quinta-feira, 26 de novembro de 2015
domingo, 3 de julho de 2011
Realismo fantástico
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3.7.11
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terça-feira, 16 de junho de 2009
Tempestade silenciosa
Gabriel Garcia Marques . "Cem anos de solidão"
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16.6.09
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domingo, 8 de fevereiro de 2009
Sálvia de veludo
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8.2.09
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Judia Errante
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6.12.07
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domingo, 18 de novembro de 2007
Estrelas
A Literatura Latino Americana e o seu impetuoso universo fantástico devem com toda a certeza muito às plantas nativas da América central. Facilmente nos apercebemos que alguns dos exemplares mais exuberantes e inspiradores da Botânica têm a sua origem nesta zona do Planeta. Os próprios cientistas transformam-se quando deparam com esta natureza fantástica e são exemplificativos desta atitude os nomes escolhidos para estas plantas. Já aqui falei da paixão do Sr. L. pela Mexicana noctívaga, Mirabilis jalapa, da natureza surpreendente da Justicia brandegeana, podia ainda referir entre muitas outras, as universais - mas de origem no México- Dálias, as deliciosas Tropaeolum majus... Mas a Mexicana do momento é só "A Mais Bela das Eufórbias" é este, literalmente, o significado do nome científico dado a esta planta, em 1843 no jardim Botânico de Berlim por dois cientistas Alemães - Carl Ludwig Willdenow e Johann Friedrich Klotzsch- que a quiseram imortalizar com o epíteto pulcherrima (a mais bela de todas) que é coisa de que muito poucas belas se podem orgulhar.
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18.11.07
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segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Realismo fantástico
México
Gabriel Garcia Marques . "Cem anos de solidão" »
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5.11.07
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sexta-feira, 10 de agosto de 2007
De amor
Te amo como se amam certas coisas obscuras,
Secretamente, entre a sombra e a alma.
Te amo como a planta que não floresce e
Leva dentro de si, oculta, a luz daquelas flores.
E graças a teu amor, vive oculto em meu
Corpo o apertado aroma que ascende da terra.
Te amo sem saber como, nem quando, nem onde.
Te amo diretamente sem problemas nem orgulho;
Assim te amo porque não sei amar de outra maneira,
Senão assim, deste modo, em que não sou nem és.
Tão perto de tua mão sobre meu peito é minha,
Tão perto que se fecham teus olhos com
Meu sonho..."
Pablo Neruda . Cem Sonetos de Amor (1959)
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Rosa
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10.8.07
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