Ainda os incêndios, ainda Luís Montenegro.
Recorte do Público de 20 de Agosto de 2025.
Alguns completamente desconhecidos.
A Lupa debruçou-se sobre o Editorial do Público, assinado por Sónia Sapage:Um Agosto quentérrimo.
Pouquíssimos os clientes na esplanada do Café do Bairro,
mas o Dudu nunca falha e atirou para quem o quis ouvir:
No
creo en brujas, pero que las hay, las hay.
Deixem o Luís continuar a trabalhar, a trabalhar,
deixem, deixem, deixem…deixem… e vão ver o descaminho que isto vai levar…o país em
chamas e as excelências da presidência e do governo a jantarem em Cacela Velha…
gente fina é outra loiça… pois então…
O norte do país está, há
dias, a arder.
O Presidente da República,
Marcelo Rebelo de Sousa, e o primeiro-ministro, Luís Montenegro, reúnem-se esta
tarde, na Câmara Municipal de Faro,tendo em cima da mesa uma agenda com dois
pontos: a declaração de inconstitucionalidade, por parte do Tribunal
Constitucional, de cinco normas do projeto-lei relativo à imigração e os
incêndios que assolam o país, e nada mais.
Também não estão previstas declarações no final da reunião.
Ninguém quer saber dos sistemáticos avisos sobre as alterações climáticas que estão a destruir o planeta.
Breve resumo dos incêndios que assolam o país:
Mais de 1200 operacionais
passaram a madrugada no combate às chamas nos incêndios que deflagraram em
Arouca, Ponte da Barca e Penamacor, de acordo com a Proteção Civil.
Mais de 40 habitantes passaram a noite confinados na Ermida.
A aldeia de Fornos de Carvão foi evacuada pelas 4 horas, disse à Lusa fonte do Comando Sub-regional da Área Metropolitana do Porto.
Todos os anos ardem vastas áreas de floresta, casas. As temperaturas no interior do
país atingem valores de 36, 37, 42 graus centígrados. O calor é insuportável.
Ou o mundo recua nas emissões de gases de darbono, ou vamos assistir a
catástrofes gigantescas que podem ceifar milhares de vidas direta ou
indirectamente.
Os incêndios já provocaram prejuízos elevados, matando gado, consumindo anexos e alfaias agrícolas, campos agrícolas, árvores.
O drama de grande parte dos incêndios serem provocados
por mãos criminosas de gente que são meios-atrasados-mentais a quem uns
energúmenos dão uns euros para uns copos e os mandam provocar incêndios.
Henrique Pereira
Santos, paisagista
Em Junho, Mia Couto venceu o Grande Prémio de Conto Branquinho da Fonseca da Associação Portuguesa de Escritores pelo livro «Compêndio para Desenterrar Nuvens.»
António Rodrigues, a propósito deste novo prémio de
Mia Couto, para o Público de 30 de
Agosto, suplemento Ipsilon, realizou uma excelente entrevista com o escritor
moçambicano.
«Fico sempre surpreendido quando ganho
um prémio. Não é coisa de falsa modéstia, mas sinto-me bem não tendo essa
expectativa de poder ganhar, senão o prazer de fazer o livros e de escrever.»
António Rodrigues pergunta a Mia Couto:
Já sabe como vai gastar o dinheiro do prémio? Tem algumas dívidas para pagar?
«Quando se trata de dinheiro, sou péssimo. E sou péssimo, porque, felizmente, tenho algum privilégio, olhando para o mundo e para a maior parte das pessoas, para quem o dinheiro é uma preocupação do quotidiano. Não sendo rico, não tenho, nunca tive essa preocupação. Acho que se fosse mais pobre também não teria, porque eu via pelos meus pais, que não era gente que vivia de maneira folgada, antes pelo contrário, que ali faziam-se contas, mas o meu pai, que era poeta, nunca as fez. Era a minha mãe que controlava esse lado da vida. Eu herdei um pouco do meu pai esta coisa de estar desamarrado, e é um grande privilégio.»
