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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Parkinson

Doença de Parkinson

Doença degenerativa e progressiva do cérebro que causa tremor, rigidez muscular, dificuldade nos movimentos e desequilíbrio.
In: portaldasaude.pt

quarta-feira, 22 de junho de 2011

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Incontinência

A incontinência é a incapacidade de reter a urina. Não é uma doença, mas pode ser sintoma de uma enfermidade que deve ser identificada e tratada. Não deixe que o pudor o impeça de pedir ajuda.

A incontinência não é provocada pela velhice, mas sim por uma doença subjacente ou por um medicamento que está a tomar.
Informe-se também sobre o cancro da próstata ou cancro na glândula prostática (nos homens).
Há dois tipos de incontinência:
  • Incontinência aguda: transitória, pode ser secundária a uma doença (especialmente se a doença se acompanha de confusão mental e febre alta) e dever-se ao facto da pessoa estar acamada ou resultar de uma infecção urinária. Este tipo de incontinência desaparece quando a causa subjacente é tratada.
  • Incontinência crónica: persistente e que pode assumir quatro formas:
    1. Incontinência de esforço - perda de pequenas quantidades de urina com a tosse, o riso, o espirro ou durante o exercício. É mais frequente nas mulheres e deve-se à pressão exercida sobre a bexiga);
    2. Incontinência-urgência - consiste na perda de grandes quantidades de urina e resulta da incapacidade de evitar a contracção da bexiga;
    3. Incontinência por excesso - resulta da pressão exercida sobre uma bexiga demasiado cheia (por exemplo, devido a uma próstata aumentada);
    4. Incontinência funcional - resulta de um atraso na chegada a tempo à casa de banho, devido a problemas de mobilidade, inconveniente localização ou má adequação das instalações sanitárias.
O tratamento da incontinência persistente depende da situação que a provocou. Pode consistir em medicação, exercícios para o fortalecimento dos músculos, utilização de sondas que recolhem a urina para um saco colector ou intervenção cirúrgica.
Pode adquirir roupas interiores especiais e pensos que absorvam a urina (não são mais grossos que os pensos normais).
Mas, antes, siga os seguintes conselhos:
  • Nunca deixe a bexiga encher-se completamente e esvazie bem a bexiga cada vez que vai à casa de banho.
  • Mantenha horários fixos para ir à casa de banho (a incontinência funcional pode ser melhorada desta forma).
Procure a ajuda de um médico, qualquer que seja o caso.

Ver mais em: portaldasaude.pt

sábado, 18 de junho de 2011

O Tacto

O sentido do tacto, nas mãos e nos pés, também pode diminuir (em especial se sofrer da diabetes), podendo, por isso, ferir-se com mais facilidade.

Se sentir a diminuição do tacto:
  • Aprenda a proteger as mãos, olhando para elas quando está a fazer alguma coisa. Os olhos podem transmitir-lhe mensagens que as mãos não conseguem. Por exemplo, quando vê uma panela ao lume, sabe que está quente e não deve pegar-lhe sem luvas ou pega.
  • Utilize sapatos em todas as ocasiões. Tome cuidado ao andar por superfícies acidentadas; escolha os locais onde vai colocar os pés, para não os torcer e para não os magoar nas pedras ou superfícies aguçadas. Examine as mãos e os pés todos os dias para ver se estão feridos e, se tiverem alguma ferida, trate-a.
  • In: Portal da Saúde.pt

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Olfacto e paladar

Estes dois sentidos também podem diminuir com a idade. É natural que passe a apreciar menos o sabor dos alimentos. 

A consequência mais importante é deixar de reconhecer o cheiro do gás ou o cheiro e o sabor da comida estragada. Assim, utilize electricidade em vez de gás, de preferência, e não guarde a comida durante muito tempo.

