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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

POSTAIS SEM SELO


O que há num nome? Aquilo a que chamamos rosa com qualquer outro nome teria o mesmo cheiro doce.

William Shakespeare em Romeu e Julieta.

terça-feira, 18 de março de 2025

POSTAIS SEM SELO

Homens de poucas palavras são os melhores homens.

William Shakespeare

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

POSTAIS SEM SELO


 A vida é uma história contada por um idiota, cheia de som e de fúria, sem sentido algum.

William Shakespeare.

segunda-feira, 21 de outubro de 2024

POSTAIS SEM SELO


 Eu, pobre homem, a minha biblioteca era um ducado suficientemente grande.

 William Shakespeare

 Legenda: Livraria Lello no Porto

domingo, 10 de março de 2024

POSTAIS SEM SELO


O resto… é silêncio…

William Shakespeare em Hamlet 

Legenda: pintura de ThomasPollock Anshuyz

segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

POSTAIS SEM SELO


Há quem diga que todas as noites são de sonhos. Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão. No fundo, isso não tem importância. O que interessa mesmo não é a noite em si, são os sonhos. Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado.

William Shakespeare

Legenda: «Summer Night», pintura de WinslowHomer

quarta-feira, 29 de março de 2023

POSTAIS SEM SELO


Se a música é o alimento do amor não parem de tocar. Dêem-me música em excesso; tanta que, depois de saciar, mate de náusea o apetite.

Shakespeare

terça-feira, 22 de novembro de 2022

OLHARES


Se a música é o alimento do amor não parem de tocar. Dêem-me música em excesso; tanta que, depois de saciar, mate de náusea o apetite.

William Shakespeare

 Legenda: Harpista numa rua de Dublin, Agosto de 1953. Os irlandeses tocam este instrumento desde o século X. Fotografia de Claude Jacoby.

Da exposição de Claude Jacoby, curadoria de Jorge Calado, Museu do Neo-Realismo em Vila Franca de Xira até 23 de Abril de 2023. 

sábado, 15 de setembro de 2018

POSTAIS SEM SELO


O mal que os homens fazem vive depois deles. O bem que puderam fazer permanece quase sempre enterrado com os seus ossos.

William Shakespeare em Júlio César

terça-feira, 15 de agosto de 2017

POSTAIS SEM SELO


Valem mais três horas adiantadas do que um minuto de atraso.


William Shakespeare

quarta-feira, 19 de julho de 2017

POSTAIS SEM SELO


Sabemos quem somos mas não quem podemos ser.


William Shakespeare

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

POSTAIS SEM SELO


Sim, pelo caminho em que vai o mundo, custa achar um homem honrado entre dez mil.

Shakespeare em Hamlet

Legenda: não foi possível identificar o autor/origem da fotografia. 

domingo, 11 de setembro de 2016

POSTAIS SEM SELO



Palavras e mais palavras, só palavras.

Shakespeare em Hamlet

sábado, 23 de abril de 2016

POSTAIS SEM SELO


Enfim, como nos disse Shakespeare: a vida não é mais do que uma sombra que anda, um conto contado por um idiota, cheio de som e fúria, significando nada.

Zeferino Coelho no prefácio a Ensaio Sobre a Cegueira

Legenda: fotografia de Ernst Haas

terça-feira, 15 de março de 2016

POSTAIS SEM SELO


Mas só me lembrava, apavorado, de uma anotação de Shakespeare, quando diz que um homem que não gosta de música está pronto a cometer os piores crimes.

Vergílio Ferreira em Conta-Corrente, 3º Volume.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

POSTAIS SEM SELO


Que precisão tenho eu de ir ao encontro de quem ainda não se lembrou de vir ter comigo?

Shakespeare

Legenda: não foi possível identificar o autor/origem da fotografia.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

P.Q.P.



Numa daquelas citações que o Público coloca no canto superior direito da última página, lia-se uma de William Shakespeare:

Bem pago está por satisfeito se dá.

É  o que nos acontece.

Gostamos que nos tratem a pontapé, gostamos que nos aldrabem, gostamos que nos ponham a pão e água, gostamos que nos transformem em miseráveis e nos digam que, apesar de tudo isso, vivemos em democracia, que sabemos escolher quem nos governa.

Habituamo-nos a tudo.

Indignamo-nos nas bichas das caixas de pagamento dos supermercados, nas conversas com os vizinhos mas regressamos a penates e mais nada acontece.

A rotina coloca-nos em estado de normalidade.

Quem permanece em silêncio está desarmado.

Os jovens fogem, os velhos medem o caixão.

No iniciar do novo ano, Ferreira Fernandes, na sua habitual crónica no Diário de Notícias, escreveu:

Em 1 de janeiro de 2014, a cara virada para o passado viu nada; a virada para o novo ano nada vê. 

 O Luiz Pacheco diria:

Puta que os pariu!


Legenda: graffiti de Banksy 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

POSTAIS SEM SELO


Seja pois rápida a decisão, antes que os espíritos perplexos sejam dominados por alguma conspiração ou engano que causem novas desgraças.

William Shakespeare, Hamlet, Círculo de Leitores, Janeiro 1983.

Legenda: não foi possível identificar o autor/origem da fotografia.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

PANCADAS DE MOLIÉRE


Esta é a 1ª página do Diário de Notícias de 3 de Dezembro de 1964.

Na madrugada desse dia, possivelmente por volta das 2 horas, um violento incêndio destruiu por completo o Teatro Nacional D. Maria II.

Estava em cena Macbeth de William Shakespeare.

A representação estava incluída nas Comemorações do IV Centenário de Shakespeare  promovidas pela Fundação Calouste Gulbenkian.




Esta é a capa do programa.

Realização e Direcção de Michael Benthall

Concepção Plástica de Michael Annals realizada por Lucien Donnat

Director de Cena: Pedro Lemos

Director de som Jorge Santos

Tradução: Manuel Bandeira

Personagens e intérpretes:

Macbeth: João Guedes
Lady Macbeth: Mariana Rey Mointeiro

Macduff: Varela Silva

Lady Macduff Lourdes Norberto

Filho de Macduff: Carlos Fernando

Duncan : Raul de Carvalho

Outros intérpretes:

Mário Jacques
João Motta
Paiva Raposo
Carlos Queiroz
Canto e Castro
Josefina Silva
Cecília Guimarães



Legenda da fotografia publicada pelo Diário de Notícias:

A sala de tantas noites de glória reduzida a um esqueleto de escombros.

A reconstrução do Teatro D. Maria II seguiu o original e demorou quatorze anos
.
Nem tudo foi possível reconstruir.

A decoração do tecto do teatro, da autoria de Columbano, foi uma dessas impossibilidades.

O Diário de Notícias esclarecia:

Não há, infelizmente, reproduções deste trabalho que testemunha os amplos e afirmativos recursos de Columbano e ocupa um lugar impar na sua gloriosa carreira. Na época em que foi colocado no D. Maria, em 1894, não havia fotógrafos de arte que recolhessem os seus principais aspectos e características, para se reunirem, depois em conjunto.




Na noite de 1 de Dezembro de 1964, sentado Fila H, Cadeira 18 da Plateia, assisti à representação de Macbeth de William Shakespeare.

Fui um dos últimos espectadores que se sentaram nas cadeiras do velho Teatro D. Maria II.
Durante muitas semana, não consegui descer ao Rossio para olhar os escombros
do Teatro.