Como já disse: uma excelente entrevista e um tempinho ainda para o seu final:
«Para
terminarmos, e como diz que a sua linguagem é a linguagem da poesia, gostava de
lhe perguntar: qual foi o seu verso mais conseguido?
Não lhe sei responder, mas o primeiro poema que fiz foi ao meu pai e, mais
tarde, quando o meu pai morreu, despedi-me dele por via da poesia e percebi que
tinha voltado a um verso feito 40 anos antes e que falava dessa criatura que
vivia numa varanda como se vivesse num palácio. Como não sabia o que fazer com
ele próprio, ficava ali com as mãos estendidas como se recolhesse esse orvalho
que imaginava estar a tombar do céu. O verso não é exactamente esse, mas isso
perseguiu-me como a grande lição do meu pai: dar importância àquilo a que
ninguém ligava. O meu pai, no meio da guerra colonial, andava à procura de
pedrinhas e sementes e olhava os pelicanos que passavam. Ensinou-nos a ver o
que não tinha importância para os outros».
1.
Em apenas três dias,
2024 tornou-se o quarto pior ano da década em área ardida.
Do Público de 18 de Setembro
2.
No seu programa
da SIC intitulado Conversas Secretas, o escritor Baptista-Bastos popularizou a pergunta
«onde é que você estava no 25 de Abril?». Esta pergunta foi o ponto de
partida para a Fundação José Saramago que, no quadro das comemorações dos 50
anos da Revolução de Abril, inverteu a questão e lançou um ciclo de conversas
com o mote «Onde estarias se não fosse o 25 de Abril?».
Alguém disse ao primeiro-ministro Montenegro que, nos
cafés da província se diz que os incêndios são despoletados por uns tolos, por gentes
sem qualquer ponta de escrúpulos que querem de qualquer maneira arranjar uns
cobres para a droga, para o vinho, amalucados pagos por madeireiros.
E Montenegro, com Marcelo ao lado, pôs a pata na poça,
e disse ao povo que o governo não daria descanso a esses energúmenos.
Daniel de Oliveira no
Expresso:
«Montenegro conseguiu que tudo o que é político, do ordenamento do território à invasão do país pelo eucalipto, da economia da floresta às falhas iniciais destes incêndios, desaparecesse. Sem perguntas, com o Presidente como escudo e a ministra da Administração Interna fechada numa cave durante os dias mais críticos, fez do fogo posto o tema central, lançando suspeitas vagas e prometendo substituir-se à polícia. Assim, o Governo passou de ator político a vítima do crime, desviando as atenções para o que enoja todos. Em comparação com 2017, demonstra génio na comunicação política. Mas isso chega?»
Pedro Tadeu no Diário de Notícias:
« O antigo primeiro-ministro António Costa governava quando ocorreu uma
enorme tragédia com incêndios. Todos sabemos que nesse ano de 2017, somando os
incêndios em Pedrógão Grande, Oliveira do Hospital, Tábua, Arganil e outros,
contaram-se 116 mortes.
Com o país em estado de choque, o então primeiro-ministro António
Costa, apoiado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, prometeu
uma verdadeira revolução na gestão florestal para a tornar mais resistente aos
fogos; anunciou a obrigatoriedade dos proprietários rurais cortarem, todos os
anos em maio, o mato que estivesse próximo de habitações; criou operações de
limpeza e de abertura de faixas de contenção no meio do arvoredo; prometeu um
grande recenseamento dos terrenos para se saber quem era dono do quê e para
planear emparcelamentos que facilitassem a conservação dessas áreas; modificou
o funcionamento da Proteção Civil e a sua ligação aos bombeiros criando uma
entidade especializada no combate a fogos rurais; garantiu, na União Europeia,
o apoio de reforços aéreos de combate a incêndios sempre que fosse preciso;
lançou não sei quantas campanhas de sensibilização e vários sistemas de avisos
das populações sobre incêndios, que foram da publicidade institucional às
mensagens telefónicas que nos perturbam os telemóveis.Tivemos, depois desses e
de outros anúncios, seis anos de relativo sossego florestal.
