Mostrando postagens com marcador Noruega. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Noruega. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Parque Vigeland: arte e natureza exuberantes na capital da Noruega

Uma das intrigantes estátuas distribuídas pelo Parque Vigeland
A exuberância da natureza e das esculturas do artista norueguês Gustav Vigeland

Detalhe de escultura
Vista geral do parque

O imponente monolito de 20 metros de altura concentra 121 figuras humanas esculpidas em granito

Conforme mencionei no post anterior, decidi escrever alguns relatos de viagens menos recentes, selecionando as atrações turísticas que mais me impressionaram. Gostei muito de rever imagens que estavam meio esquecidas em um DVD, já que eu não imprimo fotografias há mais de uma década.

Sendo assim, me empolguei com a Noruega e preparei outro texto sobre o país que visitei em 2008, mais especificamente sobre um lugar que adorei conhecer em Oslo: o Parque Vigeland.

O Parque Vigeland fica situado dentro do Parque Frogner a 3 km do centro da capital. A atração engloba uma extensa área de 320.000 m2 e oferece várias atividades ao ar livre, além de exposições. Os moradores da região gostam de aproveitar os finais de semana para organizar piqueniques e tomar sol deitados nos gramados.

O Parque Vigeland é o maior parque de esculturas feitas por um único artista e é bastante procurado pelos turistas que visitam a cidade. Ao todo são 212 peças em tamanho real feitas de bronze, granito e ferro fundido, cujo autor é o norueguês Gustav Vigeland.

Segundo minha pesquisa;

“As esculturas materializam inerências da existência humana, como o trabalho, a ira, a maternidade, o sexo, a fraternidade etc”.*

“O parque abriga dezenas de esculturas de Gustav Vigeland peculiares por mostrarem pessoas em cenas comuns. Devido a esse realismo, a exposição é informalmente chamada de “Condição Humana”.*

Confesso que eu estava curiosa pra saber mais sobre o significado dessas obras que tanto me fascinaram. Apesar de termos feito esse passeio com o guia da excursão, eu preferi me desligar do grupo e sair fotografando, enquanto o Marcelo ouvia as explicações.

Achei todas as esculturas interessantes, mas algumas aguçaram bastante a minha curiosidade por causa de seu peso dramático e/ou da postura perturbadora e até mesmo bizarra das figuras representadas. Uma delas é a da primeira foto desse post, na qual um homem adulto parece “enxotar” de maneira agressiva algumas crianças que se agarram a ele.

Gustav Vigeland trabalhou no parque por 35 anos (entre 1907 e 1942), criando um verdadeiro museu ao ar livre. O que dá pra perceber de imediato é que suas esculturas são carregadas de emoções como alegria, raiva, paixão, arrependimento e tristeza. Eu nunca senti ou percebi isso de forma tão nítida em um conjunto de obras de arte!

Quando fotografei o casal da imagem acima, não desconfiava que aquela pequena escultura ali atrás era uma das mais procuradas pelos turistas. Ela é conhecida como “menino bravo”.

Parece que em algum momento de sua vida, Vigeland visitou o estúdio do escultor francês Auguste Rodin em Paris e ficou bastante impressionado com suas obras, as quais podem tê-lo influenciado.

O relacionamento entre homens e mulheres sempre foi um tema recorrente em suas criações, o que é bastante perceptível no parque.

Além das esculturas, as belezas naturais do parque também me chamaram a atenção. As árvores altas com folhas amarelas, laranjas e vermelhas estavam por toda a parte e ofereciam um espetáculo deslumbrante! Bom, pelo menos pra mim, que adoro o outono em qualquer lugar do mundo e me encanto com essa coloração intensa das folhas. Os lagos, os canteiros floridos e os gramados bem aparados complementam o impressionante visual.

Detalhe da folhagem avermelhada no Parque Vigeland

Na entrada principal do parque existem quatro grandes portões que dão acesso a uma ponte, um enorme obelisco, uma fonte e uma área recreativa. Na saída principal há uma escultura de quatro velhos levantando uma criança que, segundo Vigeland, representa a eternidade.

Vista dos jardins do parque

Uma das obras mais surpreendentes de Vigeland é o obelisco de granito que tem 20 metros de altura e está localizado em uma área central do parque. Ele é composto por 121 figuras humanas que concentram em uma única peça a visão do autor em relação à diversidade da vida.

