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sábado, 3 de março de 2012

Uma tela e uma sinfonia para o «Cascais» de Garrett (4)

O visconde da Luz gostava da vila, e por cá se demorava. À sua acção, enquanto director das obras Públicas, ficou a dever-se a abertura da velha estrada para Oeiras, via que, mais tarde, Pedro Borges Barruncho, nos Apontamentos para a Historia da Villa e Concelho de Cascaes (Lisboa, 1873), considerou ter tido como consequência a «regeneração de Cascais». Em 1863, ainda se não instituíra o hábito da vinda da corte a banhos, Barreiros edificou a sua casa no Alto da Bela Vista, cuja fotografia foi publicada por Guilherme Cardoso no Cascais Passado a Preto e Branco (Cascais, Associação Cultural de Cascais, s.d.).

domingo, 31 de maio de 2009

poesia de cascais #16 - Jorge de Sena


«SOPHIA DA MONARQUIA...»

Sophia da monarquia,
sofia republicana,
recebi a antologia,
corrigida e ampliada,
com sua dedicatória
de antiga amizade grada,
em que me anotas a história
e para a História registas
que em Creta tu te banhaste
no esplendor da maresia,
com o meu velho Minotauro..
Em Creta, com o Minotauro,
por onde andamos, Sophia!
Que outros poetas se banhem
em Estorises e Cascáises
de água turva lusitana.
A nós as ilhas da Grécia!
A nós a fonte do dia!
A nós o leite que mana
de ser-se sofia e Sophia!

13/10/1970

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

poesia de cascais #1 - Fernando Pinto do Amaral


Onde estás, minha vida em câmara lenta,
janela toda aberta onde procuro
o vento, a luz da noite? Onde estarás,
melodia cantada a soluçar
numa cama de grades? Onde estás,
olhar dessas visões em sobressalto.
Casal da Bela Vista, velho pátio
ao som da bicicleta? Onde ficaste,
infinito terraço da Alameda,
varanda cor-de-rosa da Parede
com o sol a morrer sobre Cascais?
Onde estás, corredor de São Filipe,
praia do Monte Branco onde outro eu
se lançava da prancha? Onde estarão
os risos desses primos transparentes,
as lágrimas acesas que brilhavam
como arco-íris de seda no meu rosto?
Onde ficou a última pergunta
em véspera de viagem? Onde está
o mapa dessa alma que foi espuma,
o nó dessa garganta submersa?

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Quando havia a Costa do Sol

A T., do Dias que Voam, postou uma magnífica prancha dos «Ecos da Semana» do Carlos Botelho, no mítico Sempre Fixe. Já lha pirateei para o acervo da Caverna.

 
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