Sete anos depois vejo na televisão o atual primeiro-ministro, Luís
Montenegro, apoiado pelo Presidente da República, o mesmo Marcelo Rebelo de
Sousa de 2017, consternados com as, até agora, sete mortes provocadas pelos
incêndios dos últimos dias.»
Num artigo de Joana Amaral Cardoso, hoje no Público, pode ler-se:
«Há 20 anos pensou-se num acordo entre as TV para
cobrir os incêndios. O efeito esbateu-se
á cerca de 20 anos, esboçou-se uma tentativa de acordo entre canais portugueses
para harmonizar boas práticas na cobertura dos incêndios. A iniciativa foi da
RTP; gerou polémica, ainda que tenha deixado algum lastro no ecossistema
mediático. Porém, de pouca dura. Hoje, os directores de informação dos
principais canais rejeitam a ideia — “absurdo”; “não é uma questão”. As
televisões são alvos fáceis e recorrentes das críticas quanto à forma como
cobrem os fogos e os últimos dias não são excepção. A Entidade Reguladora para
a Comunicação Social (ERC) lembrou
na terça-feira que devem ser seguidos os princípios da sua directiva
específica para os incêndios, com “respeito”.»
A cobertura que as televisões estão a fazer dos incêndios é completamente escandalosa.
Simplesmente deploráveis as
comunicações do Presidente da República e do Primeiro-Ministro, após o Conselho
de Ministros Extraordinário de ontem que, presidido por Marcelo, decretou o
estado de calamidade para as aldeias, vilas e cidades que enfrentam o pesadelo
dos incêndios.
Num tempo em que as palavras são quase inúteis ficou demonstrado, mais uma vez, a fraca qualidade dos políticos que governam os nossos destinos.
Todos os anos a
mesma tragédia, a mesma angústia, as mesmas palavras dos governantes, as mesmas
horas e horas e horas de transmissões televisivas, a repetirem as mesmas
imagens, repórteres sem saber o que dizer mais perante tantas horas de
transmissão.
Entrei no Largo da Memória do Luís Eme e copio o que li:
«O que dizer,
num dia como hoje?
Nada, talvez
seja a coisa mais inteligente.
Não vale a pena
continuar a insistir com os "lugares comuns" do costume, muito
menos repetir o retrato do país, que teima em manter os maus hábitos de
sempre.
É mais um dia,
daqueles, demasiado quente e demasiado triste.»
Há também no Público uma
crónica de Adriano Miranda, tão simples, tão serena, tão trágica:
«No fundo da rua, ouvem-se gritos. Uma criança grita:
– Bruno, a casa da avó está a arder! Somos o país que construímos. Somos o país
que queremos.»
Legenda: fotografia de Luís Eme
Os incêndios continuam a devastar o país.
Terá de existir uma qualquer razão para que o fogo ataque em todos os anos as terras das mesmas regiões.
Terras por limpar, caminhos que não se abrem para que em determinados locais os bombeiros possam deslocar os seus carros e materiais, tanto descuido, tanta leviandade, tantas promessas governamentais e autárquicas por cumprir.
No Público de joje pode ler-se:
«Cinco
anos após o último incêndio ocorrido em Monchique, ainda há madeira queimada
por retirar dos terrenos e o ordenamento florestal continua por fazer. O fogo,
que começou há quatro dias em Odemira, entrou no concelho algarvio que é
considerado o “pulmão” da região.»
Boris Johnson era um
homem divertido. Apenas isso. Como os ingleses o escolheram para tão importante
cargo, saberão dessas suas razões.
Antes de chegar ao
número 10 de Downing Street sempre foi um mentirosos de causas diversas, uma
delas o «Brexit».
Chegado a
primeiro-ministro revelou-se um desastre, tendo-se enfiado nas mais diversas
trapalhadas, muitas delas ocasionadas pelas pessoas que ele escolheu para o
acompanharem na governação.