O obelisco que alguns classificam como “fálico” é cercado por escadarias e blocos de esculturas nos quais adultos e crianças são representados em posições intrigantes.

Essas figuras formam o ciclo da vida: um homem e uma mulher se admiram como se estivessem apaixonados, crianças brincam se agarrando às pernas da mãe, homens e mulheres sonham, se abraçam, riem e choram.

Três esculturas: tristeza, indiferença e amor… será?

Na minha opinião, o fato das esculturas serem em tamanho real aumenta a dramaticidade das obras. As expressões nos rostos das figuras humanas são muito bem construídas e eu fiquei bastante impressionada. De todas as esculturas que vi nos meus 39 anos de existência, esse conjunto foi, sem dúvida, o que mais me marcou. Não sei explicar bem o motivo, mas eu tinha a sensação de que as peças ganhariam vida e começariam a circular pelo parque a qualquer momento!

A obra acima foi a que mais me intrigou. O interessante é que procurei por todos os cantos da Internet uma explicação para ela, mas não encontrei nada muito definido. Acho que a intenção de Vigeland era mesmo dar margem a interpretações. Nesse caso, a escultura me parece representar uma mãe sendo escravizada ou explorada pelos filhos, que estão se divertindo enquanto a mulher amordaçada com suas próprias tranças tem um olhar distante e resignado. Senti algo de perverso nessa peça…

Detalhes do obelisco com 121 figuras humanas entrelaçadas

O outono é lindo em qualquer parte do mundo: viva a minha estação preferida!

Chegando ao fim do parque, vimos uma escultura que representa os signos do zodíaco e, segundo a lenda, oferece boa sorte a quem passar a mão no entalhe correspondente ao seu signo. É o que meus pais, ambos virginianos, estão fazendo na foto acima.

Pra terminar esse post, preciso dizer que a Noruega foi um dos países mais unânimes que visitei. Bom, unânime mesmo, acho que só Paris, rs! É claro que isso não existe de verdade, mas a Escandinávia em geral é uma região que recomendo aos amigos que conhecem o “básico da Europa”, digamos assim, e querem visitar lugares novos no continente. Essa viagem foi uma ótima surpresa e me deixou com gostinho de “quero mais”. Entretanto, eu e o Marcelo preferimos sempre conhecer países diferentes a voltar onde já estivemos e esse retorno deve demorar a acontecer, mas quem pode saber o que o destino reserva pra nós, né? Não custa nada sonhar!!!!

Um grande beijo pra todos com votos de que muitos dos nossos sonhos se tornem realidade algum dia!!!!

*Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Vigeland
http://en.wikipedia.org/wiki/Gustav_Vigeland
http://michelechristine.wordpress.com/a-arquitetura/parque-vigeland/
http://www.viajandoblog.com/post/893/parque-de-esculturas-de-gustav-vigeland
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/turismo/fx0710201006.htm
http://www.vigeland.museum.no/en/vigeland-park
http://www.asla.org/ppn/Article.aspx?id=27462

Bonfa-ass

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Um dia em Bergen, Noruega: a cidade mais chuvosa da Europa

De acordo com as fontes oficiais, aqui chove em média 235 dias por ano, mas os moradores dizem que são mais de 300!

O charmoso Bryggen no centro histórico de Bergen

Detalhe da escultura de cervo em uma das casas mais famosas do Bryggen

Os delicados jardins da praça Torgallmenning

Casa de 1790 reconstruída na Gamle Bergen
O meu polêmico prato de baleia

Vista da cidade a partir do Monte Fløyen

Depois que concluí o post sobre Dresden, na Alemanha, me animei a procurar fotos de viagens antigas e publicar os relatos dessas experiências. Na verdade, quando uso o termo “antigas”, quero dizer “nem tão recentes”, já que é complicado escrever sobre os lugares que conheci nos anos 90 porque faz bastante tempo e muita coisa mudou. Não seria algo útil para os leitores do blog, embora talvez fosse interessante pra mim registrar essas memórias. De qualquer forma, guardo as fotos (mesmo desbotadas) de todas as viagens que fiz.

