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sábado, 17 de julho de 2010

Uma tela e uma sinfonia para o «Cascais» de Garrett (3)

Ao contrário, porém, do que seria de esperar, as relações relativamente próximas entre Garrett e Barreiros -- oficial do exército chegado a Saldanha, tendo travado conhecimento com o poeta quando do desembarque do Mindelo -- não foram, ao que parece, afectadas pela infidelidade da viscondessa da Luz. Prova-o a correspondência trocada entre ambos, datada de 1851, sobre assuntos de mútuo interesse, cujos excertos foram recentemente revelados por José Calvet de Magalhães na excelente biografia Garrett -- A Vida Ardente de um Romântico (Lisboa, Bertrand, 1996/.

Jornal da Costa do Sol, #1550, Cascais, 22 de Janeiro de 1998, p. 14.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Uma tela e uma sinfonia para o «Cascais» de Garrett (2)

Foi uma ligação tempestuosa. Apesar dos cuidados de ambos, Lisboa era demasiado pequena para que a conseguissem ocultar. Rosa Montúfar tinha também outros amantes, circunstância que provocava em Garrett penosas crises de ciúme.

Jornal da Costa do Sol, n.º 1550, Cascais, 22 de Janeiro de 1998, p. 14.
(continua)


Gravura retirada do magnífico blogue O Divino Almeida Garrett, de Cristina Futscher Pereira.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Uma tela e uma sinfonia para o «Cascais» de Garrett (1)

Publicado no Jornal da Costa do Sol, n.º 1550, Cascais, 22 de Janeiro de 1998.
Aos 47 anos, Almeida Garrett (1799-1854) viveu uma intensa relação amorosa com Rosa Montúfar Infante, mulher de Joaquim António Velez Barreiros (1803-1865), 1.º barão e 1.º visconde da Luz.
As cartas arrebatadas do poeta à musa, vinte anos mais nova, e o último livro Folhas Caídas (1853), trazem-nos o eco dessa paixão que teve por cenário não só os salões e os arrabaldes lisboetas, mas também estes sítios românticos dum Cascais ainda inóspito, entre o mar e a serra.
(continua)
 
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