«O armário dos irmãos Davenport era menos complicado de que as peças que prega a todos este gaiato mór do país.
Desgraçado de quem não tiver cautela com ele. Está perdido. sábado, 21 de dezembro de 2013
Natal nas Caldas
As ruas das Caldas da Rainha estão mais bonitas este Natal. As iluminações que a embelezam, simples e sem grandes floreados, conferem-lhe um ar de senhora distinta, de meia idade. Foi retocada a maquilhagem, pois a Câmara, e muito bem, resolveu com uma acção demolidora de pintura, dar cabo de todos as horrorosas pinturas que conspurcavam as paredes da cidade. Os laçarotes que enfeitam os vasos de flores, conferem um toque de festa e alegria, já não falando das árvores de Natal que são um símbolo do Natal caldense. Os meus amigos e antigos colegas, que estão na ACCCRO, Associação Comercial, fizeram um bom trabalho. Para eles a minha saudação e parabéns. Podem orgulhar-se marcaram a diferença. Continuem.
A fotografia é do blogue Águas Mornas do Zé Ventura.
sábado, 4 de maio de 2013
Caldas de Felgueira - Termas
Vivo nas Caldas da Rainha e vim a águas para Caldas de Felgueira. Quando aqui cheguei e me perguntaram a morada, não pude deixar de notar uma certa surpresa perante a minha resposta. Vir das Caldas, das famosas caldas cá para cima a cerca de 300 quilómetros, a banhos?
Pois é; é triste mas é verdade.
Este é um sítio aprazível, sossegado, de pessoas muito simpáticas e com umas águas, cujo resultado, até então se tem mostrado benéfico.
Pelo que percebi também estas termas passaram por uns tempos mais difíceis, sujeitaram-se a benefícios e cá estão elas a funcionar em pleno. Tem termas e Spa e principalmente utilizadores.
Será assim uma coisa tão difícil de fazer nas Caldas da Rainha?
Porque é que os caldenses se matam a pensar, a ameaçar fazer, e não executam? Era melhor falarem menos naquelas improdutivas discussões relatadas pelos jornais e actuarem mais. Lá vão as termas das Caldas para o "maneta"; vão ou já foram?
Quem pode que actue e reverta a situação custe o que custar! Que interessa elas existirem na posse do estado se estão fechadas?
Fazer termas não é um luxo; é uma necessidade para certas doenças que com a seu utilização se podem debelar, sem a agressividade dos químicos da medicina convencional.
E este problema visto de longe ainda é mais doloroso, porque aqui em Caldas de Felgueira, não encontrei nada que as Caldas não pudesse ter.
E Caldas da Rainha sofre de um mal; tudo leva séculos a ser resolvido e a fazer-se. Dá a sensação que as energias são todas direccionadas para a discussão fátua dos problemas.
Quem me dera a mim, da próxima vez que necessidade de fazer termas, fazê-las nas Caldas, não só por estar em casa, mas principalmente porque era sinal que os caldenses tinham resolvido o grande problema que faz com que a sua cidade vá agonizando pouco a pouco.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
A Redenção das Águas - As Peregrinações de D. João V à Vila das Caldas
ÀS 16:30 no Centro Cultural e de Congressos
A REDENÇÃO DAS ÁGUAS - As peregrinações de D. João V à Vila das Caldas
CARLOS QUERIDO
"Este romance leva-nos até aos anos entre 1742 e 1750 através da narração intimista de Pedro Fontes, criado do Infante D. Manuel, tendo por pano de fundo as angústias do rei absoluto e magnânimo, consciente da sua mortalidade física, aterrorizado com a possibilidade de não alcançar a imortalidade bemaventurada. Ao longo da narrativa, surgem referências ao mito do V Império e do Eterno Retorno, a propósito do suplício de Pedro Rates de Henequim, que veio "oferecer" ao Infante D. Manuel o império do Brasil, convicto de que ali se situou o paraíso terrestre, acabando por perecer na fogueira da Inquisição em auto de fé. À voz Pedro junta-se a de Sara, a filha ilegítima do rei (que no romance vive na vila das Caldas, mas que na realidade histórica viveu e morreu num convento em Lisboa). Foi nesta vila, a 6 de Agosto de 1742, que D. João V reconheceu os seus três filhos ilegítimos, filhos de três freiras do convento de Odivelas. Ao lado de um terror da morte que, como diz o narrador, retira todo o sentido à forma cuidadosa como organizámos a vida, com total desprezo e insensibilidade por títulos, precedências e protocolos, nasce um amor que parece abrir um rio de possibilidades. Uma época fascinante vai-se soltando do fio da narrativa como se de um quadro se tratasse, uma pintura capaz de incluir o perfume do barro e dos veludos."