Sendo assim, o post de hoje é sobre um dos países mais lindos que conheci nos últimos anos, a Noruega. Essa viagem aconteceu em 2008 e na época contratamos uma excursão que mereceu muitos elogios. Não lembro o nome da agência que fez a reserva no Brasil, mas a empresa que nos levou para visitar a Finlândia, Suécia, Dinamarca e Noruega foi a SATO TOURS.

Viajar pela Escandinávia é bem caro. Os países são muito prósperos e oferecem ótima qualidade de vida. Segundo o Emílio, nosso maravilhoso guia, o desconto do imposto de renda lá é altíssimo, mas ao envelhecer, a população pode contar com assistência médica, exames, medicamentos e, em alguns casos, até comida gratuita. Isso sem falar na educação, nas atividades culturais, no lazer e no respeito ao consumidor. Lembro que o Emílio mencionou o fato da prefeita de uma determinada cidade ser casada com um gari e que os dois recebiam um salário parecido. Achei isso o máximo e nunca esqueci! Quer dizer que existe um país onde qualquer profissão é bem remunerada? Uau!!!!! As pessoas não precisam se render a um trabalho que não gostam para garantir a estabilidade e um salário digno? Uau!!!!!

Isso me fez admirar as políticas públicas da Noruega, mas certamente não é um país onde eu gostaria de morar por outras razões, como o frio. Eu adoro baixas temperaturas, mas no verão em Bergen a temperatura média beira os 14 graus e, segundo a população local, chove durante 300 dias por ano: imaginem isso!!!!!

Chegamos na cidade no finalzinho da tarde e o Emílio estranhou que não estivesse chovendo, o que aconteceu algumas horas depois, rsrs! A minha primeira impressão de Bergen foi a de uma cidade-símbolo norueguesa. As casinhas de madeira enfileiradas à beira do porto não me pareceram estranhas. Procurei não ver muitas imagens das cidades que eu iria visitar nessa viagem, mas Bergen era exatamente como eu imaginava!

Antes de chegarmos a Bergen, fizemos um passeio deslumbrante pelos famosos fiordes noruegueses e, em seguida, viajamos de ônibus por estradas onde era possível avistar belíssimas propriedades rurais incrustradas em penhascos que mergulhavam nas águas geladas dos rios. As folhas alaranjadas, avermelhadas ou amareladas das árvores completavam esse cenário bucólico e encantador! Prometo um dia escrever um post sobre essa experiência.

Como já era tarde para fazer um passeio de reconhecimento pela cidade, deixamos as bagagens no hotel e fomos jantar em uma das casas de madeiras de Bryggen que abrigam charmosos bares, cafés e restaurantes.

Como estávamos na Noruega, pensei logo em pedir um prato de bacalhau, o que foi desaconselhado pelo nosso guia. Segundo ele, se a gente gosta dos pratos de bacalhau portugueses, não vale a pena experimentar um prato típico norueguês, que tem muito menos tempero e poucos acompanhamentos. Parece que o bacalhau em si é de boa qualidade, mas a maneira de cozinhá-lo é meio sem graça.

Meu pai pediu um delicioso halibute, o peixe da foto acima, que é bem comum nessa parte do mundo e estava desmanchando na boca de tão macio!

Minha mãe pediu um salmão que estava fresquinho e bem rosado e o Marcelo optou por alce, que assim como a rena, tem uma das carnes mais tenras e saborosas que já experimentei.

Eu resolvi encarar um prato mais “exótico” e “típico” da Noruega: a baleia, cuja caça é liberdada em determinadas temporadas. Na época, eu não sabia nada sobre a indústria baleeira e confesso que só procurei me informar quando escrevi esse post. O que encontrei AQUI e resume a polêmica, é o seguinte: “A caça às baleias na Noruega é realizada por meio do uso de arpões explosivos que, de acordo com dados do próprio governo, não conseguem, em 20% dos casos, provocar a morte imediata das baleias, levando-as a um sofrimento lento, e matando-as de forma dolorosa. (…) Joanna Toole, Gerente de Mamíferos Marinhos da WSPA, afirmou: “Nesse momento em que é iniciada a temporada de caça às baleias na Noruega, precisamos ter em mente que não há qualquer meio humanitário para a matança de baleias no mar.”

