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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Eu já fui... #2

Eu já fui uma pessoa que corria 2 ou 3 vezes por semana. Depois passou-me. Falhei o objectivo da Meia Maratona porque foi no dia a seguir ao baptizado da mai' nova e foi um dia muito cansativo e simplesmente desisti das corridas. Falta-me um objectivo (e tempo também vá).

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Meia Maratona da Figueira da Foz


É um objectivo para 2015 e antes que o entusiasmo se esfume já me inscrevi e fiz ontem o primeiro treino do plano. É desta, ou vai ou racha. Tenho muito tempo para me preparar para isto por isso vamos com calma e descontracção.
O meu objectivo é modesto: chegar ao fim. Não posso pedir muito mais para a primeira meia maratona. O máximo que corri seguido foram 15km e deve ter sido num dia em que os astros estavam alinhados que eu nem sou adepta de grandes distâncias, ainda assim, vamos ver no que isto dá. Claro que o que preciso é força de vontade para não começar a anular treinos por causa de outras prioridades e meter a boca no trombone, que é como quem diz, partilhar com o mundo, é meio caminho andado para ir com isto até ao fim, fim esse que fica ali junto à Torre do Relógio mesmo em frente à Emanha (hei-de merecer um grande gelado se chegar ao fim)!
Wish me luck!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Hobby: Running


É isto mesmo. Não corro depressa mas corro, vou fazendo o meu treino, no meu passo, na minha velocidade, sempre que posso. Chego onde os outros chegam, mas demoro mais tempo. Ainda assim chego primeiro que aqueles que ficaram no sofá a contribuir para a preguiça nacional.

(Agora não vão contar aos senhores da Nike que as minhas sapatilhas de corrida são Asics, ok?)

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Descida do Rio Mondego em kayak



Andava há muitos anos a dizer que um dia haveria de descer o rio de canoa, mas nunca se tinha proporcionado tal aventura, até que a oportunidade finalmente surgiu com a FAME, a escola de dança que frequento. A malta da FAME, um conjunto de boas pessoas cheias de boa disposição e sempre com um sorriso, organizaram a descida de rio para promover o encontro entre todos os alunos da escola e para passar um dia diferente. O evento resultou num dia muito divertido com aquelas pessoas que começamos a conhecer aos poucos. Foram 15.60km a remar, expostos a um sol abrasador, mas 15.60km sorridentes.

Conclusões: 
  • Descer o rio num daqueles dias de calor extremo pode resultar em queimaduras solares e desidratação, é preciso ter atenção e estar sempre a repôr o protector solar e a beber água. Eu consegui não me queimar nem um bocadinho, mas cheguei a parar no meio do rio para meter o protector.
  • Há muitas empresas que organizam descidas de canoa no Mondego, fomos com o Pioneiro do Mondego e devo dizer que a antipatia da maioria das pessoas que lá trabalham me levam a nunca mais descer o rio com eles.
  • A barragem da Aguieira faz descargas de manhã, pelo que às 11h o caudal do rio é o mais adequado para a prática destes desportos.
  • Se pararmos de remar, quando se acaba o embalo a canoa pára também, não há corrente suficiente para ir por aí abaixo sem remar.
  • Como a descida é um bocadinho demorada, ainda foram uns quantos km, convém levar comida para ir repondo a energia.
Foi um dia diferente e divertido, que não me importo de repetir. Aqui fica o percurso que fizémos sempre com a pagaia nas mãos, umas vezes a remar e outras que nem por isso. :)



terça-feira, 23 de julho de 2013

Swimming


Vinte minutinhos a nadar à hora de almoço. Fugir da rotina sabe tão bem.