No discurso de
despedida da Câmara dos Comuns não resistiu a clamar um «Hasta la vista, Baby»,
provocando uma gargalhada geral.
1.
O primeiro-ministro da Hungria, o ultranacionalista
Viktor Orbán, considerado um dos mais fortes aliados de Putin, disse este
sábado que a Ucrânia não vencerá a guerra contra a Rússia e que a paz não será
alcançada antes das próximas eleições presidenciais nos Estados Unidos, em
2024.
2.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, admite o racionamento
"obrigatório" do consumo de gás, no caso de "uma
emergência". A presidente da Comissão falava na apresentação do plano de
Bruxelas focado na "redução" do consumo de gás na União Europeia.
3.
Já se começa a pensar
na reconstrução da Ucrânia. Uma estimativa do Governo de Kiev aponta para
valores próximos dos 720 mil milhões de euros que sugere que os aliados terão
de contribuir mas que a maior fatia dos encargos deve ser paga pelos fundos dos
oligarcas russos congelados nos banco do ocidente.
4.
AGNR já deteve mais
incendiários este ano do que nos 12 meses de 2021: 56 pessoas contra 52. Metade
vive em Viseu, Vila Real e Guarda. Em 79% das situações, as chamas alastraram
por negligência e em 21% a sua atuação teve como objetivo o de provocar o fogo.
Queimas e queimadas representam 62% das causas dos fogos deste ano
Arderam quase 58 mil hectares este ano. Mais do dobro que em 2021.
5.
«A região de Lisboa
vem empobrecendo. Ela não resistiu à desindustrialização e perde centros de
decisão privados que não ficam no território nacional. Grande parte dos
cidadãos que nela habita vê as suas condições de vida degradarem-se. Até pode
ter havido diminuição das desigualdades, mas num quadro global de
empobrecimento. A Área Metropolitana de Lisboa, com mais de 3 milhões de
habitantes, está em declínio. É pouco plausível que haja no país outra região
com capacidades estruturais e dinamismo que compensem esta perda.»
Manuel Carvalho da Silva no Jornal de Notícias.
O país continua a
arder.
Temperaturas extremas
em Londres – Londres a cinzenta, quem diria? – danificaram uma parte da pista de aterragem e
descolagem do aeroporto de Luton, a 55 quilómetros de Londres. A pista esteve
fechada durante quase duas horas e obrigou a desviar e atrasar voos.
Por cá, ficamos a
saber que as altíssima temperaturas voltam amanhã.
Dou-me pessimamente
com o calor. Quando trabalhava, mandava as férias sempre para Setembro.
Vou agora ter com a Autobiografia Woody Allen para ele me contar da Primavera e do Outono em Central Park.
«Veja, o verão em
Nova Iorque são más notícias. É quente, sufocante, estão todos fora, e sim,
podemos andar de um lado para o outro com menos trânsito, mas é entediante,
tendo todos os amigos partido e estando tudo pegajoso e húmido. De qualquer maneira,
chega o outono e a cidade começa a mexer. Os nova-iorquinos regressam de
férias, o tempo arrefece. Quando eu era miúdo, em Brooklyn, os verões eram uma
dádiva, porque significava que não havia escola e eu podia jogar à bola todo o
dia e ir ao cinema. Era divertido, mas mesmo então, o outono significava que
todas as raparigas giras regressavam dos campos de férias, e embora o pesadelo
dos livros e das aulas pairasse no horizonte, pelo menos havia alguma anatomia
sigmoide para acelerar o fluxo sanguíneo.»
Pelos dias quentes,
vou também ter com o Billy Wilder, no filme O Pecado Mora ao Lado.
A imagem que encima o texto, tem Marilyn, da janela olhando, o vizinho do andar de baixo
Quando Marilyn Monroe, a regar as flores, numa daquelas noites do Verão de
Manhattan, quase espeta com um tomateiro na cabeça de Tom Ewel que, no terraço
em baixo, lê o jornal.
