais um pretexto para colocar mais fotos do Terreiro do Paço durante as filmagens de A Hora da Liberdade.