Fonte: weheartit

terça-feira, 4 de junho de 2013

ColorRun - Coimbra


Ainda não tinha tido oportunidade de mencionar aqui o quão divertido e colorido foi a ColorRun que decorreu no dia 4 de Maio aqui nesta bela cidade de estudantes, já lá vai um mês.
A expectativa era alta, a julgar pela publicidade que se fazia "os 5km mais divertidos do planeta", o que é certo é que foi realmente divertido e bem organizado. O mais aborrecido foi o tempo ao sol em cima da ponte antes da partida, porque só partiam 1000 pessoas de cada vez e participaram mais de 13000 pessoas. Estar na ponte, tudo aos saltos e sentir a ponte abanar foi qualquer coisa de surreal.
Conseguimos correr, às vezes só dava para andar porque as pessoas acumulavam-se nos pontos de cor, conseguimos levar com muito pó de tinta, e rir muito. No fim ainda havia um DJ para animar a malta e barraquinhas para comer e beber. Durante a corrida deram-nos águas em alguns pontos, mas continuo a achar que no final deviam dar uma buchazinha, que depois de tanta parvalheira uma pessoa fica com uma certa fome e ao preço que pagámos pela inscrição acho que era adequado. É sempre bom passar uma tarde divertida com os amigos de cá e os que vieram de Lisboa só para participar. O estado da minha roupa, pele e cabelo foi este que se vê na foto, tive de esfregar-me muito bem e o cabelo teve de ser lavado duas vezes, saiu tudo mas foi precisa alguma insistência.
É possível que volte a repetir a experiência, já que fico sempre muito contente quando estas iniciativas ocorrem nesta bela cidade, porque Portugal não é só Lisboa...

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Piódão

Depois de uma primeira tentativa frustrada de uma caminhada e piquenique no Piódão, decidimos fazer nova tentativa no feriado de 1 de Maio. Desta vez todos em carros, mais do que na vez anterior, com uma hora para a frente em relação à partida e aí vão eles muito airosos pela estrada fora, novamente com os carros carregados de carne para gelhar, pão, sumos, minis e muita boa disposição.
A viagem fez-se bem, sempre em velocidade cruzeiro. Ignorámos o GPS e seguimos as placas, como devíamos ter feito na semana anterior. Chegámos ao Piódão e tratámos logo de comer uma fatia de bolo, meter águas e fruta nas mochilas e demos início à caminhada.
A caminhada que tínhamos visto na Internet e da qual arranjámos o percurso para o GPS (outra vez o GPS...) era do Piódão a Foz d'Égua e regresso por um caminho diferente. A caminhada começou por estrada e a certa altura lá entrámos por um trilho meio escondido sem qualquer indicação a descer e a subir por um caminho estreito, com pedras soltas, vegetação e tudo a que tínhamos direito. Foz d'Égua é um pequeno lugar com poucas casas, um ribeiro e uma ponte à Indiana Jones mas com cariz de lugar paradisíaco (claro que eu não sobrevivia mais de 2 dias naquele ermo).
O regresso da caminhada foi pela outra margem e muito menos acidentado no que toca a pedras soltas, descidas acentuadas e vegetação no caminho.
Quando chegámos novamente ao Piódão já a fome era negra e as horas de almoço já lá iam. A aldeia tem um pequenino parque de merendas mesmo no centro com churrasqueira e tudo. Claro que nos alapámos ao lugar e só de lá saímos com a barriga cheia de carne, pão, batatas fritas e salada, e depois de tudo devidamente limpo e arrumado.
Depois de beber café achámos que era altura para passeio a pé pela aldeia, parámos logo na banca dos licores, passámos pela Igreja, subimos à Capela e andámos por ali a descobrir um bocadinho dos recantos da aldeia. É a terceira vez que vou ao Piódão e é a terceira vez que venho de lá a dizer que as pessoas são umas antipáticas de primeira. Meus senhores do Piódão, vocês vivem num buraco no fundo da serra do Açor, se não forem simpáticos com quem vos vai visitar e comprar os vossos produtos, sujeitam-se a uma maior solidão e menos rendimentos. "O posto de turismo fechou às 17h" não é resposta que se dê a uma pessoa curiosa sobre o pormenor das cruzes, que pergunta educadamente e com simpatia, ainda para mais a senhora estava na Igreja a vender velas, devia ao menos dizer que não sabia com bons modos. Os bons modos nunca fizeram mal a ninguém. (Desculpem lá, alguém tinha de dizer isto).
Posto isto, arrumámo-nos todos nos carros e fomos embora à nossa vida que ainda nos esperavam uns bons quilómetros até casa.
No caminho aproveitámos para passar na Mata da Margaraça e na Fraga da Pena, uma queda de água muito fresquinha de cerca de 20metros que fica junto à aldeia de Benfeita, na serra do Açor.
Claro que o dia não ficou por aí, e quando chegámos ainda nos juntámos para comer e beber o que sobrou. Mais um daqueles dias memoráveis. Agora que já sabemos como é temos de ir às outras aldeias históricas de Portugal.