Mais informações em: portaldasaude.pt

terça-feira, 14 de junho de 2011

Audição

As dificuldades de audição devem-se a variadíssimas causas. Na velhice, surgem, geralmente, de forma gradual e estão associadas a uma deficiência do nervo que transmite os estímulos do ouvido interno para o cérebro.
Quando começar a ouvir mal:
  • Reconheça que não ouve bem. Não se isole. Não há por que se sentir embaraçado ou zangado por não ser capaz de ouvir o que lhe dizem;
  • Não tenha vergonha de dizer às pessoas que não ouve bem, nem de lhes pedir para repetirem o que acabaram de dizer;
  • Reduza os ruídos de ambiente (rádio, televisão), pois podem interferir com a sua audição. Aumente a intensidade do som da campainha da porta e do telefone;
  • O cerúmen (rolhão de cera) nos seus ouvidos pode reduzir mais a audição. Tente retirá-lo, mas não utilize fósforos ou algodão, pois se o fizer pode empurrar a cera ainda mais para dentro.
  • Ver mais em: portaldasaude.pt

domingo, 12 de junho de 2011

Cuide da sua Visão

Quando a visão já não é boa, use-a nas melhores condições possíveis.
Leia apenas com luz muito boa (de preferência, luz natural), não utilize lâmpadas de fraca voltagem e coloque-as de forma a não encandearem. A luz fluorescente também é muito boa.
Leia livros com letras grandes. Compre cartas de jogar de tamanho grande ou utilize uma lupa. Aproxime-se o mais possível dos objectos (por exemplo, da televisão).
Quando andar de um lado para o outro, coloque um braço à sua frente, com o cotovelo dobrado, para se proteger de possíveis ferimentos caso vá contra uma parede, uma porta ou qualquer outro obstáculo.
Aprenda a reconhecer os objectos existentes em sua casa – portas, tapetes, cadeiras, mesas, sofás – e, se viver com outras pessoas, peça-lhes que não os mudem de lugar. Assim será mais fácil movimentar-se.

Mais informações em:  http://www.portaldasaude.pt

sábado, 11 de junho de 2011

A Visão nos Idosos

À medida que se envelhece, diferentes alterações físicas podem provocar uma redução da visão.
Para manter os olhos saudáveis:
  • Faça exames médicos de rotina para detectar doenças que possam vir a afectar também a sua visão como, por exemplo, a hipertensão e a diabetes;
  • Faça um exame completo aos olhos de dois em dois anos.
Há alguns problemas de visão que são mais frequentes na idade avançada, a saber:
  • Presbitia: redução gradual da capacidade de focar objectos ou letras de imprensa pequenas. É comum em pessoas com idade superior a 40 anos.
    Nota-se quando a pessoa afasta o que está a ler para a distância de um braço estendido. Algumas pessoas ficam com dores de cabeça ou sentem a vista cansada quando estão a ler.
  • Moscas volantes: pequenas manchas que surgem no campo de visão, geralmente detectadas à luz do dia ou em quartos bem iluminados. Podem ser inofensivas, mas também podem ser sinais de alerta de doenças dos olhos, especialmente se forem acompanhadas de clarões súbitos.
  • Secura dos olhos: resulta da produção insuficiente de lágrimas e provoca comichão ou ardor nos olhos ou diminuição da visão. Use gotas especiais para os olhos, as chamadas lágrimas artificiais.
  • Excesso de lágrimas: pode ser sintoma de sensibilidade à luz, ao vento ou às alterações climatéricas. Use óculos de sol, pois servem de protecção e ajudam a diminuir o problema. Mas também pode ser sinal de problemas mais graves, como a inflamação ou obstrução do canal lacrimal. E isso pode ser tratado.
  • Catarata: quando a lente transparente que existe dentro dos olhos começa a ficar opaca ou embaciada e impede a passagem da luz. Uma pequena intervenção cirúrgica consegue, em geral, bons resultados. Depois da intervenção vai, com certeza, conseguir voltar a ver com a ajuda de óculos ou de lentes de contacto.
  • Glaucoma: provocado por um aumento da pressão dos líquidos existentes dentro dos olhos. Provoca lesões e pode levar à cegueira. O diagnóstico precoce e um tratamento apropriado conseguem, em geral, impedir o seu agravamento e evitar a cegueira.
Ver mais no Portal da Saúde.pt

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Exercícios indicados para os idosos

Andar todos os dias.
Recomendam-se caminhadas de 30 a 45 minutos, mas a duração e o ritmo da marcha dependem do estado físico de cada pessoa. O ideal é caminhar ao ar livre sobre terrenos macios (relva, praia).

