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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Jane Fonda é Barbarella

Barbarella (1968)

um filme de

Roger Vadim


Jane Fonda transportada por Pygar (John Phillip Law), 
o seu anjo da guarda.1967. Carlo Bavagnoli.


Barbarella personifica a última das heroínas de ficção científica: inteligente, forte, com sentido de humor e sexy. Foi assim que o produtor Dino De Laurentis definiu a personagem criada por Jean-Claude Forest para os seus livros de ficção científica para adultos e que, Roger Vadim, transpôs para o seu filme «Barbarella», protagonizado por Jane Fonda; os dois eram casados na altura. 

Roger Vadim a ver o material de Jane Fonda antes de uma take.  Foto de Carlo Bavagnoli, 1967. Este rapaz tratava-se bem, foi casado com pelo menos, quatro actrizes: Brigitte Bardot, Catherine Deneuve, Jane Fonda e Annette Strøyberg.


O filme possui até hoje uma grande legião de fãs, simplesmente pelo fato de Jane Fonda ter realizado uma das performances mais sensuais que o cinema já viu (e ela pode ser vista em trajes mínimos ou insinuantes durante todo o filme). Produzido em pleno Flower Power, das drogas livres e do sexo em grupo, e pouco antes do maio de 68. Desde os ambientes hippies até aos personagens deliciosamente sixties, tudo é um regalo para o olho. No futuro de Barbarella já não há sexo. As pessoas simplesmente tomam um comprimido (um cada pessoa), unem as mãos e têm aquilo que parece ser um orgasmo. Barbarella é enviada para mundos selvagens, onde ainda se faz amor à canzana e, ao que parece, gosta. Gosta tanto ao ponto de se esquecer que tem que salvar o planeta do maléfico Duran Duran (foi daqui que os Duran Duran tiraram o nome).


Jane Fonda presa na câmara de tortura, uma máquina que 
mata a sua vítima de prazer. 1967. Carlo Bavagnoli. 


Inicialmente seria a actriz Virna Lisi quem interpretaria a protagonista Barbarella. Jane Fonda não queria interpretar uma personagem de banda desenhada, pois achava a ideia ridícula. Porém, ela terminou sendo convencida por Roger Vadim a interpretar a protagonista. Barbarella foi um verdadeiro divisor de águas para a actriz Jane Fonda. O filme foi um grande sucesso de público, fez de Jane um símbolo sexual e a tornou famosa mundialmente. Um show de beleza e sensualidade!!! A abertura do filme com o strip-tease de Jane Fonda em gravidade zero é um clássico. (Textos de : obviousmag.org e fotolog.terra.com.br)

Jane Fonda, é atacada por periquitos e tentilhões numa cena de Barbarella. 1967. Carlo Bavagnoli.  


Barbarella foi originalmente uma banda desenhada para adultos, criada em 1962 pelo ilustrador e escritor francês Jean-Claude Forest. A personagem Barbarella é uma aventureira espacial do século XL, com tendências ninfomaníacas que usa o corpo e a sexualidade para conquistar e derrotar os seus oponentes. Barbarella escandalizou a França quando de seu lançamento em livro ilustrado e chegou a ser proibida. Aos poucos, entretanto, conquistou o país e a partir daí espalhou-se pela Europa e pelo mundo, tornando-se uma espécie de ícone do movimento feminista dos anos 60, um James Bond futurista de saias.



(fotos de Carlo Bavagnoli e da LIFE Archive, as fotos da BD estavam á solta na net)



terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Estrelas de Cinema 2

"Eu não estou interessada em dinheiro, eu só quero ser Maravilhosa.

(Marilyn Monroe)



Marilyn Monroe em Os Homens Preferem as Loiras (Gentleman Prefer Blonds, 1953) de Howard Hawks. Hollywood, 1953. Ed Clark.

Lauren Bacall durante uma pausa das filmagens de Duas Mulheres e Dois Destinos (Young Man With a Horn, 1950). Hollywood, 1949. Alfred Eisenstaedt.

Margaret Sullavan fumando e lendo o guião de um filme para TV. 1951. Raph Morse.

Hedy Lamarr por Alfred Eisenstaedt em 1938.