sexta-feira, 1 de março de 2013

Elogios de piscina


Ao contrário de segunda-feira passada em que tive a pista da piscina só para mim, ontem tive a companhia de três idosos simpáticos. Quatro pessoas numa pista, com velocidades diferentes, é coisa para me atrasar o ritmo.
Ora pois estava eu na minha empreitada, a tentar fazer o maior número de metros no menor tempo possível, quando parei um bocadinho não só para esperar por uma vaga para seguir para mais uma piscina mas também a descansar as guelras, eis senão quando um dos meus companheiros de pista, talvez o mais idoso, se vira para mim e se sai com um:
- Ai, é tão bom ter 18 anos não é?
 Eu olhei para ele para confirmar que era comigo que falava e sai-me um :
- Ui, onde é que eles já vão!
- Ai, não tem mais de 18 anos!
- Não tenho não, tenho quase mais 10!
Sorrimos os dois e eu continuei o meu treino.

Naquele momento ganhei o dia!

Fonte da imagem: weheartit

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Fui a Fátima a pé

É verdade, fui. Não fui pela crença, nem por promessa, fui pelo desafio que era para mim e pelo convívio com as pessoas que conhecia e até as que não conhecia. A minha educação foi, desde sempre, religiosa mas a certa altura desliguei-me da igreja, portanto, esta peregrinação para mim foi mais física do que espiritual. No entanto, tenho todo o respeito e admiração por quem faz a peregrinação pela fé ou pelo desespero que só quem a faz sabe o quanto custa e o sacrifício que representa.
Se é difícil? Bastante, especialmente nos moldes em que fizemos a viagem, percorrendo 50km no primeiro dia e 40km no segundo. A viagem foi feita em apenas 2 dias, e tudo seguido, só parando para comer e dormir, num grupo de 44 pessoas.
Caminhar até Fátima é uma experiência difícil de descrever, nestes dois dias de peregrinação com muito sofrimento físico vem ao de cima o melhor de cada um de nós, o espírito de entre-ajuda, a camaradagem, a solidariedade, o fazer alguém trocar as lágrimas por um sorriso ainda que tímido, a coragem, a persistência, o incentivo.
No fim do primeiro dia disse mal à minha vida, pensei seriamente no que me tinha metido, os gémeos latejavam, as bolhas nos pés doíam, até os glúteos davam sinais de si. Depois de uma noite bem dormida, o caso mudou de figura e às 5h30 da manhã do segundo dia já estava pronta para outra. Depois de algumas horas a caminhar, quando parámos para o pequeno almoço vi que a minha sapatilha estava impregnada de sangue de um dos lados, assustei-me, pois claro, mas quando vi o estado da situação não era tão grave quanto poderia parecer, eram apenas umas unhas em sangue. Fazendo uma avaliação dos dois dias de viagem, custou-me muito mais o primeiro dia do que o segundo, as dores e as bolhas foram muito mais abundantes no primeiro dia.
À entrada do Santuário de Fátima tem-se aquela sensação de dever cumprido, de objectivo atingido, é uma satisfação enorme saber que fui capaz de chegar ao fim inteira.

A subir a Serra da Boa Viagem

O início da travessia da ponte da Figueira da Foz


Hora de almoço!