A não faltar! E depois ficamos para ver
Espectáculo de Marionetas
A Ver Navios no reinado de D. João VI e Carlota Joaquina
Às 18:30
1807, Novembro. Quase às portas de Lisboa as tropas de Napoleão ameaçam fazer capitular o Rei, como já aconteceu por toda a Europa e mesmo com a vizinha Espanha com quem tinha anteriormente feito uma coligação. No gabinete D. João VI reúne com os seus conselheiros..... (Não esquecer de comprar bilhete)
quinta-feira, 21 de março de 2013
Bordalo Pinheiro no Google
Hoje de manhã quando liguei o computador fui surpreendida.
O Google assinala e festeja o 167.º Aniversário de Rafael Bordalo Pinheiro. Uma grata surpresa a que se aliou um sentimento de tristeza. Caldas da Rainha ignora esta data, como sempre. É verdadeiramente patético como esta cidade perde as oportunidades que lhe são dadas de mão beijada para se tornar conhecida. Fechamos o Hospital, esquecemo-nos de festejar Bordalo, mas que interessa tudo isso! Somos, quase que aposto sem medo de perder, a cidade com as paredes mais "porcas" do país. Mas para sabermos isso não precisamos que o Google nos diga. Basta olhar em redor em qualquer ponto da cidade. Uma vergonha. E é assim que um dia que começou alegre, depressa de transformou num dia triste, marcado pela realidade que nos cerca. Antes pintassem as obras ade Bordalo, transformando a cidade num museu bordaliano vivo.
sábado, 16 de março de 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
Frutos 87 / Cerâmica 87
Prospecto referente à Frutos 87 e Cerâmica 87, feiras nacionais realizadas respectivamente em Julho e Agosto de 1987. Estas actividades realizadas no Parque D. Carlos, traziam à cidade inúmeras pessoas que durante a realização destas feiras, transformavam completamente a vivência das Caldas da Rainha. Já eram ...
quinta-feira, 7 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Mapa Caldas da Rainha 1955
Mapa desdobrável do Concelho de Caldas da Rainha. Planta da cidade das Caldas da Rainha. Vários informações turísticas sobre passeios nos arredores. Capa desenhada por Duarte. Contem folheto bilingue com informações da zona
«Edições ROTEP - Organização de Camacho Pereira. Casa Pimenteira - Cruz Quebrada. Revisão do Exm.º Sr. Presidente da Câmara Municipal. Ordem de Publicação n.º 59 - Julho de 1955.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Cerâmicas das Caldas
Vasilhame de Aguardente «Boi de Guiseira»
Fábrica de Manuel Cipriano Gomes Mafra
Caldas da Rainha (Segunda metade do séc. XIX)
Escarrador - Fábrica Bordalo Pinheiro
Jarro de Caça - Fábrica de Manuel Gomes Mafra
Caldas da Rainha - (Segunda metade do Séc. XIX)
Paliteiro - Castiçal
Atribuído a Maria dos Cacos
Caldas da Rainha (Segundo quartel do Séc. XIX)
Terrina
Época Arcaica - Caldas da Rainha
Jarra - Arte Nova
Fábrica de Bordalo Pinheiro
Obra de Rafael Bordalo Pinheiro
Cesto
Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha, 1899
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Gil Vicente nas Caldas
Tantas Maneiras de Enganos
Teatro da Rainha
«Até cerca de 1518, ou talvez mesmo além dessa data, a obra de Gil Vicente desenrola-se sob a protecção e na presença da Rainha D.leonor.
