Estou radiante! Adivinhem o motivo...
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Escolhi o meu vestidoooo!
Ainda não vou contar onde, nem como ele é... vou recomeçar o relato da minha saga do vestido de noiva... daqui a uns 3 dias vocês devem saber como foi o final feliz!
Então... aqui eu tinha falado do dia em que fui à Amor e Laços. Lá eu gostei do vestido chamado Juliana (rsrs coincidência???). Ele é tomara-que-caia, corpete bordado, saia com várias camadas de organza, estilo princesa. Fiquei um pouco em dúvida quanto ao bordado, se não era brilhante damais para o horário do meu casamento. Também fiquei grilada quanto ao modelo, se não estava parecendo mais uma debutante do que uma noiva. O preço foi o mais barato que eu achei para aluguel nas lojas que eu visitei (óbvio que em Taguatinga deve ter lojas que cobram mais barato). Essa saia lembra um pouco a do vestido Juliana:
A minha segunda visita, de que eu vou tratar detalhadamente hoje, foi ao ateliê da Maria Virgínia. No dia que fui a loja estava em reforma. Por mim, nenhum problema... me pediram para esperar um pouco e logo me mandaram subir para uma das salas de provas. Aí já surgiu um ponto que me desagradou: eles têm não sei quantas salas. Cada uma fica com uma parte dos vestidos. Dessa forma, eu só pude ver de perto os vestidos que estavam na minha sala, porque é lógico que eu não poderia entrar nas salas em que estavam outras noivas. Não gostei porque não vi todas as opções e minha escolha ficou prejudicada. E se na sala ao lado estivesse o vestido dos meus sonhos?
Porém, eu já tinha chegado lá com um vestido na cabeça. Vi o modelo na revista do Recanto das Águas e achei bem diferente do que eu já tinha visto nos casamentos a que eu já fui... os mesmos tomara-que-caia com enormes bordados florais. Esse é um vestido tomara-que-caia, todo drapeado, com uns bordados bem discretos (nem dá pra ver na foto). O tecido é mais encorpado (acho que é tafetá), o que torna-o beeeeem pesado. Lá foi o único lugar em que encontrei vestidos desse tipo, caso alguém goste. O modelito me encantava pela delicadeza e por ser diferente, mas me deixava com medo de querer ser diferente demais e ficar feia:
O atendimento é feito com muita cortesia, mas as moças não demonstram muita empolgação, não são babonas, não te fazem se sentir especial... com isso eu me importo um pouco... não que elas precisassem se tornar minhas melhores amigas, mas um sorrisinho de vez em quando não custava nada. A sala é bem bonitinha, tudo arrumadinho.
Provei vários vestidos, com várias modelagens. Comprovei que não gosto do modelo sereia (em mim). Mais uma vez, minha mãe expressou a sua opinião contra os vestidos estilo bailarina:
Saímos de lá com dois orçamentos, um para o drapeado e outro para um modelo evasê mais básico com uma flor na cintura (minha mãe se apaixonou por ele, mas eu achei sem graça). Como eu já previa, os aluguéis são mais caros do que na Amor e Laços, mas o valor é razoável, levando em consideração que estamos falando de uma profissional renomada.
Depois dei uma passadinha na sala dos vestidos de damas e gostei do que vi. Existem modelos mais simples, estilo roupinha de passear, e modelos mais frescurentinhos e cheios de frufru, que me agradam mais. O meu preferido é esse:
Resumindo, achei alguns vestidos que me agradaram, mas ainda não saí de lá com aquela certeza que todo mundo diz que a gente sente quando encontra O VESTIDO. O valor do aluguel é pagável e é possível fazer um vestido especialmente para você (primeiro aluguel) a partir de 5 mil. Na minha opinião, quando se trata de vestidos drapeados, a Maria Virgínia é a melhor de Brasília. O ponto negativo: eu gostaria de ter explorado a loja toda e me senti limitada. Agora fiquem com algumas imagens de vestidos dessa profissional brilhante.
Amanhã tem Idea Sposa!
Bjos
Esse eu provei e detestei rsrs