É de noite, o sol ainda nem nasceu e já aqui vamos

A tragédia na sapatilha, a outra estava quase igual mas um bocadinho melhor



Não sei se um dia volto a repetir a façanha, mas agora já sei que sou capaz.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Mini/Meia Maratona - Ponte Vasco da Gama

Rapazes para a meia maratona, raparigas para a mini-maratona. Eles, 21,097Km, nós, cerca de 6km. 
Temos por hábito combinar estes eventos desportivos no conforto do lar, ou numa mesa de café onde nos sentimos confortáveis, de modo que na altura em que combinamos ir e nos inscrevemos achamos sempre que é uma óptima ideia participar nestas coisas.
Quando se chega o dia e nos vemos obrigados a acordar antes das 7 da manhã, de noite escuro, para participar num evento que ainda por cima é cansativo, achamos mesmo que enlouquecemos algures no tempo, mas já que lá estamos temos de ir.
Desta vez as t-shirts oferecidas eram amarelas e os bonés vermelhos, só por causa das coisas levei uma t-shirt cor de rosa e um boné branco, para destoar.
Mais uma vez a organização esteve impecável, tudo muito bem orientado, desde os transportes para a ponte, como os pontos de água e comida, como a meta no final com a típica fila em que dão, por esta ordem, medalhas, mochilas com água e leite, bananas e gelados (desta vez a Olá esmerou-se, deu-nos um Magnum).
Completei os 6Km em cerca de 40 minutos e devo dizer que até fiquei bastante contente com a minha prestação, no meio da confusão pensei que ia demorar mais tempo até conseguir correr efectivamente e as subidas que fomos encontrando até se revelaram acessíveis.
Vale sempre a pena pela experiência, mas não devo voltar a esta, agora temos as do Porto e do Douro para conhecer.


A medalha é tão bonita!!!

Este foi o percurso que fiz, desde a ponte até ao Parque das Nações, ao pé do Pavilhão Atlântico com umas curvas lá pelo meio.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Mini/Meia Maratona de Lisboa

O tempo tem passado e ainda não tinha tido oportunidade de relatar a última aventura em que nos metemos: a mini e a meia maratona de Lisboa, claro está que eu fui correr a mini e o MQT é que foi correr a meia.
Quando começámos a correr, para aí em Junho de 2011, nunca nos passou pela cabeça que conseguíssemos um dia correr numa prova destas, especialmente eu que toda a vida detestei correr, mas depois passou-me. Mesmo no pico do Inverno continuámos a correr, incentivados uns pelos outros que isto de correr na rua com 4 graus é coisa que até dói, até ao dia em que alguém teve a ideia de irmos à maratona. Como decidimos muito bem coisas quando estamos confortavelmente sentados a trabalhar, ou a beber uns copos, lá decidimos inscrevermo-nos. Para as meninas 7.300km não era uma distância descabida, já o tínhamos feito várias vezes, mas os meninos iam-se propor a correr os 21km (loucos).
Ora como ir à cidade grande é coisa que não acontece todos os dias, fomos de véspera para fazer um monte de coisas planeadas e estar com um conjunto vasto de gente.
No dia da prova acordámos cedinho, de modo a conseguirmos apanhar metro e o comboio que não fosse o último. Apanhámos o metro e o comboio para o Pragal e foi aí que nos apercebemos do aglomerado extremamente grande de gente. Foi nesse momento que abriu o sol e que o calor apareceu, maldita camisola de manga comprida que eu levava. Ora houve um certo intervalo de tempo entre o começo da corrida e o momento em que começámos a correr, primeiro porque havia uma multidão à nossa frente a iniciar o seu percurso e muitos deles iam em modo caminhada, claro que não leram as indicações e ninguém da caminhada se encostou à direita para que a malta que queria correr passasse, à parte disso começámos devagar, devagarinho e parados porque nos primeiros 2km tínhamos de desviar das imensas pessoas que caminhavam pela ponte fora numa bela manhã de domingo. Claro que tivémos de nos desviar de pessoas até ao fim da corrida mas depois dos primeiros 2km já conseguíamos correr à nossa velocidade habitual.
Já em Alcântara estava a malta do abastecimento de águas e bendita a hora que eles apareceram que eu estava praticamente a desfalecer com calor. Lá continuámos a viagem por mais uns quilómetros até que avistámos o Padrão dos Descobrimentos (o fim) mas parecia que nunca mais lá chegávamos. Quando finalmente passámos a meta, os senhores da organização deram-nos medalhas de participação, depois, seguindo a corrente, ofereceram-nos um saquinho com águas, leite e barritas, mais à frente ofereceram uma banana, depois aparecia o caixote do lixo para colocar as cascas e a seguir as arcas da Olá a oferecer uns gelados muito fresquinhos de maracujá, que bem que este tratamento soube debaixo daquele sol de Primavera que mais parecia Verão!!
Esperámos algum tempo pelos meninos para os ver chegar à meta e até filmar um bocadinho e depois de estarmos todos juntos eram claramente horas da bucha!!
Foi muito giro atravessar a ponte, correr por Lisboa com aquela vista lindíssima para o rio Tejo e a organização da prova esteve à altura das 35000 pessoas que foram ao evento.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Correr sempre no mesmo sítio