É o que ele próprio confirma no prólogo em castelhano de D. Duardos (1522?) quando, dirigindo-se a D. João III, fala das "comédias, farças y moralidades que he compuesto em servicio de la Reina vuestra tia."
Essas obras foram:
- Auto Pastoril Castelhano (1502)
- Auto dos Reis Magos (1503)
- Auto de São Martinho (1504)
- Sermão feito à Rainha D. Leonor (Abrantes, 1506)
- Auto da Fama (1510)
- Auto da Sibila Cassandra (1513)
- Barca do Inferno (1517)
- Auto da Alma (1518)
- Barca do Purgatório (1518)
- Auto da Índia (1519)
- Auto dos Quatro Tempos (data incerta, mas anterior a 1521)
Sabe-se ainda que a "Rainha Velha" D. Leonor se encontrava presente na câmara da Rainha D. Maria, na terça feira de 7 de Junho de 1502, quando ali foi recitado o "Monólogo do Vaqueiro", primeira obra conhecida do autor.
Há também quem sustente que a "Farsa do Físicos" (1512) teria sido inspirada pela passagem nas Caldas e pela observação do trabalho dos médicos do Hospital. Todavia esta tese não pode deixar de ser considerada como discutível e assente em bases bastante ténues.»(in: Catálogo)
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Vinho da Estremadura
Juraste ser sempre minha...
Ai de mim! quebraste a jura! ...
Valha-me o sumo da vinha,
Da vinha da Estremadura!...
Olhos negros, encantados,
São bagos de uva madura
Dos vinhedos pendurados
Nos montes da Estremadura.
Se queres que nasça alegria
Onde só cresce amargura,
Rega a alma, dia a dia,
Com vinho da Estremadura.
Juraste ser sempre minha...
Ai de mim! quebraste a jura! ...
Valha-me o sumo da vinha,
Da vinha da Estremadura!...
Olhos negros, encantados,
São bagos de uva madura
Dos vinhedos pendurados
Nos montes da Estremadura.
Se queres que nasça alegria
Onde só cresce amargura,
Rega a alma, dia a dia,
Com vinho da Estremadura.
Os vinhos de Portugal,
Que tanta fama nos dão,
Não tem no mundo rival
Se da Estremadura são...
Que belo nectar, o vinho,
A Estremadura nos dá.
Do Algarve até ao Minho,
Melhor qu'ele não há
Tua boca é garrafinha
De vinho - marca afamada!
Quem dera ser saca rolhas
Dessa garrafa lacrada!
Petiscos de bacalhau,
Ou gorda sardinha assada,
Sem vinhos da Estremadura
Não são petiscos, - nem nada.
Para haver paz, faz-se a guerra...
- Vejam que grande loucura!
Só se encontra a paz na terra
Nas pipas da Estremadura.
Beber vinho é dar o pão
A um milhão de portugueses,
Mas bebe-se tal porção
E falta o pão tantas vezes!...
Minha menina ora ouça
Que esta é a melhor das baldas
É tão rica como a louça
A bela pinga das Caldas.
Quadras dos Jogos Florais da Festa do Vinho, realizados por altura das Comemorações Centenárias na Província da Estremadura - Caldas da Rainha, 8 de Setembro de 1940. Cerâmicas de Bordalo Pinheiro.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Watercolour Meeting in CR
Praça da Fruta - Marimar Gonzalez - Espanha
Parque - Pedro Orozco - Espanha
Praça da Fruta - Alain Bisoire - França
Rua das Montras - Eugen Chrisnicean - Moldávia
Parque - Carlos Almeida - Portugal
Watercolour Meeting in Caldas da Rainha 2010/2012
Edição: Centro Cultural e Congressos - Caldas da Rainha
(Colecção Completa: 12 postais)
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