Exercícios diários.
De pé ou deitado, são muito úteis quando orientados por um especialista.

Nadar.

Se não souber nadar, pode ficar de pé ou sentado, em água pouco profunda, agitando a água com os braços.

Andar de bicicleta.

É uma excelente actividade física, embora exija uma certa experiência e bom equilíbrio.

Dançar.Acessível e agradável, é simultaneamente uma actividade física e lúdica.
A melhor opção é escolher uma actividade, de acordo com as preferências pessoais e possibilidades, e praticá-la todos os dias, aumentando gradualmente o esforço e a duração do exercício. O importante é manter um nível de actividade constante. Se tiver dúvidas, aconselhe-se com o seu médico.

A Direcção-Geral da Saúde tem disponível, no seu site, o guia "Conservar-se em forma na idade avançada" (Adobe Acrobat - 4,98 MB). Este é o primeiro de uma série de manuais sobre envelhecimento, que aborda temas como a promoção de saúde, a prevenção de acidentes e a doença na terceira idade.

Ver mais em:  
http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/enciclopedia+da+saude/idosos/manter+forma.htm

terça-feira, 7 de junho de 2011

Uma boa forma física

Embora a idade traga consigo alterações a nível físico, o corpo e os órgãos têm maior tendência para deixar de funcionar se não se mantiverem activos. É por isso que se recomenda a prática diária de exercício físico, mesmo em idades avançadas.

O exercício físico contribui para...
  • Movimentos mais ágeis e rápidos;
  • Evitar acidentes, em resultado de uma mobilidade acrescida;
  • Prevenir algumas doenças, principalmente as do coração e dos vasos sanguíneos;
  • Diminuir a perda de cálcio nos ossos;
  • Manter a força e a elasticidade dos músculos;
  • Evitar a obesidade;
  • Uma sensação geral de bem-estar. 
Ver mais em: http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/enciclopedia+da+saude/idosos/manter+forma.htm

domingo, 5 de junho de 2011

Doenças geriátricas

O envelhecimento faz parte natural do ciclo da vida. É, pois, desejável que constitua uma oportunidade para viver de forma saudável, autónoma e independente, o maior tempo possível.
O envelhecimento deve ser pensado ao longo da vida. O ideal é, desde cedo, ter uma atitude preventiva e promotora da saúde e da autonomia na velhice.
A prática de actividade física moderada e regular, uma alimentação saudável, não fumar, o consumo moderado de álcool e a participação na sociedade são factores que contribuem para a qualidade de vida em todas as idades e, em particular, no processo de envelhecimento.
O sistema de saúde dispõe, numa perspectiva individual, de uma rede de prestação de cuidados de saúde (com serviços integrados, centrados em equipas multidisciplinares e com recursos humanos devidamente formados), com uma componente de recuperação global e de acompanhamento das pessoas idosas, designadamente através da rede de cuidados continuados, que, por sua vez, integram cuidados de longa duração.
Uma boa saúde é essencial para que as pessoas mais idosas possam manter uma qualidade de vida aceitável e possam continuar a assegurar os seus contributos na sociedade. Pessoas idosas activas e saudáveis, para além de se manterem autónomas, constituem um importante recurso para as suas famílias, comunidades e até para a economia do país.
Porém, nem sempre é possível viver o envelhecimento em plena saúde. A maioria das pessoas chega a idosa com doenças crónicas e não transmissíveis. As patologias incapacitantes mais frequentes nas pessoas idosas são as fracturas, incontinência, perturbações do sono, perturbações ligadas à sexualidade, perturbações de memória, demência (nomeadamente doença de Alzheimer, doença de Parkinson), problemas auditivos, visuais, de comunicação e da fala.
Mas isso não significa, necessariamente, que se tornem incapazes de lidar com a sua evolução ou que não possam prevenir o aparecimento de complicações.

Ver mais em: 
http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/enciclopedia+da+saude/idosos/DoencasGeriatricas.htm

quinta-feira, 2 de junho de 2011

O que são doenças geriátricas?