Contrariando as tendências (depois do Natal toda a gente escreve sobre as prendas que recebeu e tudo e tudo), eu vou escrever sobre a prenda de Natal que já recebi antecipada e da prenda de anos que recebi atrasada, que curiosamente são a mesma!
Na semana passada ligaram-me daquela conhecida loja de desporto que começa por D e acaba em THLON a dizer que tinham uma passadeira para me entregar em casa a pedido da minha mãe, engasguei-me várias vezes a falar com a senhora ao telefone, tal era o meu espanto. Eu só pensava "os pais perderam a cabeça em qualquer lado, deve ter sido na Indonésia!!"
Depois de desligar o telefone, liguei logo para a mãe: "O que é que sabes de uma passadeira e de uma entrega em casa?". Ela começou-se logo a rir e lá explicou que era prenda de aniversário atrasada e de Natal adiantada.
No sábado de manhã entregaram-ma em casa e passámos metade da tarda a montar a passadeira, que vinha semi desmontada, e mesmo sendo só semi ainda deu um trabalhinho dos bons! Porcas, parafusos e tudo e tudo, tivémos de apertar tudo no sítio para que ela não se "escangalhasse" à primeira corrida.
A passadeira é extremamente robusta (deve ter custado para cima de muito dinheiro) e eu já a estreei! A única coisa que me aborreceu foi ter de correr a olhar para a parede, mas meti música do iPhone ligado às colunas da passadeira (sim até tem essa funcionalidade) e foram 30 minutos de corrida ao quentinho, sem chuva, sem frio, sem vento. Isto é que é qualidade de vida, obrigada mãe e pai!

Fonte da imagem: Decathlon

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Objectivo ultrapassado


Se alguém, há 6 meses atrás, me dissesse que eu havia de ser capaz de correr 60 minutos sem parar a minha primeira reacção seria uma gargalhada daquelas de cair da cadeira.
O feito histórico deu-se ontem, numa corrida normal daquelas que faço duas vezes por semana. A corrida demorou exactamente 60 minutos, sem parar, e foi conseguida por objectivos (só até aos 40 minutos, agora até à ponte, agora até à loja das bicicletas, agora até à rotunda, agora já estamos tão perto é até aos 60 minutos). Eu e a minha amiga D. superámos claramente as expectativas, tanto as minhas como as dela, e fizemos algo que nunca pensámos ser capazes: correr 60 minutos sem parar a um ritmo constante! Palmas para nós se faz favor que estou aqui a transbordar de orgulho de nós as duas!

Fonte da imagem: weheartit

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Isso é que vai ser correr

Depois de uns tempos a correr com umas sapatilhas que não eram adequadas (e umas dores de tornozelos à mistura), comprei finalmente umas sapatilhas de corrida. São bem parecidas, da Adidas e não foram excessivamente caras, que isto não está para gastos avultados.
Agora é que vai ser correr até gastar a sola! Choupal, "me aguarde"!

terça-feira, 19 de abril de 2011

O Céu não é o limite...é o ponto de Partida!