Hoje em dia eu não teria experimentado carne de baleia, mas também não sei como são mortos os alces, as renas, as vacas, os porcos, os camarões, as lulas e outros tantos animais que consumimos. Li que os melhores Chefs preferem cozinhar lagostas vivas que morrem ao entrar numa panela com água fervendo, que tortura!!!! Espero nunca ter comido uma dessas!

Na verdade, nos últimos meses reduzi o consumo de carne em geral e pretendo continuar fazendo isso. Não tenho a pretensão de me tornar vegetariana, mas admiro muito quem vive dessa maneira.

Ah, esqueci de contar o que achei do prato: ruim! Textura de carne vermelha com cheiro de peixe e sabor pouco pronunciado. O Marcelo achou a mesma coisa, mas a gente pode ter sido influenciado pelo fato do mamífero viver no mar.

No dia seguinte, acordamos cedo e tivemos a sorte de encarar um dia nublado, mas sem chuva!

Pesquisei um pouco sobre a história da cidade e descobri que ela foi fundada em 1070, tendo sido a capital do país até 1299, quando Oslo passou a assumir essa função. Ainda assim, continuou sendo a maior cidade da Noruega até a década de 1830.

As casinhas tortas do Bryggen

Hoje em dia, Bergen é a segunda maior cidade do país, com uma população de apenas 250 mil habitantes. A cidade está cercada por sete montanhas, o que lhe garante uma linda paisagem, mas também o título desse post: “a cidade mais chuvosa da Europa”.

Bergen é um centro de cultura e de comércio que atrai muitos estudantes para a sua universidade. O renomado compositor Edvard Grieg (autor de Peer Gynt) nasceu e viveu na cidade e lá compôs várias de suas famosas peças. É também um destino turístico muito procurado tanto pelos noruegueses quanto pelos estrangeiros por ser um dos principais pontos de parada dos cruzeiros que navegam nos mares do norte da Europa.

O ancoradouro de Vagen, no porto de Bergen, abriga os antigos depósitos de Bryggen, uma sequência de casas de madeira hoje ocupadas por restaurantes, cafés, lojas de souvenirs e alguns museus.*

Entrando em uma das ruelas de Bryggen, é possível ter uma ideia de como Bergen deveria ser na Idade Média.

Quando Bergen prosperava com o comércio da Liga Hanseática, essas construções medievais passaram a armazenar produtos vindos de todo o Báltico. Feitas de madeira, foram destruídas e reconstruídas inúmeras vezes. Entre suas principais atrações está o Museu Hanseático, que conta um pouco da história da liga mercante germânica.*

Hoje em dia, o que sobrou da estrutura original é somente um quarteirão recuperado que passou a integrar a lista dos patrimônios da UNESCO. Trata-se de uma espécie de museu vivo e ao ar livre, que exibe parte da história cultural da região.

Se não me engano, o dia que passamos na cidade era um domingo de outubro e por isso o Museu Hanseático só abriu no final da manhã. Aliás, havia muita coisa fechada ou com horários de funcionamento reduzidos por ser o começo da baixa temporada. Normalmente viajamos nesse período, que nos agrada muito porque obtemos descontos  em passagens, ingressos para atrações variadas e encaramos menos filas.

O final do quarteirão do Bryggen

Dizem que o mercado de peixe de Bergen é uma parada obrigatória para os turistas. Segundo minha pesquisa, trata-se de um local animado nos dias de verão, mas no domingo de outono em que estivemos lá, estava bem calminho. Vimos poucas barracas que vendiam uma variada gama de peixes e mariscos, incluindo uma espécie de salame de baleia. Antes de tirar a foto acima, conversei com o atendente de uma das barracas, que era português e estava há algum tempo morando na Noruega. Como eu adoro bater um papo, perguntei o que ele achava do país, do clima etc., e ele disse estar gostando da experiência, apesar do incômodo dos dias frios e curtos e da dificuldade com o idioma.

A programação do dia era encontrar o pessoal da excursão para uma visita guiada na parte da manhã, mas como praticamente madrugamos, tivemos tempo de explorar um pouco a cidade antes do horário marcado.

As 12 esculturas de bronze da foto acima fazem parte do “Monumento ao Marinheiro”, uma homenagem aos navegantes que contribuíram para a prosperidade da nação desde a época dos Vikings.

Caminhando pela Torgallmenning, a praça principal do centro de Bergen, encontramos belos jardins floridos, esculturas e espaços de lazer.