Algumas doenças, denominadas, por vezes, de síndromas ou doenças geriátricas, apresentam-se quase exclusivamente em adultos de idade avançada.
Também se incluem nas perturbações geriátricas aquelas que afectam os indivíduos de todas as idades, mas que na velhice são mais frequentes ou mais graves ou que causam sintomas ou complicações diferentes.
A geriatria é a especialidade médica que se ocupa das pessoas de idade avançada e das doenças de que sofrem.
Não há uma idade específica que determine a velhice, contudo, para efeitos de estudos, estatísticas, etc. consideram-se pessoas idosas as que têm mais de 65 anos, por ser a idade habitual da reforma.

Ver mais em:
http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Má nutrição

A má nutrição pode resultar da deficiente absorção dos alimentos, de uma alimentação carenciada ou do excesso alimentar. A obesidade, por exemplo, resulta da ingestão excessiva de calorias e de se comer mais do que o necessário.

  • Evite as gorduras em excesso.
  • Evite, em especial, carne gorda, salsichas, queijo gordo e leite gordo.
  • Utilize margarina ou óleos vegetais, em vez de manteiga e banha.
  • Inclua na sua dieta leite magro, queijo magro e iogurte. Estes alimentos fornecem cálcio, muito necessário ao fortalecimento de ossos e dentes.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Falta de ar nos Idosos

Quando nos sentimos bem ou estamos a descansar, não temos consciência do acto de respirar. Quando fazemos exercício suave ou moderado, tomamos consciência da respiração, mas não sentimos desconforto.

No entanto, quando fazemos um esforço maior, ficamos conscientes da respiração de um modo mais desagradável. Uma pessoa idosa que não faça exercício com regularidade, pode sentir dificuldade em respirar a seguir a um pequeno esforço.
A essa sensação desagradável de dificuldade em respirar dá-se o nome de falta de ar (não ter ar suficiente ou sensação de asfixia, dificuldade em respirar fundo ou, ainda, um aperto no peito).
A falta de ar também pode ser sintoma de doença cardíaca ou pulmonar, particularmente se for sentida quando se está em repouso, ao sentar ou levantar, ou quando acorda a meio da noite.
A falta de ar pode ter uma causa bem definida. Consulte um médico, pois ele pode ajudá-lo com medicamentos e outros tratamentos.
Se sentir falta de ar ao subir escadas ou a andar, pare várias vezes para descansar até sentir que a respiração normalizou.
In. portaldasaude.pt

segunda-feira, 30 de maio de 2011

A Alimentação

Adopte uma alimentação saudável

A alimentação correcta é um dos factores que maior influência tem na sua saúde e no seu bem-estar. Deve ingerir por dia, no mínimo, um alimento de cada um dos seguintes grupos:
  • Pão, batatas, arroz, massas, farinha, cereais;
  • Carne, peixe, ovos, leite e produtos lácteos, feijão, lentilhas, ervilhas;
  • Margarina, óleo, gorduras;
  • Vegetais (cenouras, couves, tomates, pepinos, alface);
  • Frutos (maçãs, peras, melão, laranjas, pêssegos).
Não se preocupe se os alimentos são frescos, congelados, pré-cozinhados ou de conserva. O importante é que coma todos os dias fruta e vegetais frescos.
Deve comer, pelo menos, uma refeição quente por dia. Pode cozinhar uma quantidade maior e depois dividi-la em doses diárias e guardá-las no frigorífico ou no congelador.
Coma entre três a cinco refeições por dia a horas certas. Não coma demasiado.
Se tiver dificuldade em mastigar, coma produtos mais macios, como ovos, lacticínios ou papas, ou coza o peixe, os vegetais e a carne até ficarem bem tenros. Se achar necessário, esmague ou pique os alimentos. Beba sumos de fruta e de vegetais.
Beba muitos líquidos (dois litros por dia), em especial quando o tempo está quente. Beba, sobretudo, água e bebidas não açucaradas. Se tiver que usar açúcar, ponha pouca quantidade.
Se sofrer de obstipação (prisão de ventre), beba mais líquidos.
Não utilize muito sal. Para melhorar o sabor dos alimentos nos cozinhados use cebola, alho, funcho, pimenta e outras especiarias.
 Ver mais em:  http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/enciclopedia+da+saude/idosos

domingo, 29 de maio de 2011

Osteoporose


A osteoporose é uma doença caracterizada pela redução acentuada da densidade óssea. Os ossos tornam-se mais frágeis e fracturam-se na sequência de quedas e traumatismos de pouca importância. Desenvolve-se lentamente. Durante vários anos progride sem provocar queixas nem apresentar sintomas.