Os manos mais novos têm uma certa mania de imitar os mais velhos, em algumas coisas. Desde que o meu irmão fez um salto tandem há uns oito anos atrás que fiquei com alguma vontade de fazer o mesmo. Na altura o orçamento disponível não me permitiu saltar com ele, era estudante, não trabalhava e contava os trocos todos da mesada que a mãe me dava.
Desde que comecei a trabalhar, já lá vão uns anos, pensei que um dia havia de juntar dinheiro para ir fazer o dito salto. A desculpa perfeita deu-se quando oferecemos um salto tandem ao C. no aniversário dele (em 2009...) e ele perguntou se alguém queria saltar também. Cheguei-me logo à frente armada em forte e corajosa e foi marcado para 17 de Abril, finalmente!
No dia marcado lá saímos da nossa cidade de manhã cedinho, GPS em riste para nos indicar o caminho até ao aeródromo em Beja e o farnel para o piquenique.
Três horas e qualquer coisa de caminho, Kelle Maria ao volante, lá encontrámos o aeródromo. Como ainda era cedo, fomos procurar um chaparro muito jeitoso para estendermos a manta debaixo dele para procedermos ao dito piquenique. Foi um almoço muito ventoso mas saboroso! Já não fazia um piquenique assim há muito tempo!!
Ao chegar ao aeródromo constatámos que o avião não estava a levantar. Comunicaram-nos que os ventos estavam muito fortes e que enquanto não acalmasse não poderíamos saltar. As normas de segurança são cumpridas à risca nesta escola, a Queda Livre.

Depois de quatro horas ao sol à espera (ficámos todos muito rosadinhos à conta desta tardada ao sol), lá se procedeu ao briefing (pela 2ª vez, que esta malta não facilita) sobre o que fazer no salto e as normas a cumprir e tal e tal, vestimos as fatiotas, prenderam-nos o arnês e estávamos prontos para ir.

Fiquei com o instrutor Taka, japonês, com quem comunicava em inglês, e além disso levei também um camera flyer, o Mauro, para registar o momento. Durante a subida no avião, o Taka verificou se o meu arnês estava bem colocado e bem apertado inúmeras vezes, não convinha estar nada solto. Quando a porta se abriu aos 3200m de altitude para saltar uma passageira estávamos todos presos e equipados caso fosse necessário saltar naquele momento, mais uma vez realço que esta escola cumpre à risca as normas de segurança, não facilitam!
Em momento algum senti medo, nem mesmo quando estava suspensa fora do avião a 4000m de altitude. Acho que não tive tempo de ter medo porque assim que me meti fora do avião, suspensa e em posição de salto, já só consegui pensar 5 segundos depois, já em queda livre a 200 e tal à hora! Os primeiros 5 segundos são a adrenalina pura, não conseguimos pensar, não percebemos o que nos aconteceu e só depois disso começamos a ter noção das coisas, é uma sensação indescritível. Nessa altura abre-se o pára-quedas e pode-se apreciar a paisagem calmamente, sentir o silêncio, a calma e a paz de espírito dos céus.
Na aterragem tudo parece simples, é só levantar os pés, o instrutor faz o resto, a minha aterragem foi bastante tranquila, de pé e calmamente.

Inevitavelmente, na minha cara no final estava estampado um sorriso rasgado!
Foi espectacular, no entanto, não era capaz de fazer disto vida! Podia repetir, sem medos, não fosse esta brincadeira tão longe e tão cara! Valeu o dia, pelo piquenique, pela viagem, pela companhia, pela experiência e por tudo! O vídeo há-de chegar entretanto :)
No regresso a casa, paragem para a famosa Sopa da Pedra em Almeirim, fiquei fã! Foi um domingo memorável, sem dúvida!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Mais vale tarde que nunca

Afinal, os planos que vou fazendo às vezes até se chegam a concretizar. Tantos anos depois vou voltar, com aulas de aperfeiçoamento. Já estou em pulgas!!

Fonte: aqui