- Alguém sabe como é que se tira uma música da cabeça?
O meu contributo foi:
- Faz o Upload dela para um servidor...
E como dizem por aí...
...mas o jacuzzi é meu
A mim tudo me acontece. Aqui vou contar os episódios mais recambolescos da minha vida, bem como os pensamentos e teorias mais idiotas que me ocorrerem. Tudo aqui será debatido e escalpelizado, com rigor e isenção.
Ao andar a navegar pelo Facebook, apareceu-me um perfil de alguém que tem um certo número de amizades em comum comigo.
Essa pessoa, do sexo feminino, não sendo das minhas amizades, o ser perfil só mostra alguma informação na sua cronologia.
Curiosamente uma das coisas que mostra para o ano de 2012, ano esse que ainda não terminou, é uma atividade imensa na área amorosa. Senão vejamos, começa o ano estando noiva de “N”, passado pouco tempo termina uma relação com “M”.
Após o término da relação com “M”, aparece que terminou uma relação com um terceiro elemento (que se deve ter recusado a ser identificado), teve os anos da filha (que eu obviamente eliminei o nome) e depois disso inicia duas relações com desconhecidos anónimos.
Uma vez que à começo de relações sem términos das anteriores e términos de relações sem começos o que se pode depreender é que há relações em simultâneo… Isto leva-me a concluir que não só estou desejoso de pedir amizade a esta pessoa como ela, pelos trâmites antigos tem um termo técnico que lhe assenta que nem uma luva.
Esse termo técnico é galdéria… Por isso, meus caros chalados que me acompanham faz alguns anos, vamos lá ter cuidado com o que se publica no facebook.
E como dizem por aí...
Hoje é de aniversários, é a minha amiga Fedora, é o ser sobre o qual não se pode pronunciar o nome e o trisavô do I-pod.
Pois é, no meio disto o aniversariante mais novo é o trisavô, mas não é por muito, pois afinal já faz 33 anos. Foi à 33 anos que se começou a poder andar com a música para todo o lado.
Depois ainda houve um pequeno desvio na portabilidade da música, onde depois ao invés de diminuir o tamanho do aparelho, no auge da era do breakdance, meados dos anos 80 com o aparecimento dos rádio enormes à costas com leitores de cassetes.
Com os telemóveis a terem gigas de espaço de armazenamento, até os I-pods e leitores de mp3 deixaram de fazer sentido, mas aqui fica a lembrança. Assim e em homenagem à Fedora e ao Walkman, aqui fica uma música de homenagem ao aniversário.
E como dizem por aí...
Como muita gente sabe eu jogo num online que se chama Ogame. Não jogo agora, nem à meia dúzia de dias atrás… Jogo à anos, muitos anos… E num momento especialmente conturbado do jogo, resolveram juntar todos os “tubarões” do jogo em apenas 3 universos, pelo que por lá aquilo anda tudo em efervescência.
Todo este “introitu” serve para esclarecer por lá se anda com a adrenalina a mil e que por lá existe uma coisa que se chama mensagens colectivas. Dentro dessas mensagens colectivas houve um dos meus “comparsas” de vício que se lamentou que como ia para tropa dentro de dias, teria que por o jogo em modo de férias (assim não perde o que construiu). Houve logo uma série de respostas de outros comparsas, o que fez com que ao chegar ao jogo ao fim da tarde me deparasse quase 100 mensagens trocadas entre os mebros da nossa aliança sobre essa temática: tropa.
O pior é que me deparei com machões a verterem lágrimas saudosistas desses tempos (sim, não é só jovens borbulhentos e sem vida social que jogam a jogos on line). Resolvi ripostar com a seguinte mensagem":
“Após ver os 3000 colectivos percebi que afinal estou na ally errada:
- Só vejo é saudosistas do tempo em que dormiam juntos com uma remessa de gajos... MAU!!! Cheira-me a panasquice pegada.
Eu não fui à tropa porque supostamente eles querem lá meninos para os fazerem homens, mas como eu suspeito que querem lá meninos para os enrabarem até serem homens e como eu não dessas modernices e já era homem...
Assim a consequência foi ter sido dispensado à tropa...
Ganhem lá tino e falem de coisas como o tempo em que entravam no balneário das miudas a seguir à aula de educação fisica e eram violados por elas e pela professora de educação fisica...
Todos sabemos que é mentira mas é mais hetero...”
| Como muitos casais modernos, o motoboy Anderson Cerqueira e a auxiliar de escritório Janete dos Santos conheceram-se por uma rede social. Os dois casaram-se e tiveram um bebé lindo, que nasceu saudável. Este conto de fadas contemporâneo tinha tudo para ficar no anonimato não fosse por um pormenor: - os dois baptizaram o bébé com o nome de Facebookson, em homenagem à rede na qual se encontraram pela primeira vez. Anderson contou que teve que ir a dois cartórios antes de conseguir registar a criança. (Só dois??!! Se fosse por cá ainda estava e andar até agora, atrás de uma conservatória que aceitasse este assassinato !!) “Eu queria chamar de Facebook, mas eles disseram que não pode dar nome estrangeiro, então eu coloquei Facebookson, porque eu sou Anderson”, explicou ele. (Ah pois!!!. Quer dizer que o fato de ter o “son” no final do nome, o tornou de origem brasileira! Onde está o bom-senso desse pessoal nestas horas??) |
| A história ganhou o mundo depois que o jornal americano Daily Bulletin (na foto, o pai com o exemplar), de Los Angeles, publicou o caso. Comentário: Ainda bem que foi menino. Se fosse menina, seria Facebokete, em homenagem ao nome da mãe: Janete! |
E como dizem por aí...
Bonjour para ti também
...mas o jacuzzi é meu
ATENÇÃO !!! Este pasquim mais uma vez vai fazer serviço público alertando a sua horda imensa de leitores. Existe uma nova fraude no mundo virtual!!! Existe um site onde se promete mundos e fundos a troco de pouco dinheiro.
Um amigo pagou 100 Euros por um aparelho para aumentar o pénis, e os gajos mandaram-lhe uma lupa !!!
Tenham cuidado !!!
E como dizem por aí...