Jardim florido na Torgallmenning

Não lembro exatamente do que conhecemos no passeio agendado pela excursão, mas acho que houve um breve city tour de ônibus antes de descermos na Gamle Bergen, ou literalmente, Velha Bergen.

Trata-se de uma cidade reconstruída com aproximadamente 50 casas de madeira datadas dos séculos XVIII, XIX e XX. Muitas delas foram transportadas de outras localidades para fazer parte desse museu à céu aberto que abriga também antigas lojas e oficinas.

A experiência permite “voltar no tempo” e vislumbrar a Bergen de outras épocas. A casa que aparece nas duas fotos acima foi construída em 1790 para um rico comerciante da cidade e era sua residência de verão. Verão? Pois é, um verão de 14 graus, brrrrrrr…

Quando o passeio com o grupo da excursão terminou, eu e o Marcelo subimos o Monte Fløyen por um funicular e lá de cima apreciamos belas vistas da cidade.

Vista de Bergen a partir do Monte Fløyen

O verde onipresente das sete montanhas que circundam a cidade é relaxante. Bergen é tão bem planejada e “arrumadinha” que mais parece uma maquete!

O funicular nos levou lá em cima rapidinho, mas a vista mais estonteante da cidade é a que pode ser contemplada do monte Ulriken, que tem 642 metros de altura. Ele fica encoberto em dias nublados e talvez a estação de bondinhos (cable cars) que faça esse trajeto estivesse fechada. Há uma trilha para se chegar ao topo do Ulriken, mas são necessárias 5 horas de caminhada. Não lembro exatamente qual foi a programação do dia, mas tenho certeza de que nós não dispensaríamos esse passeio se houvesse tempo e disponibilidade!

De qualquer maneira, desfrutamos de momentos agradáveis admirando a paisagem do mirante.

Lá em cima havia uma floresta típica europeia com árvores altas, úmidas e cheias de musgo. Demos um passeio pelo local e depois retornamos à parte baixa da cidade caminhando. É o que todo mundo recomenda fazer e realmente vale a pena!

Passamos por ruas estreitas e admiramos belas construções.

Eu simplesmente A-D-O-R-O esse clima de cidade pequena europeia! Sei que já escrevi isso um monte de vezes, mas não canso de repetir! Um dos programas que mais gosto de fazer em centros históricos medievais é caminhar, caminhar, caminhar e passar várias vezes pelos mesmos lugares em diferentes horas do dia.

Fachadas de edifícios no centro de Bergen

Até o Mc Donald’s da cidade é fofo e fica num prédio construído em 1710!

A Johanneskirken, construída em 1894, é considerada uma das igrejas mais bonitas da Noruega no estilo neo-gótico. Essa foi a última foto que tirei na cidade antes de voltar ao hotel, pegar as bagagens e embarcar novamente no ônibus da excursão.

Logo depois de deixarmos Bergen, o ônibus parou nessa cachoeira para tirarmos algumas fotos. Nós havíamos visto quedas d’água bem mais impressionantes nos fiordes, mas essa possuía um detalhe curioso: o desenho de uma espada estampado na rocha. Infelizmente, não consegui descobrir o nome dessa atração turística onde permanecemos por alguns minutos antes de seguir adiante.

E assim terminou mais um relato de viagem que adorei escrever! Pesquisar sobre os lugares por onde passei traz algumas memórias à tona e me faz reviver momentos preciosos… espero que a empolgação continue e que eu produza muitos posts de viagem esse ano!!!!

Um grande beijo pra todos com votos de que a vida nos presenteie com lindas memórias!!!!

*Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bergen
http://pt.wikipedia.org/wiki/Liga_Hanse%C3%A1tica
http://viajeaqui.abril.com.br/cidades/noruega-bergen
http://wp.clicrbs.com.br/viajandocomarte/2011/12/21/um-roteiro-pela-noruega-fjords-bergen-e-flam/
http://www.visitbergen.com/en/
http://wikitravel.org/pt/Berga
http://www.bergen-guide.com/353.htm
http://www.flickr.com/photos/24736216@N07/3198628029/in/photostream/
http://brenob.wordpress.com/2007/07/22/bergen/

Bonfa-ass

Related Posts with Thumbnails