Ele levanta-se com uma fúria desmedida, mas depara com o rosto de Marilyn entre
os vasos de flores, e convida-a para uma bebida.
Marilyn aceita o convite e acontece este delicioso diálogo:
- Vou à cozinha vestir-me.
- À cozinha?
- Sim! Quando está calor guardo a roupa interior no congelador.
Outras guerras.
Guerras antigas na
Ásia, em África…
Milhares de
manifestantes em Colombo, no Sri Lanka, romperam as barreiras policiais e
ocuparam a residência oficial do presidente do País, precipitando a sua
demissão.
A falta de
comida, combustíveis e medicamentos é um dos sintomas mais evidentes
daquela que é uma das piores crises económicas das últimas décadas, no Sri
Lanka.
A fome e a crise
continuam no Sri Lanka.
Entretanto o presidente do Sri Lanka Rajapaksa já fugiu do país, refugiando-se em Singapaura, e o Parlamento, no dia 20, elegerá o substituto o presidente corrupto.
Ucrânia, outra guerra, uma guerra
sem fim à vista.
O primeiro-ministro da Hungria, o ultranacionalista Viktor Orbán, voltou a criticar a União Europeia pelas sanções impostas contra a Rússia pela invasão da Ucrânia, medida que, na sua opinião, vai causar uma recessão.
1.
As televisões portuguesas
são esgotos a céu aberto.
Tudo lhes serve para,
durante horas e dias, invadirem os écrans com directos, seja a morte, por maus
tratos, de uma criança, seja o futebol, sejam os incêndios que devastam o país.
Uma verdadeira vergonha,
uma histeria inenarrável.
Nos dias que agora correm, florestas que ardem, casas destruídas, famílias que encontram abrigo em ginásios e estádios de futebol, e os repórteres televisisvos, quais abutres, perseguindo os bombeiros para lhes arrancarem notícias sobre o evoluir dos incêndios, ou para saberem para que lado vai soprar o vento…
Retenho uma repórter a entrevistar uma velhota, por
trás a casa destruída, onde passou toda uma vida, e a pergunta: «como se sente?»
Lembro-me da tarde do
25 de Abril, a revolução a avançar e em
pleno climax, um jornalista num começo de palavrar com um capitão: não houve rendição
por parte das forças que estão sitiadas… O oficial rápido: “Porra!
Vocês são uns chatos, não deixam de fazer perguntas. Uma senhora está a dar à
luz e vão perguntar à senhora se ela está com dores?
É isso!
2.
Os 37 482 hectares de área ardida em Portugal desde o início do ano até quinta-feira, estão a fazer de 2022 o segundo pior ano da última década ao nível de fogos florestais, até ao momento.
3.
O antigo secretário de Estado da Proteção Civil José
Artur Neves e o ex-presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção
Civil Mourato Nunes foram acusados no caso das golas anti-fumo de autoproteção no âmbito do programa
"Aldeia Segura - Pessoas Seguras, implementado na sequência dos incêndios florestais
de 2017.
Yambém neste caso, o ex-ministro Eduardo Cabrita, deixou uma série de pontas soltas.
4.
O antigo banqueiro
João Rendeiro, segundo dados fornecidos pelas autoridades, teria quase dez
milhões de euros em contas bancárias que estavam congeladas na Suíça.
Estes dados foram fornecidos pelas autoridades suíças a Portugal, depois de terem sido pedidos pelo juiz Carlos Alexandre há mais de dez anos.
5.
A CP aconselhou as
pessoas a não viajar de comboio nestes dias de calor.
O surreal aviso-conselho foi entretanto retirado.
6.
A percentagem de pessoas em risco de pobreza aumentou de 16,2% para 18,4% entre 2019 e 2020.
Em
2020 um terço das famílias perdeu 25% do seu rendimento anterior.
As televisões dão imagens
do que vai acontecendo.
Numa noite,
Greenville, na Califórnia, foi destruída quase por completo.
Uma velha habitante
consegue dizer ao repórter;
«Sou saudável, vou recomeçar do zero, mas vou conseguir.»