Mostrar mensagens com a etiqueta Varanda. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Varanda. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 25 de maio de 2016

O primeiro dia da minha primeira peónia


 No seu "Out of Africa" Karen Blixen conta a história da sua primeira e única peónia nascida em Africa e lamenta o facto de a ter cortado.

“Once when I was at home, an old lady in Denmark gave me twelve fine peony-bulbs which I brought into the country with me at some trouble, as the import regulations about plants were strict. When I had them planted, they sent up, almost immediately, a great number of dark carmoisin curvilinear shoots, and later a lot of delicate leaves and rounded buds. The first flower which unfolded was called Duchesse de Nemours, it was a large single white peony, very noble and rich, it gave out a profusion of fresh sweet scent. When I cut it and put it in water in my sitting-room, every single white person entering the room stopped and remarked upon it. Why, it was a peony! But soon after this, all the other buds of my plants withered and fell off, and I never got more than that one flower.
Some years later I talked with the English gardener of Lady McMillan, of Chiromo, about peonies. “We have not succeeded in growing peonies in Africa,” he said, “and shall not do so till we manage to make an imported bulb flower here, and can take the seed from that flower. This is how we got Delphinium into the Colony.” In that way I might have introduced peonies into the country and made my name immortal like the Duchesse of Nemours herself; and I had ruined the glory of the future by picking my unique flower and putting it in water.”

“Visitors to the Farm,” Out of Africa"

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

A florir

Haworthia mucronata
Na selva aprendera a evitar os movimentos bruscos, Os seres que se nos deparam são tímidos e vigilantes e têm a arte de se escapar quando menos se espera. Nenhum animal doméstico consegue manter a imobilidade de um animal selvagem. As pessoas civilizadas perderam a capacidade de permanecer imóveis e têm de aprender com o mundo selvagem para serem aceites por ele. A arte de nos movermos suavemente, sem movimentos bruscos, é a primeira coisa a ser estudada pelo caçador, sobretudo pelo caçador com uma máquina fotográfica.

Quando se apanha o ritmo de África descobre-se que este é sempre o mesmo em toda a música deste continente.

Karen Blixen . "África Minha"

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Realismo fantástico


Echeveria "Blue Bird"

(...) numa sexta-feira, às duas da tarde, iluminou-se o mundo com um sol bobo, vermelho e áspero como poeira de tijolo e quase tão fresco como a água, e não voltou a chover durante dez anos.

García Márquez .  "Cem anos de Solidão"



quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Out of Africa

Haworthia (attenuata?)

As exóticas Haworthia e os benéficos Aloés são africanos, as radiantes Echevérias e as soberbas Agaves são americanas e as resilientes Sempervivum tectorum são europeias. Embora vivam todas em perfeita harmonia na minha varanda, tenho sempre em conta as suas origens quando as quero ver satisfeitas.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Restos de colecção


Haworthia (mucronata?)

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Zigocactus truncatus

Está tão lindo o meu cacto do Natal que nem me atrevo a fotografar.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Um ano


14/11/2014
29/10/2015

Echeveria agavoides (?)

Às identificações ainda acresce sempre um ponto de interrogação, mas isto de educar suculentas na varanda não tem corrido mal. E o tempo passa, já lá vão 3 anos e algumas alegrias...

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Na varanda

Há por esta altura: Verde, pardais e amores perfeitos.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Pouca coisa

Tulbaghia violacea

sábado, 15 de março de 2014

Na varanda

Felicia Amelloides

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Soltem os prisioneiros!

 Abies nordmanianna

Está na hora de libertar e devolver a dignidade ao meu pobre Abies nordmanianna, findos que estão os trabalhos forçados e humilhações a que esteve sugeito durante a quadra que em boa hora termina.

Por agora está a apanhar ar na varanda, mas já lhe está reservado um local fresco e arejado, que é o que os Abetos do Cáucaso mais desejam na vida, num pinhal que eu cá sei.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Entretanto...


Echeveria
Na varanda estas santas continuam a florir. Não conheço muitas flores com tão boa vontade.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Na varanda


Tricyrtis hirta

Pronto! Já tem nome a flor que me andava a intrigar , dá pelo nome de Tricyrtis hirta e há quem lhe chame Lírio-sapo (toad lilie).Foi assim que fquei a saber tudo o que precisava de saber sobre ela e muito mais.
Mentira! Há sempre mais a aprender com uma flor...

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Bizarrias na varanda

?

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Bom feitio

Echeveria
Há plantas com uma enorme vontade de viver e muito bom feitio. As Echeveria não se importaram nada de ficar abandonadas na minha varanda durante todo o tórrido Verão e ainda tiveram a simpatia de florir quando eu, aos primeiros sinais de Outono, decidi voltar.

terça-feira, 26 de março de 2013

Cinzenta num dia cinzento

(?)
Não me lembro do nome desta cinzenta suculenta...

segunda-feira, 11 de março de 2013

Março na varanda


quarta-feira, 6 de março de 2013

As Anémonas...

... morrem de pé.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

O temperamento instável da Anémona


hoje às 8 horas da manhã   .   hoje ao meio-dia   .   hoje às 5 horas da tarde

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

A primeira Anémona do Ano


Anemone coronaria

Some plants have, from time immemorial, been much in request from the season or period of their blooming, beyond which fact it is difficult to account for the virtues ascribed to them. Thus, among the Romans, the first anemone of the year, when gathered with this form of incantation, “I gather thee for a remedy against disease,” was regarded as a preservative from fever; a survival of which belief still prevails in our own country:—

“The first spring-blown anemone she in his doublet wove,
To keep him safe from pestilence wherever he should rove.”

FOLK-LORE OF PLANTS BY T.F. THISELTON-DYER 1889 (>>aqui)