As fracturas mais frequentes na pessoa com osteoporose são as do fémur e as dos ossos do punho.
Uma radiografia pode revelar a existência de compressões vertebrais.
A osteoporose é mais acentuada nas mulheres, por causa da menopausa.
É, também, acelerada pela falta de exercício físico, excessiva permanência na cama, imobilização, tabagismo e consumo excessivo de álcool.
A osteoporose pode ser prevenida – ou pelo menos retardada – com uma dieta rica em cálcio, especialmente à base de leite e produtos lácteos, legumes de folha verde (espinafres e brócolos) e peixe com espinhas (sardinhas).
As pessoas idosas precisam de uma dose diária de cálcio de 800 miligramas.
Se tiver falta de vitamina D, a exposição ao sol só lhe trará benefícios.
O seu médico pode aconselhar medicação.

sábado, 28 de maio de 2011

Vertingens

A vertigem é a sensação de que o nosso corpo, ou aquilo que nos rodeia, está a andar à volta. Pode ser acompanhada de náuseas, vómitos e, por vezes, originar quedas.
As vertigens podem ter várias causas, mas estão associadas, na maior parte das vezes, a doenças do ouvido interno, principalmente em pessoas com problemas de audição.
Quando ocorrerem, pode ter dificuldade em manter-se de pé. Nesse caso, procure deitar-se em posição confortável. Consulte o médico se o sintoma for muito intenso e persistente, ou peça ao médico que vá a sua casa.
Ver mais em: portaldasaude.pt

quarta-feira, 25 de maio de 2011

O Exercício Físico

  Faça exercício diariamente

  • Andar todos os dias é uma das melhores formas de praticar exercício. Ande ao seu ritmo e mantenha o corpo e a cabeça direitos. Ande entre 30 a 45 minutos por dia, se for possível, e use calçado adequado.
  • Fazer exercícios diários de pé ou deitado também é útil e, se orientados por um especialista, tornam-se até mais eficazes.
  • Nadar também é recomendado, assim como andar de bicicleta e até mesmo dançar.
  • Escolha a actividade da sua preferência e, se possível, pratique-a todos os dias.
  • Ver mais em: http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/enciclopediadasaude

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Prevenir acidentes domésticos

Eis alguns conselhos para prevenir acidentes:

  • Pratique exercício físico com regularidade, de modo a melhorar a sua forma física. Faça uma alimentação equilibrada.
  • Seja cuidadoso, de modo a não cometer erros na dosagem dos medicamentos que está a tomar.
  • Não beba álcool em excesso.
  • Use sapatos bem ajustados, com solas antiderrapantes (de preferência com ranhuras). Evite usar solas de cabedal e protectores de metal. Os sapatos devem ter saltos largos, calcanhares reforçados e presilhas ou atacadores, de modo a evitar que os pés se movimentem dentro dos sapatos. Evite usar chinelos.
  • Não use camisas de noite ou roupões compridos.
  • Disponha os móveis da casa de maneira sensata. Deixe espaço para poder andar de um lado para o outro sem encontrar obstáculos. Não ande sobre pavimentos escorregadios (molhados ou encerados); os tapetes devem cobrir todo o chão de uma parede à outra ou possuírem forro antiderrapante. A mobília não deve ter rodas e a cama e as cadeiras não devem ser demasiado baixas ou altas. Coloque barras de apoio na banheira, no chuveiro e ao lado da sanita. Utilize tapetes de borracha antiderrapantes no chuveiro e na banheira.
  • Ilumine convenientemente toda a casa - quarto, corredor, sala, cozinha e casa de banho.
  • As escadas devem ter boa iluminação, corrimãos seguros e degraus antiderrapantes.
  • Utilize a visão que tem, nas melhores condições. Se precisar de óculos, use-os.
  • Não coloque no chão pequenos tapetes. Não deixe gavetas abertas.
  • Não deixe fios eléctricos ou do telefone no chão. Fixe-os às paredes.
  • Mantenha todos os utensílios eléctricos em boas condições de funcionamento e a salvo de salpicos de água. Nunca os utilize quando estiver a mexer em água.
  • O aquecimento deve ter boa ventilação e devem ser usadas redes de protecção nas lareiras.
  • O relvado, o jardim, o pátio, as passagens para carros e passeios devem estar desimpedidas, sem buracos, fendas ou outras irregularidades.
  • Procure não estar sozinho. Não se isole, pois isso pode atrasar a chegada de ajuda do exterior no caso de acidente.
  • Esteja atento a movimentos inesperados de animais, crianças e bicicletas.
  • Traga consigo uma lanterna e utilize-a para que possa ver e ser visto na escuridão.
  • Não tenha vergonha de pedir ajuda para atravessar a rua.
  • Use bengala, se o seu médico concordar.
  • Tenha uma campainha perto de si, sempre que possível. 
  • Ver mais em: http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/enciclopediadasaude/idosos