Ava Gardner no filme "One Touch of Venus".1948. J. R. Eyerman.
.
 Julie Christie fotografada por Dmitri Kessel durante as filmagens de Dr. Jivago em 1964. 

 Brigitte Bardot por Loomis Dean em 1957 durante as filmagens de "Lady And The Puppet". 

Jean Simmons em 1948 fotografada por Willian J. Sumits.

 Lee Remick em 1962 fotografada por Allan Grant.

Audrey Hepburn e Grace Kelly nos bastidores dos Óscar's de 1956. Allan Grant



(Fotos LIFE Archive)



segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Estrelas de Cinema 1


 Carole Lombard em reportagem para a LIFE e em conversa com James Stewart. 1938 


 Peter Lorre, Vincent Price e Maggie Pierce em audições em Hollywood para escolher um Gato 
Preto, para o filme de Roger Corman "Tales of Terror" (A Maldita, o Gato e a Morte 1962). 1961


 Brigitte Bardot e Jeanne Moreau durante as filmagens do filme Viva Maria, 1965. E na foto da 
direita, Steve McQueen e Natalie Wood, em reportagem da LIFE sobre "novas estrelas". 1963.


 Buster Keaton e Lilian Gish, num filme para TV. 1955.


 Danny Kaye, Boris Karloff, Virginia Mayo e mais dois actores não identificados em uma 
cena do filme The Secret Life of Walter Mitty, (O Homem das Sete Vidas, 1947).1946.


 Fred Astaire no camarim a falar com Debbie Reynolds, após o estúdio onde eles estavam 
filmando ter de parar por causa da greve convocada pelo Screen Actors Guild. 1960




(fotos LIFE Archive)


terça-feira, 5 de julho de 2011

Brigitte Bardot e o nosso António Vilar

Cartaz do filme e António Vilar em contra-luz com Brigitte Bardot (1959). 


Actor português, nascido em 1912 em Lisboa e falecido em Madrid em 1995. Foi um dos actores mais famosos do seu tempo, trabalhando tanto no país como no estrangeiro (nomeadamente em Espanha, França, Itália, Argentina e Brasil). Nos anos 50, tornou-se num dos actores nacionais com maior projecção internacional, numa carreira nunca igualada.


António Vilar na cama com Brigitte Bardot.

António Vilar na cama com Brigitte Bardot observado pelo realizador Julian Duvivier. 


Um dos seus momentos mais altos foi quando protagonizou com Brigitte Bardot o filme La Femme et le Pantin  de Julian Duvivier (1959). Creio que mais nenhum português pode dizer que teve a Bardot nos braços e estão aí as fotos para provar. Sobre a Bardot não há muito a dizer tratava-se de uma bomba andante para nossa alegria, que fez alguns filmes interessantes (poucos) e muitos filmes maus e assim-assim mas ela esteve sempre muito boa em todos. O caso António Vilar é, singular no panorama artístico da época pois a popularidade, em especial entre as espectadoras, adveio-lhe unicamente da sua participação no cinema não tendo, como na quase totalidade das nossas vedetas do espectáculo, assentado em actuações entre palcos teatrais e estúdios cinematográficos.


Aqui não tenho a certeza se é António Vilar de óculos escuros atrás da Bardot.

Brigitte Bardot em primeiro plano e atrás António Vilar, repare-se 
no cartaz que prova a popularidade do português.



(Fotos LIFE Archive) 


 La Femme et le Pantin è um livro de 1898 de Pierre Louys, escritor de língua francesa, 
foi pela primeira vez adaptado ao cinema em 1929 por Jacques de Baroncelli.

 Em 1935, Joseph Von Sternberg realizou The Devil Is a Woman com Marlene Dietrich baseado no 
livro. Em 1959, foi a vez do filme com o António Vilar de Julian Duvivier cujo cartaz abre este post.

Em 1977, Luis Buñuel realizou Este Obscuro Objecto do Desejo (Cet obscur objet du désir) baseado
 também em Pierre Louys. Depois houve mais duas versões para TV, mas isso agora não interessa nada.



(os cartazes dos filmes estavam à solta na Net)