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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

O Inverno


domingo, 20 de abril de 2014

Caçadora de Orquídeas



Ophrys apifera Huds.




domingo, 16 de março de 2014

No campo


sábado, 1 de março de 2014

domingo, 31 de março de 2013

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Os Choupos



Apesar da aparência frágil aguentaram-se muito bem. Não houve baixas a registar este ano. 
Agora... Aguardam-se ansiosamente a chegada das folhas para a nova estação.

sábado, 12 de janeiro de 2013

O amor é um lugar

Love is a place
& through this place of
love move
(with brightness of peace)
all places

e. e. cummings

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Evocando as fadas





(...)
There is a green in the air,
Soft, delectable.
It cushions me lovingly.

I am flushed and warm.
I think I may be enormous,
I am so stupidly happy,
My Wellingtons
Squelching and squelching through the beautiful red.
(...)

Sylvia Plath . do poema "Letter In November"

domingo, 15 de abril de 2012

Domingo irei



(...)
Não no nosso domingo,
Não no meu domingo,
Não no domingo...
Mas sempre haverá outros nas hortas e ao domingo!

Álvaro de Campos

sábado, 14 de abril de 2012

As cores do Outono na Primavera

(todas as fotografias foram tiradas hoje)

Já estes (os meus adorados choupos) desconfio que nunca se dariam bem numa cidade... Mas não é sobre isso que eu hoje quero falar.
Neste momento estão-lhes a nascer as primeiras folhas do ano, e, espantem-se, são cor-de-laranja durante um curto espaço de tempo depois ficam verdes até ao fim do Verão e finalmente amarelas no Outono... Há coisas fantásticas, não há?

domingo, 15 de maio de 2011

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Love is a place

Dos que só existem nos sonhos.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Fogo

Árvores

Não me consigo lembrar quais eram as árvores que lá estavam antes, mas eram grandes e bonitas como as que, hoje, lá estão novamente. Foi há mais de vinte anos, uma noite infernal que pelas piores razões nunca vou esquecer. Um vizinho aflito a bater à porta para nos acordar porque as chamas já estavam perto de casa, o barulho tremendo das árvores a arder e aquela luz brutal, aflitiva, que se infiltrava por todas as frestas das grossas portadas de madeira. Acho que nunca tinha sentido medo antes, um medo que nunca mais me largou, não há noite de calor que eu passe perto de árvores, em que não o sinta novamente.

No dia seguinte, o meu pai, que nunca teve medo de nada e não era dado a desolações, foi escolher novas árvores para substituir  as que tinham ardido, assim que chegaram as primeiras chuvas, plantou-as e não falou mais no assunto. Escolheu choupos, (os Choupos do meu contentamento), nunca explicou a escolha, mas secretamente eu sempre soube: Os choupos crescem depressa e ele sentia a vida a fugir-lhe.

domingo, 17 de maio de 2009

No meio das árvores



Árvores

Árvores
Que eu vi crescer.