domingo, 20 de março de 2011

Cuidados Paliativos

CUIDADOS PALIATIVOS: O QUE SÃO?

Apesar de todos os progressos da Medicina na segunda metade do século XX, a longevidade crescente e o aumento das doenças crónicas conduziram a um aumento significativo do número de doentes que não se curam. O modelo da medicina curativa, agressiva, centrada no “ ataque à doença “ não se coaduna comas necessidades deste tipo de pacientes, necessidades estas que têm sido frequentemente esquecidas.
A não-cura era ( e frequentemente ainda continua a ser ) encarada por muitos profissionais como uma derrota, uma frustração, uma área de não-investimento. A doença terminal e a morte foram “hospitalizadas” e a sociedade em geral aumentou a distância face aos problemas do final de vida. As questões em torno da morte – e que interessam a todos - constituem ainda hoje um tema tabu.

O movimento moderno dos cuidados paliativos, iniciado em Inglaterra na década de 60, e que posteriormente se foi alargando ao Canadá, Estados Unidos e mais recentemente( no último quarteirão do século XX ) à restante Europa, teve o mérito de chamar a atenção para o sofrimento dos doentes incuráveis, para a falta de respostas por parte dos serviços de saúde e para a especificidade dos cuidados que teriam que ser dispensados a esta população.
Os cuidados paliativos definem-se como uma resposta activa aos problemas decorrentes da doença prolongada, incurável e progressiva, na tentativa de prevenir o sofrimento que ela gera e de proporcionar a máxima qualidade de vida possível a estes doentes e suas famílias. São cuidados de saúde activos, rigorosos, que combinam ciência e humanismo.

Apesar da pertinência da resposta advogada pelos cuidados paliativos para as questões em torno da humanização dos cuidados de saúde e do seu inequívoco interesse público, o certo é que hoje, no início do século XXI, este tipo de cuidados não está ainda suficientemente divulgado e acessível àqueles que deles carecem.
No nosso país, mais concretamente, podemos dizer que os serviços qualificados e devidamente organizados são escassos e insuficientes para as necessidades detectadas – basta lembrar que o cancro é a segunda causa de morte em Portugal, com uma clara tendência a aumentar. Para além disso, importa reforçar que os cuidados paliativos são prestados com base nas necessidades dos doentes e famílias e não com base no seu diagnóstico. Como tal, não são apenas os doentes de cancro avançado que carecem destes cuidados: os doentes de SIDA em estádio avançado, os doentes com as chamadas insuficiências de órgão avançadas (cardíaca, respiratória, hepática, respiratória, renal) , os doentes com doenças neurológicas degenerativas e graves, os doentes com demências em estádio muito avançado. E não são apenas os idosos que carecem destes cuidados – o problema da doença terminal atravessa todas as faixas etárias, incluindo a infância. Estamos , por isso, a falar de um grupo vastíssimo de pessoas – dezenas de milhar, seguramente - , e de um problema que atinge praticamente todas as famílias portuguesas.


Assembleia Geral Ordinária

O Presidente da Mesa da Assembleia da Casa do Povo da Luz de Tavira dá conhecimento aos sócios sobre a próxima Reunião Ordinária.